Tempo em movimento  5 horas 47 minutos

Horas  7 horas 52 minutos

Coordenadas 4425

Uploaded 5 de Janeiro de 2019

Recorded Janeiro 2019

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965 m
430 m
0
6,3
13
25,38 km

Visualizado 66 vezes, baixado 3 vezes

próximo a Sarnadinha, Viseu (Portugal)

Este percurso de 25 km, sem qualquer marcação, foi idealizado através do Google Mapas, usando caminhos florestais e agrícolas, alguns, atualmente, já se encontram completamente obstruídos tendo que ser improvisado corta mato, no entanto, existem alternativas ao corta mato por caminhos atuais.
O objetivo era subir ao Alto da Serra da Gravia pela encosta Norte virada para a freguesia de Manhouce.
Iniciamos o percurso na aldeia da Sernadinha e descemos até ao Rio Teixeira até ao Poço Negro, lugar de uma beleza extraordinária e que no Verão é bastante frequentado. Deste poço seguimos por um caminho bem largo e sem qualquer problema junto ao Rio Teixeira até à barragem, junto a esta barragem deixamos este caminho víamos à direita e iniciamos a subida até à aldeia de Sequeirô, também pertencente à freguesia de Manhouce, esta subida é efetuada através de um caminho que atualmente se encontra obstruído e tivemos que realizar o nosso primeiro corta mato do dia, no entanto e após 100 metros o caminho volta a estar bem definido até à aldeia.
Ao chegar a Sequeirô, atravessamos as ruas desta aldeia, seguimos por caminhos agrícolas e iniciamos a subida para o alto da Serra, este caminho a subir, bem largo, leva-nos até ao alto da serra, nós e após cerca de 200 metros de subida decidimos virar à esquerda e fazer parte da subida pelas pedras através de um corta mato, no entanto não aconselho a fazer este troço pelas pedras em dia de chuva a alternativa é continuar pelo caminho pela direita contornar e rapidamente estamos no alto da Serra.
Agora, no alto, é percorrer o planalto pelo estradão em direção às eólicas, neste planalto, com uma paisagem fabulosa, pode-se ainda observar algum gado bovino que se encontra a pastar entre os montes existentes.
Seguimos pelo caminho até chegar à Ribeira, onde se encontra um parque de merendas rodeado de bétulas, atualmente com alguns danos derivado aos últimos incêndios, deixamos o caminho e descemos à direita junto à Ribeira em direção à aldeia de Anta Cova, este troço antigo onde predomina os caminhos em pedra, deverá ser feito pelo lado direito da ribeira, nós e mais uma vez, também porque já conhecíamos o trilho do lado direito decidimos seguir pela esquerda, até a uma casa de pastores em pedra e que se encontra em recuperação e com algumas leiras cultivadas, lugar isolado no alto da montanha, mas bastante interessante, o trilho a partir da casa é feito em corta mato, pois o antigo caminho pelas terras agrícolas está obstruído com algum mato, atravessamos a ribeira (ter algum cuidado neste local) e chegamos às terras já cultivadas pertencentes ao pequeno povoado de Anta Cova, aqui, entre as terras de cultivo, o trilho já está bem definido e sem dificuldade pois encontra-se bastante gado caprino a pastar nos terrenos junto à ribeira muito perto de Anta Cova, nesta aldeia, apenas com uma casa habitada, entramos na estrada em asfalto viramos à direita e seguimos agora pelo alcatrão durante cerca de 3km em direção a Bustarenga, antes de chegar a esta aldeia saímos do alcatrão pela direita e iniciamos a subida por caminho em terra até ao Alto da Gravia, local onde se encontra o Posto de Vigia e o Marco Geodésico, este lugar foi o escolhido para o almoço, um lugar onde se pode avistar a Serra do Caramulo e grande parte do Vale do Vouga, com destaque para a grande mancha de água da Barragem de Ribeiradio.
Após o almoço e as fotos da praxe é hora iniciar a descida, agora e para não repetir o caminho descemos pela encosta a Sul deste alto, o que implica fazer um pequeno corta mato até encontrar o caminho mais abaixo mas o atalho faz-se sem qualquer problema. Ao chegar ao caminho seguimos sempre a descer em direção ao pequeno povoado de Valongo, nesta aldeia com duas ou três casas ter algum cuidado pois encontramos um cão de grande porte à solta que pode assustar. Aqui, na aldeia e ao chegar à primeira habitação devíamos ter virado à esquerda e subir em direção à mancha de pinheiros existente no alto da aldeia, nós não seguimos esse caminho e seguimos ate ao fundo do povoado no fim da povoação deixamos a estrada e iniciamos a subida em direção aos pinheiros mas por trilho em corta mato (Não aconselho a fazer este troço a alternativa é virar à esquerda pelo caminho antes da aldeia), o mato existente, junto a uma pequena linha de água, dificultou bastante a progressão, mas após cerca de 100 metros entramos novamente no caminho em direção à mancha de Pinheiros.
A partir daqui o caminho onde predomina os pinheiros não tem qualquer dificuldade é sempre a descer por estradão bem definido, até chegar à povoação da Sernadinha onde iniciamos o percurso.
Este percurso com cerca de 25km classifico de difícil, não só pela distância, mas, principalmente, pelo corta mato que tivemos que fazer, no entanto e como já disse, existem alternativas bem próximas o que torna o percurso moderado e sem dificuldades técnicas se optarem por não fazerem corta mato.
Atenção, se realizarem o percurso no Verão, o troço é bastante exposto ao Sol, devem levar proteção e água apesar de existir pontos de água pelo caminho.
Lógico que o percurso não tem qualquer marcação, para quem não conhece esta Serra da Gravia devem usar GPS.

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