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Uploaded 19 de Maio de 2019

Recorded Maio 2019

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985 m
527 m
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4,8
9,7
19,3 km

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próximo a Covide, Braga (Portugal)

- Trilho circular, com marcações atualizadas, com início e fim no parque de estacionamento junto ao café Eiras, em Covide (opcional);
- Este trilho desenvolve-se por veredas e caminhos rurais pelas chãs e cumeadas da serra de Santa Isabel, ladeada pelos maciços da serra Amarela e da serra do Gerês, passando por moinhos de Seara, Centro de Interpretação da Escola do Monte, aldeia de Campos Abades, Casa dos Bernardos, aldeia de Seara, Monte do Castro e alto do Tronco, alto do Piorneiro e Castelo de Bouro;
- Trilho de uma beleza paisagística deslumbrante. Destaque para a aldeia de Campos Abades, com as suas casas muito bem recuperadas (turismo rural), nomeadamente a interessantíssima Casa dos Bernardos;
- Muito interessante também são os dois aglomerados de imponentes cabeços de granito, que constituem o alto do Piorneiro e o Castelo de Bouro;
- Embora apresente algumas subidas e descidas, apenas considerei o trilho moderado tendo em conta a sua distância e a exposição solar que apresenta;
- Sem dúvida, um trilho excelente para desfrutar das magnificas paisagens serranas do Gerês!

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PR2 TBR - TRILHO DO CASTELO
O Trilho do Castelo – o Castelo de Bouro ou de Covide – estende-se pelas chãs e cumeadas da memorável e histórica serra de Santa Isabel. O seu percurso, de 16 km, atinge uma cota altimétrica de 990 metros e percorre-se com dificuldade média, por veredas singulares, ladeadas pelos maciços montanhosos da Amarela e do Gerês. Ao longo do seu traçado apresentam-se, novamente, as modalidades de organização de paisagem natural e construída, oriundas da época medieval. O Trilho do Castelo abrange o território de três freguesias: Sta Isabel do Monte, Chamoim e Covide.
O seu traçado apresenta dois pontos de início:
1. Igreja de Sta Isabel do Monte até ao Monte do Castelo;
2. Lugar do Calvário, em Covide, até ao Monte do Castelo;
Desta forma, o pedestrianista ou visitante tem duas opções para calcorrear o Trilho do Castelo: a primeira, mais longa, possibilita um contato direto com a riqueza arquitetónica rural, com a comunidade e tradição agro-silvo pastoril da freguesia de Sta Isabel e a segunda, mais curta, poderá contemplar a natureza paisagística e o Castelo de Covide.

SERRA DO GERÊS
Repartida entre o Minho e Trás-os-Montes, a serra do Gerês integra o único parque nacional existente em Portugal. Com os seus mais de 1500 metros de altitude máxima, esta serra alberga uma avifauna interessante e variada, incluindo diversas espécies que não ocorrem
no resto do país, o que, em conjunto com as magníficas paisagens, fazem com que este local seja de visita obrigatória para qualquer observador de aves. A serra do Gerês estende-se por uma vasta área. Para a visitar, existem duas zonas distintas: por um lado, o sector central, situado na zona da vila do Gerês e seguindo para norte, a partir daqui, até à Portela do Homem; por outro lado, o sector oriental, situado já na região de Trás-os-Montes.

SERRA AMARELA
A serra Amarela desenvolve-se num extenso território que abrange a área de Terras de Bouro, bem como do concelho de Ponte da Barca. Trata-se de uma montanha áspera, concordante com o seu nome – Amarela -, cuja raiz etimológica significa, precisamente amargo, duro. As mariolas que harmonizam a paisagem agreste constituem marcas dos pastores aquando da guarda dos animais na serra. Actualmente, servem de marcas de sinalização a indicar o caminho certo do trilho pedestre, que vai ao encontro de sítios paisagísticos. O maciço montanhoso do Gerês fica-lhe fronteiro e nesta extensão de paisagem serrana prevalecem interessantes testemunhos arqueológicos relacionados com as duas mais importantes actividades exercidas pela população na serra: a defesa da fronteira e a pastorícia. A primeira expressa no complexo defensivo da Chã do Salgueiral e a segunda especialmente manifesta no fojo do lobo de Vilarinho. Na Chã do Salgueiral encontram-se, entre outros vestígios edificados, as casarotas e a trincheira, onde se fazia a defesa da célebre fronteira Portela da Amarela, tarefa cometida aos habitantes de várias aldeias do vale alto do rio Homem, já desde a Idade Média, como bem documentam as inquirições do século XIII.

VALE DO RIO HOMEM
O Homem é um rio português, afluente da margem direita do Cávado, com um comprimento de 37 quilómetros, nasce na serra do Gerês. Neste rio localiza-se o aproveitamento hidroeléctrico de Vilarinho das Furnas, com uma capacidade útil da albufeira de 69,7 hm³.
A parte superior do Rio Homem até às Minas dos Carris localiza-se na Zona de Proteção Total do PNPG . Existe um percurso por este vale até às Minas dos Carris. Trata-se de um percurso linear (não circular), com cerca de 9,6km com dificuldade elevada (817m de desnível acumulado a subir, piso maioritariamente em cascalho e poucas sombras). Este trilho acompanha sempre o leito do Rio Homem e ao longo da primeira metade existe vários acessos à água que é translúcida.
Arquitetura religiosa

Capela de Santa Eufémia

Edificada no século XVII, apresenta um altar de estilo renascentista.
Waypoint

Linha de água

panorama

Panorâmica Santuário de S. Bento

O Santuário de São Bento da Porta Aberta teve origem em 1615, com a construção de uma pequena ermida, a pedido do Cónego Miguel Pinheiro Figueira, visitador das freguesias de Entre Homem e Cavado, cujas portas estavam sempre abertas, para servir de abrigo a quem passava. A construção do atual Santuário iniciou-se em 1880, e ficou concluída em 1895. Caracteriza-se pelos painéis de azulejos da capela-mor, que retratam a vida de S. Bento, assim como pelo retábulo de talha dourada. O elevado número de peregrinos levou à construção de novas instalações perto do primitivo santuário, a Cripta, onde se realçam os painéis de azulejos do Mestre Querubim Lapa, tendo esta obra ficado concluída em 2002. A infraestrutura do Santuário conta com uma Capela da Adoração, Capela das Confissões, Posto Médico, um Parque de merendas com mesas e um lago com barcos. O Santuário foi elevado a Basílica em 2015, altura em que completou 400 anos de existência de culto a São Bento, Padroeiro da Europa.
panorama

Panorâmica Albufeira da Caniçada

A transcendente albufeira da Caniçada, que tem a sua origem na barragem com o mesmo nome, é formada pela bacia hidrográfica do Rio Cávado. Em peregrinação a São Bento da Porta Aberta, ou simplesmente em passeio até à Vila do Gerês, a albufeira com a sua maravilhosa vista paisagística acaba também por oferecer ao visitante todas as condições desportivas aquáticas. Banhos, todos os desportos relacionados com água, uma marina de Rio Caldo que permite o estacionamento de barcos de recreio. Inclusivamente, a embarcação do Rio Caldo permite uma viagem por toda a albufeira de caráter turístico/ambiental, dando a conhecer toda a paisagem circundante. Esta albufeira estende-se por várias freguesias de dois concelhos do distrito de Braga, Vieira do Minho e Terras de Bouro, situando-se a localidade de Rio Caldo neste último concelho.
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Linha de água

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Penedo 'Rato Mickey'

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Represa Lama Forcada

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Moinho 'Chão cor de leite I'

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Moinho 'Chão cor de leite II'

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Linha de água

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Linha de água

Informação

Centro de Interpretação da Escola do Monte

Waypoint

Cruzeiro

Arquitetura religiosa

igreja de Santa Isabel do Monte

A matriz encontra-se implantada aos 745 metros de altitude, no topo do pequeno outeiro que domina, por Sudeste, a fértil veiga de Campos Abades. A igreja paroquial de Santa Isabel do Monte, como orago de Santa Isabel, é um templo cristão de pequenas dimensões, com nave e capela-mor rectangulares. De arquitectura simples, despojada, mas de sólida construção em cantaria de granito local, como evidenciam as faces exteriores, a igreja de Santa Isabel do Monte alberga, para além do altar homólogo na capela-mor, dois altares colaterais. Não apresenta traços arquitectónicos característicos de qualquer estilo artístico, enquadrando-se, na sua simplicidade, no vasto conjunto de edificações religiosas do mundo rural minhoto, de fábrica local, edificadas ao longo dos séculos XVII e XVIII. Para a cronologia absoluta desta igreja conhece-se uma referência documental de 1728, ano em que se reformaram as paredes da capela-mor. A igreja partilha o topo do outeiro com o cemitério paroquial, que encosta ao lado Norte, e com um anexo que se desenvolve paralelamente ao corpo da igreja, no lado Sul, que serve de apoio a actividades paroquiais.
Arquitetura religiosa

Capela do Calvário

Ponte

Ponte sobre a Ribeira da Nábia

Rio

Ribeira da Nábia

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Cruzeiro e Alminhas

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Linha de água

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Casa dos Bernardos

A Casa dos Bernardos situa-se a escassos quilómetros de Terras de Bouro e é a oferta ideal para grupos mais jovens e descontraídos. A construção, em alvenaria tradicional, foi recuperada pela câmara municipal, sua proprietária, devido ao seu interesse histórico e cultural. Devidamente adaptada e recuperada para o turismo, pela autarquia de Terras do Bouro, a Casa dos Bernardos que oferece cinco apartamentos de diversas tipologias. Aqui, pode observar um espinheiro de 16 metros, o maior do concelho, e ainda uma bonita capela. A beleza natural da paisagem, aliada ao sossego, promete dias de férias bem passados. A unidade dispõe de piscina e organiza percursos pedestres ou a cavalo (garrano).
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Campos Abades

A aldeia de Campos Abades situa-se no cone do monte Stª Isabel, e pertence ao concelho de Terras de Bouro. A aldeia teve origem na granja cisterciense do mesmo nome fundada pelos monges do mosteiro de Santa Maria de Bouro. A tessitura do núcleo populacional é completada com espigueiros, palheiros, currais e pequenas hortas, tudo unido/separado entre si por muros de pedra solta, formando um conjunto compacto e concentrado, característico do povoamento serrano do Noroeste português. Os arruamentos são parcialmente pavimentados com lajes de granito irregulares, apresentando algumas partes do seu traçado recobertos por latadas de vinha. A aldeia dispõe de algumas casas de turismo rural que convidam a dias de repouso em pleno Minho! Campos Abades conserva alguns vestígios arqueológicos, como um castro e túmulos megalíticos, testemunhos da ocupação da terra em tempos antigos, moinhos construídos entre os séculos XVII e XIX, que foram recuperados e que estão localizados junto aos cursos de água, casas de granito típicas e espigueiros. Destaque ainda para a Igreja Matriz e o Calvário, datado do século XIX, as Capelas de São João Batista (século XVIII), na Casa dos Bernardos, e a de Santo António, na Casa da Roseira, a Casa de Campo Monte de Abades e o Centro Interpretativo do Monte, onde se pode recolher informação sobre os principais pontos de interesse da região. Existem dois percursos pedestres serranos, devidamente marcados e sinalizados: o Trilho do Castelo e o Trilho dos Moinhos. Este é um lugar com uma magnífica paisagem pintalgada por carvalhos e pinheiros, onde se avista gado em pastoreio e, ao longe, os montes de São Mamede, do Sameiro e da Falperra. O artesanato típico inclui artefactos em madeira, artigos em linho e lã, plantas aromáticas e mel.
Provisionamento

Café/restaurante 'O Encontro'

fonte

Fontes

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Represa e levada

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Moinho 'Arieiro I'

Ponte

Pontelha (ribeira da Nábia)

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Seara

fonte

Fonte

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Moinho 'Ribeira da Nábia'

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Alto do Tronco (Monte do Castro)

panorama

Alto do Piorneiro

Panorâmica do Vale Alto do rio Homem, da serra Amarela e da serra do Gerês. O alto do Piorneiro fica situado na parte ocidental da serra do Gerês, parte esta também conhecida como serra de Santa Isabel. De facto, esta elevação é a mais alta e proeminente da serra de Santa Isabel e está localizada no concelho de Terras do Bouro, na bacia hidrográfica do rio Cávado. O pico propriamente dito fica localizado entre as freguesias de Covide e Chamoim, mas a montanha estende-se a outras freguesias do concelho de Terras do Bouro. Com 992 metros de altitude esta montanha é a mais alta da serra de Santa Isabel, sendo a 14ª mais alta da serra do Gerês e a 135ª em Portugal Continental. A zona do cume está ocupada por grandes penedos graníticos de forma arredondada. Desde o topo são facilmente observáveis o Alto de Modorno, a Chã da Presa, o Tonel, o Pé de Cabril, o Borrageiro e a Picota na serra do Gerês, a Louriça e a Cruz de Touro na serra Amarela, o Talefe e Vaca na serra da Cabreira e ainda as serras de Fafe Basto, e do Soajo e ao longe o Alvão, o Corno do Bico e a serra de Arga. O percurso mais fácil até ao cume faz-se a partir da aldeia de Seara na freguesia de Monte, a partir da qual são sensivelmente dois quilómetros até ao topo. Outras alternativas serão atingir o cume partindo da aldeia de Freitas (freguesia de Covide) ou da aldeia de Padrós (freguesia de Chamoim).
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Castelo de Bouro

Situa-se no cume do Piorneiro ou de Crasto, cerca de 1 km para Norte da aldeia de Seara. O acesso ao sítio do castelo é difícil e faz-se a pé (cerca de 30 minutos), por caminho carreteiro e de pé posto que parte da aldeia de Seara para Norte em direcção à elevação de Crasto ou de Piorneiro. À aldeia de Seara chega-se por estradão municipal parcialmente alcatroado, a partir das aldeias de Rebordochão e Campos Abades, estas servidas pela estrada municipal que liga à sede do concelho de Terras de Bouro. O monumento não está sinalizado. Amplamente referenciado nas Inquirições de 1220 e de 1258, em relação ao qual praticamente todas as freguesias das cercanias tinham pesadas obrigações e encargos, o castelo de Bouro foi durante toda a Idade Média um ponto estratégico de defesa do acesso ao vale alto do rio Homem. Com a Portela da Amarela e a Portela do Homem, o castelo de Bouro constituia um triângulo de vigilância e defesa da importante via de comunicação de origem romana que penetrava no interior galego, a célebre "Jeira", a via XVIII do Itinerário de Antonino que se manteve em uso até bem entrada a Época Moderna. O castelo, uma construção elementar, aparentemente estruturada à base de madeira, que tinha que ser refeita praticamente todos os anos, foi erguido no topo do monte onde se aglomera um denso caos de blocos, a mais de 950 metros de altitude, numa implantação que, podendo considerar-se paisagisticamente espectacular, terá obedecido sobretudo a interesses geo-estratégicos. Daí se domina todo o curso do rio Homem, em particular o seu troço alto e a ligação natural ao vale do rio Cávado pelo talvegue Covide / Rio Caldo. A fortificação, de que apenas restam alguns panos muito derrubados da cerca que fechava os espaços entre os enormes blocos graníticos, deverá datar de finais do século XII e princípios do século XIII. Terá conhecido uma ocupação recorrente mas não permanente, servindo sobretudo em períodos de conflito. Pelas tipologia construtiva e de implantação fisiográfica, trata-se de um característico castelo dos primórdios da nacionalidade, igual a tantos outros que então se ergueram no Entre Douro-e-Minho no cume dos montes mais proeminentes. Com os desenvolvimentos modernos da arte da guerra, nomeadamente a difusão do uso da artilharia a partir do século XVI, o castelo de Bouro deixou de ter qualquer importância militar, devendo datar desse período o seu abandono. Do ponto de vista arqueológico o monumento está mal conservado. Apesar do inegável significado histórico regional e mesmo nacional do castelo medieval de Bouro, do monumento praticamente nada resta e o sítio, embora beneficie de um excelente enquadramento paisagístico, oferece vestígios muito escassos, de difícil percepção.
Waypoint

Cruzeiro do Outeiro do Rei

Construído a partir do aproveitamento de um miliário colocado em local de destaque, de onde se avista a freguesia, símbolo da passagem milenar dos romanos pela região (Geira). Diz-se que o local original do marco miliário seria onde agora passa a estrada nacional, e que foi levado lá para cima à força humana, por militares. Este ponto de referência passa despercebido para muitos que atravessam Covide e, para além do valor histórico, tem também um grande valor paisagístico, visto ser um belo miradouro de onde se pode contemplar a beleza da aldeia de Covide e toda a paisagem envolvente.
panorama

Panorâmica de Covide

Situada em a 10 km de Terras de Bouro, em plena Serra do Gerês, Covide fica aninhada entre altas serranias. A aldeia conserva um bonito cruzeiro, vários espigueiros, um poço e um moinho de um rodízio com paredes de pedra. No Centro de Artes Tradicionais podem ser adquiridas peças criadas pelos artesãos que trabalham o linho, o vime e a madeira. Esta aldeia é atravessada pela Geira romana, prova disso são 2 marcos miliários localizados dentro do perímetro da localidade. No início do século XX, está documentado que a gestão da freguesia era realizada através de um sistema de comunalismo. Existia um regedor, escolhido pelos povos da freguesia para fazer executar e cumprir os usos e costumes. O regedor chamava e convidava para a junta (ou sessão democrática) todas as cabeças de casal, fossem homens ou mulheres. Em Covide a junta fazia-se num local chamado a Carreira, um largo ao centro do lugar. Ali se discutia, faziam-se leis e impunham-se penas e multas. Para além disso tratava-se de usos e costumes da freguesia como: fazerem-se caminhos públicos e de utilidade; concertar e limpar as levadas da água de cima para baixo; concertar e preparar os fornos, as cabanas para as vigias dos gados se recolherem durante a noite, guardando os gados nos montes da Lama; marcar o dia para entregar o gado à vezeira em Lamas; Fazer as segadas de todos os moradores; apurar algum dinheiro como receita para as despesas da freguesia; marcar o dia para fazer carvão.
Ponte

Ponte

Provisionamento

Café 'Eiras'

6 comentários

  • Foto de j.jesus

    j.jesus 22/mai/2019

    Muito bem ilustrado e documentado. Fiquei com vontade de fazer este trilho.

  • Foto de João Marques Fernandes (CSM)

    João Marques Fernandes (CSM) 22/mai/2019

    Obrigado pelo comentário, j.jesus. Aconselho-o mesmo a fazer este trilho. É muito bonito, não é propriamente duro (um ou outro troço mais inclinado) e nesta altura está muito verde, o que o torna belíssimo! Convém é levar GPS, pois o traçado, embora atualizado, continua a manter algumas partes confusas. Sobretudo quando coincide com o PR12. Boas caminhadas!!

  • Foto de cerqueira.joao

    cerqueira.joao 3/jun/2019

    I have followed this trail  verificado  View more

    Trilho limpo recentemente e bem assinalado.

  • Foto de Jorge Barrote

    Jorge Barrote 3/jun/2019

    I have followed this trail  verificado  View more

    Trilho fantástico, nota-se que foi recentemente remarcado e com novo traçado. Uma boa aposta.

  • Foto de João Marques Fernandes (CSM)

    João Marques Fernandes (CSM) 11/jun/2019

    Obrigado pelo comentário, João Cerqueira. Realmente o trilho foi redesenhado (quanto a mim, para melhor) e remarcado recentemente (algo que era mesmo necessário!!). Daí estar limpo de giestas e outra vegetação rasteira. E continua com as excelentes vistas que já o caracterizavam!

  • Foto de João Marques Fernandes (CSM)

    João Marques Fernandes (CSM) 11/jun/2019

    Obrigado pelo comentário, Jorge Barrote! Tal como já referi, este trilho tinha um traçado muito confuso e as marcações estavam muito apagadas (e omissas!). Com este todo desenho, e novas marcações, ganhou outro fôlego!!! Sem dúvida que foi uma boa aposta.

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