Tempo em movimento  4 horas 44 minutos

Horas  6 horas 55 minutos

Coordenadas 3654

Uploaded 6 de Junho de 2019

Recorded Junho 2019

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64 m
5 m
0
5,1
10
20,55 km

Visualizado 105 vezes, baixado 12 vezes

próximo a Porto Covo, Setúbal (Portugal)

A Costa Alentejana e Vicentina é uma das mais bem preservadas linhas costeiras em toda a Europa. Praias selvagens, falésias imponentes, biodiversidade, uma cultura autêntica e um clima temperado, fazem do Sw de Portugal um destino de turismo de natureza.
O nosso objectivo inicial era percorrer todas as etapas (cinco) do Trilho dos Pescadores, entre Porto Covo e Rogil. No entanto, como tínhamos quatro dias disponíveis conseguimos estender o percurso até Aljezur, percorrendo ainda uma etapa do Caminho Histórico, entre Rogil e Aljezur, com passagem pela circuito complementar dos Trilho dos Pescadores da Praia da Amoreira.
Assim, dividimos todo o percurso entre Porto Covo e Aljezur em quatro Etapas, o que torna as etapas um pouco mais longas.
No primeiro dia fizemos a 1ª Etapa entre Porto Covo e Vila Nova de Milfontes, seguimos exactamente conforme está no site da Rota Vicentina.
É no entanto um percurso cansativo, não pela distância, mas sim pelo piso sempre de areia.
"Esta é a etapa das praias, em que irá caminhar ao longo dos extensos areais das praias da Ilha do Pessegueiro, Aivados e Malhão e ainda descobrir pequenas enseadas desertas que o irão surpreender.
É absolutamente fantástica a diversidade de formas que as praias assumem apenas nesta etapa. Praias protegidas por rochas antigas, escuras, que resistem gloriosamente à erosão, formando falésias e ilhotas (a que os locais chamam palheirões). Praias como a dos Aivados, de calhaus rolados, arredondados pela erosão do mar.
Praias em que as dunas fósseis descem até ao mar deixando-se trabalhar por ele em rendilhados surpreendentes, como na praia do Faquir ou do Farol. Praias de areia, em suave transição desde o cordão dunar, como o Malhão. Praias com bicas de água doce, vinda da serra por caminhos subterrâneos, justificando o nome de Milfontes.
A biodiversidade das dunas é notável, mostrando todo o seu esplendor de Março a Junho, com uma profusão de cores, aromas e formas absolutamente espantosa. Estas plantas têm adaptações perfeitas para este meio hostil, com um solo pobre, mais de seis meses sem água e ventos fortes e salgados.
Mesmo plantas como o pinheiro, o alecrim ou a esteva, adquirem aqui formas diferentes e melhor adaptadas às condições severas. Algumas destas espécies são endémicas da costa sudoeste e não podem encontrar-se em mais nenhum local do mundo."
"Fonte site da Rota Vicentina"
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