← Parte de Camino de Torres, variante por la costa, abril del 2013. 688 kms

 
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próximo a Pinhel, Guarda (Portugal)

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Café da manhã no Café Americano, que felizmente está aberto quando ainda não são sete e meia (hora portuguesa) localizado na Rua da República, em frente à farmácia de Santos, onde observo que a temperatura é de 3,5 graus.

Como detalhe curioso, quando ainda não saí de Pinhel, um enorme cão de cruzamento de mastins e pastor alemão me acompanha, sempre a uma distância muito próxima por uma hora e meia, como se quisesse ficar comigo. Quando saí do bar Zita em Valbom não o vi novamente.

Na Póvoa d'El-Rei existem três fontes, uma fonte abobadada e enterrada de aspecto milenar, outra com nascente e canal para vala bem fechada num rectângulo de calçada espaçoso e uma última com belíssimo anexo frontal, vale e lavandaria. Colheita de macieiras e trabalho para preparar o caminho para baixo Massueime com a sua bela ponte. Continuamos ao longo da margem de um afluente a oeste e entramos no Vale do Mouro com áreas da estrada compactadas com cascalho de sílica que realça a sua brancura, o mesmo que se vê nas montanhas a norte, onde provavelmente existe alguma mineração deste material.

Pouco a pouco a estrada está tomando altura para passar por Ameal com trechos de estradas de grandes lajes para chegar ao seu ponto mais alto, onde você pode ver Trancoso e a estrada desce uma encosta pedregosa bastante caótica que está melhorando à medida que se aproxima para Falachos.

O Caminho original corta para São Martinho mas não ousei entrar na lama em que me havia tornado pela água caída e pela estrada, antes fazendo parada para descansar e comer alguma coisa em um abrigo, cheguei a São Martinho, para onde voltei Vejo as setas que seguem a estrada para um segundo atalho por um desvio para a esquerda que eu comecei, mas estava tão encharcado que me tornei teimoso e recuei para a estrada, dando um colo sem fim que alongou a chegada 3 km.

Perto da base do Castelo novamente as flechas atravessam a estrada e agora se eu voltasse para a estrada marcada muito destruída pela água e pelas rodas dos tratores para subir a Porta do Carvalho e sem entrar na fortaleza, margeando a muralha cheguei perto fim ao hotel D. Diniz onde fiquei num quarto confortável por duas noites, vinculado pela tempestade que atingiu a região da Guarda durante a maior parte do dia seguinte.

Até Trancoso todas as fintas de querer chover tinham permanecido, felizmente minhas orações haviam sido ouvidas até hoje.

Tempo em movimento: 8:47 horas.

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