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próximo a Loivos do Monte, Porto (Portugal)

TRILHO JÁ FOI RECONHECIDO.
Trilho viável e com belas paisagens. De grau de dificuldade média.

A Anta da Aboboreira, Anta de Chã de Parada, Casa da Moura de São João de Ovil, Casa dos Mouros, Cova do Ladrão, Dólmen da Fonte do Mel ou simplesmente Dólmen de Chã de Parada é o grande dólmen de corredor de Chã de Parada, o mais conhecido da Serra da Aboboreira. Do período Neo-Calcolítico, é considerado um monumento nacional desde 1910 1 .

Trata-se da câmara dolménica da mamoa 1 de Chã de Parada, na freguesia de Ovil, Baião, que se pensa ter sido construída perto do início 3º milénio a.C, ou seja, há uns 5000 anos. É um dos cerca de quarenta monumentos já identificados na necrópole megalítica da Serra da Aboboreira.

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O Conjunto Megalitico de Meninas do Crasto fica na vizinhança de uma elevação com esse nome, que tem um marco geodésico, na Serra da Aboboreira, Ovil, Baião. Foram nele identificadas seis mamoas do período Neo-Calcolítico, três das quais já foram estudadas:

Mamoa 1 - mamoa em que a área sepulcral é delimitada por um círculo de pedras fincadas.
Mamoa 2 - Foi «salva» em 1982, face a destruições efectuadas para consertar um estradão. A análise ao Carbono 14 de carvões no solo sob o monumento indicaram uma data entre 4229 e 3969 a.C. (fim do V ao início do IV milénio a.C.)
Mamoa 3 - é um tumulus (mamoa) em terra, revestido por um contraforte de lajes sobrepostas e particularmente bem conservadas e bem imbricadas. Quando foi escavada, tinha uma pequena câmara poligonal, com quatro esteios ainda no seu sítio e um tombado. Foram encontrados seis esteios e deverá ter existido um sétimo esteio, já que foi identificado «um negativo» de uma laje (indícios no solo do sítio onde ela assentava). A laje de cobertura estava implantada no terreno, a cerca de trinta metros a norte do monumento. Em 2006, verificou-se que a câmara corresponde a uma câmara fechada e que a ausência do esteio, entre os esteios nº 1 e esteio nº 6 é decorrente da amputação a que a área foi sujeita pela abertura do caminho. Procedeu-se então à colocação de uma manta geotextil no interior da câmara, foi construído um sistema de contrafortagem no interior da câmara e um sistema de drenagem simples.

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O sítio arqueológico de Queimada localiza-se no lugar de mesmo nome, na freguesia de Ovil, Baião, em Portugal.

O sítio encontra-se onde começa um estradão que, a partir da estrada de Baião para Mesão Frio, sobe para o planalto da serra da Aboboreira e o cruza, dando acesso aos múltiplos monumentos da necrópole megalítica da Aboboreira. Neste lugar, na subida inicial do estradão, foram encontradas nove fossas abertas no saibro (da Idade do Bronze) e nove buracos de poste.

Queimada fica no lugar onde existiu antes a povoação de S. Tiago de Valverde, que foi destruída (e queimada) durante a retirada das tropas francesas de Soult, ao fim da segunda invasão francesa, em Abril de 1809. A cidade de Amarante resistiu quatorze dias, até 2 de Maio, tentando impedir-lhes a fuga para o Minho.
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Espigueiros

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Tolões

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Parque de merendas

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Anta de Chã de Parada

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Parque de merendas Fonte de Mel

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Dolmen da mamoa 3 de Meninas do Crastro

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Marco Geodésico

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Capela Loivos do Monte

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