Tempo em movimento  5 horas 24 minutos

Horas  8 horas 32 minutos

Coordenadas 2420

Uploaded 11 de Agosto de 2018

Recorded Agosto 2018

  • Rating

     
  • Information

     
  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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1.251 m
151 m
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3,3
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13,21 km

Visualizado 726 vezes, baixado 45 vezes

próximo a Águas Mornas, Santa Catarina (Brazil)

O Pico do Tabuleiro é um dos pontos mais altos do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro - e assim como de toda a Grande Florianópolis. É pouco conhecido pelo público em geral. De acesso mais fácil e grande popularidade, o Morro do Cambirela acaba ofuscando a grandeza deste pico.
Porém, o Tabuleiro fascina muito mais a quem conhecer ambos. A vista que se tem do seu topo é emocionante, indescritível: a Leste, a ilha de Santa Catarina desde o Campeche até seu limite Norte, e a Serra do Cambirela; a Sul, cordilheiras fantásticas que formam o Parque do Tabuleiro - você poderia se sentir nos Andes se houvesse neve; a Oeste, a incrível borda da Serra Geral, podendo-se identificar até o Morro da Igreja - em Urubici; a Noroeste, as antenas do Morro da Boa Vista de Rancho Queimado; a Norte as serras do Leste e os topos de morros da porção Sul Vale do Itajaí; a Nordeste, Itapema, Bombinhas e Governador Celso Ramos.


A TRILHA
Para fazer esta trilha é preciso ir à Rua Princesa Leopoldina, que leva às Àguas Termais de Santo Amaro da Imperatriz. Logo após a Apuama Rafting, caminhe até o próximo ponto de ônibus à direita, sentido subindo a rua. Bem em frente à placa do ponto começa uma estrada. Siga por ali até uma pequena propriedade com cerca elétrica, à direita - talvez as vacas esteja ali. Há bastante espaço para passar por debaixo da cerca. Siga pela trilha, suba à esquerda de uma casa e você chegará à única bifurcação importante. A trilha parece continuar à frente, mas o correto é subir à esquerda, num caminho que mais parece uma grade vala. Depois você ainda passará por uma casa de madeira - com uma placa anunciando a trilha - e um banhado com toras de madeiras. Pra terminar, a última fonte de água da trilha.A partir dali, é pura caminhada até o topo.

Esta é uma trilha interessante: o caminho é bem aberto o tempo todo. No primeiro quilômetro, atravessa-se uma pequena floresta de pinus, mata atlântica e mata nebular - que vai predominar por quase todo o resto do caminho. A partir do segundo quilômetro, esta mata vai te incomodar cada vez mais. Plantas finas - e muitas vezes ásperas - crescem na altura da sua cabeça ou dos seus olhos. Não oferecem nenhuma resistência às pernas, mas é preciso caminhar com atenção pra não se ferir na cabeça ou nos olhos, ou caminhar com o corpo curvado. Isto cansa muito, e segue assim até perto da cota 1050.

Até esta cota, a subida é constante, sempre em terra firme, e em ascensão leve. Há duas clareiras com vista para o Pico e um mirante em uma pedra - já com uma vista legal da ilha, São José e Palhoça. Entre as cotas 1050 e 1150 há o ataque, subida intensa com pontos de escalaminhada, mas sem nenhuma grande dificuldade técnica. O problema é que o cansaço estará acumulado.

Ao fim desta subida, você chegará aos campos de altitude. E chega com um mirante de presente - já perto do topo. A trilha segue perceptível pelos campos, e caminhando mais um pouco chega-se a uma antena do Corpo de Bombeiros, a uma área de acampamento protegida por arbustos, e ao pico - em um pequeno morro à sua esquerda. É possível continuar um pouco à frente, até um segundo mirante mais voltado para Oeste. Meu GPS marcou 1252 no pico. Para quem não está acostumado a caminhar pelos campos de altitude, é preciso ter atenção: há muitos banhados e o solo é mole, não pise com força e procure andar pelas laterais da trilha, onde há raízes.


ALGUNS PONTOS IMPORTANTES
-Há muito vento no topo. Quando fui, ventava menos no pico que no mirante Oeste.
-Quem quiser acampar deve levar em conta este vento. Há raros arbustos que podem servir como corta-vento.
-Se fizer a trilha em um dia frio, lembre-se que a temperatura é bem menor lá em cima. O vento diminui a sensação térmica, então uma boa jaqueta é necessária.
-Não há pontos de água lá em cima. A última bica é no início da trilha, então vá preparado. Fui com minha namorada e levamos 3 litros, exatamente o que consumimos. Porém, fomos no inverno. No verão, consumiríamos mai

4 comentários

  • wladi.silva17 20/ago/2018

    A trilha e bem demarcada ??

  • Foto de julioettore

    julioettore 20/ago/2018

    Sim, wladi.

  • Foto de tatinost

    tatinost 22/ago/2018

    Parabéns por mais essa colaboração!

  • Foto de diego.cotini

    diego.cotini 24/set/2018

    I have followed this trail  verificado  View more

    Trilha muito bem marcada e detalhada. Dificuldade principal dela achei a falta de água que exige racionamento para quem vai acampar como nós e a subida praticamente constante. Esforço físico considerável.

    Unica mudança que fizemos no trajeto foi começar pela Apuama Rafting, descendo pelo estacionamento e pegando logo a esquerda (um cara lá da Apuama indicou para gente).

    Valeu, trilha muito massa e bem marcada, abraço.

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