Horas  5 horas 23 minutos

Coordenadas 1756

Uploaded 20 de Maio de 2019

Recorded Maio 2019

-
-
792 m
553 m
0
2,8
5,5
11,01 km

Visualizado 48 vezes, baixado 1 vezes

próximo a Tulha Nova, Viseu (Portugal)

Chegamos de carro ao nosso destino de percurso (Igreja de Tulha Nova) vindo do lado das Portas de Montemuro, percorrendo paisagens arrebatadoras, e ziguezagueando por entre rebanhos de cabras.

O percurso em si convida a aventuras e descobertas, acompanhando campos verdejantes em socalco, zonas ribeirinhas com bosques de aveleiras, antigas calçadas de granito, vales por onde se despenham as águas em cascata, sendo esta a época do ano que nos parece mais acertada para percorrer esta rota, até pela floração que embeleza as encostas das serras, o que torna desculpável todo o esforço exigido na subida que leva à aldeia de Sobrado.

Em resumo, os pontos mais interessantes são, evidentemente, as estruturas das minas, que gostaríamos de ter percorrido um pouco mais (em busca dos morcegos), mas respeitamos o conselho do folheto do trilho. As aldeias de xisto, com destaque para a aldeia típica de Levadas (que pena o abandono), a igreja de S. Martinho e a imponente calçada granítica que serpenteia o caminho.

Esta pequena rota circular, encontra-se em geral bem sinalizada, se bem que existam três pontos que merecem a atenção de quem a pretenda realizar:

1) no Km 1.6, o trilho ladeia um muro de pedra e o terreno abateu para o lado do rio, formando uma vala profunda, tornando arriscada a passagem neste local, pelo que a solução foi recuar alguns metros e escolher um ponto que nos permitisse galgar o muro para a cota superior e seguir o caminho em direcção à sinalética vertical que se avista desde aí;

2) no Km 4.6, ao subir a calçada tradicional, que mais parece uma levada, a atenção está virada para escolher o melhor caminho para não encharcar demasiado as botas e pode passar despercebida a mudança de rumo do percurso (90º à esquerda) que nos obriga a transpor um pequeno muro de pedra solta, cuja marca está um pouco dissimulada;

3) no Km 4.83, a marca de rota, bem visível no muro de pedra de xisto, não oferece dúvidas de que o caminho é por aí, mas o desnível (estamos na cota superior de um muro de suporte de terras) e as ervas altas, deixavam algumas dúvidas até que descobrimos que a passagem foi tapada (?) com ramadas de giesta e algum arame. Limpo o obstáculo, colocamos um mariola no ponto de passagem. A partir daqui e durante longos metros o caminho é muito arbustivo e está dominado pelas ervas altas, pelo que requer mais atenção.

Comentários

    You can or this trail