Coordenadas 315

Uploaded 5 de Setembro de 2019

Recorded Setembro 2019

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1.152 m
712 m
0
7,4
15
29,61 km

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próximo a São João dAliança, Goiás (Brazil)

ATENÇÃO:
- Esta trilha está situada em ambiente sensível e em terras privadas, com pernoite em propriedade rural familiar. A conduta consciente dos visitantes é essencial para que a visitação continue autorizada. Respeite as regras e costumes locais. É desaconselhado o consumo de bebidas alcoólicas e outras substâncias e uso de som alto.
- Recomenda-se a visitação em grupos pequenos, de no máximo 6 pessoas.
- A abertura e sinalização é fruto do trabalho de voluntários no âmbito do projeto ‘Caminho dos Veadeiros’. Não danifique, remova ou altere a sinalização.
- Leve todo seu lixo de volta. O lixo orgânico pode ser deixado na fazenda do Alex.
- As informações aqui contidas não são um incentivo a visitas desprogramadas ou despreparadas. Trata-se de rota de trekking em ambiente natural, sendo necessário conhecimento das técnicas, equipamentos e riscos envolvidos. Você é o principal responsável por sua própria segurança. Na dúvida, contrate um guia.
- Todas as atividades e materiais do Caminho dos Veadeiros são desenvolvidos de forma voluntária e sem fins lucrativos por praticantes e entusiastas amadores.
- Ambientes naturais estão sujeitos a mudanças e as informações aqui apresentadas podem se encontrar desatualizadas. Não nos responsabilizamos por eventuais inconsistências ou acidentes decorrentes da prática esportiva

DESCRIÇÃO:
Localização: São João d´Aliança (GO)
Extensão: 29,6 km (ida)
Tipo: Travessia
Duração: dois ou três dias com pernoite;
Navegação: Fácil, Sinalizada. Seguir a marca do Caminho dos Veadeiros. No sentido Sul-Norte seguir as pegadas amarelas em fundo preto. No sentido Norte-Sul segue-se as pegadas pretas em fundo amarelo, porém a sinalização ainda não está completa neste sentido.
Severidade do meio: Moderada
Esforço físico: Moderado
Tipo de terreno/ambiente: Terreno pedregoso e íngreme, pedras soltas, exposição ao sol na parte alta, pedras escorregadias especialmente nas cachoeiras (risco de morte)
Custos: não há cobrança de ingressos; camping na Fazenda do Alex R$ 20,00
Aviso prévio: Não
Obrigatoriedade de guia: Não
Melhor época: a trilha pode ser percorrida o ano todo, sendo a melhor época de maio a setembro. Os meses de outubro a abril correspondem a estação chuvosa e há risco de cabeça d´água nos rios e cachoeiras e raios. Recomenda-se evitar a estação chuvosa ou ter cuidado redobrado. Se necessário, contrate um guia.
Acesso: saindo do centro de São João d´Aliança, continuar na BR 010 até a placa indicativa para a Cachoeira do Label. Seguir as placas, acessar a Estrada do Paranã e continuar 7,8 km a região das Duas Cruzes. Há uma porteira fechada com a sinalização do Caminho dos Veadeiros, ponto de início da travessia.

DIA 1 (10 km)
A trilha tem início em uma porteira fechada na região das Duas Cruzes. Segundo a tradição local, na década de 70 pai e filho voltavam de compras na cidade e foram atingidos por um raio naquele ponto, vindo a óbito junto com seus cavalos. Em memória dos dois homens, duas cruzes foram colocadas ali. Cruzando-se a cerca, o caminho segue exclusivamente pela estrada, cortando a Fazenda do Japonês. Após 1,2 km passa-se uma casa atualmente abandonada, antiga casa do caseiro. O caminho desvia levemente à esquerda, e retoma a estrada. Em mais 1,2 km chega-se à construção inacabada da sede da fazenda, que pode servir de abrigo em caso de emergência. Na bifurcação, mantenha-se à esquerda, seguindo reto e orientando-se pela sinalização. A estrada cortará um pequeno pasto, onde há uma antena e placa solar. Este ponto fornece uma belo visual dos morrotes e vales da Serra do Paranã.

O caminho segue pela estrada principal e após 8,76 km do início chega-se ao Alto da Andorinhas, onde é possível ver o vale do Extrema, rio que forma a Cachoeira do Label, maior cachoeira de Goiás com 187m de altura, e onde se situa o topo da cachoeira. Mais além no horizonte é possível ver o lago do Paranã. O Alto da Andorinhas é também um dos pontos de divisão do trajeto de bicicleta e caminhada do Caminho dos Veadeiros. A trilha de caminhada segue à direita, descendo a serra no sentido da Cachoeira das Andorinhas. Segue-se a sinalização do Caminho dos Veadeiros e em pouco menos de 2 km chega-se ao curral, ponto de pernoite do primeiro dia (ATENÇÃO: este é o único ponto de pernoite autorizado, mas não conta com nenhum manejo. Sempre verifique e esteja atento quanto à presença de animais peçonhento, abelhas e marimbondos). Não há água ao redor do curral, sendo necessário ir até o rio Rodeador, a apenas 400m do curral seguindo as pegadas amarelas. Os melhores pontos de água estão no poço superior, na a pequena queda e no veio de água na margem direita (Nascente). Os poços também são ótimos para banho (evite o uso de sabonete, shampoos ou detergente) .

DIA 2 (10,7 km)
Segue-se as marcas do Caminho dos Veadeiros, a partir do curral, para chegar ao rio e acessar os poços superiores. Para ter visão da cachoeira das Andorinhas cruze o rio e continue reto. Após afastar-se do rio caminhe atentando para a direita. Procure as marcas amarelas nas árvores e siga-as. São aproximadamente 15 min do rio até a base da Cachoeira das Andorinhas (Atenção: as pedras abaixo da queda são escorregadias e o terreno bastante inclinado, havendo risco de lesões e até mesmo morte. As melhores áreas para banho são os poços na parte alta.

Para continuar a travessia, retorne ao rio na parte superior e abasteça os cantis nos pontos de água do poço superior, pois o próximo ponto de água está a 7,5 km de distância. Continue a seguir a sinalização do Caminho dos Veadeiros (pegada amarela em fundo preto), caminhando por uma antiga trilha cavaleira ainda utilizada por moradores e animais da região. Após 1,5 km chega-se ao Mirante do Vale do Extrema. Dali segue-se mais 330m até uma estrada de terra, onde toma-se a direita, sendo necessário cruzar a cerca, adentrando na propriedade do Sr. Aprígio. A caminhada segue por estrada por mais 4,5 km até a descida da serra por trilha cavaleira antiga. A descida possui pedras soltas e alguns pontos bastante íngremes, recomendando-se cautela. Parte do caminho pode estar tomado por mato fechado o que pode dificultar a caminhada. No final da descida chega-se a um córrego de água limpa e gelada que nasce na propriedade e onde é possível abastecer os cantis/garrafas. A trilha segue até uma cerca de madeira que deve ser cruzada. Segue-se então ora pelas pedras no leito, ora pelas margens, até acompanhar um cano azul na margem esquerda e sair da mata fechada em uma área de pasto. Em mais alguns km chega-se a sede da fazenda, onde moram Alex e Juliana e onde é possível pernoitar.

A área ainda não conta com estrutura complexa para camping, mas há muito espaço para armar barracas. É possível utilizar o banheiro e chuveiro da casa. A água da pia externa é potável. O valor do pernoite é de R$ 20,00 e deve ser pago em dinheiro ao Alex ou Juliana.

DIA 3 (8 km)
No terceiro dia é possível visitar a Cachoeira São Mateus (ou Cachoeira do Alex), a menos de 1 km da sede da fazenda. A trilha é bem batida e há poços para banho na parte alta e baixa da cachoeira. A travessia segue da sede da fazenda por estrada, sendo possível contemplar os paredões da serra. Após 1,3 km chega-se ao Palmeiral, área onde toda a vegetação foi retirada para plantio de pasto, exceto as palmeiras. A estrada passa por uma sede de fazenda abandonada e começa a subir. Aproximadamente 3,3 km após a fazenda do Alex, há uma bifurcação: à direita a casa de Nilza e Virgílio, onde é possível abastecer de água e comprar doce de leite artesanal; à esquerda continua-se a subida da estrada, margeando o Morro do Chapéu. A subida é exigente. É possível ascender até o cume do morro, que oferece uma vista única do Vale do Paranã. (Atenção, não há trilha aberta ou demarcada para o cume do Morro do Chapéu e há presença de animais peçonhentos. Recomenda-se atenção redobrada e uso de perneira). O ponto de referência para resgate/final da travessia é a Fazenda Eliza, distante 2km da base do Morro do Chapéu.

Obs. adicionais: a) é necessário contratar serviço de transporte para entrar e sair da trilha. A sugestão é que o carro fique em São João d´Aliança; b) a travessia pode ser realizada em dois dias, com pernoite no curral ou na fazenda do Alex. Nesse caso, é necessário iniciar a caminhada até as 9h no dia do trecho mais longo.

CONTATOS:
Geraldo Bertelli (translado, informações, pernoite em São João d´Aliança): 62 996694729
Zéria (translado, informações, guia): 62 998461082
Alex (informações, camping): 62 996663846
Márcio (translado, informações): 61 981322445
Samuel (aluguel de equipamentos em Brasília): 61 999338383
Chapéu de Sol (pernoite em São João d´Aliança): 62 996461621
Pousada Vitória (pernoite em São João d´Aliança): 62 996487792
Hotel Almeida (pernoite em São João d´Aliança): 62 3438-1923


- NÃO DANIFIQUE OU REMOVA A SINALIZAÇÃO!

- EVITE A INSTAGRAMIZAÇÃO DESTE LUGAR! APRECIE MAIS E POSTE MENOS!

- NÃO LEVE CAIXAS DE SOM OU FAÇA CHURRASCO NA CACHOEIRA OU CAMPING, POIS TRATA-SE DE AMBIENTE SENSÍVEL COM PRESENÇA DE ANIMAIS SILVESTRES. PARA ESSE TIPO DE COMPORTAMENTO, PROCURE UM CLUBE OU CHÁCARA!
Porteira fechada
Casa abandonada (Japonês)
Mirante da antena
Alto da Andorinhas
Curral
Nascente
Poço/H2O
Cachoeira das Andorinhas
Mirante Vale do Extrema
Cachoeira do Alex
Palmeiral
Cume Morro do Chapéu

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