Horas  7 horas

Coordenadas 1254

Uploaded 13 de Maio de 2015

Recorded Maio 2015

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160 m
7 m
0
5,9
12
23,48 km

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próximo a Vales, Faro (Portugal)

A Rota Vicentina é uma Grande Rota (GR) pedestre no SW de Portugal. Formada pelo Caminho Histórico e pelo Trilho dos Pescadores, a Rota Vicentina propõe uma vivência única destes dois mundos, entre uma cultura rural viva e autêntica e uma costa surpreendentemente selvagem - integralmente dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina - que merecem toda a nossa atenção, para que assim se possam preservar por muitos anos. Esta rota resulta de uma criteriosa selecção de caminhos rurais e costeiros, para um usufruto pleno desta área litoral, que se encontra num precioso estado de conservação, no que respeita à paisagem, aos valores naturais e ambientais, à cultura e às tradições.
Percorremos parte da Rota Vicentina, iniciamos o percurso em Porto Covo, calcorreamos quatro etapas do Trilho dos Pescadores até Odeceixe, depois seguimos o Caminho Histórico até ao Cabo de São Vicente, ao longo de outras três etapas, totalizando 165 kms dos 350 kms possíveis.
É uma rota imperdivel, duma beleza que nos deslumbra constantemente.

As etapas realizadas:
1ºDIA: Porto Covo - Vila Nova de Milfontes external
2ºDIA: Vila Nova de Milfontes - Almograve external
3ºDIA: Almograve - Zambujeira do Mar external
4ºDIA: Zambujeira do Mar - Odeceixe external
5ºDIA: Odeceixe - Arrifana external
6ºDIA: Arrifana - Carrapateira external
7ºDIA: Carrapateira - Cabo de S. Vicente external

6ºDIA: ARRIFANA - CARRAPATEIRA
Nesta etapa admirável, é constante a presença simultânea da serra e do mar, da natureza intocada e da presença singular do Homem. É praticamente uma etapa-síntese do que a Rota Vicentina tem para oferecer: o poder do mar derramando-se sobre falésias antigas ou sobre tranquilas praias de areia, matos plenos de cor e aromas, uma extraordinária biodiversidade de fauna, tranquilos bosques de sobreiros, zambujeiros e carvalho português, várzeas cultivadas por homens sem pressa, visitadas à noite por javalis e texugos, uma Primavera que explode em flores e insectos coloridos, um Outono que oferece cogumelos e plantas silvestres comestíveis, pontos de contemplação ao nível do mar, no cimo da falésia, na intimidade do bosque ou no alto de uma colina. Vale a pena um olhar mais demorado na praia do Canal e na aldeia da Bordeira.
Os matos que povoam grande parte deste percurso são ricos em esteva e aroeira. O produto mais valioso extraído da aroeira é o mastique, uma resina que escorre como lágrimas de pequenos cortes feitos na casca dos seus troncos. A sua produção é uma actividade económica importante na Grécia e Turquia, sendo a aroeira plantada propositadamente para o efeito. A resina da aroeira é usada como alimento nos países do mediterrâneo oriental – no Líbano, em sorvetes, no Egipto em sopas e compotas, em Marrocos em fumados, na Turquia em sobremesas e no café e na Grécia no queijo, pão, doces e chicletes. Por cá, quem tira maior proveito da aroeira são as aves granívoras, que se deleitam com os seus frutos.

Alojamento utilizado:
L-Colesterol – Restaurante/Quartos | Telefone: 282998147 | email: elcolesterol.aljezur@gmail.com

Ficha Técnica Oficial
Inicio: Arrifana
Fim: Carrapateira
Extensão: 24 km
Duração aproximada: 7 horas
Subida acumulada: 413 m
Descida acumulada: 500 m
Grau de dificuldade: Difícil
Altitude máxima: 162 m
Altitude mínima: 13 m
Época aconselhada: Setembro a Junho

Fonte: http://www.rotavicentina.com

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