Tempo em movimento  5 horas 53 minutos

Horas  6 horas 30 minutos

Coordenadas 4790

Uploaded 7 de Outubro de 2019

Recorded Julho 2019

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próximo a Alvaiázere, Leiria (Portugal)

Começando esta onde acabámos a jornada anterior, eis-nos, deixando para trás o coreto e a Igreja, subindo a Rua de Santa Maria Madalena. Cortamos à direita na Rua 15 de Maio e, logo ali, à nossa esquerda o antigo lavadouro receberia a água que da Fonte Nova correria. A fonte, de carranca, apresenta, epígrafada em pedra de formato oval, os seguintes dizeres "Por contrato feito com a câmara desta Vila em 15 de Novembro (?)... pertence os sobejos da água desta fonte a Beto (?) L. de Moraes e seus herdeiros que fizeram à sua custa esta obra no ano de 1842". Demonstram, estes dizeres, a importância que se dava antigamente à água. Hoje, banhados na abundância, desperdiçamos aquilo que nos dá vida.Descemos já a estrada de Alva-Várzea. Alva-Várzea é a alernativa possível a Al-Bai-zir para o topónimo Alvaiázere. Em frente à Conservatória, pouco conservada, existe um pequeno relvado oval com uma escultura ao centro a que o autor (Santos Carvalho) deu o nome de Alvaiázere, representando nela um conjunto de símbolos icónicos da região. Um desses símbolos é a oliveira. Recortada em dois blocos foi a nossa porta, qual arco triunfal, não de entrada mas de saída.
À nossa esquerda o Cine-Teatro José Mendes de Carvalho, nome de um grande benemérito, é uma das obras construídas com o legado de toda a sua fortuna feito à vila.
Caminhamos já por uma zona nova, não em idade mas em estruturas. À nossa direita o estádio de futebol com pistas de atletismo e bancada coberta. Questiono a rentabilidade de um equipamento destes num lugar destes, mas a questão seguinte é logo um "porque não?..." e um "não têm direito também?...". Por ser vila relativamente pequena e sofrendo já os males da interiorização parece que a pacatez contrasta com estruturas grandes como esta.
Cortamos à esquerda por pequeno carreiro que quase nos passava despercebido. Entramos na Mata do Carrascal. São muitos os carrascos mas também os carvalhos, medronheiros e pinheiros. Ouvi dizer que no início do passado ano teriam plantado azereiros por aqui. Por enquanto não vi nenhum. Dêmos-lhes tempo para crescer e aparecer. Esta mata é aprazível e tem parque de merendas e equipamento num percurso de manutenção mas ... completamente deteriorado. À nossa frente, numa clareira, está "plantado" um moínho de pião. Coitado!... o pobrezinho está tão mal estimadinho... tem a casota podre, o telhado a cair aos bocados e, pela porta aberta, vê-se um conjunto de equipamento muito razoável em estado que nos leva a pensar que não foi usado. A placa que penduraram na parede da casota é uma vergonha porque espelha o modo como é mal empregue o dinheiro das iniciativas comunitárias. Neste caso o Programa Leader. De que valem projetos sem continuidade?... a intenção pode ter sido boa, mas será que os poucos anos (5 ou 6) justificam o gasto?... Além disso, não creio que um moinho aqui e agora seja boa ideia. Porquê?... porque a esta altura com a vegetação alta que existe ao redor não há vento e moinho sem vento nunca será moinho. - Ó mau feitio, esquece lá isso e vamos embora! goza a beleza da mata.
Descemos à várzea. O céu plúmbeo dá-nos o conforto da amena temperatura. Na beira do caminho o trovisco, a aroeira, o sanguinho já mostram seus frutos. Entre oliveiras o nevoeiro matinal descortina o Santuário de N.ª Sr.ª dos Covões. Lembro-me da lenda e, por ser igual a tantas outras, interrogo-me porque é que as imagens de N.ª Sr.ª que aparecem por acaso num qualquer lugar têm a mania de aí sempre voltar?... é cisma da Senhora ou mania do povo?...
Atravessada a várzea subimos agora para a Mata. Do lado direito, separado da estrada por um muro em pedra seca, está um belo lapiás pontilhado de oliveiras. Em direção à Mata de Baixo, por caminho largo em terra batida, começamos a encontrar os Megalapiás. São megalitos que parecem aqui plantados por mão de gigante. No entanto, foi a mãe natura que os talhou aqui mesmo. Sempre que vejo estes fenómenos cársicos tento perceber e aperceber-me do processo e dos milénios que passaram até se formarem. Hoje, o tempo pouco húmido e a temperatura amena não os terá transformado mais que um infinitesimal bocadinho, mas são estes bocadinhos diários que, ao longo de milhões de anos fizeram o que apreciamos agora.
Na povoação há um telheiro com forno e palha para o gado. Casas arruinadas e poucas que apresentem esperança de vida longa. Ali, uma prensa de prensar o bagaço jaz entre o entulho, quiçá da velha adega. Ao lado um cardo exuberantemente florido enfeita a tumba.
Atravessamos a CM1118 para entrar no pequeno carreiro, junto ao muro, que nos levaria ao leito seco da Ribeira das Barrocas, mas as silvas e mato são tantos que não permitem a passagem. Optamos, a contragosto, pelo asfalto da CM1118 que nos levará até à Aldeia do Bofinho. Diga-se que, enquanto uns ficaram tristes por não descer a ribeira, alguém de entre nós deu graças à Divina Providência por estarem ali aquelas silvas que nos impediram o caminho.
E aqui vamos nós, terminado o asfalto, pela Aldeia do Bofinho dentro. Três cachorros ladram ameaçadores mas acabam por nos lamber as mãos. À saída da aldeia as casas em ruínas indiciam um passado mais próspero. A fonte recuperada tem painel de azulejos evocativo de S. José. À volta foi construído um belo e aprazível recanto para merendas. Sobre a pedra, que em tempos foi da vara de um lagar, repousa um belo vaso de flores com, pareceu-me, uma Tradescantia Púrpura bem cuidada. As mesas são antigas mós que abandonaram ou perderam os moinhos. Os bancos são simples pedras calcárias da serra. Parámos um bocadinho aqui para a bucha da manhã. Que bem soube este repouso neste lugar!...
Por caminhos serranos chegamos ao Olho do Tordo. Olhamos lá para dentro para ver a nascente, mas nada, a não ser mosquitos, nasce aqui agora. Tudo seco ao redor. Os limos esbranquiçados, perderam a clorofila e dificilmente se recordarão de quando foram regados pela última vez. Seguimos pelo leito da ribeira abaixo até à azenha. Coitada... já conheceu melhores dias. As levadas, secas, estão completamente entulhadas. Espreitamos pela abertura de comporta que já desapareceu. O rodízio, um pouco deteriorado, e a Pela ainda lá estão. Mais não conseguimos ver. A porta está fechada, por isso, presumimos que ainda haja equipamento lá dentro. O telhado já apresenta marcas de deterioração e em breve tudo se vai e nem a memória fica. Que Pena! Se houvesse um programa Leader qualquer para isto poder-se-ia conservar por mais uns anitos.
Do caminho até Bouxinhas relevo este belo cercal por onde caminhamos agora. Não havendo horizontes longos olhamos cerca a paisagem serrana que vai estando ao abandono. Não há rebanhos nem gentes. Tudo é floresta e mato.
Em Bouxinhas as alminhas, onde um idoso S. Pedro exibe as chaves do céu, e a fonte, com torneira para que não se desperdice o precioso líquido, estão de traje de festa mostrando orgulhosamente as flores de papel com que as vestiram. A dolina está verde e vazia de mais para a época. Todavia, mostra que ainda vai nascendo água por aqui.
Já saímos de Bouxinhas há uns minutos e não me está a agradar este caminho. Vamos a seguir as marcas brancas e vermelhas mas parece-me que em direção errada. Há qualquer coisa que me não agrada e consulto o track no GPS. Pronto!... lá está, vamos a seguir outra GR que não a 26. Devíamos estar a seguir para Vale da Couda mas a direção não é esta. Quando se pôs a questão "vamos voltar para trás?..." torci o nariz, olhei para o mapa online e tomei a decisão: - Não!...Vamos antes seguir um caminho alternativo.
Não sei se o caminho que deveríamos seguir era mais ou menos bonito que este mas sei que este não é desagradável. Caminhamos por entre pinheiros e eucaliptos e, de vez em quando, por entre carvalhos e sobreiros.
O ponto de confluência foi no Casal da Rainha, junto a umas velhas e esquecidas alminhas que apresentam uma imagem de N.ª Sr.ª de Fátima. Aparenta o nicho mais idade que a que tem a Senhora de Fátima. A ser assim, medito, quem terá sido o/a santo/a despejado?... conjeturas!...
Vamos em frente que o sítio por onde passamos tem uma paisagem excecionalmente bela. Um canhão de ribeira, à nossa direita, mostra as paredes de arenito recortadas em tons ocres e atejolados próprios de terrenos argilosos ou com abundância de óxido de ferro. O pinhal que preenchia as arribas e taludes, outrora verde e castanho, está esqueleticamente preto devido a fogo recente. Nos taludes há manchas verdes do mato que renasce sempre das cinzas. É pena que a luminosidade deste dia cinzentão não permita uma ilustração melhor. Paciência. Não se pode querer tudo. O dia está ótimo para caminhar mas está menos bom para as ilustrações.
Cruzamos a N348, que liga Ansião a Alvaiázere, já perto de Almoster. Al Monasterium - a raiz latina com artigo árabe. O mosteiro terá sido importante para dar nome à povoação. Encontramos à entrada da Rua da mata um Padrão Comemorativo. Mas comemora o quê?... nele não vimos qualquer inscrição ou informação. Subimos a rua e deparamo-nos com as ruínas da Igreja Velha. Quando preparávamos esta jornada recordo ter visto uma resolução do conselho de ministro que ratificava o plano diretor de Alvaiázere e nela constava como "Património de interesse municipal a preservar" exatamente esta igreja. Se não erro, esse documento datava de 1997. Fiquei com curiosidade em ver o que teria sido feito para preservar este património nestes 22 anos. Dececionado!... eis como fiquei. Mais dececionado ainda porque, nessa mesma altura, vi um documento sobre a distribuição do Orçamento Participativo da Câmara de Alvaiázere em que eram atribuídos 20.000€ à "Conservação das Ruínas da Igreja Velha de Almoster" e 40.000€ para um Skate Park. Será do meu mau feitio achar que as prioridades estão às avessas?...
Bem, as ruínas que tenho na minha frente têm cantarias pouco interessantes e paredes numa desgraça. Mas terão muita história ligada aos antepassados do povo de Almoster. Soube que, quando o edifício foi alienado pela igreja depois de construída a nova matriz, o novo proprietário quis fazer dela garagem para os veículos da empresa. No processo de transformação deitou a torre abaixo e levantou o pavimento sob o qual foram encontradas as ossadas de gentes desta terra. Profanaram-se tumbas e misturaram-se os restos mortais em vala comum. O povo revelou-se contra esta situação mas pouco se pôde fazer. O espaço foi comprado em asta pública pela junta de freguesia (?) quando a empresa faliu.
Deixemos as ruínas dos edifícios e da história do povo e continuemos outeiro acima. Subimos à Galega, depois Santa Cruz e já caminhamos em direção da Fonte da Escusa. Sendo referência nesta rota, nada encontrei que me pudesse elucidar sobre a importância desta fonte. Chegamos e quase nos passa despercebida. Está de fato e chapéu novos, arranjadinha e pintada a preceito. Descemos e provamos da água. Perguntamos a moça que nos observa do alto de um terraço se a água é milagreira. - se é milagreira não sei mas que é muito boa, lá isso é. - disse-nos. - Bebe dela? - perguntamos. - Desde que nasci. - Respondeu. De facto a água é boa e acho que que a Junta fez bem em recuperar este recanto.
Ficou a fonte, continua a correr a água e... nós continuamos a nossa marcha. Passamos as ruínas do Casal Velho e, numa encruzilhada do caminho, sem se fazer anunciar, aparece-nos uma belíssima penedia calcária. Todos os pormenores do caminho devem ser usufruídos e estes penedos têm beleza suficiente para a nossa contemplação.
Seguimos já pelo Vale da Abelha além. Os nossos passos deveriam ser acompanhados pelo cantar da água da linda ribeira que nos acompanha. Mas o tempo tem sido seco em demasia e se água há em alguma ribeira não é nesta, infelizmente. A moldura ripícola é linda. São sobretudo freixos e choupos. Há aves a cantar entre a folhagem. Um pisco mais afoito pousa perto e saltita sobre o muro que ladeia a ribeira. Ouve-se o zumbir de insetos. Esta paz é contemplativa...
Um pouco abaixo encontramos o Nabão... sêco. Seguimos o curso do rio pela margem esquerda em direção a montante. Pouco tempo nos acompanhou a secura do Nabão pois que, no primeiro entroncamento, lhe dissemos adeus e subimos agora em direção à Gesteira. A reconfortante proteção dos cerquinhos, que por este cercal fora nos sombreiam o caminho, deu azo a que parássemos e reconfortássemos o estômago com os já pesados víveres transportados, desde manhã cedo, nas nossas mochilas. Na barriga o peso não se sente tanto.
Não tendo sido muito o tempo de paragem continuámos por caminhos rurais semi-abandonados até à Gesteira. Sem registo digno de menção aqui vamos na direção da Portela do Fojo. Ao passar, a minha curiosidade se aguça sobre o topónimo. Por tal gostaria de inquirir alguém, mas o passo de quem ainda tem quilómetros para calcorrear me deixou sem resposta e matutando na possível cova funda para apanhar lobos (fojo), que perto poderá ter existido, e no porquê desta portela (que tantas há pelo país fora). Sem disso me aperceber, saímos do asfalto e subimos serra acima por um caminho serrano e, numa curva do caminho, num outeiro, dou de caras com um achado que jamais imaginei que por cá existisse. Quando li no folheto da etapa sobre a existência dos Moinhos da Corujeira pouco liguei pensando que outros seriam, idênticos aos encontrados para trás. Daí o meu espanto que se tornou indignação. À minha frente estão três moinhos em ruínas cuja arquitetura duvido que exista em outro qualquer sítio do país. São cónicos, cobertos a chapa de ferro, com estrutura em madeira, com dupla roda raiada onde se atariam as velas (presumo) e com as mós instaladas num compartimento escavado no solo. Como apareceram aqui?... de onde foi trazida esta arquitetura?... quando foram construídos?... porque os deixaram arruinar-se assim sem que pelo menos um tenha sido recuperado para fins pedagógicos e culturais?... porque são referenciados como ponto de interesse no folheto quando o que existe é tão deprimente?... Aqui sim, justificava-se um Programa Leader. Claro que é a minha opinião, outras haverá que são mais válidas.
Com todas estas questões a fervilhar na minha cabeça nem dou pelo caminho passar e é em gestos um pouco mecanizados que vou acrescentando algumas imagens às ilustrações desta etapa.
Encontro-me comigo já à entrada de Abiúl. Chama-me a atenção um conjunto de placas acrílicas no Jardim do Adro. Nelas constam os nomes de todos os soldados daquela freguesia que combateram nas ex-colónias portuguesas. Guardar a memória de quantos foram para longe, convictos, ao serviço da pátria, acho que é meritório. Naquela altura e naquele lugar não se questionaria da justeza ou não daquela guerra, apenas que era ao serviço da pátria que lhes havia sido ensinada na escola. Muitos não terão querido ir, mas foram. Para mim foram e são heróis, tenham ou não sido condecorados. Não deveriam ter ido?... essa não era com certeza decisão que pudessem tomar sem serem considerados infiéis à pátria. Não fizeram a guerra mas nela tiveram que combater.
Passámos o jardim e descemos à igreja de Nossa Senhora das Neves. Templo classificado como MIP (Monumento de Interesse Público) terá tido a sua génese num templo visigodo (ou moçárabe do séc. IX ou séc. X) de que são testemunho os motivos decorativos existentes nas vergas das portas norte e sul. O que vemos atualmente é uma igreja barroca que, tendo sido construída no século XVI, mostra as características do tempo da sua reconsrução, o século XVIII. A torre de dupla sineira torna-se desproporcionada no templo. Gostaríamos de ter apreciado o interior, sobretudo os azulejos datados do início do século passado e que são produto da fábrica da Fonte Nova de Aveiro que sabemos ali existirem mas, a porta fechada e a vontade de terminar a etapa foram suficientes para que desistíssemos e adiássemos a visita.
Terminamos junto ao coreto que se encontra no espaço público da rua da Fonte da Vila.
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Iniciamos aqui, junto da Igreja de Santa Maria Madalena e do coreto

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A Fonte Nova

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Alvaiázere também é arte

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Na Mata do Carrascal

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Moinho morto na mata

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Parque de merendas

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Equipamento de manutenção

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A vegetação da Várzea

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A vinha por debaixo do nevoeiro

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Oliveiras na várzea

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Lapiás

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Os mega lapiás começam aqui

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Os megalapiás da Mata

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O último megalapiás na Mata de Baixo

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A prensa morreu e a flor do cardo enfeita-lhe a campa

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Ruínas na Aldeia do Bofinho e a Fonte de S. José

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O peso da vara do lagar serve de base às flores e as mós de um moinho servem de mesas

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Caminho serrano

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O Olho do Tordo completamente seco

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Caminhando no leito da Ribeira do Tordo

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Moinho d'Água na ribeira seca

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Pelo cercal além

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Ruínas à entrada de Bouxinhas

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Alminhas de S. Pedro, a fonte é a dolina em Bouxinhas

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Um caminho novo

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Velhas e esquecidas alminhas

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As árvores morrem de pé

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Trombeta Americana (Campsis Radicans)

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Padrão comemorativo

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Ruínas da Igreja Velha de Almoster

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O Cruzeiro

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A Fonte da Escusa

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Os penedos do Casal Velho

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Ribeira sem água

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Por caminhos rurais semi-abandonados

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Por aqui ninguém passa há muito tempo

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O que resta dos Moinhos da Corujeira

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Morrendo desamparados

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A roseira casou com o pessegueiro

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Cerquinhos no outeiro

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A memória de quem a pátria serviu

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No jardim do adro

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Igreja de N.ª Sr.ª das Neves

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Cruzeiro no largo da Cruz

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Duas Casas de Música

2 comentários

  • Foto de AliceLigeiro

    AliceLigeiro 8/out/2019

    Nesta sétima etapa da GR26, continuámos "a descobrir" as aldeias e paisagens serranas.
    Foi sem dúvida um percurso muito bonito. As imagens que ao longo dele pudemos reter, perdurarão certamente. A Paz que nos transmitem dão - nos um conforto interior que, por vezes, contrasta com o cansaço físico.
    Valeu a pena.

  • Foto de AliceLigeiro

    AliceLigeiro 8/out/2019

    Rota com pontos de interesse.
    A fazer.

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