Tempo em movimento  2 horas 7 minutos

Horas  2 horas 38 minutos

Coordenadas 1631

Uploaded 28 de Setembro de 2019

Recorded Setembro 2019

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4,7
9,32 km

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próximo a Ponta das Canas, Santa Catarina (Brazil)

Uma boa caminhada para as pernas, com muitas subidas e descidas em parte da trilha do Rapa, pelas areias brancas da Praia, ou caminhando por dentro do mar se quiser. Nesta caminhada tive a sorte de ver muitas espécies da fauna local, como macaco-prego-preto, guaxinim, pombas selvagens, gralha, sábia, rolinhas, canários, biguás, maçaricos, gaviões, gaivotas, trinta-réis, garças (vaqueira e branca), quero-queros e tantos outros. Saída do bairro da Lagoinha, seguindo em direção a Praia da Lagoinha e entrando na Rua Walmor de Castro, em direção a Trilha do Rapa. Faz-se parte da trilha até a Laje branca. Volta-se pelo mesmo caminho e desce-se em direção a Praia da Lagoinha. Caminhada por toda Extensão da praia e segue-se pela rua principal até a Praia de Ponta das canas. Segue-se até o costão da praia e volta-se até o manguezal do outro lado da praia.
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Rua Cônego Walmor Castro

Rua sem saída, parte com calçamento e parte de chão batido. No seu final se inicia a trilha do Rapa.
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Casa de 1932

Casa construída no ano de 1932 por morador nativo da praia da Lagoinha. Hoje ela não é habitada e se encontra a venda. Com estilo colonial português, telhado com telhas antigas de barro tipo calha, e com desenho de pombas, significando o Espírito Santo. O Litoral de Santa Catarina foi colonizado por imigrantes das Ilhas de Açores, em Portugal, no século XVIII. Em Florianópolis, alguns bairros ainda guardam a presença da cultura açoriana, principalmente por meio da arquitetura. Em uma caminhada por localidades como Santo Antônio de Lisboa, Lagoa da Conceição, Ratones, Ribeirão da Ilha e outros bairros da ilha é possível perceber o modelo tradicional das vilas portuguesas.
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Praia Lagoinha

Está localizada no extremo norte da Ilha de Santa Catarina. É uma praia pequena, com 760 metros de extensão em largura que varia entre 12 e 35 metros. Geograficamente, é um estuário, ou seja, o local em que águas de um rio desembocam nas águas do mar. Em sua foz, pequenos rios formam uma lagoa de água doce que fica cercada pelo represamento das areias da praia, formando a lagoinha, que dá nome à praia. A praia tem início na Ponta do Rapa (oeste) e vai até a Ponta da Lagoinha (leste). Nestas duas extremidades há trilhas, uma delas chega a territórios remotos do norte da ilha. A praia tem um formato de semicírculo, é protegida em suas duas extremidades por costões de vegetação espessa. Isso faz com que as águas sejam muito calmas e quentes. A profundidade vai se intensificando aos poucos. A areia é amarelo claro e firme, ideal para caminhadas. Seu povoado teve início por colônias de pescadores. O mar é aberto para o norte, de onde vêm as tainhas, mas a praia tem ondas serenas – então não é difícil para os barcos quebrar a arrebentação. Tudo isso fez da praia da Lagoinha um ambiente perfeito para a pesca. Algumas atividades agrícolas também integravam o modo de vida dos primeiros habitantes. O cultivo de mandioca, milho e café são exemplos. Aos poucos, algumas casas de veraneio começaram a aparecer. Famílias em busca de tranquilidade e de uma vida simples se estabeleceram. A área permanece até hoje como um núcleo pesqueiro, além de ser sinônimo de paz, tranquilidade e áreas arborizadas.
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Começo trilha do rapa

Esta trilha está tombada pela prefeitura de Florianópolis e parte dela está bem de marcada e sinalizada. Você pode iniciar a trilha pela Rua Cônego Walmor Castro, próximo a praia de Ponta das Canas, ponto de ônibus número 05. Caminhe até o final da rua e você irá identificar o início da trilha, através de uma placa da prefeitura. A Ponta do Rapa é o ponto mais ao norte da Ilha de Santa Catarina e está situada entre a Praia da Lagoinha (do Norte) e a Praia Brava. A trilha que liga as duas praias acompanha o costão da Ponta do Rapa e também da Ponta da Bota, passando por vários boulders para escalada de excelente qualidade.
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Trilha

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Caverna

Existe muitas rochas com cavernas na região, algumas servem de abrigo e não possuem entradas, outras possuem entradas, porém não devem ser feitas por pessoas inexperientes e sem guias.
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Vassoura-vermelha

Vassoura-vermelha (Dodonaea viscosa) é uma espécie de planta da família saponácea, Sapindaceae , que tem uma distribuição cosmopolita em regiões tropicais , subtropicais e temperadas quentes da África , Américas , sul da Ásia e Australásia . No Rio Grande do Sul e Santa Catarina ocorre nas florestas de restinga, Mata Atlântica, da encosta meridional da Serra Geral e da encosta da Serra do Sudeste. Arvoreta perenifólia, espécie pioneira (SCHENEIDER et al., 1999). Sua altura atinge até 9 m e seu diâmetro até 20 cm. Folhas: simples, alternas, lanceoladas, aguadas ou obtusas. Flores: pediceladas com brácteas pequenas, quatro sépalas de cor vermelha. Fruto: cápsula suborbicular membranácea ou coriácea. Floração: Abril/Julho. Frutificação: Agosto/Outubro. Acesse o Inventário Nacional de Santa Catarina e veja as espécies em nossa Região: http://www.acr.org.br/uploads/biblioteca/Relatorio_Tecnico_Inventario_Florestal_Nacional_SC_2018.pdf
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Piteira

A pita (Furcraea foetida), também conhecida pelos nomes de gravatá-açu, piteira, Furcréia, Agave-furcréia, Furcrea, Uroatá-açú, Caraguatá-açú, Pitera, Cocuiza, Taretra, Croata-açú e Piteira-estriada, é uma planta da família das agaváceas. apresenta folhas mucronadas e flores branco-esverdeadas, com cheiro desagradável, em inflorescência gigantesca. É cultivada com fins ornamentais e para extração de fibras e de tanino. A pita era utilizada por indígenas nativos das Américas para a produção de arcos de caça e pesca. A furcréia é uma espécie de porte arbustivo, suculenta e de notável aspecto escultural. Ela é muito semelhante aos agaves, com a diferença de ter menos espinhos. Suas folhas são longas, rígidas, fibrosas, glabras, mucronadas, suculentas e dispostas em roseta. Elas também podem ser recurvadas ou retilíneas, acrescentando assim ainda mais interesse escultórico à planta. Quando apresenta espinhos, estes ficam mais próximos da base das folhas. O caule é curto e dificilmente se vê, pois está sempre recoberto pelas folhas. Em plantas com as folhas podadas é possível visualizá-lo. Após muitos anos, a planta produz uma longa inflorescência paniculada, que cresce muito rápido e pode chegar a 12 metros de altura. A inflorescência é ramificada e desponta numerosas flores branco-esverdeadas, com forte perfume, que são avidamente procuradas por abelhas. Após a floração, tomam lugar na inflorescência pequenos bulbilhos, que podem ser utilizados na propagação da planta. A partir desse momento a planta começa a decair até morrer. Quando formados, o que é raro, os frutos são do tipo cápsula, deiscentes e com sementes pretas e achatadas. A espécie típica apresenta folhas de cor verde clara, no entanto, as variedades mais populares nos jardins são a Mediopicta, Variegata e Mediopicta Sport, que são variegadas com estrias longitudinais de cor branco ou creme. No paisagismo a furcréia é figura constante nos jardins contemporâneos e minimalistas, combinando com as linhas ousadas ou retas dos prédios modernos. Ela é muito valorizada em espaços limpos, com gramados ou forrações sólidas, geralmente em pequenos grupos ou linhas, com bom espaçamento. Também é interessante em jardins litorâneos e tropicais, pontuando caminhos ou em outras opções de destaque. Utilize-a de forma a enaltecer suas cores e formas. Dificilmente se presta como pano de fundo a outra espécie. Também pode ser plantada em vasos e jardineiras. Curiosidade: Da mesma forma que os agaves, a furcréia também é utilizada para a extração de fibras, que dão origem ao cânhamo-mauritiano, um fibra têxtil semelhante ao sisal. Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado a intervalos espaçados no primeiro ano. Após bem estabelecida, a furcréia se torna muito resistente a períodos de estiagem, sendo inclusive indicada para xerojardins, ou seja, jardins que recebem pouca ou nenhuma água de irrigação. Não tolera frio intenso, geadas ou neve.
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Costão direito

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Vista costão

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Coqueiro jerivá

O jerivá (Syagrus romanzoffiana), também chamado baba-de-boi, coco-catarro, coqueiro, coqueiro-jerivá, coquinho-de-cachorro, coquinho-meleca, jeribá, coqueiro-pindoba, coco-juvena, coqueiro-pindó, gerivá, juruvá, jiruvá, jurubá, é uma palmeira nativa da mata atlântica, no Brasil, podendo ser encontrada também em seus ecossistemas associados, como restingas, florestas ombrófilas densas, florestas estacionais semideciduais, florestas estacionais deciduais, ou outras formações florestais como matas ciliares, matas paludosas, e cerrado. É uma Palmeira de Estipe (troco solitário), atingindo de 6 a 15 m de altura, no meio da floresta chega aos 30 m com o tronco variando de 25 a 62 cm de diâmetro. Ele é cilíndrico, vertical e fissurado (com algumas rachaduras), com coloração cinzenta e algumas pontuações escuras. A madeira foi (ainda é) muito usada nas construções rurais como por exemplo o madeiramento de telhados, é utilizado para paisagismo ornamental e também para fazer reflorestamentos em áreas degradadas, preservação permanente, plantios mistos. Tem um crescimento moderado, com uma altura média de dez a doze metros (chegando a ter mais de quinze metros). Alguns exemplares chegam a ter um tronco com mais de sessenta centímetros de diâmetro. Possui grande resistência no transplante, mesmo quando adulta. Pode ser encontrado em várias regiões do Brasil, como: Sudeste, Sul, e nos estados Goiás, Mato Grosso do Sul, e sul da Bahia.
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Pedra abrigo

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Descida para laje preta

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Grota

Cavidade, na encosta de serra ou de morro, provocada por águas das chuvas, ou, em ribanceira de rio, por águas de enchentes.
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Placa indicação e pinguela

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Pedra mirante em descampado

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Pedra costão

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Continuação trilha do rapa

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Araçazeiro

O araçazeiro (Psidium cattleyanum), cujo fruto é o araçá, é uma árvore ou arvoreta, de copa esparsa, muitas vezes com porte arbustivo, alcançando de 1 a 9 metros de altura. Ocorre naturalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul, na Mata Altlântica. Seu tronco é tortuoso e apresenta casca lisa, escamosa, na cor cinza a marrom avermelhada, com ramos pubescentes quando jovens. As folhas são opostas, coriáceas, glabras, simples, inteiras, com forma elíptica a oblonga, e 5 a 10 cm de comprimento. As flores são solitárias, axilares e brancas, com longos estames. O período de florescimento é longo, estendendo-se de junho a dezembro. A frutificação do araçazeiro também se estende por um longo tempo, ocorrendo durante a primavera e verão. Os frutos são do tipo baga, pequenos, globosos, de casca vermelha ou amarela, com polpa de cor creme a esbranquiçada, suculenta, doce e ácida, de sabor e aspecto semelhantes à goiaba, e com numerosas sementes. Os frutos, ricos em vitamina C, podem ser consumidos in natura ou na forma de sucos, sorvetes, doces, compotas, licores ou marmeladas. Eles também são muito apreciados pela fauna silvestre, que se encarrega de espalhar as sementes. O araçazeiro é uma árvore ideal para pomares domésticos. Por ser de pequeno porte, não exige muito espaço para crescer e dar os frutos que toda família poderá apreciar. Também possui o poder de atrair uma infinidade de passarinhos silvestres, que vem degustar seus deliciosos frutos. Por este entre outros motivos, ele não deve faltar em programas de recuperação de áreas degradadas da mata atlântica.
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Urubu-de-cabeça-preta

O urubu-de-cabeça-preta (nome científico: Coragyps atratus) é uma espécie de ave catartiforme da família Cathartidae, pertencente ao grupo dos abutres do Novo Mundo. Deste grupo, é uma das espécies mais frequentemente observadas, devido ao fato de realizar voos planados em correntes térmicas a grandes alturas e por possuir atividade durante todo o dia. O urubu-de-cabeça-preta, como as outras espécies de urubus, possui a cabeça depenada, sendo um pouco rugosa. Essa espécie possui uma boa visão e um olfato apurado, mas não tanto como seu parente mais próximo, o urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura). Os urubus-de-cabeça-preta fazem ninhos em terrenos longe da presença humana, junto do solo e nunca são feitos a mais de 50 cm de altura. Os ovos, de cor cinza ou verde-pálida, são incubados por ambos os genitores durante 32 a 40 dias. Os juvenis eclodem com plumagem branca e são alimentados por regurgitação. Com o passar dos dias, os juvenis ganham uma cor branco-rosada e penas um pouco azuladas. O primeiro voo ocorre por volta das 10 a 11 semanas de vida e com cerca de 3 meses já têm a plumagem de adulto. O urubu-de-cabeça-preta alimenta-se de carniças e frutas em decomposição como a pupunha. Este modo de alimentação necrófaga confere-lhes grande importância ecológica, pois ajudam a eliminar carcaças do ecossistema. Em áreas habitadas por humanos, eles também se alimentam de matéria em decomposição em depósitos de lixo. Seu sistema digestivo é muito eficaz e graças ao seu ácido estomacal ele é capaz de digerir nervos e ossos. Este é geralmente da subespécie Coragyps atratus foetens (M. H. C. Lichtenstein, 1817) - ocorre no Oeste da América do Sul; Comprimento : 56-74 cm ; peso médio : 2000 g (macho) 2750 (fêmea); envergadura : 137-167 cm;massa média da subespécie: 2177 g.
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Costão do rapa

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Laje branca

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Quati-de-cauda-anelada

O quati (Nasua nasua) é um mamífero da ordem Carnivora, da família Procyonidae e do gênero Nasua. O grupo está distribuído desde o Arizona até o norte da Argentina, possuindo três espécies: Nasua nasua, Nasua narica e Nasua nelsoni. Este animal também é conhecido por seu nome popular "Tamanduá Palito". vive em bando. A palavra "quati" é derivada do termo tupi akwa'tim, que significa "nariz pontudo". Nasua vem do latim nasus, "nariz". É uma referência ao comprido focinho dos representantes do gênero. Mamífero aparentado do guaxinim, possuindo entretanto um nariz mais comprido e um corpo mais alongado. Com patas que lembram remotamente as dos ursos, muito úteis para escaladas em árvores. É cinzento-amarelado, porém muito variável, havendo indivíduos quase pretos e outros bastante avermelhados, focinho e pés pretos, cauda com 55 centímetros, com sete a oito anéis pretos. Mede, de corpo, setenta centímetros. Vive em bandos de 4 a 20 indivíduos, é praticamente onívoro e se adapta bem ao cativeiro. São animais diurnos, mas ás vezes o macho faz atividades noturnas. á três espécies desse pequeno animal, encontrado desde o Panamá (América Central) até a Argentina. Quatis vivem em grandes bandos formados de fêmeas e machos jovens. Com mais de dois anos, os machos já vivem sozinhos, juntando-se ao bando somente na época do acasalamento, que acontece no fim da primavera. Dez ou onze semanas após, a fêmea produz de dois a seis filhotes. Por mais de um mês, estes permanecem em seu ninho no oco de uma árvore. O quati alimenta-se de minhocas, insetos e frutas. Aprecia também ovos, legumes e especialmente lagartos. Não gosta de água mas pode nadar bem. Dorme no alto das árvores enrolado como uma bola e não desce antes do amanhecer.
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Lagoinha

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Entrada caminho compostela

Desde 29 de junho de 2017, um trecho de 21 quilômetros entre Canasvieiras e Ingleses, na cidade de Florianópolis, começou a fazer parte da rota oficial do Caminho de Santiago de Compostela. Ou seja, após cumprir o caminho em Santa Catarina, você pode realizar o restante da quilometragem em terras espanholas. Basta ter os carimbos certos para comprovar. É a primeira vez que um país do continente americano tem um trecho reconhecido pelos espanhóis. O caminho brasileiro, localizado na cidade de Florianópolis (Santa Catarina) começa na Igreja Nossa Senhora de Guadalupe, em Canasvieiras, passa pelas igrejas de São Pedro e Nossa Senhora dos Navegantes e encerra-se no Santuário Sagrado Coração de Jesus, que fica localizada na Praia dos Ingleses. A iniciativa para inclusão do trecho no percurso oficial foi do casal Fábio Tucci Farah e Mariana de Assis Viana Mansur, envolvidos nas atividades da Catedral de Santiago de Compostela na Arquidiocese de São Paulo. Quando a Catedral de Santiago abriu a possibilidade de outros lugares do mundo integrarem a rota, o casal pesquisou por locais que também fossem litorâneos como o caminho espanhol, e que carregassem algumas características da Galícia. “Floripa” já era utilizada como preparação para o Caminho de Santiago, e foi escolhida também por oferecer segurança aos viajantes. A cidade também se sobressaiu por também contar com um aeroporto internacional. Desde janeiro de 2017, já é possível realizar trechos de 25 quilômetros em outras partes do mundo, desde que o trajeto passe por alguma igreja e se relacione com São Tiago. Depois de cumprir esses 25 quilômetros e obter os carimbos de comprovação, você pode seguir desde La Coruña até Santiago de Compostela, em Coruña, um trecho que tem 75 quilômetros. Para obter o certificado, é preciso que você percorra, no mínimo, 100 quilômetros a pé ou a cavalo, ou 200 de bicicleta, até a Catedral de Santiago de Compostela, onde repousam os restos mortais de São Tiago. O Caminho Brasileiro de Santiago de Compostela dispõe de quatro carimbos exclusivos, um para cada igreja e para os momentos importantes da rota de São Tiago. Eles ficam disponíveis em horário comercial nas igrejas. Procure pelas secretarias dessas instituições. Para a caminhada, você não precisa arcar com taxas. Porém, se você deseja ter os comprovantes, é necessário adquirir a credencial do peregrino, usada na Espanha para obtenção do certificado. A taxa atual é de R$ 20, e você pode obtê-las nas associações de peregrinos por todo o país.
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Igreja São Pedro

Igreja católica, localizada em Ponta Das Canas, Florianópolis - SC, em substituição a pequena Capela de São Pedro.
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Sambaqui

Na Ponta das Canas, na parte que olha para a enseada de Canavieiras, existe um casqueiro ou montículo de sambaquis coberto no alto de rasteira vegetação, cuja forma é a de um cômoro ou pequena coxilha. Compõe-se ele de berbigão e caramujo (este em maior abundância) de onde os trabalhadores de caieiras, que o exploram para o fabrico da cal, têm extraído por vezes ossos dispersos de esqueletos humanos, como crânios, tíbias, fêmures, etc. Hoje na praia se vê partes deste sambaqui.
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Praia Ponta das canas

Praia de Ponta das Canas é o balneário final da orla marítima que formam as praias de Canasvieiras e Cachoeira do Bom Jesus , no sentido Norte . Praia pequena que atrai grande número de turistas no verão . Principalmente pela característica de brindar tranqüilidade ela é muito escolhido por famílias com crianças pequenas . É um balneário muito seguro e com uma estrutura urbana pequena . O centrinho é formado apenas por um par de quarteirões . Possui uma pequena avenida à beira mar de aprox. 200 metros . É uma praia calma, possui águas claras e areia fina e o fundo do mar desce em suave declive. A temperatura da água é agradável e todo o conjunto do bairro oferece atrativos para lazer e recreio, principalmente para crianças . O mar não tem repuxo e praticamente é considerado como uma lagoa pela tranqüilidade de suas águas . Situa-se entre o alto mar e o mar de baía, aliás a Baía Norte da Ilha de Santa Catarina pode ter como marco a ponta das Canas e, por isso, pode ser considerada geograficamente como praia de mar interno e manso. A área inteira de Ponta das Canas sofre o processo de erosão provocado pelas correntes marinhas e por isso a praia é carregada lentamente, necessitando de estudos e execução de obras para reduzir o impacto do fenômeno. A largura da faixa de areia é variável ano a ano . No entanto nas ultimas temporada houve uma extensão muito boa da faixa de areia , favorecendo aos turistas que a escolheram. A denominação desta praia segue a história da anterior e outras a seguir, da geografia e do vegetal encontrado no local . Uma ponta de areia, parte argilosa com pedras, junto a qual vicejava um canavial e da variedade vieira ou "cana vieira". O local serviu para organização de uma comunidade que trabalhava com lavouras associando à pesca, pois a praia oferecia, aliás, ainda oferece, ótimas condições para essas atividades que ainda são praticadas pelos moradores nativos. Com o advento da prática de veraneio e casas de sítios de descanso e repouso, a região foi escolhida por mais de duas centenas de famílias que passaram a disputar com os nativos os espaços residenciais e da praia. Esta tornou-se uma área balneária.
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Barcos de pesca

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Gaivotas

As gaivotas, também chamadas atis, são aves marinhas da família Laridae e sub-ordem Lari. São próximas das gaivinas e estão mais distantes das limícolas, airos e rabos-de-palha. A maior parte das gaivotas pertence ao grande gênero Larus. São, regra geral, aves médias, tipicamente cinzentas ou brancas, muitas vezes com marcas pretas na cabeça ou asas. Têm bicos fortes e compridos e patas com membranas. A maioria das gaivotas, particularmente as espécies de Larus, fazem o ninho no solo e são omnívoras, e comem comida viva ou roubam alimento conforme surja a oportunidade. Com excepção das gaivotas-tridáctilas, as gaivotas são espécies tipicamente costeiras ou de interior, e raramente se aventuram em mar alto. As espécies de maiores dimensões levam até quatro anos a atingirem a plumagem completa de adulto, mas as espécies menores normalmente apenas dois anos.
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Manguezal ou Restinga de Ponta das canas

Florianópolis possui, em um pequeno espaço, uma enorme variedade de ambientes naturais que compõem os seus vários ecossistemas. Originalmente, as suas encostas eram cobertas por mata densa, e suas planícies por vegetação de restingas, manguezais e florestas. A partir do século XVIII, com a colonização, iniciou-se uma rápida degradação desses ecossistemas em conseqüências das práticas agrícolas que levaram ao desmatamento quase integral da Ilha. Com o declínio desse ciclo agrícola no século atula, começou um processo de recuperação da vegetação originária, embora sem a riqueza da biodiversidade que foi comprometida. Com o crescimento urbano, desencadeado a partir do início deste século, os ecossistemas passaram a sofrer novos impactos provocados pela ocupação desordenada do espaço natural, comprometendo a faixa litorânea, as dunas, as lagoas, mangues e as encostas cobertas pelas matas remanescentes. A criação de Unidade de Conservação e Áreas protegidas por legislação específicas é um dos instrumentos usados pelo Poder Público para garantir a preservação dos ambientes naturais existentes. A Restinga de Ponta das canas foi criada através do Decreto Nº 216/85, e possui uma área de 21,5 hectares. É uma restinga em processo de formação já recoberta por uma vegetação característica desse sistema, inclusive com a formação de mangue situado na extremidade norte e na porção sul, junto à foz do Rio Thomé. A Restinga de Ponta das Canas é uma cobertura vegetal que se desenvolveu próxima à praia e formou uma pequena lagoa. Constitui um cenário de riqueza e exuberância natural, além de ser um lugar calmo e tranquilo, propício para passear e se deixar contagiar pela paisagem. Berçário de centenas de peixes e crustáceos, atrai uma grande variedade de pássaros que deixam a paisagem natural ainda mais exuberante. É, também, um ótimo local para passear com crianças pequenas que ainda não podem desfrutar do mar com segurança.
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Lagoa de Ponta das canas

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