Horas  4 horas 40 minutos

Coordenadas 1672

Uploaded 4 de Fevereiro de 2019

Recorded Fevereiro 2019

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654 m
377 m
0
3,0
6,0
11,9 km

Visualizado 155 vezes, baixado 3 vezes

próximo a Arieiro, Lisboa (Portugal)

Conjunto de duas pequenas rotas, que consideramos de grau de dificuldade moderado baixo, feitas em sentidos opostos (a primeira no sentido contrario dos ponteiros do relógio e a segunda no sentido horário), formando um trajeto em forma de oito.

Com início no parque de estacionamento sobranceiro ao Centro de Interpretação Ambiental, local onde se encontra, junto a estas instalações, a placa original de início de percurso (um grande bloco de pedra, com indicação do rumo), seguimos pelo asfalto acompanhando o traçado da carta militar que acompanha o folheto do percurso e que foi bastante útil, porque na dúvida gerada pela ausência de sinalética nalguns pontos de mudança de percurso, nos ajudou a seguir o caminho certo.

O caminho dos SS é um percurso interessante a nível paisagístico, decorrendo por carreteiros de montanha, caminhos de pastoreio de percurso e outros tradicionais que, no passado, tiravam do isolamento as povoações vizinhas de cada lado da montanha.

Do alto dos emissores do Montejunto, e já no caminho de regresso pela calçada dos frades, avistamos, para Norte, a torre de vigia que faz parte do percurso da Quinta da Serra.

Resolvemos então seguir até aquele ponto, fazendo um curto atalho perto do fim deste trilho seguindo por um estradão de brita branca que tem início perto do lago (dolina) até entrarmos alguns metros adiante no trilho da Quinta da Serra, caminho que nos levou primeiro à torre de vigia e ao geodésico que lhe está próximo, donde se obtêm vistas panorâmicas para a costa avistando-se perfeitamente os contornos do Cabo Carvoeiro para NW.

Ao longo deste percurso, que fazemos agora no sentido horário, contrariamente ao sentido anti-horário que fizemos no trilho do Carreiro dos SS, destacam-se também as vistas para as Serras de Aire e Candeeiros, para norte, e o Tejo, para sul, vendo-se perfeitamente as torres da Central Termoelétrica do Ribatejo e a ponte das Lezírias.

Pontos menos positivos:
- Os paineis vandalizados do caminho da Estação da Biodiversidade, pequeno trilho que não fizemos, mas com o qual nos cruzamos obrigatóriamente ao fazer a PR da Quinta da Serra.
- Falhas na sinalética em ambos os trilhos.

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