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próximo a Inhotim, Minas Gerais (Brazil)

Milena Dias e Pedro Gomes - 2o ano Química T1
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Integrantes do grupo
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Obra Desert Park por Dominique Gonzalez-Foerster

Bauman em seus estudos sobre espaço/tempo divide em categorias os lugares das cidades contemporâneas, em que os chamados “espaços vazios” são aqueles que possuem ausência de significado. A proposta da arte com os pontos de ônibus faz-se remeter a esses “espaços vazios”, na medida em que as pessoas passam por pontos de ônibus e não os apreendem enquanto lugar/espaço de relevância/significância. Nessa obra de arte, o tempo é válido pela sensibilidade da intuição perante aos múltiplos pontos de ônibus, em que estes têm uma realidade subjetiva para quem os observa, porque todas as coisas, enquanto fenômenos, estão no tempo.
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Obra Equilíbrio Amarrado por Elisa Bracher

Todos os dias que olhamos para o espelho, percebemos o quanto espaço e tempo escorrem em nós. Seguindo esse raciocínio, essa obra de arte, enquanto espaço, proporciona à nossa mente a capacidade de compreender o momento na qual ela se encontra, ou seja, o momento, possibilitado pelo tempo, na qual percebe-se alterações sofridas pela obra por processos corrosivos, por exemplo. A desordem do mundo e de todas as coisas que nele se encontra, é resultado da modernidade, e esta desmancha tudo que é sólido, sagrado ou profano no espaço e com o tempo.
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Forty part motet por Janet Cardiff

A obra permite a percepção de tempo de maneira indireta, através da simultaneidade e da sincronização dos sons das vozes que compõe a música, com um ciclo de repetição infinita, remetendo ao tempo e sua infinidade. O espaço da obra é particular e carrega uma essência/sensação que muda na medida em que você caminha pelo local, variando de acordo com a proximidade com alguma caixa de som especifica, compondo, assim, a variável espaço/ tempo.

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