Horas  6 horas 11 minutos

Coordenadas 1492

Uploaded 3 de Janeiro de 2015

Recorded Janeiro 2015

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1.359 m
787 m
0
2,8
5,5
11,04 km

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próximo a Vilarinho das Furnas, Braga (Portugal)

A primeira saída do ano foi dedicada ao Gerês e realizada em família, numa manhã fria de Janeiro, com perspectiva firme de bom tempo ao longo do dia.

O carro ficou parqueado na Portela de Leonte que, por estes dias, tem a sua capacidade reduzida. Não havendo guardas, o acesso ao espaço contíguo às antigas casas do guarda está vedado.

O primeiro segmento faz-se por estrada alcatroada em direcção a norte por cerca de 1,2 kms até encontrar um curso de água à direita - o rio Maceiras.

A partir daqui o percurso é um carreteiro e com essas características se manterá até ao regresso a Leonte. A partir deste ponto - saída da estrada - o percurso desenvolve-se em terreno misto marcado por mariolas e relativamente fácil de seguir. Só num ponto ou outro, por distração, gelo nas zonas mais sombrias ou outra situação similar será necessário sair do trajecto e fazer alguns metros em corta mato.

O piso é tecnicamente bastante acessível com um segmento ou outro a pedir um pouco mais de atenção ou a exigir um pouco mais de esforço.

Depois do alcatrão o caminho faz-se em subida suave por cerca de 1km acompanhando a margem esquerda do rio (direita para quem sobe), altura em que será necessário passar para a margem oposta usando uma ponte de madeira.

O trilho continua a subir por mais 400 metros até um pequeno prado com um abrigo e a partir daqui a subida acentua-se até Carris de Maceiras cerca de 1,5 kms adiante. Daqui tem-se uma vista clara do Pé de Medela e entra-se no segmento final da subida. Até lá serão, desde o início, cerca de 4,5 kms.

Pausas habituais para trepar mais uns metros, fazer as fotos da praxe, almoçar e preparar o regresso que pode ser feito pelo Conho ou, mais rápido e directo, pelas Lamas Borrageiras. Optámos pela última hipótese e entre a derivação para o Conho e o início da descida para a Chã da Fonte (entre os 6,2 e os 7,8 kms), encontrámos bastantes segmentos do trilho cheios de gelo, obrigando a pequenos desvios.

Ainda se considerou a subida ao Borrageiro mas acabámos para deixá-la para outra altura, alargando o trajecto à Roca Negra e a Rocalva.

Num salto estávamos na Chã da Fonte onde nos cruzámos com os únicos caminhantes do dia, um trio que fazia caminho em sentido contrário. Chã da Presa num ápice para um snack rápido e começou a descida para Mourô e últimas fotos do dia.

Entre Mourô e Leonte, por cerca de 1 km, estará talvez a parte do percurso a requerer mais cuidado se o piso estiver molhado, já que haverá muita pedra escorregadia a ser pisada.

De uma maneira geral há água ao longo de todo o percurso. Desde logo no rio Maceiras e depois com abundância no Conho, em Lamas e de seguida em Chã da Fonte. Notar porém que no verão a necessidade de hidratação é maior e que, em alguns pontos da serra, da abundância se passa para a escassez com muita rapidez.

Depois de Leonte começou a luta para encontrar cerveja preta, amendoins e tremoços. Não foi nada fácil!!!
A
Abrigo/prado
Subida - vista de Pé de Cabril
Curral
Subida a Medela
Pé de Medela
F direção Conho
Lamas
Chã da Fonte
Descida para Leonte
Chã da Presa
Prado Mourô

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