Tempo em movimento  6 horas 29 minutos

Horas  9 horas 21 minutos

Coordenadas 4457

Uploaded 4 de Janeiro de 2020

Recorded Janeiro 2020

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1.217 m
225 m
0
6,3
13
25,15 km

Visualizado 76 vezes, baixado 3 vezes

próximo a Cabo do Soito, Coimbra (Portugal)

A ideia era visitar as aldeias desta fantástica Serra da Lousã, com passagem pelo famoso Baloiço da Lousã e pelo Trevim, realizamos este percurso num dia com uma temperatura adequada para caminhar e com o Sol sempre presente, que grande passeio pela Serra, do melhor que fiz, de salientar que terminamos já de noite.
Iniciamos no castelo da Lousã, daqui descemos à Praia Fluvial da N. Sr.ª da Piedade, passamos ao lado do Santuário e iniciamos a subida na direção do Talasnal, a subida é bem dura, ao chegar ao Talasnal, percorremos as ruas desta aldeia muito bem recuperada e muito visitada, daqui sempre a subir seguimos para aldeia do Chiqueiro, esta é a parte do trilho menos interessante, ao chegar ao Chiqueiro, fomos à Capela local e voltamos à entrada da aldeia para entrar num bosque rodeado de carvalhos já na direção da aldeia do Vaqueirinho a entrada nesta aldeia faz-se pela estrada em alcatrão, depois de visitar este pequeno povoado, seguimos num caminho bastante interessante e rapidamente estamos na aldeia do Catarredor, daqui, a subir por trilho chegamos à estrada em alcatrão.
Atravessamos a estrada e optamos por subir na direção das eólicas do Trevim, através de um antigo trilho de Downhill, este trilho bastante escavado tem algumas árvores caídas ao longo do percurso, esta é a subida mais acentuada de todo o percurso, o trilho é duro, tivemos que fazer algumas paragens até chegar ao estradão já no alto da serra.
Ao chegarmos ao alto existem dois caminhos um em alcatrão e outro em terra batida, nós seguimos neste em terra, paralelo ao alcatrão, este caminho passa junto ao marco Geodésico e segue por entre as eólicas até chegarmos ao conhecido baloiço do Trevim, aqui, paragem prolongada para as fotos da praxe.
Após o descanso era hora de continuar, pois prevíamos almoçar na aldeia da Cerdeira e já era tarde, assim, do baloiço, novamente a subir, seguimos pelo caminho largo em terra na direção do alto do Trevim ou, também denominado Castelo do Trevim, a última subida até às antenas é dura, mas a paisagem deste alto, vale a pena o esforço.
Ao chegarmos às antenas, inciamos a descida para aldeia da Cerdeira, a descida inicialmente é feita por caminho largo e de fácil progressão, mais à frente deixamos este caminho e entramos num trilho com uma descida bastante acentuada e de pedra solta que dificulta bastante a progressão, esta parte do percurso faz parte de uma GR, está sinalizado e leva-nos até aldeia da Cerdeira, local que escolhemos também para o almoço.
Após o almoço e um café no único estabelecimento aberto, visitamos esta magnifica aldeia, para mim a mais encantadora da Serra da Lousã, após percorrermos as ruas deste povoado todo recuperado, seguimos agora para o Candal através de um magnifico trilho, esta zona do percurso tem sinalização até ao Candal.
A chegada ao Candal, faz-se pela parte de cima, atravessamos a aldeia até chegarmos à estrada de alcatrão, aqui viramos à direita e descemos até ao ribeiro, o percurso faz-se agora junto a este ribeiro, mais à frente deixamos o ribeiro e subimos até a um bosque onde se encontra alguns barracos em ruínas, aqui fizemos uma tentativa para visitar a cascata do Candal, mas como já era tarde, optamos e bem, por seguir o nosso caminho, agora na direção da levada que transporta a água para a central elétrica, este percurso também está sinalizado.
Ao chegar à levada o percurso segue sempre junto a esta, muito parecida com as da Ilha da Madeira, aqui é preciso ter algum cuidado pois existem sítios que não tem proteção e pode ser perigoso uma queda neste local, a levada termina junto à bifurcação do trilho que segue a subir para o Talasnal, nós continuamos a descer por um trilho até chegar à central elétrica onde atravessamos a ribeira pelo pontão, daqui, já escuro, o caminho fica bem largo e sem qualquer dificuldade segue na direção do Castelo da Lousã, onde terminamos já de noite e com as lanternas acessas.
Dos melhores trilho que fiz, duro, longo para o tipo de trilho, mas as aldeias são mágicas, a repetir sem dúvida.
Classifico este percurso de cerca de 25km com 1400 de acumulado de muito difícil derivado à distância e ao acumulado.
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