Horas  22 dias 3 horas 8 minutos

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Uploaded 19 de Novembro de 2018

Recorded Novembro 2018

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próximo a Feitos, Braga (Portugal)

www.portugalprofundo.com
By ROTAS "Portugal Profundo", Paula Abreu ©
:: Barcelos - A CIDADE CONDAL ::

"ROTA das Aldeias do Condado" - NORTE e SUL, uma vez que o Rio Cávado encaixa
na perfeiçção como fronteira geográfica para o mesmo enquadramento;

- O Concelho de BARCELOS tem 89 Freguesias, das quais:

- 43 Freguesias a NORTE do Cávado, e..

- 46 Freguesias a SUL do Cávado

- Aproveitando a comemoração dos 720 Anos de BARCELOS CIDADE CONDAL (em 2018)

- A planificaçao de ambas as Rotas tem como pricipio basilar LIGAR cada uma das freguesias tendo como fator comum as suas IGREJAS MATRIZ/PAROQUIAIS (Way Point)

- O percurso de ambas as rotas tem uma forte abragencia RURAL, quer por caminhos ancestrias (terra, calçadas portuguesas, vias romanas e asfalto secundário)

- É assumidamente um ROTEIRO (ROTA) para utilizadores de viaturas 4x4 (Jipes, Mota ou Quod) e a todos os amantes da modalidade

- Além dos Way Points de passagem obrigatória por cada uma das suas respetivas IGREJAS MATRIZ, são fornecidos outros WP de valor acrescentado, nomeadamente
os de Patromónio Cultural e Histórico, Ambiental e Arquitetonico)


- Contará com um trajeto acessível a todas as viaturas 4x4 conferindo assim uma oportunidade de se iniciarem todos aqueles que ainda não tomaram
conhecimento com esta modalidade.

- De qualquer das formas, e ainda quanto à "dificuldade" é sempre muito resumida quando comparada com a abrangência que a mesma pode conter,
de qualquer forma, esta simples informação é todavia indicada considerando um jipe no seu estado original.


- RESUMIDAMENTE, esta é (mais coisa, menos coisa) a minha matriz em relaçao à ROTA das Aldeias do Condado (a NORTE e a SUL do Cávado)


Rio Cávado
O Rio Cávado é, indubitavelmente, o recurso turístico com mais potencial acumulado no concelho de Barcelos o qual tem inúmeras potencialidades ao nível do lazer para as populações locais e visitantes. O Rio Cávado divide o concelho de Barcelos sensivelmente a meio, no seu caminho para o Atlântico. Neste percurso banha as freguesias de Ucha S. Romão, Pousa, Areias S. Vicente, Areias de Vilar, Manhente, Rio Covo St.ª Eugénia, Tamel S. Veríssimo, Barcelos, Barcelinhos, Vila Frescaínha S. Pedro, Gilmonde, Mariz, Perelhal e Fornelos criando ao longo destes espaços de grande potencial turístico, como praias fluviais, paisagens, zona de lazer, percursos naturais, entre outros espaços de grande valor típicos das zonas ribeirinhas. As margens do rio são particularmente ricas ao nível do património aquífero e etnográfico decorrente da relação que o homem teve com o rio ao longo dos tempos. O rio proporciona ainda cenários para a prática de desportos náuticos entre os quais se destaca a canoagem, nomeadamente no troço Areias de Vilar a Barcelos.

Para conhecer melhor este curso de água que marca a identidade geográfica do concelho de Barcelos e todo o baixo Minho, aconselhamos uma visita atempada a Barcelos com fruição das margens deste rio para desfrutar em pormenor o património aquífero, etnológico, faunístico e florístico que lhe está inerente, para o efeito deixamos em seguida algumas dicas:

Ucha S. Romão – Lug. Quintão;
Pousa junto à Ponte sobre o Rio e área florestal adjacente;
Areias de S. Vicente – Junto à Barragem de Penide (aconselhável para observação de aves e lontras);
Areias de Vilar – Agras do Rio – Perto do Mosteiro de Vilar de Frades, zona rica em património molinológico.
Tamel S. Veríssimo (Lugar de Pontes a Lugar de Barreiras) – área de Interesse paisagístico onde se localiza a Ilha do Tostão;
Manhente – Margem do Cávado do Lugar da Igreja a Lugar do Barco – Zona com potencial diverso onde se reúnem todas as potencialidades deste curso de água. A vista aqui é dominada pelo Rio Cávado e pelas suas margens e encimada pelo Mosteiro de Vilar de Frades e pelas faldas e pelo Verde do Monte de Airó.
Rio Covo St.ª Eugénia (Lugar do Monte das Azenhas) – Zona que antecede a Ponte Eiffel e a Ponte Nova, área de interesse paisagístico e para a prática de desportos náuticos;
Areal de Barcelinhos e Frente Ribeirinha de Barcelos – é seguramente a imagem mais forte deste curso de água, o seu encontro com a cidade de Barcelos, o que proporciona um cenário de grande beleza. O rio e a cidade fazem parte do mesmo postal turístico é uma das imagens mais fortes do Portugal Turístico.
Perelhal / Mariz – Área de interesse para a fruição uma vez que as margens proporcionam alguns espaços de lazer naturais junto ao rio. Algumas áreas são utilizadas como praias fluviais. De destacar ainda os açudes e moinhos que existem neste troço do Rio.
Fornelos / Gilmonde – Área de grande interesse paisagístico e faunístico, forma-se aqui um percurso natural paralelo à margem do Rio muito adequado para a fruição ambiental.

Estas são apenas algumas sugestões de visita que permitem um melhor conhecimento do vasto património que está associado a este curso de água.



Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 16:02
Distância percorrida: 158,5 km (530:08)
Tempo em andamento: 527:15
Velocidade média: 0,3 km/h
Média em movimento: 0,3 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 6 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 15,5 m/h
Velocidade de Descida: -11,9 m/h
Ganho de altitude: 3433 m
Perca de altitude: -3658 m
Tempo de Subida: 221:11
Tempo de Descida: 308:38

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Arquitetura religiosa

1 - Igreja da Freguesia dos FEITOS - Concelho de Barcelos

Igreja Paroquial da Freguesia dos FEITOS - Concelho de Barcelos www.portugalprofundo.com Fotos By Paula Abreu By ROTAS "Portugal Profundo", Paula Abreu © ........................................................................................................................................................... A Freguesia Feitos fica na encosta do monte Sªº Gonçalo com 480 m de altura e virada ao mar, no qual se vê Esposende e Fão. Lateralmente encontra-se também o monte São Mamede e o da Serra. Do cimo destes montes a vista alcança o infinito, como os montes do Gerês, Sameiro, Sª Luzia, Povoa do Varzim e o mar numa grande extensão. Feitos é atravessada pela estrada nacional 103 e fica a 7 km de Barcelos, 10 de Esposende e 22 de Viana do Castelo. Feitos fica rodeado pelas freguesias de Fragoso, Palme, Vila Cova, Vilar do Monte, e Tamel Sta Leocádea. No passado, Feitos vivia da pastorícia, e da agricultura com os seus rebanhos de ovelhas e cabras, onde de manhã cedo ao som de um toque agudo os proprietários dos gados soltavam os mesmos para os caminhos aí o pastor do dia, ou seja a pessoa que estava destinada a guardar os rebanhos nesse dia os encaminhava para os montes até ao fim do dia. Aqui a maioria dos habitantes tambem cultivavam o linho que depois de semeado e ter produzido era arrancado tirada a semente demolhado no ribeiro durante 9 dias e secado ao sol tambem durante 9 dias era apanhado e levado a um moinho próprio para se tirar a fibra para se espadelar e fiar para depois ser tecido aonde era produzido os panos e bordados de linho. Junto ao ribeiro existiam 12 moinhos de água que pertenciam a vários proprietários que moíam o milho para ter a farinha para os animais e para cozer a broa de milho. Hoje em dia não funciona nenhum moinho e também não se cultiva o linho. A freguesia de Feitos anteriormente Santiago de Enxate, nos fins do século dezasseis e princípios do dezassete começaram a estender se mais para norte por ser mais solhoso e mais seco. Em 1689 era benzida a nova igreja que tinha sido transladada do lugar da seara para o lugar que se encontra se hoje, com a mudança da igreja tambem vieram varias imagens como a Sra. Da guia, Sr. Crucificado, a Sra. das dores e a Sra. do Rosário. Passaram alguns anos e imagens estas, que ainda se encontravam nos altares da igreja excepto a Sr.ª do Rosário que esta depois de ser dada como degradada, foi arrumada para ser mais tarde queimada como de costume nessa época, só que quando foram buscar ela encontrava-se totalmente renovada e em bom estado, e por esse motivo chamaram-lhe desse momento de Sr.ª dos Milagres que se venera ainda hoje nesta freguesia no segundo Domingo de Agosto. Na construção da actual igreja construirão também um torreão com dois sinos que mais tarde em 1934 foi concluída a torre existente que com três sinos e um relógio que tocava o sino todas as horas e meias horas. Em 1939 foi construído o cemitério paroquial que mais tarde foi ele também aumentado para as dimensões actuais, pois antes disso os corpos eram depositados no adro e dentro da igreja. Na década de 80 foi esta mesma igreja remodelada, e aumentada lateralmente na parte da capela-mor. No exterior também foi alargado o adro que ficou com mais espaço e mais assecível. Feitos é atravessada pela antiga estrada Real Porto a Santiago de Compostela, esta estrada bifurcava em dois ramais no início da freguesia e juntava no fim desta, uma destas passava junto à Fonte dos Mortos e mais curta mas, no Inverno quase intransitável pela abundância das águas, a outra passava junto à actual igreja paroquial mais longa, mais agreste, mas mais seca. Nesta estrada existia um nicho de alminhas que ainda existe. Na outra via junto à fonte dos mortos existia umas alminhas e uma forje que depois da abertura da Estrada Nacional 103 foram mudadas para junto desta e as alminhas actualmente ainda existe. Aqui passaram vários Reis e Rainhas sendo uma das últimas a passar D. Maria II numa litreira puxada por dois cavalos e onde as pessoas deslocavam-se às bermas para verem passar o cortejo real. Feitos no princípio do séc. XX tinha uma elevada taxa de analfabetos, os que sabiam ler e escrever ensinavam os seus familiares e outros recorriam a escolas das freguesias vizinhas só mais tarde em 1931 foi inaugurada a primeira escola bem no centro da freguesia, onde as crianças a começaram a frequentar. Em 1959 foi inaugurada a nova escola de uma sala no alto das cruzes, e no ano 1980 foi aumentada para duas salas. Feitos actualmente vive da construção civil e têxtil. Na freguesia existem algumas micro-impresas, também existe uma mercearia e dois cafés. Um destes é o café do Galo onde no seu exterior se encontram várias esculturas das quais sai um enorme galo conhecido Mundialmente. ...................................................................................................................................................... História da freguesia de Feitos Feitos, orago Santiago, era uma vigararia da apresentação do convento dos Lóios de Lamego. O Dr. Pedro Tavares, vigário in solidum da freguesia de Santiago dos Feitos, fez renuncia da sua igreja a favor dos Lóios do convento de Santa Cruz de Lamego, ao qual o Papa Pio IV em 1567 anexou in perptum, sendo padroado deste convento até 1834, (Fr. Francisco de St.ª Maria_ Ceo Aberto na Terra, capítulo XIV, Pág. 415). Esta freguesia era primitivamente conhecida pelo nome de Santiago de Enchate, cujo nome ainda hoje se liga a um lugar da freguesia de Vila Cova, que abrangia o da seara, onde esteve a antiga matriz de Enchate, (Bento Antas da Cruz_ Ensaios para os anais do Município de Barcelos, Parte primeira, edição de 1932, pág.14). Com a mudança da igreja daquele lugar para o sitio onde está, tomou a freguesia o nome dos Feitos, talvez por nele haver muitos fetos, plantas a que o povo chama feitos, se não de algum feito, façanha, que aqui se desse. Nas inquirições de D. Afonso II de 1220 vem esta freguesia com a designação =” De Santo Jacobo de Eixati”, de Terra de Neiva. Nelas se diz que o rei não tem reguengo algum e que “vadunt ad castellum. Et in cauto in quodam loco dant eciam regi 2 morabitinos de renda” Que o rei não é padroeiro e que esta igreja tem sesmarias, Bouro, 2 casais, e Palme; 4 casais. Nas inquirições de D. Afonso III de 1258 se diz: “in Judicato de Nevia. Item, in parrochia Sancti Jacobi de Exati frio” que o rei não é padroeiro e que vão ao castelo. A freguesia de Feitos esteve anexada à de Palme durante 60 anos, adquirindo a sua independência só em 1905. O visitador desta freguesia em 1666 diz que a igreja estava em sítio deserto, passando um ribeiro entre ela e o seu lugar principal, tornando-se difícil a assistência religiosa, principalmente na ocasião das grandes cheias, e que o vigário deixara de habitar a Residência por insuficiente, e por isso ordenava que a igreja fosse construída no povoado. Em 1670 ainda estava no lugar da Seara, mas em 1676 já era benzido o novo templo pelo arcebispo de Braga, D. Veríssimo de Lencastre, sendo então vigário dos Feitos o P. João de Faria. As obras, porém, só terminaram em 1689. Da igreja velha não existem vestígios, aparecendo da antiga residência apenas alguns restos de paredes.
Arquitetura religiosa

2 - Igreja Matriz da Freguesia de PALME - Concelho de Barcelos

Igreja Matriz da Freguesia de PALME - Concelho de Barcelos www.portugalprofundo.com Fotos By Paula Abreu ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" ....................................................................................................................................................... Freguesia de Palme Da Pré-História à idade Média A ocupação humana no território que corresponde à atual freguesia de Palme remonta a tempos muito recuados, havendo vários vestígios que comprovam a presença humana desde a pré-história, nomeadamente na zona correspondente ao planalto da Figueiró. Até à abertura da EN 103, no século XIX, o planalto da Figueiró era uma área relativamente remota e de difícil acesso. Nessa zona foram encontrados vários vestígios pré-históricos, que são difíceis de determinar, mas que Almeida (1993) situa no contexto do Megalitismo do Norte de Portugal (nos III e II milénios a.C.). Mas fora desta zona também foram encontrados artefactos muito antigos. Por exemplo, nas imediações do Mosteiro de Palme foi encontrado um sílex com cerca de 6000 anos. Outras peças de pedra trabalhadas em quartzite foram encontradas nos montes de Fragoso e de Carapeços, assim como vários restos arqueológicos da Idade do Bronze e do Ferro. Deste modo pode concluir-se que o Homem se fixou no território correspondente à atual freguesia de Palme e na sua envolvência há muitos milhares de anos atrás. Os testemunhos deixados pelos nossos antepassados são, por isso, de inegável valor histórico e patrimonial. Os mais importantes, alguns dos quais ainda podem ser observados nos locais originais, são constituídos pelas antas e pelos menires. O maior número destes monumentos, que remontam à Idade do Bronze e do Ferro e que se integram na chamada Civilização Castreja, foi encontrado, precisamente, no planalto da Figueiró. No perímetro de Palme são conhecidas quatro antas. Uma das antas conhecidas está localizada no Souto de Cerquido, perto da EN103. Trata-se de um monumento funerário pequeno, com câmara violada, com um “tumulus” e um corredor voltado para Nascente. Nos limites de Palme com Vila Cova está também implantada junto à EN uma anta com características idênticas, sendo conhecida por “mámua do Sobreiro do Rei”. Está localizada a curta distância da berma da EN103, a escassos metros do entroncamento do acesso a Vila Cova. Junto ao caminho que liga a referida EN a Bustelo, no lugar conhecido por Vilar, encontram-se mais duas antas. A primeira delas surge do lado esquerdo no sentido da EN 103 para Bustelo, numa bouça, a escassos metros de uma moradia que ali foi construída. É um monumento largo, de planta circular, com cerca de 20 metros de diâmetro por 1 metro de altura. Tem uma cratera de violação não muito profunda, mas muito abrangente. A segunda delas está distanciada a 950m da primeira, encontrando-se a cerca de 15m do muro do caminho que vai de Bustelo ao lugar de Sião. É bastante mais pequena, tendo 8m de diâmetro por 1,5m de altura. Tal como a anterior, esta anta apresenta uma cratera de violação, mas menos profunda. Quanto aos menires, o seu conhecimento e identificação ficou a dever-se aos trabalhos do Dr. Penteado Neiva, que levou a cabo um conjunto de prospeções arqueológicas no planalto da Figueiró, na década de 1970. O estudo permitiu identificar a existência de dois menires, que estavam localizados na divisória de Palme com Feitos, tendo sido posteriormente ambos deslocados. Estes dois menires em conjunto com os existentes no vizinho concelho de Esposende (S. Paio Antas, Forjães e S. Bartolomeu do Mar) formam o mais importante núcleo megalítico deste tipo de monumentos de todo o Norte de Portugal. Um dos menires é conhecido por “Marco da Zarelha” . Inicialmente estava localizado na Bouça do Quinhão, a escassos metros de uma das mámuas situadas no caminho para Bustelo. Em 1989, com as obras de alargamento deste caminho, o menir foi removido e foi colocado no largo defronte à sede da Junta dos Feitos, onde foi implantado numa espécie de vaso de tijolo e betão. Originalmente, o menir tinha 1,80 metros de altura, dos quais 0,40 metros estavam enterrados e encontrava-se ligeiramente inclinado para Sul. Como é comum neste tipo de monumentos, o menir tem uma forma fálica, que foi conseguida pelo adelgaçamento da sua parte superior e pela inclinação dada. Foi construído em granito grosseiro, o que explicará a maior erosão detetada na sua parte superior. Nesta há um chanfro retangular que foi mais tarde esculpido para dependurar uma cruz de madeira, com a qual o menir era decorado sempre que no caminho passava uma procissão a caminho de um calvário situado junto a Bustelo. O outro menir é conhecido por “Pedra do Coelho” e estava também localizado na divisória entre Palme e Feitos. A descoberta deste menir foi algo fortuita, pois ficou a dever-se à informação de um morador de Bustelo, aquando dos preparativos da remoção do Marco da Zarelha. Nessa altura, o previdente habitante informou os Serviços da Câmara que uma pedra idêntica havia sido enterrada ali próximo, na sequência das mesmas obras de alargamento do caminho. Com base nesta informação, os Técnicos do município resgataram o menir enterrado, que foi levado para o Museu Arqueológico de Barcelos, onde ainda hoje pode ser observado. A Pedra do Coelho tem características muito idênticas às do outro menir (dimensão, forma fálica, inclinação, existência de um chanfro), distinguindo-se por ter sofrido uma menor erosão e por possuir uma cruz esculpida na parte superior numa tentativa de “cristianizar a pedra”. O que não é possível determinar é se estes dois menires faziam parte de um conjunto mais amplo (de um alinhamento ou de um cromeleque), que foi destruído com o passar do tempo, ou se a sua proximidade era uma mera coincidência. No extremo Norte da freguesia, no limite com Aldreu, à face de um caminho de acesso florestal, encontra-se um menir de pequenas dimensões. Está inserido num muro numa curva de ângulo muito fechado, pelo que tem sofrido diversas escoriações provocadas pela passagem dos tratores, estando por isso em risco. Tem cerca de 1m de altura e 0,35m de largura. Apresenta um truncamento junto ao topo, bem como aquilo que parecem ser dois fossetes, numa tentativa aparente de decorar esta peça. Um outro local onde se encontram diversos vestígios da Civilização Castreja é o monte do Crasto. Este monte que atualmente está integrado na freguesia de Aldreu, mas que, em tempos, pertenceu à antiga freguesia de S. Salvador de Palme, guarda ainda o topónimo de um povoado castrejo da Idade do Ferro, que esteve implantado neste cabeço. Embora o tempo e a ação humana se tenham encarregado de apagar a maior parte dos seus vestígios, algumas prospeções permitiram detetar vestígios de vários períodos, desde a Idade do Ferro à Idade Média. Este castro era constituído por duas muralhas e um fosso, que estava localizado no exterior da muralha, a Nascente e que, atualmente, está atulhado. O povoado era dominado por uma pequena acrópole cuja defesa era assegurada pelas muralhas de pedra. No interior desta muralha são ainda visíveis o que resta das antigas casas de forma circular e retangular. É no espaço delimitado pelas muralhas que se têm encontrado vestígios de várias épocas, incluindo a tégula, o imbrex e a cerâmica castreja, mas também a olaria medieva (olas, potes, fundos de alguidares, etc.). A ligação do Mosteiro de Palme ao monte do Crasto surge num documento medieval onde é descrito que um tal de “Alfe Tamiel” foi doado em testamento ao referido Mosteiro. Almeida (1993) acredita que este “Alfe Tamiel” é precisamente o monte do Crasto. Apesar, como se disse, deste monte não estar no perímetro da atual freguesia de Palme, esteve-o em tempos, nomeadamente quando a freguesia de S. Salvador de Palme foi extinta e o seu perímetro (onde se incluía este monte) foi anexado a Stº André de Palme. Ainda hoje, a recente toponímia adotada nas ruas da freguesia guarda a memória deste monte, havendo um caminho batizado por “Calçada do Cresto” (“Cresto” é uma variação errada de Crasto que os residentes locais insistem em manter). Em suma, a histórica presença humana no território correspondente à atual freguesia de Palme, como não poderia deixar de ser, não foi um fenómeno isolado e enquadra-se no contexto da ocupação verificado na região envolvente. As características da área correspondente ao planalto da Figueiró (território isolado, com abundância de água e de solos férteis, nas proximidades de montes elevados) foram, na verdade, determinantes para a fixação dos nossos antepassados, pelo que a Figueiró e Bustelo poderão ter sido os sectores onde se instalaram os primeiros e os mais importantes povoados da atual freguesia. O próprio topónimo “Bustelo” deriva do baixo latim “bustellum”, que significa pastagem. O pastoreio de gado miúdo (cabras e ovelhas), que se fazia normalmente de forma comunitária através do sistema de vezeiras, deverá ter sido muito importante para a sobrevivência destas comunidades humanas. Ainda no século XVIII surgiam referências às “Besseiras” de Bustelo e aos diversos pastos de gado existentes na Figueiró e no Monte de S. Mamede (Feitos), como descreve o Padre Gomes nas memórias paroquiais de 1758. ........................................................................................................................................................ Do Século XIX à Atualidade As invasões francesas foram um dos acontecimentos mais marcantes da história portuguesa do início do século XIX. Em particular, a segunda invasão (1809) teve uma repercussão direta na região Norte do país. Os invasores, comandados pelo general Soult, romperam pela fronteira de Chaves, com a determinação de chegarem ao Porto. Nessa caminhada, os gauleses depararam-se com a resistência oferecida pelo exército e pelas milícias populares, de que resultaram várias batalhas, tendo sido uma das mais sangrentas a que se travou às portas de Braga, cidade que, no entanto, viria a cair nas mãos dos invasores. Daqui os franceses ocuparam diversas cidades, como Barcelos, e dirigiram-se para o Porto. Ao cabo de semanas de confrontos, o exército português, auxiliado pelas forças inglesas, deitou por terra os intentos do invasor, obrigando-o a bater em retirada por Barcelos e Ponte de Lima e daí para a Galiza. Na debandada, os invasores saquearam e vandalizaram o que puderam e envolveram-se em diversas escaramuças com as milícias populares. Há relatos que os barcelenses constituíram focos de resistência e emboscadas aos franceses, provocando-lhes diversas baixas, como sucedeu em Carvalhal. Na investigação efetuada, não há qualquer indício de que as tropas francesas tenham passado por Palme, nem à data da invasão, nem da sua retirada. Contudo há relatos de confrontos em freguesias próximas (Creixomil) e dos gauleses terem estado nos Feitos. Por isso, não será de excluir que os palmenses tenham participado nas milícias populares ou que tenham, de algum outro modo, reagido à presença próxima do inimigo. O ano de 1834 foi marcante na história da freguesia de Palme por dois acontecimentos. As reformas levadas a cabo pelos liberais determinaram a extinção das ordens religiosas em todo o país. Esta medida levou ao encerramento do mosteiro de Palme que à data da extinção contava já com um reduzido número de monges. Por conseguinte, o mosteiro e os terrenos envolventes foram desamortizados dos bens eclesiásticos e foram incorporados nos bens nacionais, tendo sido arrematados pela família Moniz de Moncorvo, mais concretamente pelo Bispo do Porto (D. António Bernardo da Fonseca Moniz). Por outro lado, 1834 corresponde também ao ano em que a freguesia de S. Salvador foi anexada à de Santo André, que passaram a ser conhecidas apenas por Palme. A fusão destas freguesias surge na sequência das reformas levadas a cabo nesta altura, que deram origem a um novo mapa administrativo, onde a nota dominante foi a redução do número de concelhos e de freguesias. A anexação de S. Salvador à freguesia de Santo André terá ficado a dever-se à maior dimensão demográfica e territorial desta última. Com este processo, os lugares de Bustelo, de trás e do Mosteiro passaram a ficar integrados na freguesia de Santo André de Palme, que viu assim aumentar o seu território. De notar que alguns anos mais tarde, o desenho territorial da freguesia foi novamente alterado com a anexação da freguesia de Feitos à de Palme. Esta fusão durou 60 anos, período durante o qual a freguesia foi designada por Palme e Feitos. As freguesias separaram-se novamente em finais de 1904 conforme o decretado no alvará do Governo Civil de 27/12/1904, publicado no Diário do Governo (nº 295) em 30/12/1904. Na segunda metade do século XIX, na sequência do Código Martins Ferrão, esteve iminente uma outra alteração administrativa que, contudo, não saiu do papel. O documento previa que Palme e outras freguesias limítrofes (como Fragoso) passassem a integrar o concelho de Esposende, mas esta proposta não foi avante, pois o referido Código não chegou a entrar em vigor, uma vez que foi alvo de forte contestação popular. Em meados do século XIX, Palme deu título a um baronato: o Barão de Palme. Trata-se do mais baixo dos títulos da nobreza (inferior ao de Conde ou de Duque, por exemplo), com o qual foi agraciado José Maria da Fonseca de Moniz, irmão do bispo do Porto que comprara o mosteiro. O primeiro barão de Palme ( na figura anexa) destacou-se pela determinação dos seus ideais e pela bravura com que os defendeu. Participou na Guerra Peninsular, combatendo as tropas Napoleónicas; esteve exilado em Inglaterra por ser contrário à governação absolutista de D. Miguel; da Inglaterra passou para a ilha Terceira, único ponto do país que não se subjugou ao domínio de D. Miguel; foi um dos bravos que desembarcou no Mindelo em 1832; lutou durante as guerras civis sempre ao lado dos liberais, tendo ficado ferido na batalha da Ponte Ferreira e na ação das linhas de Lisboa; participou nas lutas de Maria da Fonte; em 1846 e em 1851-52 foi Deputado na Assembleia, tendo também participado no movimento da Regeneração. Por esta intensa carreira político-militar, José Fonseca de Moniz viria a ser agraciado com o título de barão de Palme em 2 de junho de 1851. O seu corpo jaz na capela do mosteiro, num mausoléu de mármore que tem a seguinte inscrição:” Aqui jaz José Maria Fonseca de Moniz Barão de Palme brigadeiro do exército nasceu a 20 de dezembro de 1794 e faleceu em Lisboa a 20 de dezembro
Arquitetura religiosa

3 - Igreja Matriz da Freguesia de ALDREU - Concelho de Barcelos

Igreja Matriz da Freguesia de ALDREU - Concelho de Barcelos Paula Abreu - www.portugalprofundo.com .................................................................................................................................................... RESENHA HISTÓRICA Aldreu Situada na bacia orográfica do Neiva, junto à extremidade Noroeste do concelho, a toponímia da freguesia da Aldreu é suficiente para provar que o povoamento no respectivo território é anterior ao século XII. Junto ao limite desta freguesia com a de Forjães (Esposende) regista-se o topónimo Madorra, respeitante a um populoso lugar meeiro daquelas duas paróquias. Até ao presente, nenhum monumento megalítico foi ali encontrado, contudo, é de crer que naquele lugar terá existido uma “mamoa”, até porque na vizinhança se registaram alguns desses antigos monumentos. De facto, a arqueologia da vizinhança especialmente marcada por castros, leva a considerar um povoamento local ainda mais recuado, de épocas romanas. Na parte meridional da freguesia, no lugar do Souto, muito perto do Mosteiro de Palme, passava uma antiga estrada romana. Ao que parece, Aldreu ter-se-á designado primitivamente apenas pelo seu orago, Santiago, sendo que aparece registada nas “inquirições” de 1220 como “de Sancto Jacob de Palmi”. O composto “de Palmi” deve-se ao facto de Aldreu estar naquela época integrada, no todo ou em parte, no Couto do antigo Mosteiro de Palme, que se deve atribuir a um dos monarcas do século XII, provavelmente D. Afonso Henriques.


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/29/2018 16:23
Distância percorrida: 11,7km (50:28)
Tempo em andamento: 49:52
Velocidade média: 0,23 km/h
Média em movimento: 0,24 km/h
Velocidade Máxima: 47,89 km/h
Altitude Mínima: 57 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 339,3 m/h
Velocidade de Descida: -346,6 m/h
Ganho de altitude: 178 m
Perca de altitude: -361 m
Tempo de Subida: 00:31
Tempo de Descida: 01:02

Arquitetura religiosa

Capela de Nossa Senhora do PILAR


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/29/2018 16:29
Distância percorrida: 12,9km (50:35)
Tempo em andamento: 49:56
Velocidade média: 0,25 km/h
Média em movimento: 0,26 km/h
Velocidade Máxima: 47,89 km/h
Altitude Mínima: 57 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 418,1 m/h
Velocidade de Descida: -7,5 m/h
Ganho de altitude: 240 m
Perca de altitude: -376 m
Tempo de Subida: 00:34
Tempo de Descida: 49:57

Arquitetura religiosa

4 - Igreja Matriz de FRAGOSO - Freguesia do Concelho de Barcelos

www.portugalprofundo.com Igreja Matriz da Freguesia de FRAGOSO - Concelho de Barcelos Fotos By Paula Abreu ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" ........................................................................................................................................................ IGREJA PAROQUIAL É da tradição ter existido uma igreja no sítio da Seara, nos limites do lugar da Goiva com o lugar da Sá. Ainda há pouco tempo se encontrava lá uma cruz que entretanto desapareceu, desconhecendo-se o seu destino. Daquela área veio também um sarcófago, que hoje está na igreja paroquial, e, em escavações superficiais, aparece frequentemente caco de telha. O facto de ter existido em Fragoso o lugar de Igreja Velha além de referências orais a uma igreja nova no sítio da actual confirmam a tradição. Com o crescimento da paróquia para o lado de Cardoso, nos limites de Fragoso com Tregosa, uma nova igreja terá sido construída no local onde hoje se encontra. A esta se referem as memórias paroquiais de 1758 ( junto ao lugar do Ruão) e a medição feita em 1770 pelo Juiz do Tombo e que diz ser de naves com quatro arcos por banda. Na parede interior da sacristia encontra-se uma lápide com a seguinte inscrição: "Foi reedificada esta igreja em 1873 a expensas do benfeitor José Zeferino Pereira da Silva a quem o reitor Domingos Martins Rua Pontes e mais moradores desta em sinal de gratidão dedicam esta memoria. P. N. A. M." A igreja actual foi construída, em parte, a expensas de José Gonçalves Dias Neiva, natural de Fragoso e residente em Torres Vedras, designadamente a fachada, a torre e o coro. A fachada data de 1911, sendo então pároco o Abade Geraldo Alves da Cruz Ferreira, natural desta freguesia. A parte correspondente ao corpo da Igreja e à capela-mor foi continuada, posteriormente, por alguns paroquianos de boa-vontade, estando à frente dos destinos da paróquia o Abade Joaquim Gonçalves Gomes Beirão, natural de Fragoso, actividade pastoral que exerceu de 4/8/24 a 29/9/63. No centro da fachada há um nicho onde está colocada a imagem de S. Pedro, esculpida em granito. Da igreja antiga que era de três naves e onde ocupavam idêntico lugar, foram recuperados os altares da Senhora de Lurdes e o da Senhora do Livramento, em estilo barroco. Na capela-mor foi colocada uma bela tribuna, de estrutura renascentista, provinda da igreja matriz de Caminha. Foi solenemente benzida em 28/06/1936 pelo Arcebispo de Braga D. António Bento Martins Júnior. Há alguns anos foi dourada a tribuna que se encontrava em degradação e a igreja sofreu, mais recentemente, um restauro e uma remodelação profunda no seu interior, além de outros melhoramentos de vulto, obras que se devem ao zelo e empenho do P.e Manuel Martins de Sá, pároco de Fragoso desde 1963, natural da vizinha freguesia de Alvarães. Em frente da Igreja, junto ao cemitério, encontra-se o cruzeiro paroquial, denominado cruzeiro velho. Está colocado sobre uma base quadrangular composta por quatro degraus, sendo o pedestal feito de uma só pedra. Nela se encaixa a base da coluna que é quadrangular, bem como o capitel. Sobre este está uma cruz latina simples. O ano que se lê no pedestal é de 1652. Existe ainda o cruzeiro novo ou das procissões solenes que se encontra ao lado da estrada que da Igreja segue para Norte. É um cruzeiro comemorativo dos centenários, tendo no pedestal gravadas as respectivas datas: 1140 - VII Centenário da Independência; 1640 - III Centenário da Restauração da Independêcia; 1940 - ano da comemoração e colocação. A base, de quatro degraus, e o pedestal apresentam uma configuração sextavada. A coluna é cilíndrica e o capitel é trabalhado. Tem uma cruz latina com a imagem de Cristo Crucificado esculpida. Ao lado da Igreja encontra-se a residência Paroquial, construída durante a paroquialidade do Abade Beirão. Foi, porém, o P.e Sá quem mandou contruir o jardim anexo e terraplanar e vedar o adro. O cemitério paroquial foi construído em 1906, sendo pároco o Abade Geraldo. É digno de louvor o cuidado que os Fragosenses colocam na sua manutenção. Às últimas Juntas de Freguesia é devida uma referência especial pelo empenho que dedicaram à beneficiação da área civil envolvente da Igreja Paroquial, designadamente, no cemitério. .. Por j.j.saleiro beirão ........................................................................................................................................................ ORIGENS DE FRAGOSO As origens documentadas da Freguesia de Fragoso remontam aos séculos XI (S. Pedro - In O Bispo D. Pedro...) e XII (S. Vicente - Carta de Couto). Presume-se, no entanto, que a origem do povoado tenha começado muito antes na encosta noroeste do Monte de Arefe (na falda do Monte de S. Gonçalo) com a designação de S. Vicente de Fragoso. Situada na bacia hidrográfica do Rio Neiva, fazia parte da circunscrição de Terra de Neiva. Em 1127, D. Afonso Henriques, ainda Infante, fez Carta de Doação de Couto e demarcação de limites à Ermida de S. Vicente de Fragoso, o primeiro documento conhecido do Infante, segundo o prof. José Mattoso (D. Afonso Henriques, Temas e Debates, 2ª Ed, Lisboa, 2011, pag. 126). Dentro dos limites fixados pela Carta de Doação encontravam-se a igreja de S. Vicente, propriedade do Rei e a de S. Pedro de Fragoso, propriedade dos moradores. A actual freguesia de Fragoso é constituída pelas antigas freguesias de S. Vicente de Fragoso, S. Pedro de Fragoso e pelo lugar de Cardoso, segundo a tradição oral, nos limites da freguesia de Tregosa. Faz parte do concelho de Barcelos, distrito de Braga, e está localizada a meia distância entre a sede do concelho e a cidade de Viana do Castelo. O lugar de Cardoso, em Fragoso O lugar de Cardoso (Torre), em Fragoso, como topónimo, tem origem em “Cardos” designação primitiva da freguesia de Tregosa que se denominava “Sancta Maria de Cardos” (O Bispo D. Pedro). Com efeito, a freguesia de S. Miguel de Torgoosa (Torgolosa, Torganosa), referida sob o vocábulo Tregosa na GEPB, corresponde à actual freguesia de S. Miguel de Cabreiros, Julgado de Penafiel de Bastuço (ou Barcelos), freguesia que pertencia a Barcelos e desde 1836 passou a fazer parte do concelho de Braga. (Liber Fidei e Divisão Administrativa de 6-11-1836, Mapa Nº 2). No Numeramento de D. João III, 1527-1531, encontra-se no Julgado de Neiva a freguesia de Tregosa sob a denominação de Cardoso (Cardosso), com 33 moradores. O lugar de Cardoso (Torre), acima referido, estará relacionado com a Quinta de Cardoso ou Torre, ou Torre de Cardoso, situada em Tregosa. De acordo com documentos antigos, designadamente no Registo da Confraria do Santíssimo de Fragoso de 1717, existiam em Fragoso o lugar da Torre e o lugar da Costa, o mesmo acontecendo ainda em 1898 nos documentos matriciais das Finanças de Barcelos. Quanto a estes lugares pode precisar-se que o lugar da Torre se encontrava entre os lugares do Ruão, Reiro e Costa e os limites de Tregosa, e o lugar Costa, por sua vez, entre os lugares da Torre, Reiro e Barrosa e os limites de Tregosa. Ultimamente a denominação de lugar da Torre desapareceu tendo passando a fazer parte do lugar da Costa. EXTINÇÃO DE CARDOS/CARDOSO? De acordo com as Inquirições de 1220 de D. Afonso II e 1258 de D. Afonso III, uma eventual comparação de Cardos com Friofe para justificar a extinção de Cardos/Cardoso, e sua divisão entre Tregosa e Fragoso, que se encontra descrita em alguma literatura, não apresenta suporte documental. Santa Maria de Cardos, em 1220, já havia mudado o seu nome para Tregosa, segundo se deduz das Inquirições. Mesmo tendo em conta o que AJC, desconhecendo-se onde se fundamentou, a não ser na tradição oral, refere in O Bispo D. Pedro, vol. I, 1997, pág. 465, nota 73: ‘Do primitivo Censual de Braga desapareceram 63 topónimos, mas vários destes nomes [não todos] conservam-se em freguesias vizinhas … Ver … 394- Santa Maria de Cardos…’.


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/29/2018 16:41
Distância percorrida: 15,3km (50:46)
Tempo em andamento: 50:05
Velocidade média: 0,3 km/h
Média em movimento: 0,31 km/h
Velocidade Máxima: 47,89 km/h
Altitude Mínima: 57 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 407,6 m/h
Velocidade de Descida: -9 m/h
Ganho de altitude: 281 m
Perca de altitude: -450 m
Tempo de Subida: 00:41
Tempo de Descida: 50:02

Arquitetura religiosa

5 - Igreja de TREGOSA - Freguesia do Concelho de Barcelos

www.portugalprofundo.com Igreja da Freguesia de TREGOSA - Concelho de Barcelos Fotos By Paula Abreu ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" ........................................................................................................................................................ Enquadramento Histórico e Cultural da Freguesia: Tregosa, Orago Santa Maria, era uma abadia da apresentação da Mitra. Tregosa foi outrora conhecida por Trebousa, Tragosa e ainda pela denominação de Torgoosa que assim viria de torgo, raiz, nome de planta espécie de urze. Esta freguesia vem nas inscrições de 1220 com a designação “De Sancta Maria de Torgoosa”, de Terra de Neiva. A freguesia de Tregosa, situada na bacia orografia do Neiva, parte em planície, parte na encosta norte e nordeste do monte Arefe, é banhada pelo Rio Neiva, que a atravessa. Existem duas pontes sobre este rio nesta freguesia, a velha reconstruída em 1905 e a nova construída mais recentemente para nela passar a estrada de Barroselas a Durrães. De acordo com os últimos Censos, tem uma população que ultrapassa os 600 habitantes distribuídos pelos diversos lugares da freguesia: Ponte, Além do Rio, Igreja, Devesa, Aldeia, Sobreiros, Casais, Montizelo, Lage e Freixieiro. De características agradavelmente rurais, a sua actividade económica assenta fundamentalmente na agricultura, surgindo com menores índices a indústria e o comércio. Santa Maria, sob a invocação de Senhora do Ó, é a distinta Padroeira de Tregosa, contando com cerimónias religiosas no segundo Domingo de Outubro. Há ainda nesta freguesia festividades em honra do senhor, da senhora do Calvário e ainda o Festival Folclórico que atrai numerosos forasteiros à freguesia. Atractiva ainda pelo seu artesanato, encontra noutros motivos dignos de visita e apreciação na área da monumentalidade onde sobressaem várias Capelas, três Cruzeiros, o Nicho de santo António do Penedo a as Alminhas da Ponte. ........................................................................................................................................................


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/29/2018 17:04
Distância percorrida: 19,4km (51:09)
Tempo em andamento: 50:25
Velocidade média: 0,38 km/h
Média em movimento: 0,38 km/h
Velocidade Máxima: 47,89 km/h
Altitude Mínima: 56 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 510,6 m/h
Velocidade de Descida: -12,5 m/h
Ganho de altitude: 428 m
Perca de altitude: -628 m
Tempo de Subida: 00:50
Tempo de Descida: 50:16

Arquitetura religiosa

6 - Igreja Paroquial DURRAES - Freguesia do Concelho de Barcelos


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/29/2018 17:24
Distância percorrida: 26,9km (51:30)
Tempo em andamento: 50:43
Velocidade média: 0,52 km/h
Média em movimento: 0,53 km/h
Velocidade Máxima: 58,69 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 589 m/h
Velocidade de Descida: -15,2 m/h
Ganho de altitude: 589 m
Perca de altitude: -768 m
Tempo de Subida: 01:00
Tempo de Descida: 50:27

Arquitetura religiosa

7 - Igreja Paroquial de AGUIAR


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/29/2018 17:36
Distância percorrida: 29,5km (51:41)
Tempo em andamento: 50:52
Velocidade média: 0,57 km/h
Média em movimento: 0,58 km/h
Velocidade Máxima: 58,69 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 628 m/h
Velocidade de Descida: -16,7 m/h
Ganho de altitude: 691 m
Perca de altitude: -841 m
Tempo de Subida: 01:06
Tempo de Descida: 50:31

Arquitetura religiosa

8 - Igreja Matriz de QUINTIAES


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/29/2018 17:48
Distância percorrida: 32,6km (51:54)
Tempo em andamento: 51:02
Velocidade média: 0,63 km/h
Média em movimento: 0,64 km/h
Velocidade Máxima: 58,69 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 646,7 m/h
Velocidade de Descida: -18,3 m/h
Ganho de altitude: 778 m
Perca de altitude: -924 m
Tempo de Subida: 01:12
Tempo de Descida: 50:38

Piquenique

Parque de MERENDAS


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 15:09
Distância percorrida: 33,7km (73:14)
Tempo em andamento: 72:21
Velocidade média: 0,46 km/h
Média em movimento: 0,47 km/h
Velocidade Máxima: 58,69 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 700,5 m/h
Velocidade de Descida: -18,2 m/h
Ganho de altitude: 886 m
Perca de altitude: -922 m
Tempo de Subida: 01:15
Tempo de Descida: 50:40

Arquitetura religiosa

9 - Igreja Paroquial de ABORIM

No censual de Braga do século XI, esta freguesia vem referida como S. Martinho da Portela. Por sua vez, P. António Gomes Pereira diz que Aborim vem de Abovini, genitivo do nome gótico Abovinus. Aborim é referido ao longo dos anos de diversas formas: - em 1220, nas Inquirições D. Afonso II aparece “de Vorim, Vorin ou Avorim” - em 1258, nas Inquirições de D. Afonso III, vem referido Avorim - em 1290, nas Inquirições de D. Dinis aparece Avorim e já em 1320 aparece Aborim. ........................................................................................................................................................ Situa-se na parte Norte do Concelho, mais concretamento no Vale do Neiva. Confronta a norte com a freguesia de Quintiães, a nascente com a freguesia de Cossourado, a sul com Tamel S. Pedro Fins e a poente com as freguesias de Carapeços e de Quintiães. ........................................................................................................................................................ Os primeiros vestígios de povoamento nesta freguesia foram encontrados nos terrenos limítrofes à Qta. do Paço e no lugar do Assento. Datam do período da romanização. Há quem afirme que o antigo Paço dos Barbosas poderia ter sido construído a partir de um outro mais antigo Palatium da época romana. ........................................................................................................................................................ Existiu, nesta freguesia, a Honra de Aborim e, mais tarde, o morgado do mesmo nome, ambos pertenceram à família dos Barbosas, uma das mais ilustres pela sua nobreza. O vínculo do morgadio da Honra de Aborim foi instituído por Álvaro Barbosa, com muitos bens nesta freguesia e nas vizinhas de Aguiar e Quintiães, remontaria a 1478.


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 15:17
Distância percorrida: 35,5km (73:22)
Tempo em andamento: 72:29
Velocidade média: 0,48 km/h
Média em movimento: 0,49 km/h
Velocidade Máxima: 58,69 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 40,7 m/h
Velocidade de Descida: -20,2 m/h
Ganho de altitude: 919 m
Perca de altitude: -1023 m
Tempo de Subida: 22:36
Tempo de Descida: 50:42

Waypoint

REPSOL Combustiveis


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 15:28
Distância percorrida: 37,4km (73:33)
Tempo em andamento: 72:38
Velocidade média: 0,51 km/h
Média em movimento: 0,52 km/h
Velocidade Máxima: 58,69 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 40,7 m/h
Velocidade de Descida: -21,6 m/h
Ganho de altitude: 921 m
Perca de altitude: -1097 m
Tempo de Subida: 22:38
Tempo de Descida: 50:52

Praia

Ponte das TÁBUAS - Praia Fluvial


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 15:47
Distância percorrida: 39,3km (73:52)
Tempo em andamento: 72:44
Velocidade média: 0,53 km/h
Média em movimento: 0,54 km/h
Velocidade Máxima: 58,69 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 41,4 m/h
Velocidade de Descida: -22,4 m/h
Ganho de altitude: 937 m
Perca de altitude: -1144 m
Tempo de Subida: 22:39
Tempo de Descida: 51:09

Arquitetura religiosa

10 - Santuário Nª.Srª.Aparecida - BALUGAES

A freguesia de Balugães, situada em pleno coração do Minho a norte do concelho de Barcelos e no limite dos concelhos de Ponte de Lima e de Viana do Castelo, é banhada pelo Rio Neiva e oferece aos seus visitantes belíssimas paisagens de verdura paradisíaca. Na encosta do Monte Crasto ou Carmona, encontramos o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, local encantador pela sua história e pela deslumbrante beleza. Reza a história que, no ano de 1702, Nossa Senhora apareceu a um jovem pastor, de nome João Alves, surdo-mudo de nascença, e lhe pediu para que o seu pai, que era pedreiro de profissão, nesse mesmo local lhe erigisse uma Ermida. O pai do João “mudo”, com muito espanto por ver pela primeira vez o filho a falar, não resistiu e concretizou o seu pedido construindo uma pequena Ermida. A fama do jovem mudo que miraculosamente começou a falar constou por toda a parte e, devido à grande afluência de pessoas, tornou-se necessário ampliá-la construindo-se a atual Capela da Aparição. Mais tarde, para acolher o elevado número de devotos que aí passaram a rumar, foi também construído um Templo de beleza encantadora. Todos os anos, nos dias 14 e 15 de agosto, muitas dezenas de milhares de peregrinos, de forma organizada, de mais de 30 freguesias limítrofes e de vários pontos do país, aqui se deslocam em espírito de oração. O Santuário de Nossa Senhora Aparecida em Balugães, local da primeira aparição Mariana em Portugal é, por excelência, um lugar de oração. História da Aparição "Era, numa tarde cálida de Agosto de 1702, andava um pequeno pastor, de nome João Alves, a guardar, como de costume, o seu rebanho, no monte de Castro de Balugães, a três léguas ao norte de Barcelos; de súbito, se desencadeou uma trovoada medonha; o pequeno, entrando-se de medo, sem poder reunir o espavorido rebanho, viu-se compelido a procurar abrigo no desvão duma lapa, no lugar em que o surpreendera a tempestade. A emergir de um envoltório de luz suave, apareceu-lhe a Senhora, que lhe perguntou a razão do seu espanto; e ele, que nascera mudo, desprendendo-se-lhe a fala, responde-lhe que chora de susto. Anima-o a Virgem, e diz-lhe que vá prevenir o pai (este era pedreiro) que era seu desejo lhe construísse ali uma ermida. Correu a criança a comunicar as ordens recebidas; mas o pai não lhe deu crédito, nem, ao menos, inquiriu do filho a razão daquela estranha mudança, pois via-o agora a falar. Volta no dia seguinte ao monte o pastorinho, que desta vez chorava de fome; apareceu-lhe de novo a Senhora a reiterar o pedido; a fim de o alentar e de reduzir a incredulidade daquele pai insensível, adverte que vai mudar em pedaços de pão alvíssimo as migalhas, quase esgotadas, do pão negro do alforge do esfomeado zagal; da mesma sorte, deste pão de milagre, o forno vazio da sua casa o pai encontraria repleto a mais não caber. E o duplo milagre deu-se."


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 16:00
Distância percorrida: 42,5km (74:05)
Tempo em andamento: 72:53
Velocidade média: 0,57 km/h
Média em movimento: 0,58 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 45,9 m/h
Velocidade de Descida: -22,9 m/h
Ganho de altitude: 1050 m
Perca de altitude: -1169 m
Tempo de Subida: 22:53
Tempo de Descida: 51:08

Ponte

PONTE DA CARIDADE - Cossourado

PONTE DA CARIDADE Fregusia de Cossourado - Barcelos Situa-se na parte norte da freguesia de Cossourado, sobre o Ribeiro de Nevoinho. Esta travessia servia a antiga estrada real que ligava Braga a Viana do Castelo, passando desde Cervães até Balugães. Apresenta uma solução em cavalete, tão ao gosto da engenharia de pontes medieval, com dois arcos, de tamanhos desiguais, sendo o esquerdo mais alto e largo. No encontro do arranque dos arcos existe um talha-mar voltado a montante, com contraforte a jusante. O piso foi construído com capeamento por lajeado de granito desigual, apresentando em algumas pedras os sinais de desgaste pela passagem de rodados dos carros e carroças. Possui as guardas em granito originais e na parte voltada a montante existe um canal em pedra que serve para a condução de água de regadio. As razões do seu nome prendem-se com o facto de ter sido mandada construir pela família Caridade, cuja casa não dista muito da ponte. Datará do século XVI ou XVII.


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 16:08
Distância percorrida: 44,4km (74:13)
Tempo em andamento: 72:59
Velocidade média: 0,6 km/h
Média em movimento: 0,61 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 46,1 m/h
Velocidade de Descida: -24,6 m/h
Ganho de altitude: 1058 m
Perca de altitude: -1259 m
Tempo de Subida: 22:56
Tempo de Descida: 51:13

Ponte

Ponte RURAL - Rio NEIVA - Cossourado

www.portugalprofundo.com Caminhos são escolhas, Escolhas são caminhos, Caminhos mudam, Caminhos se cruzam, Caminhos se separam, Caminhos nos fazem crescer; Nunca nenhum caminho será mau se levares as coisas boas que ficaram, Caminhos fazem te caminhar, errar, acertar crescer, conhecer, viver, sentir! Mesmo que não queiras entender! Caminhos são bons vais apreender, vais aprender que caminhos são escolhas e sonhos realizam-se caminhado. Não pares até o caminho nos cruzar novamente, caminha que o destino talvez nos cruze!


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 16:11
Distância percorrida: 45km (74:16)
Tempo em andamento: 73:02
Velocidade média: 0,61 km/h
Média em movimento: 0,62 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 46,4 m/h
Velocidade de Descida: -24,6 m/h
Ganho de altitude: 1065 m
Perca de altitude: -1262 m
Tempo de Subida: 22:57
Tempo de Descida: 51:14

Arquitetura religiosa

11 - Igreja de COSSOURADO

www.portugalprofundo.com Fotos By Paula Abreu ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" By ROTAS "Portugal Profundo", Paula Abreu ©


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 16:20
Distância percorrida: 46,4km (74:26)
Tempo em andamento: 73:08
Velocidade média: 0,62 km/h
Média em movimento: 0,63 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 48,1 m/h
Velocidade de Descida: -24,9 m/h
Ganho de altitude: 1108 m
Perca de altitude: -1279 m
Tempo de Subida: 23:03
Tempo de Descida: 51:18

Arquitetura religiosa

12 - Igreja de PANQUE

www.portugalprofundo.com Fotos By Paula Abreu ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" By ROTAS "Portugal Profundo", Paula Abreu ©


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 16:28
Distância percorrida: 49,2km (74:34)
Tempo em andamento: 73:16
Velocidade média: 0,66 km/h
Média em movimento: 0,67 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 49,8 m/h
Velocidade de Descida: -25,8 m/h
Ganho de altitude: 1151 m
Perca de altitude: -1324 m
Tempo de Subida: 23:06
Tempo de Descida: 51:22

Waypoint

Azenhas do FULÃO - Freguesia de PANQUE

www.portugalprofundo.com ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" By ROTAS "Portugal Profundo", Paula Abreu ©


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 16:34
Distância percorrida: 50,6km (74:39)
Tempo em andamento: 73:19
Velocidade média: 0,68 km/h
Média em movimento: 0,69 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 50,7 m/h
Velocidade de Descida: -26,1 m/h
Ganho de altitude: 1172 m
Perca de altitude: -1343 m
Tempo de Subida: 23:08
Tempo de Descida: 51:25

Arquitetura religiosa

13 - Igreja Paroquial da Freguesia de IGREJA NOVA - Barcelos

Igreja Paroquial IGREJA NOVA Fotos By Paula Abreu ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" www.portugalprofundo.com By ROTAS "Portugal Profundo", Paula Abreu ©


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 16:51
Distância percorrida: 56,3km (74:56)
Tempo em andamento: 73:35
Velocidade média: 0,75 km/h
Média em movimento: 0,76 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 57,3 m/h
Velocidade de Descida: -27,7 m/h
Ganho de altitude: 1338 m
Perca de altitude: -1424 m
Tempo de Subida: 23:20
Tempo de Descida: 51:31

Arquitetura religiosa

14 - Igreja de ALHEIRA

Igreja de ALHEIRA www.portugalprofundo.com Fotos By Paula Abreu ROTA "Aldeias do Condado, NORTE"


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 17:09
Distância percorrida: 59,1km (75:14)
Tempo em andamento: 73:47
Velocidade média: 0,79 km/h
Média em movimento: 0,8 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 57,7 m/h
Velocidade de Descida: -28,5 m/h
Ganho de altitude: 1353 m
Perca de altitude: -1473 m
Tempo de Subida: 23:27
Tempo de Descida: 51:41

Arquitetura religiosa

15 - Igreja Paroquial de ALVITO S.PEDRO

Igreja Paroquial de ALVITO S.PEDRO www.portugalprofundo.com Foto By Paula Abreu


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 17:17
Distância percorrida: 62,5km (75:22)
Tempo em andamento: 73:55
Velocidade média: 0,83 km/h
Média em movimento: 0,84 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 59,7 m/h
Velocidade de Descida: -30,2 m/h
Ganho de altitude: 1407 m
Perca de altitude: -1560 m
Tempo de Subida: 23:34
Tempo de Descida: 51:43

Arquitetura religiosa

16 - Igreja Paroquial ALVITO S.MARTINHO

Igreja Paroquial ALVITO S.MARTINHO www.portugalprofundo.com Fotos By Paula Abreu


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 17:26
Distância percorrida: 65,1km (75:31)
Tempo em andamento: 74:02
Velocidade média: 0,86 km/h
Média em movimento: 0,88 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 60,5 m/h
Velocidade de Descida: -31,3 m/h
Ganho de altitude: 1429 m
Perca de altitude: -1621 m
Tempo de Subida: 23:37
Tempo de Descida: 51:48

Arquitetura religiosa

17 - Igreja Paroquial de CAMPO

www.portugalprofundo.com ROTA "Aldeias do Condado, NORTE" By ROTAS "Portugal Profundo", Paula Abreu ©


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 17:31
Distância percorrida: 66,1km (75:36)
Tempo em andamento: 74:07
Velocidade média: 0,87 km/h
Média em movimento: 0,89 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 61,1 m/h
Velocidade de Descida: -31,8 m/h
Ganho de altitude: 1445 m
Perca de altitude: -1646 m
Tempo de Subida: 23:39
Tempo de Descida: 51:50

Arquitetura religiosa

18 - Igreja Paroquial do COUTO


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 17:47
Distância percorrida: 68,9km (75:52)
Tempo em andamento: 74:20
Velocidade média: 0,91 km/h
Média em movimento: 0,93 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 64,2 m/h
Velocidade de Descida: -32,5 m/h
Ganho de altitude: 1530 m
Perca de altitude: -1688 m
Tempo de Subida: 23:49
Tempo de Descida: 51:57

Arquitetura religiosa

19 - Igreja de TAMEL S.PEDRO DE FINS


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 17:55
Distância percorrida: 71,3km (76:00)
Tempo em andamento: 74:26
Velocidade média: 0,94 km/h
Média em movimento: 0,96 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 65,6 m/h
Velocidade de Descida: -33,4 m/h
Ganho de altitude: 1567 m
Perca de altitude: -1738 m
Tempo de Subida: 23:53
Tempo de Descida: 52:01

Arquitetura religiosa

20 - Igreja de CARAPEÇOS


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 10/30/2018 18:06
Distância percorrida: 74km (76:11)
Tempo em andamento: 74:35
Velocidade média: 0,97 km/h
Média em movimento: 0,99 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 68 m/h
Velocidade de Descida: -34,2 m/h
Ganho de altitude: 1634 m
Perca de altitude: -1778 m
Tempo de Subida: 24:01
Tempo de Descida: 52:03

Arquitetura religiosa

21 - Igreja de TAMEL STA.LEOCADIA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/07/2018 17:15
Distância percorrida: 74,9km (267:20)
Tempo em andamento: 265:43
Velocidade média: 0,28 km/h
Média em movimento: 0,28 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 69,3 m/h
Velocidade de Descida: -34,4 m/h
Ganho de altitude: 1668 m
Perca de altitude: -1789 m
Tempo de Subida: 24:03
Tempo de Descida: 52:04

Arquitetura religiosa

22 - Igreja SILVA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/07/2018 17:26
Distância percorrida: 78,6km (267:32)
Tempo em andamento: 265:53
Velocidade média: 0,29 km/h
Média em movimento: 0,3 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 7,9 m/h
Velocidade de Descida: -36,2 m/h
Ganho de altitude: 1704 m
Perca de altitude: -1890 m
Tempo de Subida: 215:15
Tempo de Descida: 52:10

Arquitetura religiosa

23 - Igreja de LIJÓ


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/07/2018 17:32
Distância percorrida: 80,4km (267:37)
Tempo em andamento: 265:58
Velocidade média: 0,3 km/h
Média em movimento: 0,3 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 40 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 8 m/h
Velocidade de Descida: -36,9 m/h
Ganho de altitude: 1714 m
Perca de altitude: -1927 m
Tempo de Subida: 215:17
Tempo de Descida: 52:13

Arquitetura religiosa

24 - Igreja Paroquial de RORIZ


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/07/2018 17:52
Distância percorrida: 85,7km (267:57)
Tempo em andamento: 266:15
Velocidade média: 0,32 km/h
Média em movimento: 0,32 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 30 m
Altitude Máxima: 302 m
Velocidade de Subida: 8,5 m/h
Velocidade de Descida: -38,4 m/h
Ganho de altitude: 1833 m
Perca de altitude: -2008 m
Tempo de Subida: 215:30
Tempo de Descida: 52:19

Arquitetura religiosa

25 - Igreja de GALEGOS SANTA MARIA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/07/2018 18:16
Distância percorrida: 92,3km (268:21)
Tempo em andamento: 266:37
Velocidade média: 0,34 km/h
Média em movimento: 0,35 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 30 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 9,8 m/h
Velocidade de Descida: -43,4 m/h
Ganho de altitude: 2112 m
Perca de altitude: -2282 m
Tempo de Subida: 215:39
Tempo de Descida: 52:32

Arquitetura religiosa

26 - Igreja de GALEGOS S.MARTINHO


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/07/2018 18:22
Distância percorrida: 93,9km (268:27)
Tempo em andamento: 266:42
Velocidade média: 0,35 km/h
Média em movimento: 0,35 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 30 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 9,9 m/h
Velocidade de Descida: -43,8 m/h
Ganho de altitude: 2124 m
Perca de altitude: -2307 m
Tempo de Subida: 215:42
Tempo de Descida: 52:37

Arquitetura religiosa

27 - Igreja de OLIVEIRA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 14:57
Distância percorrida: 97,7km (481:02)
Tempo em andamento: 479:16
Velocidade média: 0,2 km/h
Média em movimento: 0,2 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 30 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 10,3 m/h
Velocidade de Descida: -45,1 m/h
Ganho de altitude: 2216 m
Perca de altitude: -2377 m
Tempo de Subida: 215:48
Tempo de Descida: 52:43

Arquitetura religiosa

28 - Igreja de UCHA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 15:11
Distância percorrida: 101,2km (481:16)
Tempo em andamento: 479:26
Velocidade média: 0,21 km/h
Média em movimento: 0,21 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 30 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 10,5 m/h
Velocidade de Descida: -9,3 m/h
Ganho de altitude: 2255 m
Perca de altitude: -2458 m
Tempo de Subida: 215:51
Tempo de Descida: 265:16

Arquitetura religiosa

29 - Igreja da LAMA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 15:24
Distância percorrida: 104,3km (481:29)
Tempo em andamento: 479:36
Velocidade média: 0,22 km/h
Média em movimento: 0,22 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 18 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 10,8 m/h
Velocidade de Descida: -9,5 m/h
Ganho de altitude: 2327 m
Perca de altitude: -2525 m
Tempo de Subida: 216:03
Tempo de Descida: 265:17

Arquitetura religiosa

30 - Igreja Paroquial de AREIAS


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 15:52
Distância percorrida: 108,3km (481:57)
Tempo em andamento: 479:49
Velocidade média: 0,22 km/h
Média em movimento: 0,23 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 18 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 11,2 m/h
Velocidade de Descida: -9,8 m/h
Ganho de altitude: 2415 m
Perca de altitude: -2603 m
Tempo de Subida: 216:25
Tempo de Descida: 265:24

Arquitetura religiosa

31 - Igreja e Torre de MANHENTE


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 16:07
Distância percorrida: 113,4km (482:12)
Tempo em andamento: 480:02
Velocidade média: 0,24 km/h
Média em movimento: 0,24 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 17 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 11,6 m/h
Velocidade de Descida: -10,2 m/h
Ganho de altitude: 2503 m
Perca de altitude: -2718 m
Tempo de Subida: 216:24
Tempo de Descida: 265:33

Arquitetura religiosa

32 - Igreja de TAMEL S.VERÍSSIMO


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 16:23
Distância percorrida: 117,1km (482:28)
Tempo em andamento: 480:13
Velocidade média: 0,24 km/h
Média em movimento: 0,24 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 11,9 m/h
Velocidade de Descida: -10,5 m/h
Ganho de altitude: 2572 m
Perca de altitude: -2789 m
Tempo de Subida: 216:34
Tempo de Descida: 265:37

Arquitetura religiosa

34 - Igreja de VILA BOA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 16:38
Distância percorrida: 121,7km (482:43)
Tempo em andamento: 480:26
Velocidade média: 0,25 km/h
Média em movimento: 0,25 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 12,4 m/h
Velocidade de Descida: -10,8 m/h
Ganho de altitude: 2679 m
Perca de altitude: -2864 m
Tempo de Subida: 216:43
Tempo de Descida: 265:44

Arquitetura religiosa

35 - Igreja de ABADE DE NEIVA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/16/2018 16:44
Distância percorrida: 123,9km (482:49)
Tempo em andamento: 480:32
Velocidade média: 0,26 km/h
Média em movimento: 0,26 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 12,7 m/h
Velocidade de Descida: -10,9 m/h
Ganho de altitude: 2762 m
Perca de altitude: -2888 m
Tempo de Subida: 216:48
Tempo de Descida: 265:45

Arquitetura religiosa

36 - Igreja de VILAR DO MONTE


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 10:58
Distância percorrida: 129,3km (525:03)
Tempo em andamento: 522:38
Velocidade média: 0,25 km/h
Média em movimento: 0,25 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 13,3 m/h
Velocidade de Descida: -11,3 m/h
Ganho de altitude: 2890 m
Perca de altitude: -3013 m
Tempo de Subida: 217:09
Tempo de Descida: 265:57

Arquitetura religiosa

37 - Igreja Paroquial de VILA COVA


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 11:29
Distância percorrida: 137,3km (525:34)
Tempo em andamento: 523:07
Velocidade média: 0,26 km/h
Média em movimento: 0,26 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 14,1 m/h
Velocidade de Descida: -10,6 m/h
Ganho de altitude: 3073 m
Perca de altitude: -3262 m
Tempo de Subida: 217:24
Tempo de Descida: 307:53

Arquitetura religiosa

38 - Igreja de PERELHAL


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 11:40
Distância percorrida: 141,2km (525:45)
Tempo em andamento: 523:17
Velocidade média: 0,27 km/h
Média em movimento: 0,27 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 14,3 m/h
Velocidade de Descida: -10,8 m/h
Ganho de altitude: 3119 m
Perca de altitude: -3315 m
Tempo de Subida: 217:28
Tempo de Descida: 307:59

Arquitetura religiosa

39 - Igreja Matriz de CREIXOMIL


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 12:03
Distância percorrida: 143,7km (526:09)
Tempo em andamento: 523:27
Velocidade média: 0,27 km/h
Média em movimento: 0,27 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 14,5 m/h
Velocidade de Descida: -10,8 m/h
Ganho de altitude: 3166 m
Perca de altitude: -3332 m
Tempo de Subida: 217:46
Tempo de Descida: 308:04

Arquitetura religiosa

40 - Igreja Paroquial de MARIZ


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 15:25
Distância percorrida: 148,9km (529:30)
Tempo em andamento: 526:42
Velocidade média: 0,28 km/h
Média em movimento: 0,28 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 14 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 14,8 m/h
Velocidade de Descida: -11,1 m/h
Ganho de altitude: 3233 m
Perca de altitude: -3436 m
Tempo de Subida: 217:56
Tempo de Descida: 308:22

Arquitetura religiosa

41 - Igreja VILA FRESCAINHA S.PEDRO


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 15:47
Distância percorrida: 154km (529:52)
Tempo em andamento: 527:02
Velocidade média: 0,29 km/h
Média em movimento: 0,29 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 6 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 15,2 m/h
Velocidade de Descida: -11,6 m/h
Ganho de altitude: 3360 m
Perca de altitude: -3586 m
Tempo de Subida: 221:02
Tempo de Descida: 308:31

Arquitetura religiosa

42 - Igreja de VILA FRESCAINHA S.MARTINHO


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 15:52
Distância percorrida: 155,3km (529:57)
Tempo em andamento: 527:06
Velocidade média: 0,29 km/h
Média em movimento: 0,29 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 6 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 15,2 m/h
Velocidade de Descida: -11,7 m/h
Ganho de altitude: 3369 m
Perca de altitude: -3599 m
Tempo de Subida: 221:04
Tempo de Descida: 308:34

Arquitetura religiosa

43 - Igreja MATRIZ BARCELOS


Nome: Segment: 1
Hora de Início: 10/27/2018 14:54
Hora de Fim: 11/18/2018 16:02
Distância percorrida: 158,5km (530:08)
Tempo em andamento: 527:15
Velocidade média: 0,3 km/h
Média em movimento: 0,3 km/h
Velocidade Máxima: 59,98 km/h
Altitude Mínima: 6 m
Altitude Máxima: 304 m
Velocidade de Subida: 15,6 m/h
Velocidade de Descida: -11,9 m/h
Ganho de altitude: 3440 m
Perca de altitude: -3665 m
Tempo de Subida: 221:11
Tempo de Descida: 308:38

2 comentários

  • Foto de Aventura 5

    Aventura 5 9/ago/2019

    I have followed this trail  verificado  View more

    Paula parabéns esta fantástico ,simplesmente único ate para quem conhece Barcelos

  • Foto de Paula Abreu

    Paula Abreu 13/ago/2019

    Boa noite!
    Grata pela preferencia e pela simpatia do "comment"!...Bem Haja!

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