Tempo em movimento  6 horas 8 minutos

Hora  7 horas 47 minutos

Coordenadas 3659

Enviada em 29 de Abril de 2018

Registrada em Abril 2018

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297 m
56 m
0
5,1
10
20,51 km

Visualizado 369 vezes, baixado 31 vezes

perto de Atalaia, Portalegre (Portugal)

Com uma manhã de amena temperatura em que algumas nuvens iam encobrindo o sol, que à tarde se tornaria de todo envergonhado, foi este grupo de amigos (os Perna Curta) percorrer os carreiros que descem as ribeiras das Barrocas e de Alferreireira. O Licínio, na apresentação, dizia que, tendo sido uma importante zona moageira, iríamos encontrar as ruínas dos velhos moinhos, caminhar sobre as levadas e apreciar as quedas de água ao longo das duas ribeiras. A realidade superou as promessas. Caminhando sob uma vegetação luxuriante nas galerias ribeirinhas, entre freixos, salgueiros, amieiros e sabugueiros; embalados pelo "cantar" da água e pisando uma alcatifa de feno verde, ladeada de um jardim multicolor, fomos expressando a satisfação de percorrer tão belos lugares. Os vestígios dos velhos moinhos mostram a importância que esta zona teve na alimentação dos nossos antepassados. As ruínas da "Fábrica da Lã" são testemunho de outra ribeirinha atividade que por aqui floresceu.
Um jardim de rosas albardeiras, como que encomendado, esperava por nós num dos meandros da linda ribeira. Para mim, que este ano, ainda só encontrara paeonias desprovidas de flor, foi um encanto para a alma (gosto mesmo desta flor).
O encontro com o Tejo e o carreiro percorrido ao longo da sua margem esquerda poderiam ter sido "a cereja no topo do bolo" não fora o castanho das águas ainda não limpas que no belo rio correm.
Ficou o rio lá embaixo enquanto subimos o íngreme carreiro que nos levou a outro jardim. Este é constituído por outeiros e vales cobertos de florida esteva que nos trás à ideia flocos de farinha por ali espalhada pelos velhos moleiros que habitaram e labutaram nos moinhos das ribeiras desta linda região.
Licínio e Isabel, bem hajam pela fabulosa caminhada que nos proporcionaram.
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À saída da Atalaia

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Um beco que já conheceu melhores dias

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Fonte que muitos cântaros encheu e muito gado dessedentou.

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A entrada para nenhures

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Candeeiro

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Informação importante

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A flor chagada da esteva

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O rosmaninho. Outra constante deste caminho

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Atravessando a primeira de muitas pontes

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As ruínas abundam e as flores também

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Com corrimão?...que luxo!

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A mansa ribeira

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Passando perto do velho moinho por entre freixos e amieiros

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Calem-se tagarelas, deixem ouvir o rio cantar.

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A represa que alimentaria as turbinas do velho moinho

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Turbinas, regador e campos de paz

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O hino dos amieiros

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Tanta paz...

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Ainda há quem por aqui viva, nem que seja só ao fds

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Mais ruínas do que foram fábricas de farinha

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Descendo para a cascata

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A ribeira que beija os velhos muros

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Outra cascata

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O caminho que a água garganteou

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Para quem não sabe onde está

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As mós antes da bela queda de água que as fez girar

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Mais outras quedas na ribeira

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As orquídeas selvagens também por aqui abundam

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E tantas outras flores

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O jardim das Rosas Albardeiras começa aqui

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Linda!

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E tantas...

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Ainda mais...

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O remanso

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Quem muito desce depois tem que subir

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Já só existem ruínas

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Um totem na paisagem

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A alcatifa que leva à ponte

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Chiu!...Ouçam a água...

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Um belo recanto

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Cascateando lá vai descendo

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Passeando no jardim

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O grande rio

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