Coordenadas 2821

Uploaded 25 de Fevereiro de 2018

Recorded Fevereiro 2018

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  • Information

     
  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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1.020 m
356 m
0
5,9
12
23,8 km

Visualizado 365 vezes, baixado 19 vezes

próximo a Alto da Boa Vista, Rio de Janeiro (Brazil)

Circuito na Floresta da Tijuca setor A passando por 14 pontos de interesse

Este percurso é interessante para treinamentos de resistência além do visual magnífico de quase toda parte A do Parque. Além das belezas naturais é um passeio por parte da história do Rio de Janeiro.

Não há dificuldade técnica que demande escalada, rapel ou de navegação no percurso. Somente resistência física.

Distância percorrida: 24Km
Tempo da atividade: 12h
Realizado em: 24/02/2018

Parada para pegar água na praça depois do Pico da Tijuca e antes do Archer.

Lista de pontos visitados:
(para cada waypoint levantei uma pequena história do local)

1 Alto da Bandeira
2 Pedra do Conde
3 Morro do Anhanguera
4 Mirante do Excelsior
5 Andaraí Maior
6 Tijuca Mirim
7 Pico da Tijuca
8 Morro do Archer
9 Bico do Papagaio
10 Morro da Cocanha
11 Morro da Taquara
12 Castelo da Taquara
13 Alto do Cruzeiro
14 Morro do Visconde


Atenção:
Alguns trechos desta caminhada possuem índice de assaltos. Atenção redobrada nas partes da trilha entre o Anhanguera até antes do Tijuca Mirim e no mirante do Excelsior.

Seja consciente e pratique os princípios de mínimo impacto.
Algumas fontes para leitura:


👣 Deixe somente pegadas
🗑 Leve seu lixo
Leave no trace.

Boas andanças!
Dino
O Morro da Taquara juntamente com os Castelos da Taquara, eram de propriedade do Major Mello Loureiro, tendo sido desapropriado na década de 1850, para fins de reflorestamento. Taquara é uma denominação comum para várias espécies de bambu, uma planta agressiva da qual existem mais de 600 espécies. Ele pode atingir até 30 metros de altura.
O primeiro mirante é a beira de um penhasco e tem uma vista incrível para algumas montanhas do parque, como o Cocanha, Pico da Tijuca, Archer, Pedra do Conde, os morros do Sumaré e a pontinha do Morro do Corcovado com Cristo Redentor no seu topo. Se o tempo estiver bom é possível ver até a Pedra do Elefante lá em Niterói. O segundo mirante é um pouco mais fechado de vegetação, mas mesmo assim é possível avistar parte da Barra da Tijuca com sua praia e até as Ilhas Cagarras.
Fonte: clubedosaventureiros.com
Morro do visconde
O Pico do Andaraí Maior também é conhecido como Morro da Caveira e como Morro do Andaraí Grande, além de ser um dos mais bonitos picos de todo parque. Ele possui 861 metros de altitude e um grande penhasco que forma outra atração: a Gruta Maior. A trilha para o Andaraí Maior é uma das muitas trilhas que se localizam dentro do Setor A do Parque Nacional da Tijuca (Floresta), mas não muito conhecida e muito interessante, sendo uma das que pertencem ao complexo de montanhas da Serra dos Três Rios. Os índios Tamoios chamavam essas terras de ANDIRÁ-Y, que significa “Rio dos Morcegos” ou “morcegos pequenos”, mas os colonizadores modificaram o nome para Andaraí. A denominação do Pico e do Bairro vizinho se deu pela proximidade ao rio que tem sua cabeceira perto do Excelsior, rio esse que deságua na Baía da Guanabara por intermédio do Canal do Mangue, atualmente ele é conhecido como Rio Joana ou Rio Maracanã Velho. Hoje o antigo Rio dos Morcegos é sujo, canalizado, sepultado em vários trechos e com pouca água, mas no passado ele foi navegável e fonte de pesca para alimentação. Fonte: clubedosaventureiros.com
INI ESCADA
Placa
Placa
Serrilha
Também conhecido como Morro do Excelsior pela proximidade à estrada do Excelsior. Sua vegetação é composta por árvores de eucalipto diferentemente da vegetação tipica de Mata Atlântica presente nos outros setores da Floresta. Possui Altitude de 693 metros.
Fonte: trilhasecachoeiras.com.br
BE AGU
BOMRET
H2OO
BD
BEARC
Em 1861, Manoel Gomes Archer, engenheiro e major da guarda nacional, recebeu de D. Pedro II a tarefa de dirigir o processo de reflorestamento da Tijuca. Em pouco mais de 10 anos, com o auxilio de 6 escravos e alguns assalariados, foram plantadas mais de 100.000 mudas. Já se passaram mais de 150 anos e a Floresta reúne espécies nativas da Mata Atlântica e outras exóticas, introduzidas no reflorestamento. Tente imaginar, ao caminhar nessa trilha, o tamanho do trabalho que os escravos tiveram à época.
Fonte: etrilhas.com.br
BE PPAG
T ONCA
BD PAPA
Na clareira do Alto do Cruzeiro eram realizadas missas católicas ao ar livre. Elas tinham características democráticas: escravos, capatazes e senhores de engenho as frequentavam.
De seu topo rochoso temos uma maravilhosa visão de 360 graus. De lá podemos apreciar as principais montanhas do parque como o Pico da Tijuca, Morro da Cocanha e a Pedra do Conde. Um pouco mais distante é possível ver a Pedra da Gávea e o Sumaré com a pontinha do Morro do Corcovado, a zona Norte, parte da zona sul, a Praia da Barra da Tijuca, a baixada de Jacarepaguá e o Maciço da Pedra Branca. Caso o tempo esteja limpo, também é possível ver uma tênue silhueta da Serra dos Órgãos atrás da Baia da Guanabara.
RETO COC
O Morro da Cocanha é a terceira maior montanha do parque com 982 metros de altitude. Seu nome significa grande quantidade de frutas. Estas parecem ter sido o principal produto plantado pelo Elias José dos Santos que foi o proprietário das terras do entorno da Cocanha. Fonte: trilhascariocas.com.br
O Morro do Alto da Bandeira possui esse nome porque em seu cume o Conde Gestas hasteava a Bandeira Nacional sempre que o Imperador D. Pedro I vinha visitá-lo. É importante frisar que, naquela época, devido à devastação das matas (isso aconteceu antes do reflorestamento), a bandeira podia ser vista a longas distâncias. A trilha está totalmente sinalizada e recebe manutenção permanente.
A trilha para o Alto da Bandeira é uma curta trilha que atravessa uma exuberante Mata Atlântica. O seu cume é cheio de vegetação, mas mesmo assim é possível apreciar um belo visual de seu mirante que aponta para a Zona Norte da Cidade, é possível avistar os Morros do Sumaré com suas antenas, parte da zona norte e o Centro da Cidade.
Fonte: clubedosaventureiros.com
O ponto mais elevado do circuito. Em nossa logística sempre fazemos a maior parada aqui por conta da hora do almoço.
Esta trilha é um dos marcos do ecoturismo no Rio de Janeiro. O relato mais antigo da existência dessa trilha data de 1853 e a primeira sinalização para auxílio aos montanhistas foi feita em 1885. 117 degraus de pedra compõem a etapa final da trilha, cuja história possui diferentes versões. Uma hipótese envolve a visita do Rei Alberto da Bélgica ao Brasil em 1920 a convite do então Presidente Epitácio Pessoa. O Rei apreciava o estilo de vida ao ar livre da cidade, tomava banhos de mar e, em toda a oportunidade que o protocolo permitia, buscava aproximar-se da natureza. Em um de seus passeios o monarca foi até a Floresta da Tijuca após um período de chuvas e acabou por subir o Pico, para desespero da sedentária comitiva que o acompanhava. Dizem as lendas que, por ser montanhista, o Rei achou uma afronta a construção de uma escada e não a usou para chegar ao topo, deixando toda a elite local para trás, boquiaberta.
Fonte: etrilhas.com.br
A Pedra do Conde tem esse nome em homenagem a Aymar Marie Jacques Gestas, fazendeiro e comerciante de frutas, vinhos, café e licores exóticos do início do séc. XIX. O Conde foi o introdutor do plantio de café, que em algumas décadas devastou a floresta da Tijuca, levando ao seu replantio há 150 anos.
Fonte: etrilhas.com.br
Um pouco antes do cume do Morro da Taquara existe uma trilha a direita que desce que é o acesso aos Castelos da Taquara, que são enormes formações rochosas que possuem algumas vias de escaladas e até mesmo uma via ferrata para o acesso ao seu cume, que de onde é possível ver toda Zona Oeste da cidade, inclusive a Praia da Barra da Tijuca e o Maciço da Pedra Branca. A trilha para que liga Morro da Taquara aos Castelos é uma curta trilha que tem dois mirantes imperdíveis, é melhor até mesmo que o mirante do próprio Morro da Taquara, ou seja, para quem vai para o Morro da Taquara é praticamente uma obrigação dar uma esticadinha até os Castelos.
Fonte: clubedosaventureiros.com
Localizado no fim da Estrada do Excelsior, próximo à Cachoeira das Almas, foi construído no século XIX pelo barão Gastão d'Escragnolle durante o processo de reflorestamento da região. O nome é uma referência ao poema Excelsior (1841), do escritor americano Henry Wadsworth Longfellow.
Do local é possível avistar parte da Zona Norte do Rio de Janeiro e a Baía da Guanabara.
Fonte: wikipedia.org
A cascatinha que dá nome ao mirante foi objeto de inúmeras pinturas de artistas convidados pelo antigo dono da área, Visconde de Taunay. O pintor fazia parte da Missão Artística Francesa de 1816. Em 1855 aparece outro marco histórico nesta trilha: a Capela Mayrink.
Fonte: etrilhas.com.br

5 comentários

  • Foto de diogofernandes

    diogofernandes 27/fev/2018

    Parabéns pelo nivel de detalhes..

  • Foto de Andre Leopoldino (Dino)

    Andre Leopoldino (Dino) 27/fev/2018

    Obrigado Diogo Fernandes. Em parte foi um exercício para lembrar da história...

  • Nelscaldeira 23/jul/2018

    I have followed this trail  View more

    Excelente

  • EmersonB 31/jul/2018

    I have followed this trail  View more

    Só deve ser executada em tempo favorável, pois tem pontos que o tempo ruim prejudicará o acesso. Existe sinalização para o percurso, mas deve-se estar bem atento a elas. Como a situação de segurança no RJ é grave, deve se tomar cuidados com a visibilidade do grupo ao passar próximo a áreas de risco, como o Andaraí. Caminhar sem muito alarde é fundamental. Fora isto, caminhar sem reservas de água e alimento não é indicado, pois o trecho é grande e com muitos pontos íngremes que exigem bastante esforço físico. Um conselho importante é fazer um ritmo adequado ao desempenho do grupo. O percurso é maravilhoso, a vista é muito linda em cada trecho, vale muito todo esforço. Mais é bom ir bem preparado para voltar inteiro.

  • Foto de Andre Leopoldino (Dino)

    Andre Leopoldino (Dino) 31/jul/2018

    Obrigado pelo review EmersonB!

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