Coordenadas 261

Uploaded 28 de Maio de 2017

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próximo a Itajá, Rio Grande do Norte (Brazil)

Após o sucesso da primeira expedição em canoa canadense na mesopotâmia do Vale do Assu, organizamos uma segunda aventura na região à jusante da Barragem ARG, propriamente denominada de Várzea do Assu.
Um percurso de aproximadamente 25 km para apreciar com calma: 5 dias, 4 noites, com acampamento final nas proximidades de Ipanguaçu/RN. É possível praticar todos os dias breves trilhas para conhecer melhor a região.
Entre as dificuldades, a passagem por baixo de algumas cercas de arame farpado, no meio do rio, e uma portagem, onde as águas do rio seguem por manilhas, que não comportam a passagem de uma canoa, abaixo da rua Moisés Soares (Assu/RN).
Planície de inundação, ou várzea, é toda a região à margem de um curso d'água que fica inundada durante as cheias. São áreas muito propícias à agricultura devido à fertilidade do solo. Tais áreas se desenvolvem sobre a calha de um vale preenchido por solo aluvionar, sobre o qual os meandros serpenteiam devido à baixa declividade do curso do rio, o qual, em épocas de cheia, extravasa sua margem original e inunda a região adjacente.
As planícies de inundação ocorrem normalmente no baixo curso dos rios, onde o relevo — mais desbastado pela erosão do que à montante — apresenta pequeno gradiente topográfico; em consequência, a energia da corrente fluvial é diminuída e não consegue carregar muito da carga sedimentar do rio, que é depositada, colmatando o vale.
Obs. Leia as informações contidas em cada "ponto de interesse", marcado com uma bandeirinha amarela

Em breve, o relato completo da expedição no blog Igaruana
Assista o vídeo no Vimeo

Links úteis:
Vale do Assu na Wikipedia
Expedições Igaruana
  • Foto de Corredeiras
Corredeiras com pedras perigosas, dependendo do volume de água do rio. Durante nossa primeira expedição Mesopotâmia, precisamos efetuar uma portagem para seguir à frente. Começamos nossa segunda aventura no mesmo trecho de rio, logo à jusante das corredeiras
  • Foto de Campo E - primeira noite
  • Foto de Campo E - primeira noite
Acampamento da primeira noite. Um lugar ótimo para acampar, com arvores frondosas, que garantem boa sombra. Num amplo rochedo, dá para escolher um bom local para fazer o fogo em total segurança. A partir deste local, dá para fazer uma bela caminhada de cerca dois quilômetros, numa área alagadiça na qual surge um amplo carnaubal
  • Foto de BR304 - Ponte sobre o rio Assu
Ponte sobre o rio Assu, pela qual passa a BR 304 Natal - Fortaleza
  • Foto de Pequena ponte sobre o rio Assu
Pequena ponte sobre o rio Assu, por baixo da grande ponte da BR 304
  • Foto de VZ Lanche 1
  • Foto de VZ Lanche 1
Rancho bom para acampar, armando até duas redes. Pausa para lanche, na manhã do segundo dia de aventuras
  • Foto de VZ Lanche 2
Pausa na sombra de uma arvore à beira do rio; lanche a bordo, sem nem descer da canoa
  • Foto de VZ Cerca n° 1
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 2
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 3
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 4
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 5
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 6
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 7
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 8
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de VZ Cerca n° 9
Cerca de arame farpado, correndo de um lado pro outro do rio. É preciso todo cuidado para efetuar a passagem por baixo dela, escolhendo o local mais apropriado e, eventualmente, soltar uma amarração do arame e depois fazê-la de novo. É bom levar um alicate e um metro de arame de amarra para esse serviço
  • Foto de Campo F - segunda noite
Acampamento da segunda noite. Um lugar onde se podem armar um bom numero de redes e umas barracas também. Local pro fogo já estabelecido. Arvores frondosas garantem sombra o dia inteiro. A partir deste local, dá para fazer uma bela caminhada de cerca dois quilômetros, numa área alagadiça na qual praticar birdwatching
  • Foto de Campo G - terceira noite
Acampamento da terceira noite. Uma grande arvore na beirada do rio, que permite armar duas, ou três redes, sem problema. Não existe local para fazer o fogo já estabelecido: utilizamos três tijolos maciços, que carregamos para essas eventualidades.
  • Foto de Rua Moisés Soares
Estrada de terra que corta o caminho do rio, que segue à frente passando por umas manilhas. É preciso fazer uma portagem, carregando a canoa e toda a carga do outro lado da estrada.
  • Foto de Ruínas de uma pequena ponte
Ruínas de uma pequena ponte, construída pelos moradores, que não resistiu à ação do tempo
  • Foto de Campo D - quarta noite
  • Foto de Campo D - quarta noite
Acampamento da quarta noite. Lugar especial para acampar: as arvores frondosas formam "quartos" separados um do outro, para armar um bom numero de redes e/ou barracas. Local do fogo estabelecido por nós mesmos, durante nossa primeira expedição. A partir deste local, dá para fazer uma bela caminhada de cerca dois quilômetros, no emaranhado de pequenas ilhas e canais que se estende na região
  • Foto de VZ Ponto de chegada
Ponto de chegada desta aventura. Dez minutos depois de alcançar o local, o táxi com bagageiro, que contratamos com antecedência, veio nos recuperar. Isso faz parte de um bom planejamento

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