Tempo em movimento  uma hora 13 minutos

Horas  3 horas

Coordenadas 970

Uploaded 9 de Dezembro de 2018

Recorded Dezembro 2018

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535 m
298 m
0
1,7
3,4
6,83 km

Visualizado 62 vezes, baixado 1 vezes

próximo a Santa Eufémia, Lisboa (Portugal)

Sintra - Cerco e conquista do Castelo dos Mouros

- Com inicio em Santa Eufemia, parti na direção do castelo tendo entrada na segunda cintura de muralhas.
- Seguidamente desci atá à vila de Sintra, tendo regressado através do percurso da Vila Sassetti a subida até ao castelo.
- Volta às muralhas do castelo e regresso ao local de inicio.

Erro de leitura entre os 3.1Km e os 3.7Km. É fácil saltar entre esses dois pontos fazendo uma ligação direta nessa zona do percurso, pois estamos dentro do jardim da Vila Sassetti.
Local de peregrinação de devotos, é tida como o local da serra de Sintra mais remotamente habitado, provavelmente desde cerca 4000 a.C. No Século XVII um cavaleiro francês mandou construir a capela de Santa Eufémia no local onde terá existido o templo dedicado à Lua. A Igreja de Santa Eufémia eleva-se a 463 metros, e em dias limpos é privilegiada com uma vista deslumbrante. Junto à Igreja existe um miradouro donde se avista uma paisagem maravilhosa que abrange a maior parte do Concelho de Sintra desde Queluz ao Oceano. - Retirado do site Guia da Cidade
Local de peregrinação de devotos, é tida como o local da serra de Sintra mais remotamente habitado, provavelmente desde cerca 4000 a.C. No Século XVII um cavaleiro francês mandou construir a capela de Santa Eufémia no local onde terá existido o templo dedicado à Lua. A Igreja de Santa Eufémia eleva-se a 463 metros, e em dias limpos é privilegiada com uma vista deslumbrante. Junto à Igreja existe um miradouro donde se avista uma paisagem maravilhosa que abrange a maior parte do Concelho de Sintra desde Queluz ao Oceano. - Retirado do site Guia da Cidade
Complexo termal bastante antigo que lhe fica muito próximo. Já o cruzado Osberno referia aqui a existência de uma fonte de águas com singulares qualidades terapêuticas. A este propósito, escreveu ele: “uma fonte puríssima, cujas águas, a quem as bebe, dizem, abrandam a tosse e a tísica; por isso quando os naturais dali ouvem tossir alguém, logo depreendem que é um estranho”. É muito provável que a estrutura termal e o templo tenham sido construídos sobre ruínas romanas. Em escavações arqueológicas recentes, foram ali encontrados artefactos da idade do ferro e do bronze para além de dois fustes de colunas (atualmente no Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas) que terão pertencido a um templo romano de alguma dimensão. A fonte da estrutura termal implantava-se na vertente norte do monte, em local próximo da Ermida. Sobre a nascente e o edifício envolvente escreveu Félix Alves Pereira: “é um pequeno recinto quadrado, aberto pelo lado do caminho e limitado, nos outros três lados, por paredes de suporte das terras superiores. Prende primeiro a curiosidade do visitante a parede traseira, por ser coroada por uma singelíssima cruz de pedra [hoje quebrada] e ter embebidas duas lapidezinhas rectangulares (…). Na base da parede que contêm estas pedras, vulgar biqueira dá saída a um fio de água de mina (…). Modesta pia recolhe a água, que depois se perde no solo. Na parede do lado direito há uma porta de serventia de um cubículo destinado ao banho dos enfermos. Entretanto vê-se que tem planta rectangular (2,80m por 2m) e é abobadada; ao lado direito do assento de alvenaria, e, ao esquerdo, a piscina, ao nível do chão; é de paredes de pedra, e mede em planta 1,40m por 0,83m; de profundidade 0,42m”. As casas das termas, de que existem apenas no local vestígios, terão sido mandadas edificar pelo Capitão Francisco Lopes de Azevedo no ano de 1738 (segundo inscrição embutida na fachada principal). Segundo uma outra lápide datada de 1758, a fonte pertence inequivocamente à Ermida. Encontramos, ainda, outras epígrafes que atestam a importância e a popularidade destes banhos e as obras de restauro de que os edifícios foram alvo. - retirado da revista Tritão da CM Sintra
A edificação de um castelo traz segurança às populações e estas tendem a fixar-se nas vertentes que rodeiam a fortificação. De modo a proteger as populações, os animais e as colheitas, é construída uma segunda linha de muralha, evidenciado a existência de um povoado de alguma dimensão nesta vertente.

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