Coordenadas 4279

Uploaded 27 de Setembro de 2018

Recorded Setembro 2018

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890 m
708 m
0
5,6
11
22,28 km

Visualizado 268 vezes, baixado 6 vezes

próximo a Sirvozelo, Vila Real (Portugal)

Este é um dos trilhos que nos convida a conhecer as belezas naturais da zona de transição da Serra do Gerês para o planalto da Mourela.
A Albufeira da Barragem de Paradela e os cenários que as montanhas vizinhas da Serra do Gerês são os elementos paisagísticos que dominam este trilho. O traçado leva-nos pelas aldeias de Paradela, Outeiro e Parada do Outeiro, com o seu casario, igrejas, cruzeiros e alminhas. A criação de gado e agricultura de minifúndio estão aqui bem presentes, assim como um exemplar ímpar da vivência destas gentes em eras passadas na sua relação com a natureza: o Fojo do Lobo da Portela da Fairra.

O trilho desenrola-se dentro dos limites do Parque Nacional Peneda-Gerês, nas freguesias de Paradela, Fiães do Rio e Outeiro, concelho de Montalegre. Uma vez que entra dentro da "Área de Protecção Parcial Tipo II" (entre os km 11,5 e 12,5, logo após a visita ao Fojo do Lobo) temos que respeitar algumas restrições de circulação e solicitar autorização ao ICNF por escrito ou por email (pnpg@icnf.pt) para grupos com mais de 15 pessoas.

O trilho não possui qualquer informação ou sinalização no terreno. A orientação terá que ser feita com base na descrição apresentada no site da ADERE-PG onde o designam por PR Trilho de Outeiro, e onde também é disponibilizado um mapa e um ficheiro para orientação com GPS. Obviamente, também poderá recorrer aos serviços de um guia.

O traçado do trilho sobrepõe-se ao de outros trilhos oficiais, nomeadamente:
- O PR Trilho de Paradela, entre os km 0 e 5,9 e entre os km 12,1 e 22,3;
- O PR Trilho do Fojo da Portela da Fairra, entre os km 7,8 e 14,7;

Os documentos oficiais referenciam a presença do Castro de Outeiro, próximo da ponte sobre o Rio Cávado (km 5,0). A partir da estrada que percorremos nada é visível, e estará no planalto mais acima. Incluo a sua localização aproximada para referência a quem tenha um interesse mais profundo sobre esse tipo de vestígios arqueológicos.

A maior parte do trilho leva-nos por estradas alcatroadas, mas entre os km 7,9 e 16,4 percorre caminhos rurais e florestais utilizados nas actividades de agrigultura e pastorícia.
Não encontrei obstáculos difíceis de ultrapassar e o piso permite a progressão sem quaisquer dificuldades.
A cobertura florestal existe apenas em algumas partes do trilho, pelo que existe exposição solar significativa.
Por estes motivos que enumerei, considero a Dificuldade Técnica como "Fácil".
Trata-se de um trilho um pouco longo, com um sobe-e-desce que resulta num ganho de altitude acumulada com algum significado. A conjugação destas duas situações colocam alguma exigência física a quem percorrer o trilho.


Boas Caminhadas!

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