Tempo em movimento  5 horas 47 minutos

Horas  um dia 6 horas 50 minutos

Coordenadas 5444

Uploaded 9 de Dezembro de 2018

Recorded Dezembro 2018

  • Rating

     
  • Information

     
  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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740 m
-45 m
0
6,1
12
24,48 km

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próximo a Sítio do Bambu, São Paulo (Brazil)

Trilha iniciada na antiga e desativada estação evangelista, fomos de carro até lá. Iniciamos a caminhada as 6h da manhã debaixo de uma garoa forte.
Por volta das 10h alcançamos a entrada da trilha. A placa está presa a uma arvore, um pouco avançado para dentro do mato, deve ser prestar atenção para encontrar, dos trilhos não é possível ver. O declive inicial da trilha é bem íngreme e com muitas pedras soltas, devem tomar cuidado!
Após encontrar o rio tivemos dificuldades em encontrar algumas trilhas, algumas tivemos que abrir em meio a mata fechada, pois andar pelo rio é bem complicado, com bastante pedras.
Mas 90% do trajeto tem trilhas bem marcadas, existem poucos bifurcações mas muitas árvores caídas fechando as trilhas algumas vezes é possível passar por cima outras fazer desvios é necessário. Os riachos tbm atrapalham um pouco a localização das trilhas, pois nem sempre elas se iniciam em frente ao termino da outra.
Por volta de 16h chegamos ao encontro dos rios. Mas para nossa surpresa o rio estava cheio e com uma correnteza forte, por estar chovendo e medo de tromba d'água decidimos então acampar antes do rio e fazer a travessia no dia seguinte.
As 10h terminamos de atravessar o rio, com cuidado e um pouco de dificuldade, mas sem sustos!
A partir deste ponto a trilha é bem marcada e da para dar um ritmo bom na caminhada. Chegamos ao ponto de encontro na cachoeira três quedas as 13h onde pedimos para familiares nos buscar de carro!
Na aldeia o primeiro contato foi com o índio Henrique (veatupã) muito gente boa, nos recebeu bem e ainda fez umas brincadeiras, deixamos alguns mantimentos(ele nos pediu carne mas não tinhamos, os proximos a ir podem levar uma carne seca) , e seguimos, o próximo contato foi com outro índio, sério ,que nos perguntou se tínhamos algum facão sobrando, dissemos que não e seguimos, na escola onde a aldeia se concentra mais, deixamos mais mantimentos e alguns biscoitos para as crianças.

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