Horas  5 horas 42 minutos

Coordenadas 5370

Uploaded 11 de Maio de 2014

Recorded Maio 2014

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próximo a Cabeça, Guarda (Portugal)

Hoje fomos até à Serra da Estrela, mais concretamente à aldeia de Cabeça(mais info em baixo) para realizar a rota da levada. Começámos no lardo da igreja e percorremos a levada. O trilho nem sempre está bem limpo, mas consegue-se passar e apreciar a companhia da levada e as vistas fantásticas para a Ribeira de Loriga, para a Garganta de Loriga e para o Colcurinho. Esta é uma zona maioritariamente plana mas com grande exposição solar. É necessário ter alguma precaução, uma vez que em algumas zonas da levada, o que está ao lado é um precipício. Fomos visitar o Poço da Broca do Serrapitel e depois seguimos por um trilho(também sinalizado) que nos levou a Loriga. A partir daqui e até Loriga foi em subida acentuada, mas num trilho super engraçado e muitas vezes com muitas sombras. Nesta zona cruzámo-nos com um grupo de Holandeses que fazia o percurso em sentido contrário ao nosso.
Chegados a Loriga fizemos uma curta visita à localidade à localidade e seguimos para o caminho de regresso, a partir daqui não sinalizado. Para o regresso seguimos em direção à capela de Nossa Senhora da Guia e um poucos mais à frente seguimos pelo caminho florestal que nos leva ao Caixão a Moura(uma sepultura antropomórfica do século VI a.c.. Seguimos o caminho e lá chegámos ao ponto de partida.

Exposição solar: grande, com exceção para a zona entre a saída da levada e a chegada à vila de Loriga
Pontos de água: existem vários
Desníveis: acentuados numa parte do percurso
Percurso apenas parcialmente sinalizado, o regresso de Loriga não faz parte de um percurso oficial

Aldeia de Cabeça
Em plena serra da Estrela encontramos a aldeia de Cabeça, uma pitoresca aldeia onde predomina o casario em xisto, um local repleto de encantos e histórias que vale a pena desvendar. A tradição e a identidade desta aldeia está muito associada ao cultivo dos campos em socalco e à pastorícia.

Esta é também a primeira Aldeia Led do país – designação atribuída pelo investimento em medidas de eficiência energética evidentes ao nível da iluminação pública. Esta intervenção despertou e consciencializou os habitantes da aldeia para uma maior responsabilidade ambiental e consequentemente uma maior preocupação na valorização e promoção dos valores ligados à economia do baixo carbono.

A comunidade da Cabeça, com aproximadamente 200 habitantes, está a aprender a usar técnicas de ecodesign para decorar a aldeia. Estão a ser reaproveitados materiais florestais, produtos agrícolas tradicionais e outros desperdícios provenientes da indústria têxtil, nomeadamente a lã da serra da Estrela. O espaço púbico e as fachadas vão ser iluminados com recurso a tecnologia LED.
Mais história da aldeia: http://cabecaaldeianatal.files.wordpress.com/2013/11/aldeias_de_montanha_cabeca_.pdf


PS: Nós começamos a levada um pouco antes, numa zona perigosa. O ideal é começar um pouco mais à frente, seguindo o percurso.
Localização Geográfica A Freguesia de Cabeça encontra-se situada nas abas da Serra da Estrela, margem direita da ribeira de Loriga, afluente do Rio Alva a 530 metros de altitude. Tem uma área de 9,8 km e dista cerca de 20 km da sede do concelho. Fica a 6 km da rotunda da Portela do Arão. Localizada numa vertente de declive bastante acentuado, cujo vale bastante encaixado chega a atingir mais de 1000 metros de altura, não é, pois, de estranhar que esta aldeia apresente um conjunto de áreas de enorme riqueza em termos de flora e de fauna. Resenha Histórica O Alvará da freguesia da Cabeça foi assinado por Sua Alteza Real – D. João VI, Príncipe Regente dos Reinos de Portugal e dos Algarves, em 13 de Janeiro de 1800. O seu primitivo povoamento é atribuído a épocas pré-romanas. Aparece logo desde o início da Nacionalidade, séculos XI e XII, no termo de Loriga, dentro de Seia, constituindo com ele um todo, possuído por D. João Viegas (ou D. João Ranha) depois de confiscado por D. Afonso Henriques aos anteriores donatários, por não se lhe sujeitarem. Administrativamente, pertenceu ao concelho da vila de Loriga, até à extinção deste em 24/10/1855, passando a integrar o concelho de Seia. Segundundo a tradição, Cabeça é uma terra lendária de cavaleiros das Esporas de Ouro que, foram segundo se conta os que fundaram a Freguesia Cabeça. “Eram três homens estranhos, parece que de alta gerarquia que, perseguidos, tinham a cabeça a preço. Vindos de traz da serra, perderam-se entre brenhas e com as suas riquezas e adornos, cavaram à beira de água a sua casa, camuflaram-na de oliveiras e aqui só o céu os via, tão ínvios eram os caminhos. “ Viviam como Ermitas. A tristeza alongava-lhes os dias. Tinham deixado a sua terra e como deveriam recordar o sol da planície, o horizonte vasto das alturas. As feras rondavam-lhe a casa a todas as horas da noite. E de dia, quando as neves cobriam as alturas, ficavam-se a olhar numa melancolia de dor. Um, em cada dia, tinha por obrigação percorrer as veredas, em reconhecimento e raro lobrigavam viva alma. Assim andaram durante muito tempo, em demanda do amor, até que um dia se puderam aproximar duma povoação, disfarçados de pastores e porque ali eram formosas as mulheres, tão belas como as estrelas que viam nos céus, quando alta noite, tudo era silêncio, cada um raptou uma donzela. Cavalgaram para o seu refúgio onde as encheram de riquezas e de beijos. E à volta da casa, da qual ainda hoje existem vestígios, outras mais se ergueram. Foram procurar escravos que desbravaram os terrenos que criaram os rebanhos e fundaram então a Cabeça, que ainda tem casas não superiores às das idades pré – históricas. Património Histórico e Cultural A Freguesia de Cabeça tem um vasto património Histórico-Artistico, ou seja, conta com várias capelas, igrejas de grande prestígio para a população. Caracteriza-se pelos seus socalcos onde ainda se utilizam instrumentos agrícolas muito primários. Possui duas igrejas, São Romão e Paroquial e duas capelas, Santo António e Nossa Senhora da Nazaré. Devido ao crescimento da população a antiga igreja paroquial, cujo seu orago é São Romão, deixou de servir construindo-se então a actual Igreja Paroquial. A capela da N.S.ª da Nazaré data de 1900 e fica aproximadamente a 500m da povoação. As casas rústicas feitas de xisto constituem um verdadeiro ex-líbris da povoação. Existe actualmente alguma sensibilidade por parte das populações locais para que o restauro destas habitações não descaracterize as suas origens. Festas e Romarias Na Freguesia de Cabeça destacam-se duas celebrações que têm um grande valor Histórico e Cultural para a população que nela habita. A Divina Pastora, que se comemora 15 dias após o Domingo de Páscoa e a Senhora da Nazaré que se comemora no dia 15 de Agosto. Gastronomia A Freguesia de Cabeça é conhecida pelas sopas caseiras feitas pela população. A sopa de castanhas com lombo de porco; a Sopa de legumes à antiga, sopa de debulhões.
Possui duas igrejas, São Romão e Paroquial e duas capelas, Santo António e Nossa Senhora da Nazaré
O Vale Glaciar de Loriga Situado na vertente oeste, o glaciar de Loriga quase atingia o local actual da vila. Tendo início a 1750m de altitude, perto do Planalto da Torre, apresenta uma série de quatro covões alguns com aproveitamento hidroeléctrico, que descem abruptamente uma extensão de 7km. Na época do glaciar, o gelo progredia até à altitude máxima de 800m que, posteriormente, removia todo o manto vegetal deixando a descoberto a superfície do granito sujeita a fracturação, visível nos dias de hoje. A ribeira de Loriga é a linha de água herdada deste glaciar constituindo um dos cenários magníficos da Serra da Estrela.
Ponto mais alto do concelho de Oliveira do Hospital, a 1242 metros
A Ribeira da Loriga recebe esta designação em Loriga, após a confluência de várias outras ribeiras cujas nascentes mais altas se situam no Covão do Meio, perto da Tôrre, e que descem pela Garganta de Loriga (ver a página da "Outras Actividades...") até esta localidade, através de um leito acidentado propício a uma boa caminhada ou a canyonning. É possível praticar esta última actividade até à aldeia de Cabeça. Devido ao acentuado desnível que a ribeira apresenta até à aldeia de Cabeça, apenas a partir daqui é que existem condições para a prática da canoagem de águas bravas, se bem que apenas para os mais experientes e consoante o caudal, directamente influenciado pela chuva e o degelo. Sendo uma ribeira de serra, atravessa bonitas paisagens, o leito é estreito e muito acidentado. A água mantém-se transparente e fria, mesmo no Verão.
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Loriga é considerada uma vila e freguesia portuguesa do concelho de Seia que pertence ao distrito da Guarda. De acordo com os censos de 2005 esta vila situada em plena montanha tem uma área de 36,52 km² e uma densidade populacional de 37,51 hab/km². A Vila de Loriga fica situada na Serra da Estrela a cerca de 770 metros de altitude como que protegida por duas sentinelas vigilantes e altivas que parecem tocar no céu e, que são a Penha do Gato com cerca de 1800 metros e a Penha dos Abutres com mais de 1800 metros. Uma estrada serpenteante e magnífica para o turismo, bem lançada em audaciosas curvas pelas encostas da serra onde a engenharia moderna pôs todos os seus recursos. Loriga é uma das terras serranas mais formosas, bem digna da visita dos turistas, onde, entre os mais diversos predicados naturais e artísticos, decerto encontrará também o descanso e a paz de que necessita. É conhecida como a "Suíça Portuguesa" devido à sua extraordinária paisagem e localização geográfica. Acessos Loriga encontra-se a 20 km de Seia, 80km da Guarda e 300km de Lisboa. A vila é acessível pela EN 231, e tem acesso directo ao ponto mais alto da Serra da Estrela pela EN338, estrada concluída em 2006, seguindo um traçado pré-existente, com um percurso de 9,2 km de paisagens deslumbrantes, entre as cotas 960m (Portela do Arão ou Portela de Loriga) e 1650m, junto à Lagoa Comprida, onde se liga com a EN339. Resenha Histórica Fundada originalmente no alto de uma colina entre ribeiras onde hoje existe o centro histórico da vila. O local foi escolhido há mais de dois mil e seiscentos anos devido à facilidade de defesa, uma colina entre ribeiras, à abundância de água e de pastos, bem como ao facto de a as terras mais baixas providenciarem alguma caça e condições mínimas para a prática da agricultura. Desta forma estavam garantidas as condições mínimas de sobrevivência para uma população e povoação com alguma importância. O nome veio da localização estratégica da povoação, do seu protagonismo e dos seus habitantes nos Hermínios (actual Serra da Estrela) na resistência lusitana, o que levou os romanos a porem-lhe o nome de “Lorica” (antiga couraça guerreira). Os Hermínios eram o coração e a maior fortaleza da Lusitânia. É um facto que os romanos lhe deram o nome de “Lorica”, e deste nome derivou Loriga, designação iniciada pelos Visigodos e que tem o mesmo significado. É um caso raro, em Portugal, de um nome bi-milenar, sendo de grande importância histórica, e justifica que a Lorica seja a peça central e principal do brasão da vila. Situada na parte Sudoeste da Serra da Estrela, a sua beleza paisagística é o principal atractivo de referência. Os socalcos e sua complexa rede de irrigação são um dos grandes ex-libris de Loriga, uma obra gigantesca construída pelos loriguenses ao longo de muitas centenas de anos e que transformou um vale belo mas rochoso num vale fértil. É uma obra que ainda hoje marca a paisagem do belíssimo Vale de Loriga, fazendo parte do património histórico da vila e é demonstrativa do génio dos seus habitantes. Em termos de património histórico, destacam-se também a ponte e a estrada romanas, século I a.C., uma sepultura antropomórfica, século VI a.C., a Igreja Matriz século XIII, reconstruída, o Pelourinho, século XIII, reconstruído, o Bairro de São Ginês (São Gens) com origem anterior à chegada dos romanos e a Rua de Viriato, herói lusitano que a tradição local e alguns documentos apontam como sendo natural desta antiquíssima povoação. A Rua da Oliveira, pela sua peculiaridade, situada na área mais antiga do centro histórico da vila, recorda algumas das características urbanas da época medieval. A estrada romana e uma das duas pontes (a outra ruiu no século XVI após uma grande cheia na Ribeira de S. Bento), com as quais os romanos ligaram Lorica, na Lusitânia, ao restante império, merecem destaque. O Bairro de São Ginês (S.Gens) é um ex-libris de Loriga e nele destaca-se a capela de Nossa Senhora do Carmo, construída no local de uma antiga ermida visigótica precisamente dedicada àquele santo. Quando os romanos chegaram, a povoação estava dividida em dois núcleos. O maior, mais antigo e principal, situava-se na área onde hoje existem a Igreja Matriz e parte da Rua de Viriato e estava fortificado com muralhas e paliçada. No local do actual Bairro de S.Ginês (S.Gens) existiam já algumas habitações encostadas ao promontório rochoso, em cima do qual os Visigodos construíram mais tarde uma ermida dedicada àquele santo. Loriga era uma paróquia pertencente à Vigararia do Padroado Real e a Igreja Matriz foi mandada construir em 1233 pelo rei D. Sancho II. Há alguns escritos que dão conta que até 1713 a igreja era orago de Nossa Senhora da Conceição, no entanto, parece manter-se a ideia de que foi sempre orago de Santa Maria Maior e que se mantém. Foi construída no local de outro antigo e pequeno templo, do qual foi aproveitada uma pedra com inscrições visigóticas, que está colocada na porta lateral virada para o adro. De estilo românico, com três naves, e traça exterior lembrando a Sé Velha de Coimbra, esta igreja foi destruída pelo sismo de 1755, dela restando apenas partes das paredes laterais. O sismo de 1755 provocou enormes estragos na vila, tendo arruinado também a residência paroquial e aberto algumas fendas nas robustas e espessas paredes do edifício da Câmara Municipal construído no século XIII. Um emissário do Marquês de Pombal esteve em Loriga a avaliar os estragos mas, ao contrário do que aconteceu com a Covilhã, outra localidade serrana muito afectada pelo terramoto, não chegou do governo de Lisboa qualquer auxílio. Loriga é uma vila industrial (têxtil) desde a primeira metade do século XIX, em termos de indústria moderna, sendo também influenciada pela chamada revolução industrial. No entanto, já no século XV os loriguenses se dedicavam aos lanifícios, embora de forma artesanal. Chegou a ser uma das localidades mais industrializadas da Beira Interior, e a actual sede de concelho só conseguiu suplantá-la quase em meados do século XX. Num passado recente, só a Covilhã ultrapassava Loriga no número de empresas, Regato, Redondinha, Fonte dos Amores, Tapadas, Fândega, Leitão & Irmãos, Augusto Luis Mendes, Lamas, Nunes Brito, Moura Cabral, Lorimalhas, entre outras faziam parte da rica história industrial desta vila. A principal e maior avenida de Loriga tem o nome de Augusto Luís Mendes, o mais destacado dos antigos industriais loriguenses. Apesar de, por exemplo, dos maus acessos que se resumiam à velhinha estrada romana de Lorica, com dois mil anos, o facto é que os loriguenses transformaram Loriga numa vila industrial progressiva, o que confirma o seu génio. Actualmente a industria têxtil encontra-se em crise profunda mas os acessos rodoviários melhoraram substancialmente. Loriga é um exemplo das consequências que uma guerra civil pode ter numa localidade e numa região. Loriga tinha a categoria de sede de concelho desde o século XII, tendo recebido forais em 1136, João Rhânia, senhorio das Terras de Loriga durante cerca de duas décadas, no reinado de D. Afonso Henriques), 1249 (D. Afonso III), 1474 (D. Afonso V) e 1514 (D. Manuel I). Apoiou os Absolutistas contra os Liberais na guerra civil portuguesa e isso custou-lhe deixar de ser sede de concelho em 1855 após a aplicação do plano de ordenação territorial levada a cabo durante o século XIX, curiosamente o mesmo plano que deu origem aos Distritos. A partir da primeira metade do século XIX, como já foi mencionado, tornou-se um dos principais pólos industriais da Beira Alta, com a implantação da indústria dos lanifícios, que entrou em declínio durante a última década do século passado o que está a levar à desertificação da Vila, facto que afecta de maneira geral as regiões interiores de Portugal devido às inexistentes, insuficientes e erradas políticas de coesão nacional. Património Histórico e Cultural A vila de Loriga possui inúmeros monumentos religiosos como as capelas de Nossa Senhora da Auxiliadora, na Rua da Redondinha; Nossa Senhora da Guia, no Recinto do Santuário da Nossa Senhora da Guia; Nossa Senhora do Carmo, no Bairro de S.Ginês e São Sebastião no princípio da Rua de São Sebastião. Em Loriga encontramos um número considerável de Fontaneiros que a tornam diferente de outras vilas beirãs. O Adro, situado no Adro da Igreja; Almas na Rua Sacadura Cabral no local conhecido por "Almas", Porto, na Rua do Porto e finalmente Vinho, situado no local conhecido por "Vinhô". Festas e Romarias Ao longo do ano celebram-se de maneira especial o Natal, a Páscoa com a Amenta das Almas cantos nocturnos masculinos, que evocam as almas de entes falecidos por altura da Quaresma, festas em honra de Sto. António, durante o mês Junho e S. Sebastião no último Domingo de Julho, com as respectivas mordomias e procissões. Porém, o ponto mais alto das festividades religiosas é a festa dedicada à padroeira de Loriga, Nª. Sr.ª. da Guia, que se realiza todos os anos, no primeiro Domingo de Agosto. No segundo Domingo, tem lugar a festa em honra de Nª. Sr.ª. da Ajuda, no Fontão de Loriga (consultar anexo II- Homenagens a nossa Senhora da Guia). Memórias e Lendas Loriga é uma vila onde as memorias e as lendas se destacam e fazem parte da vida da população. Nesta pequena vila podemos recordar a lenda do “Monte de São Bento”; A lenda da "Pedra do Ribeiro das Tapadas" e por fim a Lenda do "Fragão da Pêssega".
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4 comentários

  • Foto de Casal Sancho Hikers

    Casal Sancho Hikers 12/mai/2014

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    Paisagem fabulosa

  • Foto de coutinho.analuisa

    coutinho.analuisa 8/out/2018

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    Em Cabeça não foi fácil encontrar o trilho, pelo que até à Loriga realizei um outro trilho que se encontrava marcado, contudo estava em muito mau estado, tornando-se por vezes muito complicada a sua realização. contudo, de regresso de Loriga à Cabeça valeu muito a pena, paisagens e canais de água muito bonitos.

  • Foto de baojoao(Casal Sancho Hikers)

    baojoao(Casal Sancho Hikers) 8/out/2018

    Nós quando fizemos, também nos vimos em dificuldades para dar com o trilho, acho mesmo que o iniciámos antes do local indicado e numa zona complicada.

  • Foto de coutinho.analuisa

    coutinho.analuisa 8/out/2018

    Por não ter dado com o trilho, segui um marcado com fitas vermelhas, que passa numa cota ligeiramente mais baixa, passei para o outro lado do rio e foi muito complicado chegar à Loriga, o trilho está marcado (na outra margem) em pilares de cimento, mas não está limpo e é muito perigoso. Eu gravei o trilho que fiz, mas não aconselho.

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