Tempo em movimento  5 horas 8 minutos

Horas  5 horas 42 minutos

Coordenadas 4029

Uploaded 30 de Março de 2019

Recorded Março 2019

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222 m
110 m
0
5,8
12
23,05 km

Visualizado 32 vezes, baixado 2 vezes

próximo a Boiças, Lisboa (Portugal)

Com início no Centro de Artesanato e Museu do Reguengo Grande, por entre enormes
plantações hortícolas, partimos em direcção a Moledo, palco de um notável projeto de arte alusiva à temática "Pedro e Inês", que resultou da parceria entre a autarquia local e a Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Continuando a rota, passamos por São Bartolomeu de Galego e Pena Seca. Subindo ao Planalto das Cesaredas é possível visitar um miradouro (que não explorei). Atravessando por uma floresta de eucalipto e pinheiros onde se situam várias torres eólicas (parque eólico do Monte das Castelhanas), chegamos a Cesaredas. Atravessando a aldeia, entramos por um trilho na floresta que nos leva até uma pequena cascata. Aqui adicionamos um pequeno desvio seguindo o riacho em direcção a norte. No fim do parque, subimos por um caminho a pique que nos leva mais uma vez a uma torre eólica onde é possível apreciar vistas fantásticas. Seguimos de pois o percurso até encontrarmos novamente o PR2.

links úteis:
http://sbartolomeugalegos-moledo.pt/rota-das-esculturas/
file:///D:/Downloads/PR2.pdf
De Sónia Moreira – feita em ferro e pintada de encarnado, é composta por dois varões direitos que se intersectam num ponto criando um X. Os corpos remetem para os dois amantes e os pequenos elementos que os intersectam podem ser uma alusão aos espinhos, remetendo para as dificuldades que este amor teve de ultrapassar. O nome de “P.I.” leva-nos até ao número matemático π igual a 3,1415926…, infinito à semelhança do amor das duas personagens históricas. fonte:http://sbartolomeugalegos-moledo.pt/rota-das-esculturas/
De Joana Alves – remete para a outra lenda contada na aldeia que está relacionada com uma pedra antiga que ali se encontra e que terá sido retirada do paço. As pessoas mais idosas contam que essa pedra, em forma de pia, seria a banheira onde Dona Inês se banhava. Assim, a autora procurou “oferecer” uma banheira vitoriana, digna de uma rainha, mas com uma ironia trágica, uma vez que os pés que a suportam são réplicas dos pés do túmulo da mesma, os quais se acredita representar os assassinos que a executaram a mando de Afonso IV. fonte:http://sbartolomeugalegos-moledo.pt/rota-das-esculturas/
De Francisco Gonçalves – situada em frente ao alpendre da igreja, trata-se de um trabalho totalmente feito em madeira. O local onde está implantada, é o que uma velha e emblemática árvore ocupava até há algum tempo. Trata-se de uma escultura com uma forma ascendente, com um corpo central, em redor do qual, e suportado por ele, existem cinco elementos que se dispõem ao comprimento deste de forma espiralada, envolvendo-o. Este movimento e o tronco (que representa a árvore ali existente, bem como o arquétipo de árvore ou ainda uma coluna que liga o céu à terra) está relacionado com o conceito de “lenda” que está na base da história do Moledo, o romance entre D. Pedro e D. Inês de Castro. A “lenda” encontra-se num patamar superior ao piso térreo (aquele em que nós vivemos), está na nossa memória que já vem dos nossos antepassados e será posteriormente transmitido às gerações futuras. fonte:http://sbartolomeugalegos-moledo.pt/rota-das-esculturas/
À esquerda fica um miradouro. Como não sabia se ficava longe ou não, optei por não ir explorar

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