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Distância

18,37 km

Desnível positivo

189 m

Dificuldade técnica

Moderada

Desnível negativo

189 m

Elevação máx

387 m

Trailrank

53

Elevação min

230 m

Tipo de trilha

Circular

Tempo em movimento

5 horas 7 minutos

Hora

5 horas 39 minutos

Coordenadas

3381

Enviada em

5 de janeiro de 2020

Registrada em

janeiro 2020
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387 m
230 m
18,37 km

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perto de Valverde, Évora (Portugal)

Por terras de Monfurado está rede de Percursos Ambientais, traçada sobre caminhos públicos rurais ou municipais, para utilização a pé ou com meios de transporte não poluentes.
Esta rede interliga as povoações rurais do concelho e permite o acesso aos monumentos megalíticos e outros desta área.
Através destes caminhos atravessam-se diferentes paisagens de Évora, algumas das quais integradas no Sítio de Monfurado, classificado pela União Europeia como área pertencente à Rede Natura 2000, devido aos habitats e espécies de interesse Comunitário que aí ocorrem.o Sítio de Monfurado alberga um conjunto importante de habitats e espécies. Esta enorme biodiversidade resulta das condições do clima mediterrâneo, com influências atlânticas e continentais.
O Sítio de Monfurado situa-se entre os montados do Alto Alentejo – um sistema agro-silvo-pastoril único, de paisagens e valores naturais excepcionais – e a estepe cerealífera do sul.
O Sítio é dominado pelos montados, maioritariamente de sobro (Quercus suber), mas também de azinho (Quercus rotudinfolia), ou mistos. Encontram-se ainda alguns bosques de sobreiro de pequena dimensão e montados mistos de sobreiro e carvalho-negral (Quercus pyrenaica), uma espécie que tem aqui o limite sul da sua área de distribuição.
Neste Sítio ocorrem também os melhores exemplos de espinhais de tojo (Calicotome villosa), matagais densos que em Portugal são exclusivos da região de Évora. Com excelente representatividade no Sítio, encontram-se ainda os importantes arrelvados de uma pequena gramínea denominada Poa bulbosa, que integram um habitat prioritário para a conservação. São prados formados por pequenas plantas prostradas, muitas vezes associados aos montados e cuja persistência depende da manutenção do pastoreio extensivo.
A vegetação ribeirinha inclui amiais e salgueirais, em razoável estado de conservação, e diversas comunidades flutuantes (ranúnculos, Potamogeton e macroalgas).

Em termos faunísticos, o Sítio de Monfurado é de grande importância para algumas colónias de morcegos, sendo de salientar o morcego-rato-grande (Myotis myotis) e o morcego-de-ferradura-mourisca (Rhinolophus mehelyi). A área de montado assume um papel importante como zona de alimentação destas espécies, assim como para as colónias do rato-de-cabrera (Microtus cabrerae).
Este Sítio tem as características de habitat adequadas para a ocorrência do lince-ibérico (Lynx pardinus) ou permitir a sua reintrodução.
Nalgumas linhas de água ocorre a boga-portuguesa (Chondrostoma lusitanicum), espécie que só existe em Portugal e que está criticamente em perigo.
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Valverde

Inicio do trilho
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A caminho da Anta Grande do Zambujeiro

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O Montado

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Anta Grande do Zambujeiro

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Anta Grande do Zambujeiro

​​Monumento funerário megalítico, esta estrutura edificada entre os inícios do 4.º e meados do 3.º milénio a.C. pertence, "grosso modo", ao horizonte cultural geralmente aceite para esta região alentejana, pertencendo ao denominado "Universo Megalítico Eborense", cujo protótipo é assumido pela Anta Grande da Comenda da Igreja, em Montemor-o-Novo. Trata-se de um monumento composto pela típica câmara funerária, de planta poligonal, construída com sete enormes esteios, com comprimento de oito m a partir da superfície do solo, bem como pelo respetivo corredor de acesso, de planta retangular alongada, com comprimento de 12 m, 2 m de altura e 1,5 m de largura, composto por diversos esteios dintelados de pequenas dimensões. Quanto à cobertura destes dois corpos interligados, verifica-se que a da câmara funerária é constituída por uma única laje granítica, ao passo que a do corredor foi realizada com pequenas lajes adossadas umas às outras(...)
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Miliário da Mitra

Marco miliario anepigrafo da via romana que ligava Ebora Liberalitas Iulia (Evora) a Salacia (Alcacer do Sal), provavel troço do itinerario XII de Antonino que fazia a ligação entre Olisipo (Lisboa) e Augusta Emerita (Mérida). Apesar de anepigrafo a sua localização deverá á marcação da VII milha contada a partir de Evora. Tem cerca de 1.30 m de Altura e um diametro aproximado de 0.45 m. Desconhece-se a sua cronologia, no entanto apresenta similitudes com outros miliarios da região, a maior parte datavel do Sec, II/III d.c.
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Valverde

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Fontenario

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Presépio Valverde

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Castelo do Giraldo

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Castelodo Giraldo

Estrutura fortificada proto histórica geralmente atribuída à época do bronze, mas com presença de vários períodos de ocupação, atendendo aos materiais recolhidos pelas campanhas de escavação. A atual muralha de planta sub-circular, com um perimetro exterior de 114 m, deve pertencer ao periodo de ocupação medieval. A mais antiga referencia que se conhece ao "Castelo do Giraldo" data do inicio do seculo XV, já então identiicada como fortificação ligada à presença do guerreiro que conquistou Evora aos muçulmanos em 1165.
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Cascata

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Barragem da Tourega

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Ruínas romanas da Tourega

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Capela da Tourega

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Convento Herdade da Mitra

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