Coordenadas 3156

Uploaded 13 de Janeiro de 2019

Recorded Janeiro 2019

-
-
1.078 m
824 m
0
6,2
12
24,9 km

Visualizado 94 vezes, baixado 7 vezes

próximo a Fiães do Rio, Vila Real (Portugal)

O cenário do Vale do Alto Cávado é o pano de fundo deste trilho. O motivos de interesse deste trilho são tanto paisagísticos como culturais. Enquanto percorremos várias localidades das freguesias de Fiães do Rio, Contim, Cambeses do Rio, Sezelhe e Covelães no concelho de Montalegre, com o ambiente típico da vivência rural e de agricultura de minifúndio e de criação de gado, somos brindados com bonitas igrejas, capelas, alminhas e cruzeiros. Acrescem ainda os relógios de sol, fornos comunitários, fontes e espigueiros para valorizar o sempre bonito cenário destas terras do Barroso.

A Câmara Municipal de Montalegre diponibiliza no seu site o habitual folheto de apresentação do trilho, que podemos descarregar e onde nos é dado enquadramento sobre a flora e fauna da região, assim como das várias localidades visitadas.
Encontramos idêntico folheto nos sites da ADERE-PG e do ICNF

O trilho possui o mesmo traçado que o PR Trilho do Planalto da Mourela entre os km 15,7 e 22,0. Esse trilho não possui qualquer sinalização no terreno, pelo que nunca nos apercebemos dele.
O trilho percorre território pertencente ao Parque Nacional Peneda-Gerês entre os km 14,3 e 23,8, ou seja, desde que se atravessa a Ribeira da Lama Chã até à travessia do Rio Cávado.
Encontrei também sinalização relativa ao "Trilho Entre-Palheiros" e à "Cascata das Barrondas", sobre os quais não tenho informação.


O trilho está sinalizado, com as marcações a serem suficientes para a orientação.
O trilho segue por um misto de ruas das aldeias visitadas, caminhos agrícolas ou florestais e carreiros de pastores. Não encontrei obstáculos muito difíceis de ultrapassar mas num trilho com esta extensão encontramos várias linhas de água que com tempo chuvoso podem exigir mais cuidados para as atravessar. Há também alguns caminhos que se tornam eles próprios pequenas ribeiras. Nada que umas botas não permitam enfrentar.
Os pontos mais delicados são as poldras da Ribeira do Rio Mau (onde se pode escorregar) e a ponte sobre o Rio Cávado ao km 23,8.
Neste último caso temos uma ponte de madeira com sinais evidentes de degradação. Na minha opinião, quem a atravessar deve seguir com os pés sobre a zona directamente suportada pelas vigas longitudinais da ponte. Muitas das tábuas que constituem o tabuleiro da ponte estão claramente degradadas e não suportam elas próprias o peso de uma pessoa!!. Informei por e-mail o EcoMuseu do Barroso, a ADERE-PG e o ICNF desta situação.
Para quem queira percorrer este trilho talvez seja prudente investigar primeiro sobre o estado actual desta ponte. Uma outra opção prudente será realizar o percurso no sentido contrário ao que aqui apresento: na bifurcação que encontramos após a passagem por Fiães do Rio (ao km 0,7) seguir para a esquerda na direcção "Paredes"; a placa diz que o Rio Cávado está a 800 m de distância, mas parece-me que são apenas 500 m; rapidamente chegamos à referida ponte e avaliamos sobre o seu estado, para não sermos confrontados com a impossibilidade de atravessar o Rio Cávado já no final de um dia de caminhada e sem pontos próximos de travessia alternativa.
A cobertura florestal existe apenas em algumas partes do percurso, pelo que existe exposição solar significativa.
Por estes motivos que enumerei, considero a Dificuldade Técnica como "moderada".


Boas Caminhadas!

Comentários

    You can or this trail