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2,8
5,61 km

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próximo a Bom Retiro, Rio de Janeiro (Brazil)

ATENÇÃO: ESSA TRILHA FOI DESENHADA POR APROXIMAÇÃO, CONFORME RECURSO DISPONIBILIZADO PELO SITE, E NÃO BAIXADA POR UM DISPOSITIVO GPS OU AFIM. TENTAR PERCORRÊ-LA SEGUINDO ESTRITAMENTE AS COORDENADAS GEOGRÁFICAS INDICADAS POR ELA, SEM QUALQUER CONHECIMENTO PRÉVIO DA REGIÃO OU SEM A PRESENÇA DE ALGUÉM QUE A CONHEÇA, PODERÁ LEVÁ-LO(A) A ÁREAS REMOTAS DO PARQUE, COM GRANDE POTENCIAL DE DESORIENTAÇÃO.


A trilha tem trechos pouco marcados e bifurcações não muito óbvias. O risco de desorientação nesses casos não está descartado, apesar de seu contra-sentido fazer parte da Trilha Transcarioca. Não recomendada para iniciantes, sobretudo aqueles com pouca experiência de orientação em mata fechada. Em caso de desorientação, seguir a trilha no sentido contrário, seguindo as marcas do solado de bota em amarelo, marca da Trilha Tanscarioca.
Siga em direção as placas que apontam para Papagaio, Cocanha e outros.
Em cerca de 2 minutos a partir da bifurcação anterior, existe essa outra, sem qualquer sinalização. Trata-se de uma ligeira "rampinha" a direita.
Nessa bifurcação é preciso seguir em frente e passar sobre o tronco caído.
Essa bifurcação, eventualmente, pode não ser muito clara. É preciso ter atenção para não perdê-la. Trata-se de uma longa descida, que em pouco mais de 20m também terá um tronco caído sobre a trilha.
Um pequeno alagado que parece ter origem pela presença humana na área, durante o período cafeeiro provavelmente.
Ponto culminante (de muito baixa proeminência inclusive) do acidente geográfico de mesmo nome. A copa cerrada da floresta não deixa que haja vistas. Só está relacionado como ponto de interesse devido a ser um importante marco geográfico. Não carece de visitação.
Atenção a essa bifurcação. Errar e seguir muito tempo pela esquerda, poderá levar o caminhante até o temível Vale dos Perdidos, que como atesta o nome, concentra o maior número de pessoas perdidas em todo o parque.
Ruínas da Fazenda do mesmo nome. Uma das mais produtivas de todo o período cafeeiro.
É fácil reconhecer que se chegou lá, pois aí, o Rio dos Ciganos corre na rocha exposta.
Uma linda cascata.
Mais uma bela cascata. O Rio dos Ciganos no seu melhor.
Antiga estação de tratamento d'água da CEDAE. Ao que parece, atualmente sem uso.
Fim da trilha. Se o portão estiver fechado, procurar sair pelos barrancos a direita, margeando a estrada.

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