Horas  uma hora 43 minutos

Coordenadas 705

Uploaded 20 de Novembro de 2017

Recorded Novembro 2017

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764 m
408 m
0
0,8
1,6
3,21 km

Visualizado 495 vezes, baixado 54 vezes

próximo a Andaraí, Bahia (Brazil)

Cachoeira próxima a cidade de Andaraí, com boa vazão somente após as chuvas.

COMO CHEGAR:
Andaraí está na porção centro-norte do Parque Nacional da Chapada Diamantina, a 430km de Salvador. A cidade fica a 50km de Mucugê, 75km do aeroporto de Tanquinho e a 100km de Lençois.

A trilha tem início dentro da cidade de Andaraí, próximo ao centro. Para chegar ao ponto inicial, basta se deslocar para a rua da Pousada Solar da Serra. A trilha tem início próximo a passarela de metal.

A TRILHA:
De dificuldade moderada, já que o trajeto é feito por terrenos irregulares, com trechos sem trilha consolidada e, às vezes, escorregadio. A ida é um aclive contínuo, com inclinação moderada a pesada em alguns pontos.

A primeira parte da caminhada é uma subida contínia, que começa a atrás da igrejinha após a passarela. Por se tratar de um terreno rochoso, a trilha é discreta em vários pontos. Como é uma região de garimpo, é bom ficar atento ao tracklog para não pegar um caminho divergente. A subida vai ficando mais inclinada e com alguns degraus, após o letreiro ANDARAÍ a trilha estabiliza.

Desta parte da serra já é possível ter o visual da cachoeira Três Barras. A trilha continua por terreno rochoso e vai se aproximando do leito do Córrego Gafanhoto. Próximo a um riacho (com água somente após as chuvas) é feita a descida para a cachoeira do Zé Bocório. Trata-se de uma pequena queda, com poço ladeado por blocos rochosos. No período chuvoso é possível se banhar no local.

A partir da primeira cachoeira, a trilha segue margeando o córrego. Após chuvas fortes é preciso ficar atento, já que a trilha "original" é pelo leito, que fica submerso com o córrego cheio. Porém nada que comprometa o avançar da caminhada.

Com o córrego cheio, um ponto merece atenção especial, pois o visitante terá que subir uma pequena rocha para depois descê-la. Não é um local muito simples de subir, mas qualquer pessoa com destreza física consegue superar.

Adiante chegamos a uma bifurcação de leitos. À direita desce o Córrego Gafanhoto, que enche mais rapidamente com as chuvas fortes. À esquerda uma espécie de lajeado, por onde uma pequena quantidade de água desce quando está chovendo. Com o córrego cheio, o ideal é seguir pelo lajeado seco e ir margeando ele até reencontrar o Córrego Gafanhoto. Este é um ponto crítico do tracklog, pois começamos pelo lajeado mas depois atravessamos uma "ilha" de mata para retornar ao outro córrego. Não atravesse, siga pelo lajeado e continue por ele mantendo à direita, até reencontrar o córrego. Se for época de seca, dá pra ir subindo pelo leito do córrego sem problemas.

Mais uma subida pela margem à esquerda (de quem sobe) e chegamos à última queda da cachoeira, que forma um poço com muitos blocos rochosos. Uma trilha à esquerda sobe para a segunda queda, que possui um poço bem rasinho e uma boa ducha. Outra trilha, não marcada no tracklog, sobe para a primeira queda da cachoeira, que também só possui uma boa ducha.

OBSERVAÇÕES:
> Cachoeiras inseridas no Parque Nacional da Chapada Diamantina, acesso livre e gratuito;

> Água mesmo SOMENTE após as chuvas. Depois de dois dias sem chover o córrego praticamente seca;

> Não há qualquer infraestrutura no local, leve água e lanche;

> Boa exposição ao sol, use chapéu e protetor solar;

> Trilha de dificuldade moderada, exige algum preparo físico;

> Você está em uma unidade de conservação federal, NÃO FAÇA FOGUEIRAS E LEVE SEU LIXO DE VOLTA;

> Sinal de celular (CLARO e VIVO) em boa parte do percurso;

> Trilha discreta em muitos pontos, tenha em mãos o tracklog ou vá com alguém que saiba o caminho.

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