Horas  5 horas 8 minutos

Coordenadas 6306

Uploaded 26 de Setembro de 2014

Recorded Setembro 2014

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1.391 m
945 m
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5,1
10
20,48 km

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próximo a Sabugueiro, Guarda (Portugal)

Local: Sabugueiro(Serra da Estrela)
Dia: Sexta-feira, 26 de Setembro de 2014
Partida/Chegada: Igreja Matriz do Sabugueiro
Distância: 19.6 km
Nível de dificuldade: Difícil
Circular: Sim
Desníveis: bastante acentuados
Subida acumulada: 622 metros
Altitude mínima: 945 metros
Altitude máxima: 1341 metros
Limpeza do trilho: Quase sempre boa
Exposição solar: grande
Pontos de água: existe no Vale do Rossim
Sinalização: Boa, mas uma desatenção nossa e lá nos enganámos

Hoje lá fui com os amigos para a Serra da Estrela. O objetivo era fazer o percurso recém criado pelo C.I.S.E. para as rotas das Aldeias de Montanha, de nome "Rota do vale do Rossim". Eu e o Huguito lá saímos de Casal Sancho e pelo caminho apanhámos o Jota em Nelas. O destino era o Sabugueiro, mais precisamente a Igreja Matriz. Já na intitulada mais alta aldeia de Portugal, o que não é verdade, pois existem uma série de outras localidades com altitude superior ao Sabugueiro. Antes de começarmos a caminhada ainda fomos a uma pastelaria. O início do percurso é ainda dentro da aldeia do Sabugueiro, mas rapidamente chegamos a uma caminho rural, junto a uma levada. Começa a subir, ainda que de forma ligeira e sempre com o som da ribeira da Fervença como companhia. Chegados a uma ponte antiga, o terreno complica-se, com subida íngreme e por vezes pela água. Aqui já não seguimos por um caminho, mas por um trilho entre rochas e vegetação. Passamos ao lado da Cascata da Fervença, que acabámos por não visitar, e chegamos a um caminho. Aqui enganámo-nos e começámos a descer, mas felizmente um simpático pastor com o seu rebanho de cabras informou-nos que estávamos enganados. Toca a voltar para trás. Lá chegámos ao local do engano e seguimos desta vez na direção certa. Segue-se por um caminho bom durante algum tempo e depois num corte à direita, seguimos por um trilho com algumas zonas muito íngremes. Andamos vários kms junto à Ribeira da Fervença, contemplamos a vista para a Barragem do Covão da Malhada e lá seguimos em direção ao Vale do Rossim. Chegados a este belíssimo e já nosso conhecido local, fomos tirar umas fotos e depois pausa para o almoço. E que maravilha, não, não era a comida(que vinha na mochila), era a possibilidade de almoçar quase com os pés da água, com uma vista fabulosa e só com o som da água. Priceless :)
Terminado o jantar, fizemos um pequeno desvio para ir fazer uma cache e lá retomámos ao percurso para regressar ao Sabugueiro. Optámos por um caminho algo diferente, na fase inicial e depois não regressámos por o trilho junto à Cascata da Fervença. Optámos pelo caminho que já tínhamos feito(parcialmente ) na altura do engano e que agora sabíamos que nos levaria ao Sabugueiro. Lá fomos, e já muito próximos do Sabugueiro o trilho é bem durinho, sempre por cima de muita pedra. Passámos a ponte e lá estávamos de novo no Sabugueiro. Cansados mas felizes por mais uma caminhada com belas paisagens.

Para mais informações sobre alguns dos locais é só carregar nas bandeirinhas que aparecem no percurso.

Todas as fotos no facebook:
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HISTORIAL Reza a história que esta freguesia surgiu a partir de um aglomerado de cabanas de pastores que aproveitavam os pastos para as suas ovelhas e cabras. Em antigos documentos aparece chamada de "Vila de Sabugária". É por isso, povoação muito antiga, de que dão notícias as Inquirições de D. Afonso II, em 1296, onde se chama "Sambugueiro", Sabugário e Sabugueiro (Bigotte, 1992). O Capitão Dr. António Dias, na sua "Monografia do Sabugueiro" insere uma inquirição em que D. Pascoal respondeu que nesta povoação eram possuidores de terras Mendo Carneiro, Pedro Viegas e Domingos Gonçalves, que não pagavam foro ao "Senhor Rei". O Cadastro da população do Reino, mandado organizar por D. João III, em 1527, dava a Seia 1.168 moradores e ao Sabugueiro 19. O Sabugueiro era freguesia independente, pelo menos em 1757 e assim o confirma o código Administrativo de 1836. Porém, em 1936, foi anexada à de Seia, pelo que os seus habitantes fizeram esforços para obterem a devida autonomia e assim o conseguiram em 1946. Nos fins do século 19, a penetração da Serra da Estrela começou a verificar-se através de excursões cientificamente organizadas. O Sabugueiro tornou-se estação obrigatória ou ponto de apoio e de passagem para os exploradores. De aldeia ignorada, tornou-se muito conhecida. DEMOGRAFIA Segundo os Censos de 2011, a população residente no Sabugueiro é de 478 pessoas, das quais 247 homens e 231 mulheres. Os mesmos Censos registaram 178 famílias clássicas e 333 alojamentos familiares. TURISMO O Sabugueiro é uma das mais extensas freguesias de todo o Parque Natural da Serra da Estrela e localiza-se a 1.100 metros de altitude, sendo por isso, conhecida como a "Aldeia mais alta de Portugal". Localizada a meio caminho do ponto mais alto, no Planalto Central, a Torre, a aldeia é conhecida pelos seus recursos naturais, entre os quais as quedas de água e pelas vistas de uma vegetação serra única. Precisamente pela sua localização, o Sabugueiro constitui um dos melhores pontos de partida para conhecer algumas das estruturas do aproveitamento hidroeléctrico da serra da Estrela, de que são exemplo as barragens do Lagoacho, do Vale do Rossim e da Lagoa Comprida, o maior reservatório de água em toda a serra. Embora o turismo e o comércio constituam as principais actividades económicas das suas gentes, os usos e costumes de antigamente marcam, ainda, o ritmo diário da aldeia. Outrora terra de centeio e de pastorícia, o Sabugueiro oferece ao visitante paisagens vislumbrantes e locais pitorescos de curiosidades múltiplas. Os moinhos de água e o forno comunitário são exemplos de memórias de um passado que não quer ser esquecido. A cascata da Fervença e o covão do Urso, ampla depressão de origem glaciária, constituem exemplos de valores paisagísticos que merecem uma visita. Pela sua localização, o Sabugueiro constitui um dos melhores pontos de partida para conhecer algumas das estruturas do aproveitamento hidroeléctrico da serra da Estrela, de que são exemplo as barragens do Lagoacho, do Vale do Rossim e da Lagoa Comprida, o maior reservatório de água em toda a serra. COMÉRCIO Ao longo da Estrada Nacional 339, o Sabugueiro dispõe de 12 Restaurantes, que de há 5 anos para cá promovem, em conjunto com as entidades locais, uma Mostra Gastronómica, como forma de promover a gastronomia local. Em termos de hotelaria, possui mais de 10 unidades, entre elas uma Albergaria, Turismo Rural, Turismo de Habitação e Alojamento Local, num total de mais de 100 camas registadas. Contabilizam-se ainda 30 casas de comércio local, vocacionadas para o turismo, com venda de produtos artesanais. ENTIDADES / COLETIVIDADES - Junta de Freguesia - Associação de Beneficência do Sabugueiro - Associação Juvenil da Serra da Estrela - 4ª Secção dos Bombeiros Voluntários do Sabugueiro - Futebol Clube Montanha Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia do Sabugueiro EQUIPAMENTOS - Residência Sénior - Centro Social - Central Hidroeléctrica do Sabugueiro - Escola Primária - Praia Fluvial - Museu Etnográfico - Forno Comunitário - Polidesportivo - Campo de futebol In Sabugueiro.pt
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O Vale do Rossim está situado nas Penhas Douradas, em pleno coração do Parque Natural Serra da Estrela, junto ao maior vale glaciar da Europa, e com a lagoa do Vale do Rossim como companheira. A barragem do Vale do Rossim está implantada a uma altitude de 1 400 metros, na vertente poente do maciço rochoso da Serra da Estrela, cerca de 7 Km a nordeste da barragem da Lagoa Comprida e 2 Km a sudoeste do Observatório Meteorológico Nacional das Penhas Douradas, a barragem do Vale do Rossim intercepta as vertentes altas da ribeira da Fervença, a uns 4 Km a montante da povoação do Sabugueiro, no local denominado Vale do Rossim. Origina uma albufeira com cerca de 3,4 milhões de m3, de capacidade, tendo um efeito regularizador de cheias equivalente a umas duas e meia a três vezes a sua capacidade. Iniciou-se a sua construção, numa 1ª fase, no verão de 1945 e prosseguindo nos de 1946 e 1947, em que se atingiu a cota 1 427, 30 metros de retenção de água. Numa 2ª fase, durante o verão de 1954 e 1955, atingiu-se a cota 1 436, 00 metros de retenção, e de 1 437,50 metros de conclusão definitiva da obra, na primavera de 1956. Neste fantástico local é possivel efectuar diversas actividades como passeios todo o terreno, btt, pic-nics, praia, pesca, natação, windsurf, barcos à vela, slide e muitas outras actividades ali desenvolvidas todo o ano.
O Vale do Rossim está situado nas Penhas Douradas, em pleno coração do Parque Natural Serra da Estrela, junto ao maior vale glaciar da Europa, e com a lagoa do Vale do Rossim como companheira. A barragem do Vale do Rossim está implantada a uma altitude de 1 400 metros, na vertente poente do maciço rochoso da Serra da Estrela, cerca de 7 Km a nordeste da barragem da Lagoa Comprida e 2 Km a sudoeste do Observatório Meteorológico Nacional das Penhas Douradas, a barragem do Vale do Rossim intercepta as vertentes altas da ribeira da Fervença, a uns 4 Km a montante da povoação do Sabugueiro, no local denominado Vale do Rossim. Origina uma albufeira com cerca de 3,4 milhões de m3, de capacidade, tendo um efeito regularizador de cheias equivalente a umas duas e meia a três vezes a sua capacidade. Iniciou-se a sua construção, numa 1ª fase, no verão de 1945 e prosseguindo nos de 1946 e 1947, em que se atingiu a cota 1 427, 30 metros de retenção de água. Numa 2ª fase, durante o verão de 1954 e 1955, atingiu-se a cota 1 436, 00 metros de retenção, e de 1 437,50 metros de conclusão definitiva da obra, na primavera de 1956. Neste fantástico local é possivel efectuar diversas actividades como passeios todo o terreno, btt, pic-nics, praia, pesca, natação, windsurf, barcos à vela, slide e muitas outras actividades ali desenvolvidas todo o ano.
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