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7,7
15,46 km

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próximo a Eirado, Viana do Castelo (Portugal)

Este xoves desprazámonos a nosa veciña Portugal mais concretamente a Valença para facer o Trilho da Insua do Crasto. Iniciámolo e finalizámolo na Igrexa Matriz de Friestas a 7 quilómetros do centro de Valença pola estrada que vai a Monçao. Foi feito popularmente en marzo de 2009. No día de hoxe (Xullo do 2012) existen moitos inconvenientes para poder pasar por algúns dos tramos que están sinalizados, por estar cubertos de maleza e ter que buscar outras alternativas para poder continuar.
Non puidemos ver a Ínsua do Crasto, aínda que chegamos a mesma beira , pero estaba todo cerrado de maleza o que nos impediu pasar, desandando o camiño para volver a área de lecer do río Manco e continuar para pasar polo cruceiro do Adro Velho e Sepulturas Medievais. O último tramo, en lugar de facelo pola estrada fixémolo pola ecopista que nos leva ata moi preto da saída en Friestas.
Temos que resaltar, que existen sinalizacións de dous trilhos, un GR (branco e vermello) e un PR(amarelo e vermello)que coinciden na maioría dos tramos, que da lugar a veces a dúbidas por onde ir.
Os 15,4 quilómetros percorridos fixémolos nun tempo de 4 horas 50 minutos.

Trilho Pedestre da “Ínsua do Crasto” em Valença. A Ínsua do Crasto, a Foz do Rio Manco, as Pesqueiras do rio Minho ...
Informa: Vitor Salvador.
A Câmara de Valença promove uma caminhada no trilho pedestre “Ínsua do Crasto”, no próximo sábado, 7 de Março, no âmbito do calendário anual de dinamização da Rede de Trilhos Pedestres. Um percurso 11,95 Km's encostado ao rio Minho e às pesqueiras com passagens pela Insua do Crasto e foz do Rio Manco, complementar à Ecopista Valença / Monção. O ponto de encontro está marcado para a igreja paroquial de Friestas, às 9h00 e o inicio da caminhada para as 9h30 sendo o tempo estimado do percurso de 4 horas. O primeiro ponto de destaque patrimonial vai para o Portão dos Crastos: uma fachada imponente no local onde a ecopista e este trilho se encostam à EN Valença / Monção. A emblemática Ínsua do Crasto, uma língua de terra no rio Minho, já nos limites com Monção e a Foz do Rio Manco, são dois dos pontos mais marcantes do percurso onde o trilho é de interpretação da natureza. Trata-se de uma zona onde a fauna e a flora são abundantes e muito diversificadas, sendo comum observar corvos marinhos, várias especies de gaivotas, tordos e estorninhos, gralhas, pegas-rabudas, pisco-de-peito ruivo e os papa amoras. Com um pouco de sorte será até possível ver alguma lontra ou vison, comuns neste autêntico refugio da natureza, nas margens do rio Minho. Por todo o percurso a flora é abundante e diversificada uma vez que a maior parte do trilho se inscreve num local de terras fertilizadas pelo rio Minho durante milénios. A angélica, o dente-de-leão, a camomila, a salgueirinha, a branca-ursina, a cenoura brava e algumas dezenas mais de plantas fornecem medicina e perfumam as margens dos caminhos e carreiros sinuosos entre campos e matas. Pelas margens ribeirinhas do rio Minho o percurso segue para sul, até ao emblemático cruzeiro medieval de Verdoejo, percorrendo itinerários agrícolas, trilhos de pescadores e velhas pesqueiras, outrora percorridos por contrabandistas. Trata-se de um percurso de pequena rota de características paisagístico-ecológico, com um grau fácil, com uma cota máxima os 68 metros.

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