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próximo a Pregósa, Viana do Castelo (Portugal)

Percurso da Água (adaptado e encurtado)



Características Gerais:


Partida/chegada: Centro de Interpretação Ambiental.



O percurso tem como principais objetivos a compreensão do movimento do principal elemento desta área protegida, a água, na bacia hidrográfica do rio Estorãos, bem como, a interpretação da área das Tapadas do Mimoso e o contacto com a forma de distribuição da ocupação humana na área envolvente à paisagem protegida, bem como, com o património dela resultante.

Partindo do Centro de Interpretação Ambiental rumo à Quinta de Pentieiros e posteriormente à Azenha do rio Estorãos, adaptada para Turismo Rural, pode observar-se as serras de Arga e Cabração (ao fundo), que contribuem para a valorização paisagística do percurso, e em que a última marca o limite Norte da bacia cujas águas são drenadas para o rio Estorãos e assim chegam à área protegida.

Todo este troço evidencia valores patrimoniais históricos, como a casa da Quinta de Pentieiros, agora recuperada para Centro de Acolhimento, a necrópole megalítica à saída da Quinta, aconselhando-se a visita após a criação do aro arqueológico, a ponte, construída no séc. XVI ou XVII, o seu cruzeiro e alminhas, que serviam para proteger os visitantes.

Continuando o percurso, após paragem para desfrutar, por instantes, da bela paisagem ribeirinha valorizada pela zona de lazer fluvial da Azenha de Estorãos, depara-se com uma zona tipicamente agrícola, e posteriormente com a Estátua das Quatro Mãos, descritas em percurso adequado.

Ao chegar à ponte da Freixa, sobre o rio Estorãos, o percurso segue para montante num trilho de pé posto, que acompanha a margem do rio rumo ao passadiço que contorna a lagoa das Tapadas do Mimoso, sistema semelhante ao descrito no percurso I. Estes dois sistemas, constituem as duas maiores massas de águas superficiais de toda a bacia.

O posto de observação desta lagoa, permite desfrutar da paisagem e serenidade características deste espaço e disponibiliza informação, que explica a grande diferença entre as duas lagoas, nomeadamente no que respeita à particular e imponente mancha de vegetação arbórea autóctone, onde se destacam as florestas de amieiros, habitat importantíssimo ao nível da conservação da natureza e as florestas de carvalhos. Todo este espaço é atravessado pelo percurso, que proporciona, em qualquer época do ano, um despertar de inúmeras agradáveis sensações podendo, igualmente ser detetada a presença de inúmeras espécies vegetais e animais.

Fora desta zona, o percurso coincide com o troço final do percurso II e ruma em direção a EN 202 com passagem pelo Solar de Bertiandos, um dos ex-libris do Norte do país, contendo entre outros valores, um marco miliário, uma torre erigida em 1566.

Uma vez na estrada nacional, segue-se junto à reta de Bertiandos, com as serras de Arga e Cabração a Norte e rio Lima a Sul a proporcionarem uma interessante perspetiva do enquadramento da paisagem protegida na bacia hidrográfica do rio Estorãos, que permite compreender o movimento da água desde que entra nesta bacia até que sai, para o rio Lima, através do rio Estorãos e vala do Estado.

Até ao final do percurso, muito próximo do Centro de Interpretação Ambiental, merece especial destaque a Quinta da Lage, onde funciona uma unidade de turismo em espaço rural, fundada no séc. XV, com elementos arquitetónicos do séc. XVIII e vestígios de uso do espaço que remontam ao período romano/medieval.

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