Horas  8 horas 45 minutos

Coordenadas 680

Uploaded 19 de Fevereiro de 2018

Recorded Fevereiro 2018

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próximo a City Center, Madrid (España)

FOTOS DESTA E DE OUTRAS TRILHAS EM ”CAMINHANTES"

Visitar Madrid, a capital de Espanha, é visitar uma cidade vibrante e repleta de coisas para ver e fazer. Madrid é uma cidade que apaixona assim que se chega. Um dos maiores centros financeiros da Europa, com uma arquitetura riquíssima, preservada e repleta de opções. Palácios Reais, museus de arte, parques verdes, edifícios históricos que remetem à Espanha imperial, mercados gastronómicos e tapas inesquecíveis...

A proposta “Madrid Walking Tours” consiste em percorrer a cidade a pé à descoberta dos seus encantos, proporcionando uma excelente oportunidade para sentir a atmosfera desta cidade com os seus inúmeros e fantásticos museus, eventos culturais e vibrante vida noturna.

O percurso aqui apresentado pretende mostrar o que se pode visitar em Madrid numa curta estadia, como foi o caso, de dois dias. Optamos por guardar o terceiro dia para visitar Segovia.

1º Dia Gran Vía - Templo de Debod - La Rosaleda - Jardines do Campo do Mouro - Palácio Real - Catedral de Santa Maria A Real de Almudena - Mercado de La Cebada - Barrio das Letras - Plaza Mayor - Mercado de San Miguel - Puerta del Sol

2º Dia Gran Vía - Fuente de La Diosa Cibeles - Puerta de Alcalá - Parque de El Retiro - Museo Reina Sofía - Real Jardín Botánico - Museo Nacional del Prado - Museo Nacional Thyssen-Bornemisza - Congreso de Los Diputados

2º DIA

GRAN VÍA - BROADWAY MADRILENHA
A Gran Vía é uma das principais ruas da cidade de Madrid. Começa na rua de Alcalá e termina na praça da Espanha. É uma importante área comercial, turística e de lazer, com os seus muitos cinemas, teatros e musicais. Por isso, o troço da Gran Vía compreendido entre a praça do Callao e a praça da Espanha é conhecido como a Broadway Madrilenha. A Deusa da Vitória vigia a rua a partir do topo do icónico Edifício Metrópolis.

FUENTE DE LA DIOSA CIBELES
A Plaza de Cibeles é um dos sítios mais simbólicos da capital, divide os limites dos bairros Centro, Retiro e Salamanca. No centro do recinto, situa-se a famosa Fonte de Cibeles, esculpida no ano de 1782, a partir de um desenho de Ventura Rodríguez. Em cada uma das quatro esquinas da praça estão edifícios emblemáticos, construídos entre o final do século XVIII e o início do século XX.
O Palacio de Buenavista ou Cuartel General del Ejército, que data de 1777, é o mais antigo de todos eles. Situa-se no ângulo noroeste, em frente ao Palácio de Linares ou Casa de América, que se localiza na parte nordeste. Por sua vez, o Palácio de Comunicaciones, sede da Prefeitura de Madri desde 2007, estende-se sobre o extremo sudeste e o Banco de Espanha sobre o sudoeste.

PUERTA DE ALCALÁ
A Porta de Alcalá é um monumento situado na Praça da Independência, constituído por duas portas retangulares que ladeiam três arcos. Foi construído em 1778 pelo Rei Carlos III para servir como porta de entrada da cidade. O projetista da obra foi Francisco Sabatini e as esculturas nela existentes são de autoria de Roberto Michel e Francisco Gutiérrez.

PARQUE DE EL RETIRO
O Parque do Retiro de Madrid ou os Jardins do Bom Retiro é o parque da cidade, criado entre 1630 e 1640, quando o Conde-Duque de Olivares, vassalo atencioso do rei Filipe IV (r. 1621–1665), ofereceu ao monarca alguns terrenos para o lazer da Corte em redor do Convento de San Jerónimo el Real. Quando se começou a adaptar esse complexo, conhecido Palácio do Bom Retiro, a área de 145 hectares que o envolvia foi toda ajardinada. Esses jardins foram concebidos pelo cenógrafo italiano Cosme Lotti.
Ao longo dos anos foram feitas muitas modificações, nem sempre planeadas, que alteraram os jardins, como por exemplo a Real Fábrica de Porcelana do Bom Retiro, durante o reinado de Carlos III (r. 1759–1788), ou o Observatório Astronómico, durante o reinado de Carlos IV (r. 1788–1808). O Rei D. Carlos III foi o primeiro monarca a permitir que os cidadãos tivessem acesso ao recinto, desde que estivessem "bem vestidos e lavados".
Durante a invasão francesa, em 1808, os jardins ficaram parcialmente destruídos devido ao facto do complexo ter sido utilizado como quartel das tropas de Napoleão; o palácio foi igualmente destruído. Depois da Guerra Peninsular, Fernando VII (r. 1814–1833) iniciou a reconstrução do jardim e abriu-o ao público. O monarca reservou uma zona onde construiu uma série de edifícios para fins lúdicos característicos da época. No reinado de Isabel II de Espanha (r. 1833–1868) parte dos jardins foi vendido para aí se construíram habitações particulares. Após a revolução de 1868, a Gloriosa, os jardins passaram a propriedade municipal e as suas portas abriram-se para todos os cidadãos. Foram feitas as fontes das Galápagos, da Alcachofra e ainda a Fonte do Anjo Caído, obra de Ricardo Bellver. No Campo Grande foram construídos o Palácio de Cristal e o Palácio de Velázquez, obra de Ricardo Velázquez Bosco.

MUSEO REINA SOFÍA
O Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia é um dos mais importantes museus de arte moderna espanhóis. Colegialmente denominado por Centro de Arte Moderna Reina Sofia, foi inaugurado oficialmente a 10 de Setembro de 1992 e o seu nome presta homenagem à Rainha Sofia, rainha consorte de Espanha.
Actualmente, o museu alberga excelentes coleções de arte do século XX, sendo considerado um dos melhores e mais importantes museus de arte moderna de toda a Europa.
Destacam-se das colecções, as obras dos geniais Pablo Picasso, Salvador Dalí, Juan Miró e Eduardo Chillida. Para além destes, o museu conta com obras de Juan Gris, Eusebio Sempere, Julio González, Pablo Palazuelo, Antoni Tàpies, Lucio Muñoz, Jorge Oteiza, José Luis Gutiérrez Solana, Pablo Gargallo e Pierre Bonnard, Kandinsky, Georges Braque, Jacques Lipchitz, Joseph Beuys, Yves Klein, Wolf Vostell, Nam June Paik, Mark Rothko, Roy Lichtenstein, Francis Bacon, entre outros.
As obras de maior destaque no museu são, sem dúvida, Guernica e Mãe com menino morto, dois dos mais conhecidos quadros do espanhol Pablo Picasso, Forma, uma excepcional escultura de Mateo Inurria, Sem Título, uma bonita obra surrealista concebida por Eusebio Sempere, Espírito dos pássaros, uma enigmática e contraditória escultura de Eduardo Chillida, O Grande Masturbador, uma das melhores pinturas de Salvador Dalí, e Dançarina Espanhola e Caracol, mulher, flor e toalha, duas conhecidas obras do surrealista Juan Miró.
Para além de tudo isto, o museu conta com uma excelsa biblioteca especializada em arte, que alberga mais de 100 000 livros e documentos, 3 500 gravações sonoras e cerca de mil vídeos.

REAL JARDÍN BOTÁNICO
O Real Jardim Botânico de Madrid é um centro de pesquisas e jardim botânico localizado no Paseo del Prado, um importante logradouro da cidade. Foi fundado em 17 de outubro de 1755 por decreto real de Fernando VI nas proximidades do rio Manzanares, tendo sido transferido para a localização atual por Carlos III em 1781 como instituição adjacente ao Museu do Prado.
Uma das mais referenciadas instituições de pesquisa botânica na Espanha, o Real Jardim Botânico abriga três terraços e espécies nativas das Américas e do Pacífico, além das nativas europeias. É também considerado uma atração turística da cidade. Desde 1939, é administrado pelo Conselho Superior de Investigações Científicas.

MUSEO NACIONAL DEL PRADO
O Museu do Prado é o mais importante museu da Espanha e um dos mais importantes do mundo. Apresentando belas e preciosas obras de arte e foi mandado construir por Carlos III. As obras de construção prolongaram-se por muitos anos, tendo sido inaugurado somente no reinado de Fernando VII.
Quando o Rei Carlos III regressou de Nápoles à sua cidade natal, apercebeu-se de que Madrid não havia melhorado em nada desde que de lá tinha saído: Madrid continuava aquele lugar que, convertido repentinamente em capital por obra e graça de Filipe II, cresceu precipitada e desordenadamente e de um modo pouco consistente.
Decidiu assim encarregar Juan de Villanueva, o arquitecto real, de projectar um edifício destinado às Ciências e que pudesse albergar o Gabinete de História Natural.
Tal foi o culminar da carreira artística de Juan de Villanueva, sendo esta a maior e mais ambiciosa obra do neoclassicismo espanhol.
Com a construção deste edifício, concebido como uma operação urbanística de elevados custos, o Rei Carlos III pretendia dotar a capital do seu reino com um espaço urbano e monumental, como os que abundavam nas restantes capitais europeias.
As obras de construção do museu prolongaram-se por muitos anos, ao largo de todo o reinado de Carlos IV. Porém, a chegada dos franceses a Espanha e a Guerra da Independência, interromperam-nas.
Foi então utilizado para fins militares, tendo-se aqui estabelecido um quartel militar. Neste momento começou a deterioração do edifício, que se notava cada vez mais, à medida que os anos avançavam. Aborrecidos, Fernando VII e a sua esposa, Maria Isabel de Bragança, puseram fim a tal situação, impedindo que o museu chegasse à ruína total e recuperando-o.
Este importante museu alberga numerosas e valiosíssimas colecções, entre elas, a de pintura e escultura.
A colecção de pintura é bastante completa e complexa, existindo neste museu colecções de pintura espanhola, francesa, flamenga, alemã e italiana:
Bela e interessante, a colecção de pintura francesa deriva das relações hispano-francesas no século XVII e das aquisições de alguns reis e nobres espanhóis, como Filipe IV e Filipe V. Esta reúne obras de pintores como Georges de La Tour, Valentin de Boulogne, Nicolas Poussin, Simon Vouet, Sébastien Bourdon e Claude Lorrain, bem como de Hyacinthe Rigaud, Louis-Michel van Loo, Jean Ranc, Antoine Watteau e de François Boucher.
A colecção de pintura espanhola é a mais importante do museu, sendo a que lhe concede o renome internacional que actualmente tem. Obedecendo a um critério cronológico, o Prado expõe desde os murais românicos do século XII à produção de Francisco Goya. Esta colecção alberga obras de pintores espanhóis de fama internacional, como El Greco, Luis de Morales, Velázquez, Zurbarán, José de Ribera, Esteban Murillo, Luis Paret, Luis Meléndez, Vicente López, Eduardo Rosales, Mariano Fortuny, Joaquín Sorolla, José de Madrazo e o filho deste, Federico de Madrazo y Kuntz.
O facto de os Países Baixos terem integrado o grande império espanhol, durante o chamado El siglo de oro, explica a riqueza da colecção da escola flamenga no Museu do Prado. A colecção alberga pintura de pintores como Hieronymus Bosch, Rogier van der Weyden, Petrus Christus, Dirck Bouts, Jan Gossaert, Pieter Coecke, Hans Memling, Pieter Bruegel o velho e Adriaan Isenbrant, tal como de Rubens, Anthony van Dyck, Jacob Jordaens, Rembrandt, Gabriel Metsu, Adriaen van Ostade...
Reduzida em número, mas de grande qualidade, a colecção de pintura alemã alberga obras desde o século XVI ao século XVIII, dedicando diversas salas a pinturas capitais de Albrecht Dürer, Lucas Cranach, Hans Baldung e Anton Raphael Mengs.
Com dezesseis salas dedicadas à sua exposição, a secção da colecção de pintura italiana alberga obras desde a Baixa Renascença até ao século XVIII, reunindo pinturas de artistas muito famosos como Fra Angelico, Antonello da Messina, Andrea Mantegna, Giambattista Pittoni, Botticelli, Raffaello Sanzio, Andrea del Sarto, Antonio da Correggio, Parmigianino, Sebastiano del Piombo, Federico Barocci, Annibale Carracci, Caravaggio, Orazio Gentileschi, Pietro da Cortona, Luca Giordano, Giambattista Tiepolo, Pompeo Batoni, Giovanni Pannini e Corrado Giaquinto. Para além destes, podem aqui observar-se excelsas obras de Ticiano, Tintoretto, Veronèse, Jacopo Bassano...
Já a colecção de escultura é composta por mais de duzentas e vinte esculturas da Antiguidade Clássica, trazidas de Itália entre os séculos XVI e XIX. A colecção alberga esculturas do período greco-arcaico ao período helenístico, tal como do Renascimento.
A colecção de desenhos e estampas, conta com cerca de 4 mil desenhos, destacando os cerca de quinhentos desenhos de Francisco Goya, a mais importante do mundo. Duas salas, instaladas no segundo andar do museu, mostram rotativamente, por razões de conservação, esta importante e rica colecção.
Por último, a colecção de artes decorativas é das mais bonitas e ricas do Prado, albergando até o famoso Tesouro do Delfim.

MUSEO NACIONAL THYSSEN-BORNEMISZA
O Museu Thyssen-Bornemisza foi organizado quando da aquisição, pelo governo da Espanha, em julho de 1993, da maior parte (a mais abundante e valiosa) da coleção de arte da família Thyssen-Bornemisza. Está situado no Palácio de Villahermosa, que foi construído entre o final do século XVIII e o início do século XIX em estilo neoclássico; foi desenhado por Antonio López de Aguado para María Pignatelli y Gonzaga. A reabilitação do espaço, para aí acolher o museu, e a posterior ampliação ficou a cargo de Rafael Moneo. Foi inaugurado a 8 de Outubro de 1992. Em 2004 foi ampliado; há que notar que apenas foi mantida a fachada do edifício, todo o interior foi modificado.
O museu mostra as coleções cronologicamente, começando no Renascimento e terminando no século XX.
Estão expostas no terceiro andar obras de mestres italianos, alemães e holandeses do século XVI como Jan Van Eyck, Robert Campin, Hans Memling, Duccio, Vittore Carpaccio, Alberto Durero e Hans Holbein. Existe ainda uma galería dedicada a Tiziano, Tintoretto, Bassano, Sebastiano del Piombo, El Greco, Bernini e Caravaggio, entre outros.
No segundo andar está a coleção de pintura holandesa, desde Frans Hals e Rembrandt, do século XVII, a Max Beckmann, do século XX. Conta ainda com algumas obras do Realismo, Rococó, Neoclassicismo, Romantismo e Impressionismo: Giambattista Tiepolo, Giambattista Pittoni, Canaletto, Fragonard, Thomas Gainsborough, Francisco de Goya, Gustave Courbet, Renoir, Van Gogh, Paul Gauguin, Cézanne...
O primeiro andar reúne obras do século XX, desde o cubismo e as primeiras vanguardas, até a Pop Art. Destacam-se algumas obras primas contemporâneas de Kandinsky, Picasso, Georges Braque, Piet Mondrian, Marc Chagall, Edward Hopper, Salvador Dalí, Jackson Pollock, entre outros.

CONGRESO DE LOS DIPUTADOS
O Congresso dos Deputados é a Câmara Baixa das Cortes Gerais de Espanha, o órgão constitucional que representa o povo espanhol. Reúne-se para sessões no Palácio das Cortes, situado na praça das Cortes de Madrid. A Constituição Espanhola estabelece no artigo 68.1 que o Congresso dos Deputados deve ser composto por um mínimo de 300 e um máximo de 400 deputados. O número atual é de 350 deputados por determinação da Lei Orgânica do Regime Eleitoral Geral, aprovada em 1985.

Fonte: Wikipedia

2 comentários

  • DiogoHiker 9/mar/2018

    Obrigado pela partilha.

  • bonfante2 12/jul/2018

    I have followed this trail  verificado  View more

    Muy buena ruta

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