Tempo em movimento  2 horas 59 minutos

Horas  4 horas 32 minutos

Coordenadas 1975

Uploaded 29 de Junho de 2019

Recorded Junho 2019

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1.956 m
844 m
0
2,8
5,5
11,02 km

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próximo a Loriga, Guarda (Portugal)

Dia com bastante sol, céu limpo

e com uma temperatura agradável, foi o ideal para realizar a mítica subida da Garganta de Loriga.
Com inicio na aldeia de Loriga, o inicio deste percurso é duro, através de caminhos em terra quando sobe sobe mesmo, após os primeiros 2km o caminho passa a trilho, mas a dureza do mesmo mantém-se, através das pedras e entre alguma vegetação a paisagem é fabulosa, com a aldeia de Loriga bem ao fundo, esta "Garganta" é de uma beleza extraordinária.
Após a chegada ao Covão da Areia o trilho deixa de ser tão duro e passa a ser mais plano, mas é a partir deste Covão e na minha opinião, é quando a beleza da Serra tem o seu esplendor máximo, no Covão da Areia encontramos um pastor com o seu rebanhos, pode-se abastecer de água e este local merece uma paragem prolongada.
Daqui segue-se por entre um trilho de montanha até ao Covão do Meio, onde se encontra a barragem, pelas escadas sobe-se a barragem, a partir deste local o caminho é bem definido, largo e em terra, caminha-se sem qualquer dificuldade, ao chegar ao covão do Boeiro, deixa-mos as marcações do percurso, saímos do caminho e viramos à direita em direcção à Lagoa do Covão das Quelhas, até à referida lagoa, o trilho não está definido nem marcado, é seguir as indicações (mariolas) e faz-se maioritariamente por cima das grandes rochas em granito, um trilho engraçado e de rara beleza, ao chegar à lagoa do Covão das Quelhas e onde se encontra também a Lagoa Serrano, viramos à esquerda em direcção à Torre, de um lado a lagoa Serrano do outro lado a lagoa do Covão das Quelhas e é pelo paredão desta última lagoa que seguimos até iniciar a subida final até à Torre desta Serra da Estrela.
Sobre este mítico percurso de 12 km de subida, já tudo foi dito, as imagens, o video e todas as descrições são poucas para descrever a beleza e principalmente o que se sente ao subir ao ponto mais alto de Portugal Continental por esta "Garganta".
Os cuidados a ter e como é lógico, são muitos, desde logo é um percurso que requer alguma condição física, no Verão a exposição solar e a falta de pontos de abastecimentos é o principal, no Inverno, ter atenção ao frio, nevoeiro e muito cuidado com o vento e com as pedras escorregadias.

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