Horas  7 horas 6 minutos

Coordenadas 8317

Uploaded 8 de Dezembro de 2014

Recorded Dezembro 2014

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  • Scenery

     
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1.998 m
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25,12 km

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próximo a Alvoco da Serra, Guarda (Portugal)

Mais uma caminhada na Serra da Estrela.
Saímos de Casal Sancho com -2ºC e chegámos à Torre com 2ºC. o problema é que passadas tantas horas a caminhar, na Torre mantiveram-se os 2ºC.
A neve foi quase inexistente, mas por outro lado encontrámos tudo congelado, mesmo as lagoa maiores.
Grandes paisagens, boa companhia em mais um dia bem passado.

Percurso:
Torre - Lagoa do Covão das Quelhas - Covão Boeiro - Cume - Vale da Candeeira - Piornal - Nave da Mestra e talisca - Curral dos Martins - Vale do Conde - Vale da Barca - Covão dos Conchos - Barros Vermelhos - Covão Grande - Cume - Salgadeiras - Estância de Ski - Torre

Torre:
A Torre é o ponto de maior altitude da Serra da Estrela e também de Portugal Continental, e o segundo mais elevado da República Portuguesa (apenas a Montanha do Pico, nos Açores, tem maior altitude - 2351 m). Este ponto não é um cume característico de montanha, mas sim o ponto mais alto de uma serra. A Torre tem a característica incomum de ser um topo acessível por uma estrada pavimentada, no fim da qual há uma rotunda com um monumento simbólico da Torre existindo também um marco geodésico. Diz-se, embora tal não seja confirmado, que o rei D. João VI teria no início do século XIX mandado erigir aqui um monumento em pedra, de modo a completar a altitude até chegar aos 2000 metros.
O ponto situa-se no limite das freguesias de Unhais da Serra (Covilhã), São Pedro (Manteigas), Loriga (Seia) e Alvoco da Serra (Seia), sendo, por isso, pertença de três municípios: Covilhã, Manteigas e Seia. A Torre também dá o nome à localidade onde está situada, a parte mais elevada da serra.
A real altitude desta área é de 1993 m, conforme acertos introduzidos por medições realizadas pelo Instituto Geográfico do Exército. Precisamente no ponto mais elevado foi construída a Torre, um marco geodésico que assinala o ponto mais elevado da Serra da Estrela. Há um grande miradouro do qual se observa uma vista desobstruída sobre a paisagem de vales encaixados numa zona de contacto entre xisto e granito, recortados por diversos cursos de água.[2] As temperaturas mais baixas de Portugal são registadas no cume da Serra da Estrela, chegando mesmo a atingir -20°C no inverno

Lagoa do Covão das quelhas
Situada a 1810m de altitude numa depressão formada durante o último período glaciar, a Lagoa do Covão das Quelhas tem a forma atual graças a um dique construído com o objetivo de aumentar a capacidade hidroelétrica da Barragem do Covão do Meio, localizada mais abaixo na Garganta de Loriga.

Piornal
Piornal é um Vértice Geodésico de referência no maciço central da Serra da Estrela, de onde se pode obter uma vista panorâmica deslumbrante. Situado a 1755m de altitude, é possível aceder a este ponto através do percurso T11, que liga também dois pontos relativamente próximos, o Cume e o Curral dos martins, sendo que qualquer outro acesso é possível, embora mais complicado. O Piornal encontra-se no no cume de uma das encostas do Vale da Candeeira, sendo possível avistar na outra encosta, o Cântaro Gordo, e mais atrás, o Cântaro Magro e Raso, a Nave de Sto. António e também o Vale do Zêzere. É um local de sossego absoluto, aonde desde já recomendamos uma passagem.

Nave da Mestra
A Nave da Mestra é um covão onde existe um imponente penedo de granito com a forma que lhe dá o nome. Reza a história que o Juiz Dr. Matos, mandou construir ali a sua casa de férias de Verão em 1910. A sua construção foi concretizada pela mão-de-obra vinda de Manteigas em cima de mulas por um caminho que ainda hoje existe, ajudada por macacos hidráulicos utilizados para levantar as gigantes pedras, incluindo aquela que faz de telhado à casa. Esta obra é comprovada pela inscrição que ainda se pode ler na construção principal por cima da porta, “Dr. J.Matos – Barca Hirminius – 1910

Vale do Conde
1590 m.
Este pequeno vale glaciário é coberto por um imenso cervunal que, no Verão, alimenta o gado transumante do Sabugueiro. Em solos de turfa, esta associação vegetal, em que o cervum domina, é formada por espécies próprias de zonas frias. Encontra-se em todo o planalto acima dos 1600 m, entre rochedos, em profundos covões ou em extensos vales. São sítios muito sensíveis e raros, com uma expressão única no país. Merecem todo o cuidado, quando percorridos.

Covão dos Conchos
Esta pequena barragem desvia as águas para a Barragem da Lagoa Comprida através de um túnel com 1519 m de comprimento.

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Situada a 1810m de altitude numa depressão formada durante o último período glaciar, a Lagoa do Covão das Quelhas tem a forma actual graças a um dique construído com o objectivo de aumentar a capacidade hidroeléctrica da Barragem do Covão do Meio, localizada mais abaixo na Garganta de Loriga.
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1858 metros de altitude
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Piornal é um Vértice Geodésico de referência no maciço central da Serra da Estrela, de onde se pode obter uma vista panorâmica deslumbrante. Situado a 1755m de altitude, é possível aceder a este ponto através do percurso T11, que liga também dois pontos relativamente próximos, o Cume e o Curral dos martins, sendo que qualquer outro acesso é possível, embora mais complicado. O Piornal encontra-se no no cume de uma das encostas do Vale da Candeeira, sendo possível avistar na outra encosta, o Cântaro Gordo, e mais atrás, o Cântaro Magro e Raso, a Nave de Sto. António e também o Vale do Zêzere. É um local de sossego absoluto, aonde desde já recomendamos uma passagem.
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A Nave da Mestra é um covão onde existe um imponente penedo de granito com a forma que lhe dá o nome. Reza a história que o Juiz Dr. Matos, mandou construir ali a sua casa de férias de Verão em 1910. A sua construção foi concretizada pela mão-de-obra vinda de Manteigas em cima de mulas por um caminho que ainda hoje existe, ajudada por macacos hidráulicos utilizados para levantar as gigantes pedras, incluindo aquela que faz de telhado à casa. Esta obra é comprovada pela inscrição que ainda se pode ler na construção principal por cima da porta, “Dr. J.Matos – Barca Hirminius – 1910
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1590 m. Este pequeno vale glaciário é coberto por um imenso cervunal que, no Verão, alimenta o gado transumante do Sabugueiro. Em solos de turfa, esta associação vegetal, em que o cervum domina, é formada por espécies próprias de zonas frias. Encontra-se em todo o planalto acima dos 1600 m, entre rochedos, em profundos covões ou em extensos vales. São sítios muito sensíveis e raros, com uma expressão única no país. Merecem todo o cuidado, quando percorridos.
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Esta pequena barragem desvia as águas para a Barragem da Lagoa Comprida através de um túnel com 1519 m de comprimento.
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2 comentários

  • Foto de Casal Sancho Hikers

    Casal Sancho Hikers 16/dez/2014

    I have followed this trail  View more

    boa companhia

  • Foto de coutinho.analuisa

    coutinho.analuisa 8/out/2018

    I have followed this trail  verificado  View more

    Existe apenas uma altura em que o trilho não está bem identificado, o que significa tem que atravessar vegetação alta (outubro) nesta altura do ano - entre vale do Conde e o Lapão da ronca. De resto o trilho é espetacular para termos um panorama geral do cimo da Serra e da bela vista.

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