Horas  7 horas 12 minutos

Coordenadas 674

Uploaded 4 de Fevereiro de 2017

Recorded Fevereiro 2017

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923 m
-1 m
0
1,9
3,8
7,52 km

Visualizado 1416 vezes, baixado 109 vezes

próximo a Furaclinha, Santa Catarina (Brazil)

Ascensão e descida pela via via 1 (voltada para a BR-101)(via leste)(subida das Antenas).
O Morro do Cambirela (922 m) é uma montanha situada no maciço do mesmo nome e fica localizado no Município de Palhoça, próximo de Florianópolis. Está situado na Serra do Tabuleiro e está dentro do território do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro (PEST), sendo esta a maior Unidade de Conservação no Estado de Santa Catarina
O Pico do Cambirela é o ponto culminante do município e da região, destacando-se pelo fato de elevar-se praticamente a partir do nível do mar até próximo dos 1.000m, é possível avistar de seu cume importantes pontos da região, tais como o Rio Cubatão, a Ilha de Santa Catarina os municípios de Palhoça (Praia do Sonho e Pinheira), São José e Florianópolis e o Oceano Atlântico, são mais de 80km de paisagem para uma linda contemplação.
As formações rochosas encontradas no Cambirela são de granito e basalto, uma mistura interessante comumente encontrada na região, fronteira entre a Serra do Mar e a Serra Geral, ambas com formações geológicas distintas.

Atenção neste trilha: Devido a falta de sinalização e manutenção da trilha, frequentemente acontecem incidentes com pessoas que não estão acompanhadas por condutores que conhecem bem a trilha, com a necessidade inclusive da intervenção do Corpo de Bombeiros e/ou Polícia Militar para salvamento / resgate de pessoas que ficam perdidas no meio do mato.

Dicas: Sempre deixe a flora e a fauna da região do mesmo jeito que estavam antes de você chegar. Não deixe nada pelo caminho. Se você conseguiu levar a mochila cheia, pode muito bem trazer seu lixo de volta (e se possível, dos outros também).
NUNCA deixe nenhuma forma de lixo nas trilhas, recolha o lixo que encontrar se for possível.
Toda trilha possui seu esforço é importante conhecer seus limites.
Respeite a natureza! Preservemos a beleza natural do mundo.
Komeco
Área rocha. Descanso
Ponto de água
Bica d água
Ponta de água
Rocha grande
Vista (em cima da rocha)
Passagem na árvore
Caverna
Camping
Topo
Vista
Vista sobre a caverna

6 comentários

  • Dan Pellicciari 29/jan/2018

    bom dia essa trilha esta em bom estado?

  • Foto de Johnny S

    Johnny S 29/jan/2018

    Olá Amigo.
    A trilha se encontra aberta com alguns pontos de erosão bem aumentadas, mas que permitem a passagem.

    Atenção: Esta trilha não possui sinalização e possui alguns pontos que geram dúvida no caminho, de preferência vá com tempo e utilize-se de Gps para seu auxílio.
    Neste local frequentemente acontecem incidentes com pessoas que não estão acompanhadas por condutores que conhecem bem a trilha, com a necessidade inclusive da intervenção do Corpo de Bombeiros e/ou Polícia Militar para salvamento / resgate de pessoas que ficam perdidas no meio do mato.

  • Foto de fininhus

    fininhus 8/ago/2018

    Oi Johnny, tudo bem? Essa trilha é melhor do que a trilha que é feito pela parte que tem cordas?

  • Foto de Johnny S

    Johnny S 9/ago/2018

    Sim na minha opinião é bem melhor que a via da Cordas. Atenção: Esta trilha não possui sinalização e possui pontos que geram dúvida no caminho, de preferência vá com tempo e alguém que já tenha realizado e utilize-se de Gps para seu auxílio.
    A Trilha 3: voltada para a BR-101: via é pela aresta Leste do Cambirela, acesso da BR-101 - tem uma placa sinalizando sua entrada, até entrar na mata em parte úmida e inicialmente vai ganhando-se altitude levemente. Em seguida começa um relevo mais íngreme e montanhoso, começando mais uma "escalaminhada" praticamente toda a subida, sendo necessário o auxílio das mãos com médio a grande esforço e apresenta muitos blocos de rochas e grande evidência de raízes expostas afim de auxiliar. A trilha possui uma "caverna" rochas de abrigo geralmente utilizada para descanso e lanche (infelizmente também é utilizada como acampamentos, com muita sujeira e agressão ao meio ambiente). Esta trilha apresenta a maior inclinação entre as três se ganha muita altitude rapidamente. Apesar da dificuldade imposta pelo terreno inclinado é a trilha mais curta e rápida, acima da área de acampamento normalmente utilizada e se encontra com as trilha da via 1 seguindo até o cume.
    Grau de Dificuldade: é difícil pela distância e grande inclinação da trilha, com passagens que apresentam dificuldade técnica e médio risco.
    Trilha 1: Trilha mais utilizada a que é de acesso pela estrada geral da Guarda do Cubatão. Por ser a mais utilizada, logicamente apresenta o estado mais precário de conservação e com muitos fragmentos de rocha soltos e com grande risco aos usuários. Segue por um terreno totalmente erodido e com pedras soltas com muitos pontos de erosão. Atenção: O trecho vertical com corda fixa, sujeita às intempéries e em precárias condições de uso oferecem grande risco ao usuário. As cordas estão bem desgastadas, algumas com nós inadequados e quase todas fixas em pontos de fixação duvidosa. Tem diversas passagens em barrancos e terrenos que estão sobre forte processo de erosão.
    Grau de Dificuldade: é muito difícil pela condições que se encontram a trilha, tendo grande necessidade física e principalmente psicológica, com passagens que apresentam dificuldade técnica e alto risco.

  • Foto de Johnny S

    Johnny S 9/ago/2018

    ATENÇÃO Na realidade a Trilha 1 nas condições que se encontram diria que é uma trilha para "especialistas" insanos. Lamentável a forma que esta trilha se encontra.
    Trilhas 1, 2 e 3. : Utilizo a nomenclatura numérica de trilhas utilizadas pelo Sr. Dr. Anastácio da Silva Junior em sua Tese: A Educação Ambiental como um instrumento para Sustentabilidade do Morro do Cambirela (2012). Não usando mais a descrição popular da imagem mais difundida no google e usada pela maioria dos sites. Sendo que nas minha descrições equivalem a: Trilha 1: (via 2 - google); Trilha 2: (via 3 - google); Trilha 3: (via 1 - google).
    Atenção neste trilha: Devido a falta de sinalização e manutenção da trilha, frequentemente acontecem incidentes com pessoas que não estão acompanhadas por condutores que conhecem bem a trilha, com a necessidade inclusive da intervenção do Corpo de Bombeiros e/ou Polícia Militar para salvamento / resgate de pessoas que ficam perdidas no meio do mato.
    Orientações:
    Lembre-se: NÃO FAÇA FOGUEIRAS: Ao acampar as fogueiras são proibidas em locais ambientalmente protegidos. A atividade enfraquece o solo e representa uma das grandes causas de incêndios florestais.
    Ao cozinhar utilize fogareiro, para iluminação use lanterna e para se aquecer, basta ter a roupa adequada ao clima do local que se está visitando.
    EVITE ao máximo FUMAR e, se o fizer, sobretudo não descarte suas bitucas no caminho - bituca também é LIXO, apague-as com água e traga junto com o seu lixo.
    Muita atenção ao horário de retorno (variável de acordo com a estação), leve SEMPRE lanterna e baterias sobressalentes. Ao atravessar ou banhar-se em rios e cachoeiras tenha consciência que os mesmos podem subir repentinamente. Isso pode gerar situações perigosas, ilhando ou até arrastando as pessoas.
    Lembre-se: em ambientes naturais há riscos de diversos acidentes e a fadiga pode favorecê-los.
    NUNCA deixe nenhuma forma de lixo nas trilhas recolha o lixo que encontrar se for possível.

    Toda trilha possui seu esforço é importante conhecer seus limites.

  • Foto de fininhus

    fininhus 9/ago/2018

    Obrigado pelas informações Johnny!

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