Dificuldade técnica   Fácil

Horas  5 horas 53 minutos

Coordenadas 1563

Uploaded 16 de Novembro de 2014

Recorded Novembro 2014

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1.029 m
679 m
0
4,7
9,4
18,85 km

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próximo a Moscoso, Braga (Portugal)

Fomos até ao extremo sudeste da Serra da Cabreira, a Moscoso, aldeia pertencente ao concelho de Cabeceiras de Basto, à descoberta do “Nariz do Mundo”. As condições climatéricas, chuva intensa, frio, nevoeiro e rajadas de vento, levaram-nos a alterar o percurso idealizado que previa a subida ao topo do rochedo a que chamam “Nariz do Mundo” e efetuar a travessia da Ribeira de Cavez a jusante do mesmo Nariz do Mundo (Objetivos a manter para uma outra deslocação a Moscoso).
Deixando a aldeia de Moscoso para trás seguimos em direção à aldeia de Carvalho, os caminhos eram verdadeiros ribeiros, em alternativa percorríamos os campos circundantes, mas estes também eram autênticos lameiros… resultado das fortes chuvadas de hoje e dos vários dias anteriores.
Chegados à aldeia de Carvalho tomamos o CM1031, o qual percorremos cerca de 500 metros, deixando-o à esquerda por um caminho de terra em direcção à casa do guarda florestal. Continuamos para sul por mais 500 metros de alcatrão, saindo à direita por caminho florestal que nos leva a outra casa de guarda florestal e daqui seguimos para a aldeia de Juguelhe, onde fizemos uma pequena paragem para almoço.
Abandonamos Juguelhe e percorrendo um pouco do CM1700, tomamos à esquerda um caminho de terra em direcção à aldeia do Formigueiro. Voltamos para norte, em direcção a Moscoso pelo trilho do Pisão, na encosta direita do vale da ribeira de Cavez, com espectaculares vistas sobre as enormes escarpas graníticas do rochedo a que chamam “Nariz do Mundo”, lá no fundo do vale correm as águas revoltas da ribeira de Cavez furto das linhas de água que se despenham pela encosta até encontrarem a ribeira.
Em certas partes o caminho era lajeado, obra de corajosas mãos que em tempos remotos rasgavam as mais inacessíveis montanhas. A chegada à aldeia é feita por caminhos ancestrais, murados pelos verdejantes campos de pastoreio, mas que, aqui e ali, parecem verdadeiras ribeiras…
Foi uma agradável caminhada, num dos mais belos recantos da Serra da Cabreira, onde a boa disposição e a perseverança dos 22 caminhantes estiveram sempre presentes para minimizar as condições adversas causadas pelo mau tempo, que culminou num repasto e salutar convívio no restaurante “Nariz do Mundo”.

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