Coordenadas 3694

Uploaded 6 de Agosto de 2017

Recorded Agosto 2017

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1.408 m
756 m
0
5,3
11
21,3 km

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próximo a Montes, Vila Real (Portugal)

Trilho circular com início na Senhora da Serra e passando pelos Vértices Geodésicos da Fraga e Sexinhos. Passagem pela aldeia de Mafomedes e regresso feito pela outra vertente da serra com passagem pelas, agora abandonadas, Minas do Teixo.
Apenas um ponto de maior perigosidade e que aconselha a que este percurso não seja feito no Inverno: a descida para Mafomedes.
Para além do Vértice Geodésico, neste local encontra-se também uma capela com o mesmo nome bem como uma estação retransmissora.
Um vértice geodésico (também popularmente chamado "talefe" ou "telefo" em Portugal, e "pinoco" no Norte de Portugal, ou ainda "bolembreano", nome dado em Portugal às construções de forma tronco-cónica da rede de 2.ª e 3.ª ordem é um sinal que indica uma posição cartográfica exata e que forma parte de uma rede de triangulação com outros vértices geodésicos. São habitualmente escolhidos sítios altos e isolados com linha de visão desimpedida para outros vértices. As primeiras observações tendo em vista a triangulação do local seriam feitas em 1870, enquanto que as observações astronómicas de latitude, longitude e azimute, bem como as primeiras observações por satélite no picoto da Melriça se realizaram nas décadas de 1960 e 70. Em 1982 procedem-se a observações de distância integradas num poligonal norte-sul, usando-se pela primeira vez, já no início dos anos de 1990, o sistema de posicionamento global GPS. A rede geodésica portuguesa é formada por vértices geodésicos que se dividem em três ordens de importância: 1ª Ordem – pirâmides distando 30 a 60 km 2ª Ordem – cilindro + cone listados distando 20 a 30 km 3ª Ordem – cilindro + cone distando 5 a 10 km
Caminho muito inclinado constituído essencialmente por cascalho solto. Perigoso no Inverno
Um de muitos "spots" para retemperar os olhos.
Mais um local com inclinação acentuada e cujo piso não é dos mais seguros
Por vezes percebe-se na encosta os restos de carreiros que devem ser usados por animais e pastores.
Um vértice geodésico (também popularmente chamado "talefe" ou "telefo" em Portugal, e "pinoco" no Norte de Portugal, ou ainda "bolembreano", nome dado em Portugal às construções de forma tronco-cónica da rede de 2.ª e 3.ª ordem é um sinal que indica uma posição cartográfica exata e que forma parte de uma rede de triangulação com outros vértices geodésicos. São habitualmente escolhidos sítios altos e isolados com linha de visão desimpedida para outros vértices. As primeiras observações tendo em vista a triangulação do local seriam feitas em 1870, enquanto que as observações astronómicas de latitude, longitude e azimute, bem como as primeiras observações por satélite no picoto da Melriça se realizaram nas décadas de 1960 e 70. Em 1982 procedem-se a observações de distância integradas num poligonal norte-sul, usando-se pela primeira vez, já no início dos anos de 1990, o sistema de posicionamento global GPS. A rede geodésica portuguesa é formada por vértices geodésicos que se dividem em três ordens de importância: 1ª Ordem – pirâmides distando 30 a 60 km 2ª Ordem – cilindro + cone listados distando 20 a 30 km 3ª Ordem – cilindro + cone distando 5 a 10 km
Uma sub-estação relacionada com as muitas eólicas que se observam na serra. A partir daqui o caminho torna-se novamente perigoso pelo grau de inclinação.
A descida para Mafomedes. Perigoso.
Final do troço de maior perigo.
O rio Teixeira é um pequeno rio que nasce na serra do Marão e é um afluente da margem direita do rio Douro.
Em Mafomedes.
Não é que não se faça... mas puxa pelo corpo.
Bem lá no alto uma pequena mancha de árvores, com sombra.
Este pequeno desvio foi mesmo para a foto.
A mina do Teixo situa-se na serra do Maräo, na colina que forma o maciço central da Serra, encimada pelos VG's do Marâo - Penedo Ruivo e Chorido. Conhecidas por minas do Teixo ou minas de Penedo Ruivo, encontram- se numa área limite entre dois concelhos: Amarante e Baiâo. Explorada essencialmente para a obtenção de estanho, teve actividades laborais desde a época romana, que se poderá compreender devido à grande romanização da área em questão, podendo o ouro ter sido a sua busca original, sendo que a laboração principal foi entre 1940-1968, quando para além da extracção de cassiterite, se extraiu também columbite/tantalite. Porem, em Janeiro de 1968 a laboração na mina Penedo Ruivo parou, e houve um pedido de rescisão de contrato para as concessões de Penedo Ruivo e Fraga de Chão de Moiro a 6 de Janeiro de 1968, que passa novamente para a Sociedade Mineira de Penedo Ruivo, Lda. A 31 de Agosto de 1988 a mina de Penedo Ruivo e declarada abandonada.
Embora assinalado, convém sempre ter cuidado.
Esta bem próxima já da nascente. Chegados aqui abandona-se o estradão para prosseguir por um carreiro.
Usado para guardar rebanhos.
Aqui é apenas uma pequena poça de água.
Não existe propriamente trilho demarcado mas antes vários carreiros que se adivinham aqui e ali.
O que resta de um incêndio.

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