• Vídeo de Travessia Vale da Morte Rio da Onça Rio Mogi Paranapiacaba LUC
  • Foto de Travessia Vale da Morte Rio da Onça Rio Mogi Paranapiacaba LUC
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Dificuldade técnica   Só para experientes

Horas  um dia 10 horas 32 minutos

Coordenadas 1280

Uploaded 3 de Fevereiro de 2017

Recorded Janeiro 2017

-
-
834 m
23 m
0
3,4
6,8
13,54 km

Visualizado 652 vezes, baixado 18 vezes

próximo a Alto Da Serra, São Paulo (Brazil)

Depois de passeios de reconhecimento com os amigos do ensino fundamental e tentativas onde descíamos cada vez mais longe, parávamos em algum local intransponível, voltávamos e seguíamos um pouco mais, desde 1988, finalmente consegui descer totalmente a trilha que começa próxima a antiga estação de Campo Grande, entre Rio Grande da Serra e Paranapiacaba. Na marcação do GPS ou TrackLog, liguei o GRAVAR TRILHAS do wikiloc logo após o Portal, que é o encontro dos 3 Rios que vão formar o Rio da Onça.
Até aí a dificuldade é moderada ou difícil. Este caminho, chamado Vale da Morte, atravessa totalmente a Serra do Mar, até Cubatão, pelo Rio da Onça, que se encontra com o Rio Mogi. De lá subimos novamente a Serra por um caminho bem menos inclinado, porém mais longo, até chegarmos em Paranapiacaba.
Quem sabia o caminho padrão era Silvester e o Eduardo Loures, e quem fez parte da travessia foi eu, Lilika, Rafael, Alex, Mariana, e Luciana em um trabalho de equipe onde todos participaram, para êxito e segurança do grupo.
O vídeo de Silvester Natan Sanches mostra aproximadamente 14 minutos de um total de aprox 3 dias, com dois acampamentos na Serra.
Usamos cordas de 15 e 40 metros aproximadamente. A corda de 40 era geralmente usada dobrada, passando por alguma árvore, para que o último a descer pudesse puxar uma das pontas.
Em alguns trechos o único caminho foi entrarmos no rio e nadarmos com mochila e tudo.
Aconselhável o uso de equipamento estanque e coletes salva vidas.
O caminho que fizemos não necessariamente poderá ser repetido, pois o terreno está sempre mudando, árvores caindo e interrompendo trechos, outras apodrecendo e deixando de ajudar na trilha. Encostas desbarrancando, pedras se movendo, erosões. Fizemos o caminho para o dia, com muito vara mato dos dois lados do cânion.
O nível de dificuldade começa a ficar muito alto a partir do Cachoeirão, do lado da Cachoeira do Véu, depois da garganta do diabo.
Caminho muito perigoso, e requer muita força e condicionamento físico, além de alguém que já tenha ido, pelo menos dois na minha opinião.
Aconselhável o uso de redes ao invés de barracas. O terreno é muito irregular.

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