Horas  uma hora 45 minutos

Coordenadas 702

Uploaded 18 de Junho de 2017

Recorded Junho 2017

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783 m
636 m
0
2,0
3,9
7,83 km

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próximo a Mombuca, Minas Gerais (Brazil)

Trajeto do povoado de Santana do Rio Preto (Cabeça de Boi) até a Cachoeira dos Macacos, que fica a montante da Cachoeira das Maçãs.

COMO CHEGAR:
O povoado de Santana do Rio Preto, mais conhecido como Cabeça de Boi, pertence ao município de Itambé do Mato Dentro, estando a cerca de 9km da sede. Em relação a Belo Horizonte, pelo caminho mais curto são cerca de 110km, cerca de 25km são de terra. A distância em relação a capital é pequena, mas de carro e com trânsito favorável a viagem dura cerca de 2h40, já que as estradas são bastante sinuosas.

A TRILHA:
De uma forma geral, é uma caminhada que pode ser qualificada entre leve e moderada. Se estiver de carro/moto, o total caminhado é de aproximadamente 2km, já que boa parte do trecho pode ser feita em algum veículo. Cerca de 3/4 da trilha é feita por um caminho bem demarcado, somente o trecho final, que é feito no leito do córrego, demanda alguma atenção, já que é preciso pular algumas pedras e andar sobre lajes escorregadias.

Saindo do povoado de Cabeça de Boi, são 6km por uma estradinha de terra em condições medianas até o ponto de estacionamento. Nota-se: logo após sair do povoado, no final da descida, é preciso atravessar um córrego de extensão razoável, mas bem raso. Ademais, o leito do rio é calçado por pedras, facilitando a passagem de carros. Em condições normais, qualquer veículo consegue cruzar este córrego.

Durante o caminho há outras passagens por água, mas se você conseguiu cruzar a primeira, certamente não é nas outras que terá problema.

A estrada passa por algumas propridades até chegar num ponto onde é feita a cobrança da entrada na cachoeira. O valor (junho/2017) é de 10$ por pessoa. Valor bastante simbólico, já que se tem acesso a vários atrativos.

Adiante há uma área de estacionamento para carros, de moto ou bicicleta é possível avançar mais um pouco pela estradinha e estacionar na beira do rio. Deixamos o carro numa das poucas sombras e seguimos o restante pela estradinha a pé. Ao chegar numa área gramada, optamos por atravessia o Rio Preto do Itambé mais abaixo, seguindo numa trilha que margeia a matinha à direita. Há umas rochas que avançam sobre o leito e uma pinguela improvisada, composta por um fino tronco apoiado entre rochas. Passamos pela pinguela, sem molhar os pés ou precisar tirar as botas.

Pela outra margem do Rio Preto seguimos até o encontro do rio com o Córrego do Riacho, que forma a Cachoeira dos Macacos e a das Maçãs. Segue-se à direita no encontroncamento para cruzar o córrego logo adiante. Após a travessia pelo Córrego do Riacho, começa um trecho de subida moderada até a bifurcação que dá acesso ao leito do córrego.

Na subida passamos pelo atalho que dá acesso à Cachoeira do Entancando e à bifurcação que dá acesso à Cachoeira das Maçãs (sinalizada), mantendo à direita na primeira e à esquerda na segunda.

Depois da travessia do Córrego do Riacho são cerca de 750 metros de subida até o ponto em que tomamos à direita numa bifurcação e começamos a descer em direção ao córrego. Ao chegar ao córrego, avançamos pelas rochas das margens e do leito por 480 metros até a Cachoeira dos Macacos. Este ponto pelo leito do rio leva em torno de 12 minutos para ser percorrido. Mais ou menos na metade do caminho é preciso atravessar um poço com cerca de meio metro de profundidade, ponto em que optamos por retirar as botas e continuar o restante descalço. A caminhada é quase sempre feita por lajes rochosas e sem irregularidades.

Depois de que o rio faz uma curva para a direita, começamos a avistar a cachoeira no fundo de um pequeno cânion. Há um bom poço para banho logo após essa curva, próximo a cachoeira os poços são mais rasos. O local é muito interessante e, aparentemente, é pouco frequentado. O complexo de cachoeiras estava bem cheio, mas estávamos sozinhos nesta cachoeira. Durante o nosso retorno, encontramos um gupo de 4 pessoas subindo o rio e só.

CONSIDERAÇÕES:
- Os 6km iniciais podem ser feitos em carros de passeio, a não ser que tenha chovido bastante na região nos dias anteriores, aí a condição da estrada pode piorar muito e o córrego após Cabeça de Boi ficar intransponível;
- Não é um trajeto recomendado após chuvas fortes, já que a caminhada pelo leito do rio ficará mais difícil com o aumento do nível das águas;
- Sempre há o risco de cabeça d'água. Por mais que a caminhada seja pelo leito do rio em algum momento, caso este fenômeno ocorra é possível se abrigar com segurança nas margens, não se desespere;
- O ingresso (junho/2017) estava no valor de 10$ por pessoa;
- Não há qualquer infraestrutura no local, leve água, lanche e caminhe com roupas adequadas;
- O trecho pelo leito do rio pode ser feito descalço, sem problemas; cuidado com as rochas escorregadias;
- Vários pontos interessantes para banho no trajeto até a cachoeira;
- O ponto onde a cachoeira está é pouco iluminado, porém o melhor poço para nadar fica em uma área um pouco mais aberta;
- TRAGA SEU LIXO DE VOLTA!
- Na volta, aproveite para passar nas cachoeiras das Maçãs e do Entancado;
- Boa pernada!
10$
Motos e bicicletas avançam mais um pouco.
Direita para Maçãs

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