Horas  2 horas 12 minutos

Coordenadas 1056

Uploaded 17 de Dezembro de 2018

Recorded Dezembro 2018

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  • Information

     
  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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946 m
580 m
0
1,5
3,1
6,19 km

Visualizado 401 vezes, baixado 31 vezes

próximo a Morro do Pilar, Minas Gerais (Brazil)

Trajeto alternativo passando pela cachoeira da Naná e Andorinhas.

COMO CHEGAR:
O ponto de referência é o distrito de Serra do Cipó, a aproximadamente 100km de Belo Horizonte, acesso asfaltado pela rodovia MG-010. Saindo da Serra do Cipó, siga pela rodovia MG-010 sentido Conceição do Mato Dentro e Morro do Pilar. O trevo de acesso a Morro do Pilar fica a 27km da entrada da cachoeira Véu da Noiva. Entre à direita no trevo, seguindo pela rodovia MG-232 sentido Morro do Pilar. Após pouco mais de 7km, fique atento a uma entrada discreta à direita da rodovia, após uma curva fechada também para a direita.

É uma estradinha de terra de acesso a um sítio da região, deixamos o veículo encostado junto à cerca para não atrapalhar a passagem.

A TRILHA:
O trecho inicial é por uma estradinha de terra. Logo no começo o declive fica mais acentuado e é preciso passar por uma porteira de ferro. A estradinha segue descendo atravessamos duas tronqueiras. Entre as tronqueiras há uma casinha, aparentemente em obras. Não havia ninguém no local, de modo que passamos rapidamente.

Após 580 metros pela estradinha, é preciso deixá-la em favor de uma trilha discreta que desce à direita. Trata-se de uma trilha suja, aparentemente pouco utilizada, com um ponto onde foi preciso realizar um pequeno desvio, pois algumas árvores caíram sobre a trilha. Mesmo suja, o caminho é bem demarcado e segue em constante declive até um pequeno afluente do Córrego Água Limpa, o primeiro ponto de água.

Depois de um pequeno morrinho é preciso cruzar os lajeados do Córrego Água Limpa, com água clara e um volume um pouco maior. Subindo o córrego chega-se à cachoeira da Santa, trajeto não marcado neste tracklog. Após a travessia do córrego a caminhada segue estável em ligeiro declive. Após o segundo ponto de água, de outro afluente do Córrego Água Limpa, há uma bifurcação um pouco discreta. O caminho da direita, uma subida forte, é um atalho para a cachoeira das Andorinhas, recomendado para quem quer passar lá primeiro. Caso queira ir para a Cachoeira da Naná, siga à esquerda em ligeiro declive até a próxima bifurcação.

Para a Naná, na bifurcação seguinte é preciso continuar à esquerda, só que agora por uma descida pesada até o leito do Córrego Água Limpa. Logo no início há um ponto de água à direita da trilha. A trilha segue em forte declive com um pouco de cascalho até o nível do córrego, a partir daí a caminhada é por uma trilha discreta sempre à esquerda do córrego. Atenção para alguns trechos escorregadios.

A cachoeira tem um ótimo poço para banho, com várias partes que "dão pé". O local é bem protegido, de forma que o sol ilumina somente na parte da manhã. São 2.6k de caminhada desde o ponto inicial.

Para a Cachoeira das Andorinhas, é preciso retornar pela trilha até a última bifurcação, daí, ao invés de seguir o caminho mais estável da direita, basta seguir subindo pela trilha da esquerda. No topo do morro a trilha atravessa algumas áreas de capoeira, onde há pequenas bifurcações e algumas trilhas paralelas. Mais a frente chega-se a uma plaquinha que indica o acesso para a cachoeira da Naná. Aqui é a trilha "oficial" que vem da Fazenda Santo Antônio. Ao chegar à placa, basta dobrar à esquerda e começar a descer novamente.

A descida tem alguns trechos acentuados, com cascalho, degraus e pequenas valas. O declive termina nas proximidades do Rio Preto, trecho em que a trilha passa a ser mais sombreada e alterna subidas e descidas curtas. Após 6k a trilha desemboca no leito do Rio Preto, ponto em que é preciso cruzá-lo. A depender do nível, a travessia pode ser feita pulando de pedra em pedra, de forma que não é preciso tirar as botas.

A trilha continua por quase 300 metros, até o ponto onde há a confluência do Rio Preto (esq) com o Córrego da Raimundinha (dir), local conhecido como Rio de Pedras, por conta de uma parte seca do leito. Neste ponto é preciso cruzar o Rio Preto na sua confluência, onde pode ser que seja necessário tirar o calçado.

Após a travessia é preciso subir e descer dois trechos íngremes. O trecho final é pelas laterais do cânion do Córrego da Raimundinha, até chegar à prainha de cascalho da Cachoeira das Andorinhas.

Devido a sua posição no fundo do cânion, o sol ilumina o local somente na parte da manha, até o início da tarde (dependendo da época). O poço tem um bom tamanho, com um banco de cascalho na sua parte central, que é mais rasa. Debaixo da queda há algumas rochas onde é possível relaxar um pouco.

Se for passar na cachoeira da Naná antes, são 6.6k de caminhada até a cachoeira das Andorinhas. Se optar por ir direto para a Andorinhas, tomando o atalho, são 4.9k de caminhada.

OBSERVAÇÕES:
- Trilha de dificuldade moderada, a ressaltar as subidas e descidas íngremes e com cascalho, trechos bastante irregulares e/ou escorregadios e as duas travessias do Rio Preto.

- Esta trilha não está inserida em nenhuma unidade de conservação pública. De forma que o acesso é regulamentado pelos proprietários e moradores do local. Peça permissão para passar pelo terreno, seja cortês e educado com os locais. Feche as tronqueiras/porteiras do caminho. Não faça fogueiras e leve seu lixo de volta.

- Há alguns pontos de água pelo caminho, de forma que não é preciso carregar muita água. Atenção nos períodos de seca, pois algumas fontes podem ficar bem mirradas.

- Trilha bem exposta ao tempo, use chapéu e protetor solar.

- Não há qualquer infraestrutura ao longo da trilha. Leve lanche para o dia e recipiente para abastecer com água.

- Há algumas travessias e trechos de caminhada em cânions. Atenção com o período chuvoso. Uma chuva forte de véspera ou mesmo a chegada de uma cabeça d'água pode impedir ou dificultar o acesso às cachoeiras.

- Não há sinal de telefone ao longo da trilha.

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1 comment

  • Foto de carla_graziele29

    carla_graziele29 18/dez/2018

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    Excelente relato! Apesar do sol escaldante é uma trilha que vale a pena ser feita! As cachoeiras são lindas e convidativas para um "banho", até mesmo para quem não sabe nadar.

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