Tempo em movimento  um dia 12 horas 42 minutos

Horas  7 dias uma hora 18 minutos

Coordenadas 24574

Uploaded 13 de Março de 2019

Recorded Março 2019

-
-
1.159 m
-222 m
0
35
69
138,66 km

Visualizado 42 vezes, baixado 11 vezes

próximo a Ascencio, Region of Magallanes (Chile)

O Parque Nacional Torres del Paine é um parque chileno localizado na Região de Magalhães, no sul da Patagônia do Chile. Foi declarado como Reserva da Biosfera pela UNESCO em 1978, e é considerado um dos parques mais impressionantes da América do Sul. Um dos 10 destinos de Trekking mais procurados do mundo.

Como Fiz:

Día 1: Transporte a Torres del Paine, alojamento camping Serón.
Día 2: Trekking até Dickson, alojamento em Dickson.
Día 3: Trekking até Los Perros, alojamento em Los Perros.
Día 4: Trekking até Paso John Gardner e Lago Grey, alojamento em Setor Grey.
Día 5: Trekking até Paine Grande e Setor Francés, alojamento em Setor Francés.
Día 6: Trekking até Vale Francés, alojamento em Setor Francés ou Los Cuernos.
Día 7: Trekking até Setor Central, alojamento em Setor Central.
Día 8: Trekking até Base Torres, volta a Puerto Natales.

Para quem quiser fazer com mais estrutura ou comodidade indico fazer com a Target Aventura: https://www.targetaventura.com.br/torresdelpaine

Pratico trilhas curtas com certa frequência, porem nunca tinha tido experiência de longas travessias, para pessoas que não tem experiência em travessias classifico como difícil, porem fácil de fazer estando com bom condicionamento fisico e psicológico, confesso que terminei muito melhor do que achei que iria terminar, trilha exige bastante do físico.

Segue breve relato dos dias:

1º Dia tranquilo. Iniciamos a caminhada por volta das 15h, depois de 33 horas de viagem sem conseguir dormir direito. Recomendo 1 noite em Puerto Natales para descansar antes de iniciar o circuito.
Terreno sem dificuldades e baixa altimetria.

2º Dia leve mas cansativo. Iniciamos a caminhada por volta das 9h. De início a paisagem é bem semelhante ao dia anterior, aos poucos ela muda, mas ao final do dia se torna cansativa. Tem uma elevação acentuada de uns 200 metros, subida fácil porém cansativa. Terreno sem dificuldades e baixa altimetria.

3º Até então imaginava que seria o dia mais “fácil” de todo circuito, mas para mim foi um dos piores dias. A caminhada em si é tranquila, toda por bosques e sem muitas subidas íngremes. Porém, o psicológico “quebrou” por algum motivo, e os últimos quilômetros foram terríveis e algo que desestabiliza a cabeça são as placas e suas distâncias incorretas.

4º O “Temido” 4º dia, o dia em que saímos de aproximando 450 metros de altitude e chegamos aos 1.200 metros. São 6h intensas de subida íngreme em terreno rochoso, para completar mais 2h ou 3h de descida acentuada. Todos tem esse dia como o dia mais exaustivo do circuito, além da quilometragem e altimetria, as variações climáticas dão um toque a mais de aventura. Pegamos muito vento e frio, para mim foi o dia mais legal sem dúvidas. A recompensa de alcançar o Paso é a vista panorâmica do glaciar Grey.

5º dia é onde concluímos a perna “C” do circuito “O” e começamos a fazer o Circuito W invertido. O público da trilha muda e passamos a ver muitas pessoas todos os dias, muito diferente dos 4 dias anteriores. Dia com altimetria leve, porém bem extenso. Fizemos os 11 primeiros km sem parar em um ritmo muito bom, mas terminei o dia com 23km caminhados muito pior do que imaginava.

6º Primeiro dia “leve” do circuito, acordei com muita dor na canela, então resolvi ir até o mirador Valle del Francês. Além dele é possível ir até o mirador Britânico. Deixamos a cargueira no acampamento Francês e fomos somente com a mochila de ataque até o mirador. Apesar de uma subida forte, o fato de carregar pouco peso e a distância curta, possibilitaram um dia de “descanso”. Depois de voltar do mirador pegamos as cargueiras no Francês e seguimos até Los Cuernos.

7º Dia bem tranquilo, ainda com dor na perna fizemos mais devagar com bastante pausa para descanso. Saímos por volta das 10h de Los Cuernos e chegamos por volta das 16h no refúgio Torre Central.

8º Um dia onde o psicológico faz toda a diferença. O dia em que eu estava mais disposto e motivado, depois de 116km já caminhados, dores na perna, pés e joelho, conseguimos fazer a subida em 3h30. Totalmente motivados por fechar não só o “O” mas o “W” também, e para nossas circunstâncias tivemos um ótimo desempenho. Saímos com as torres abertas porem quando chegamos as nuvens incubariam elas. Mais um motivo para voltar!

Nossas redes sociais - MUNDO DE QUINTAL

•Segue lá no Instagram: https://instagram.com/mundodequintal
•Inscreva-se no nosso canal: https://goo.gl/fn2j2e
•Curta nossa página no Facebook: https://goo.gl/6fvYCC
•Para contatos comerciais e parcerias: [email protected]
•www.mundodequintal.com

View more external

Acampamento com boa estrutura, 1 banheiro e 1 ducha quente para cada sexo. Vende alguns itens básicos, macarrão, bolacha, isotônicos... Tem opção de Refúgio também.
Quando fomos não tinha guarda parques, porem tem estrutura de mesas, banheiros, água...
Não confie nas distancias marcadas nas placas, a maioria está errada.
Acampamento simples, não há opção de refugio. Tem refeitório coberto e boa estrutura de banheiros. Chuveiro só frio.
São horas de subida desde a saída do acampamento Los Perros, a subida começa por um bosque com terreno meio pantanoso e depois continua por um terreno rochoso, cada vez mais a subida vai ficando íngreme e tem grande incidência de vento. As condições continuam assim até o alcance do Paso John Gardner, que é a maior ascensão de todo circuito. No Paso geralmente venta muito, e pegamos rajadas de vento que quase nos derrubavam. A descida é bem íngreme e exige bastante dos joelhos.
Acampamento Público, estrutura muito básica. Particularmente eu acho mais vantagem seguir até acampamento Grey.
Camping com estrutura básica, no dia que passamos estava fechado por condições sanitárias.
Separe uns minutos para ficar no Mirador Francês, vale a pena sentar e ver os avalanches acontecerem

Comentários

    You can or this trail