Horas  9 horas 12 minutos

Coordenadas 1816

Uploaded 1 de Maio de 2017

Recorded Abril 2017

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1.257 m
315 m
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5,7
11
22,69 km

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próximo a Pincães, Vila Real (Portugal)

Trilho de Pincães até às Lagoas do Marinho.

Não recomendado em dias de chuva, trilho envolve pequena escalada em certos pontos e corta mato devido à vegetação densa.

Pontos de interesse:

"Os vidoeiros Betula alba testemunham a época da glaciação da Península Ibérica estando hoje ou representados em associação com os carvalhos ou acantonados em pequenos bosques vestigiais (vidoais), acompanhado por Saxifraga spathularis, Crepis lampsanoides, Holcus mollis e urze-branca Erica arborea.
A regressão das comunidades climácicas é bastante evidente, resultando a maior parte das formações arbustivas de etapas diversas da degradação dos carvalhais e vidoais. Assumem, contudo, grande importância para as comunidades rurais e sobretudo para certo tipo de fauna que encontra nela o seu habitat."

Currais:
Área descoberta cercada ou recinto coberto fechado onde se recolhe o gado.

Silhas:
"Era uma estrutura que protegia os cortiços do apetite por mel do urso-pardo (Ursus arctos) que vagueou por estas terras até meados do século XVII. As Silhas eram construídas com blocos de granito (abundante na região), em parede dupla, com muros ligeiramente inclinados para fora, sendo a fiada superior ligeiramente saída e com altura sempre superior a 2,8 m. No seu interior, dispostos em pequenos socalcos e travados por pedras, eram colocados os cortiços, de forma circular e feitos de cortiça (daí o nome) e cobertos com um telhado de colmo. Algumas das Silhas tinham pequenas portas que davam acesso ao interior. As Silhas, de forma a favorecer o trabalho e a saúde das abelhas, eram sempre construídas em encostas ensolaradas e abrigadas do vento, voltadas a nascente/sul. Eram construídas perto da água e de vastas extensões de matos formados por plantas melíferas, compostos por urzes (Erica spp.), carqueja (Pterospartum tridentatum subsp. tridentatum), tojo (Ulex spp.) e giestas (Cytisus spp.)."

Fojos do Lobo:
"Trata-se de uma armadilha usada no passado pelas populações para atrair e matar este mamífero. O lobo-ibérico Canis lupus signatus tem neste Parque Nacional um dos seus últimos refúgios. Trata-se de uma espécie com o estatuto de proteção de "em perigo" de extinção. Segundo ALVARES, et al (2000), os fojos, na maioria dos casos construídos em pedra, serão, talvez, o símbolo máximo das manifestações culturais a nível ibérico da relação, tantas vezes fatal para o lobo, entre as populações humanas e aquele predador.
"São estruturas cuja construção envolveu um enorme esforço e grande número de pessoas, sendo, também, verdadeiros monumentos de elevado valor etnográfico, cultural e científico." A nível mundial, o norte da Península Ibérica parece ser a região onde existem fojos em maior número e variedade". "De acordo com a sua tipologia e modo de utilização existem 5 tipos distintos de fojos: o Fojo simples; o Fojo de Cabrita; o Fojo de paredes convergentes; o Fojo de alçapão; e o “Corral”. À exceção do fojo simples, com distribuição generalizada, as restantes estruturas distribuem-se maioritariamente nas serras agrestes do nor-noroeste Ibérico, estando, aparentemente, ausentes nas zonas baixas e planálticas mais humanizadas". (in Os Fojos dos Lobos na Península Ibérica. Sua Inventariação, Caracterização e Conservação).
Panorâmica desde Pala Doce
Planta lenhosa da família das Betuláceas, cultivada e espontânea em Portugal, especialmente em regiões elevadas.
Panorâmica desde Cachadoiro
Linha de Água
Ruínas
Linha de água
Prado com vista para a Roca Alta
Intercessão com o estradão para Porto da Laje
Vista para Laje dos infernos e Terra Brava
Lagoa do Marinho
Bebedouro da Cabana do Penedão
Cabana do Penedão
Panorâmica sobre Roca Alta
"São estruturas cuja construção envolveu um enorme esforço e grande número de pessoas, sendo, também, verdadeiros monumentos de elevado valor etnográfico, cultural e científico." A nível mundial, o norte da Península Ibérica parece ser a região onde existem fojos em maior número e variedade". "De acordo com a sua tipologia e modo de utilização existem 5 tipos distintos de fojos: o Fojo simples; o Fojo de Cabrita; o Fojo de paredes convergentes; o Fojo de alçapão; e o “Corral”. À excepção do fojo simples, com distribuição generalizada, as restantes estruturas distribuem-se maioritariamente nas serras agrestes do nor-noroeste Ibérico, estando, aparentemente, ausentes nas zonas baixas e planálticas mais humanizadas". (in Os Fojos dos Lobos na Península Ibérica. Sua Inventariação, Caracterização e Conservação).
Curral do Alto de Palma
Panorama
Pasto com Garranos
Árvore
Ribeiro

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