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1.463 m
669 m
0
5,6
11
22,58 km
Visualizado 11562 vezes, baixado 264 vezes
próximo a Vilarinho das Furnas, Braga (Portugal)
Há muito que queríamos fazer o percurso entre a Portela de Homem e as Minas dos Carris. Com a mudança da hora a permitir passeios mais longos e com um dia de sol anunciado, lá fomos.
O Sol nasceu bonito e tornou bonito de azul o céu, mas quando paramos o carro na Portela, o termómetro marcava 2,5ºC... foi sair e muito depressa calçar as botas e pegar na mochila que precisávamos de caminhar para afastar o frio.
E lá fomos, 700m pelo alcatrão com a bonita Mata de Albergaria como companhia até à ponte de S. Miguel, virando aí à esquerda no caminho que foi aberto para acesso ás minas. Deste ponto até às minas são cerca de 9Km com o Rio Homem por companhia, num estradão com um piso cheio de cascalho que dificulta muito a progressão.
O vale do Rio Homem em U parece um vale glaciar, tem do lado direito fragas e rochedos de grande dimensão virados a Norte e por isso ainda cheio de gelo e por vezes neve. A margem contrária, virada a Sul, chamam-lhe a encosta do Sol e basta olhar para ela para se perceber porquê.
Embora nos 10 Km da subida se tenha que vencer um desnível de mais de 700 metros, não é a subida que torna o percurso complicado, são os cascalhinhos no chão a precisar de um calceteiro diligente, que tornam o percurso menos fácil. Mas a paisagem vai compensando.
Chegamos ás Minas à hora de almoço .
Ficamos impressionados com a dimensão das Minas. Estando acima dos 1400 m, as condições de trabalho no Inverno e no Verão deviam ser péssimas.
Depois de almoço descemos pela estrutura industrial da Mina até a uma varanda com uma fantástica paisagem sobre a Lamalonga. Tivemos a sorte na descida de avistar um conjunto de gamos que num monte sobranceiro veio matar a curiosidade, espreitando-nos e logo fugindo.
Subimos depois até às Minas e fomos ver a barragem/albufeira dos Carris, local de represa e armazenamento de água para suporte da lavagem do material das Minas. Atravessando o topo da barragem, avistamos os receptáculos das neves daquele vale glaciar.
Como achamos bonita a albufeira resolvemos contorná-la.
Depois foi o regresso pelo mesmo caminho da subida, mas muito mais penoso com os calhaus do piso. As articulações queixaram-se muito.
mais informação em Onossorasto
O Sol nasceu bonito e tornou bonito de azul o céu, mas quando paramos o carro na Portela, o termómetro marcava 2,5ºC... foi sair e muito depressa calçar as botas e pegar na mochila que precisávamos de caminhar para afastar o frio.
E lá fomos, 700m pelo alcatrão com a bonita Mata de Albergaria como companhia até à ponte de S. Miguel, virando aí à esquerda no caminho que foi aberto para acesso ás minas. Deste ponto até às minas são cerca de 9Km com o Rio Homem por companhia, num estradão com um piso cheio de cascalho que dificulta muito a progressão.
O vale do Rio Homem em U parece um vale glaciar, tem do lado direito fragas e rochedos de grande dimensão virados a Norte e por isso ainda cheio de gelo e por vezes neve. A margem contrária, virada a Sul, chamam-lhe a encosta do Sol e basta olhar para ela para se perceber porquê.
Embora nos 10 Km da subida se tenha que vencer um desnível de mais de 700 metros, não é a subida que torna o percurso complicado, são os cascalhinhos no chão a precisar de um calceteiro diligente, que tornam o percurso menos fácil. Mas a paisagem vai compensando.
Chegamos ás Minas à hora de almoço .
Ficamos impressionados com a dimensão das Minas. Estando acima dos 1400 m, as condições de trabalho no Inverno e no Verão deviam ser péssimas.
Depois de almoço descemos pela estrutura industrial da Mina até a uma varanda com uma fantástica paisagem sobre a Lamalonga. Tivemos a sorte na descida de avistar um conjunto de gamos que num monte sobranceiro veio matar a curiosidade, espreitando-nos e logo fugindo.
Subimos depois até às Minas e fomos ver a barragem/albufeira dos Carris, local de represa e armazenamento de água para suporte da lavagem do material das Minas. Atravessando o topo da barragem, avistamos os receptáculos das neves daquele vale glaciar.
Como achamos bonita a albufeira resolvemos contorná-la.
Depois foi o regresso pelo mesmo caminho da subida, mas muito mais penoso com os calhaus do piso. As articulações queixaram-se muito.
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6 comentários
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olentxeros_viajeros 6/dez/2013
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Easy to follow
Scenery
Moderado
el camino de piedras un poco duro, el paisaje precioso, eso sí! :)
Gustavo Pereira 5/mar/2014
Impossible to miss, but loosen stones make it difficult for your knees
mrfo 7/ago/2015
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Easy to follow
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Moderado
Belas paisagens mas o percurso é quase todo em pedra solta o que torna a progressão mais lenta e cansativa.
fromonteiro 18/out/2015
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Scenery
Moderado
Piso bastante acidentado e irregular, mas no final a paisagem compensa o esforço.
Parakedista 27/abr/2016
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Scenery
Moderado
Paisagem espetacular... De ir-se com bastante tempo para poder apreciar...
Noitibo99 7/out/2018
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Difícil
Paisagem espetacular, percurso muito difícil com muitas pedras soltas que exigem muita atenção para evitar quedas.