Coordenadas 9692

Uploaded 4 de Agosto de 2018

Recorded Agosto 2018

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75
150,07 km

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próximo a Linhares, Guarda (Portugal)

| PORTUGAL PROFUNDO - www.portugalprofundo.com |
| ETAPA 8 | "Linhares da Beira (Guarda) - V.N.Foz Coa - " - 150 Km |
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Beira ALTA - Beira BAIXA - Beira LITORAL
A Paixão por Portugal… O amor pela nossa terra!
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É TEMPO DE RENASCER!
Depois de um 2017 marcado pelos piores motivos, é tempo de fazer do CENTRO motivo de conversa pela reconstrução, por tudo aquilo que o fogo não levou e por tudo aquilo que importa preservar.

Por mais paradoxal que possa parecer, este é o momento certo para percorrer a regiã, não (apenas) por solidariedade, mas pelos seus muitos tesouros.

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Viagens ao CENTRO da nossa terra...

Aldeias do Xisto,de Montanha e Históricas, paisagens de serra, comida de conforto, poisos de charme.
Algumas das mais belas paisagens do país estão AQUI!

Território fértil em paisagens, imagens e sabores, gentes destemidas, corajosas e fraternas, portugueses que vivem com amor, mais forte que qualquer dor. Portugal é assim, uma tela viva onde nos perdemos e encontramos, onde vivemos e amamos.
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Não é preciso percorrer muitos quilómetros para se perceber que há diversidade e riqueza de património no CENTRO do país. Falemos de aldeias - do Xisto, de Montanha, Históricas -, falemos de natureza e falemos de gente resilinte e hospitaleira.

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As ETAPAS das "ROTAS CENTRO" de Portugal
Beira BAIXA e Beira ALTA - Centro de Portugal

ETAPA 7 - Viseu - Guarda (Linhares da Beira)

ETAPA 8 - Linhares da Beira (Guarda) - V.N.Foz Coa

ETAPA 9 - V.N.Foz Coa - Castelo Branco

ETAPA 10 - Castelo Branco - Marvão
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Distritos e Provincias - Região CENTRO

Os 6 DISTRITOS :

- Aveiro

- Viseu

- Guarda

- Coimbra

- Castelo Branco

- Leiria

3 PROVINCIAS :

- Beira Litoral

- Beira Baixa

- Beira Alta
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E tudo isto e ao mesmo tempo, dando a conhecer toda uma região e um território tão rico e tão diversificado, com um povo que acumulou saberes e sabores ao longo de centenas de anos, que soube preservar o melhor da sociedade global em identidade local, num país tão pequeno que se manteve unido, feito por um povo que nunca desistiu de construir...
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Um território falsamente longinquo e tantas vezes esquecido, que esconde algumas das mais preciosas paisagens e trilhos do país. Se possivel para descobir...a pé, para não assustar os veados.
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Saber viver nestas aldeias é uma arte. E estas aldeias são um quadro que covem preservar!

Não existe uma ROTA definida. Cada um será livre de traçar o seu percurso.
Há o xisto a uni-las, sim, mas têm vivencias, tradições, arquitetura, pratos e envolvencias distintas. Complementam se!
Ver uma não é ficar a conhece las todas. Além disso, muitas das estradas e trilhos que as ligam valem a viagem por si só.

Saber viver nestas aldeias é uma arte. E estas aldeias são um quadro que covem preservar!

Ver uma só Aldeia não é ficar a conhece las todas. Além disso, muitas das estradas e trilhos que as ligam valem a viagem por si só.

Se é para chegar ao FIM: desfruta do caminho!!

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Linhares da Beira Aldeia Histórica Visigodos e mais tarde Muçulmanos apossaram-se do lugar. Sabiam que daqui podiam vigiar todo o horizonte em redor. Linhares passou a ser portuguesa ao tempo de D. Afonso Henriques, que lhe deu o primeiro foral em 1169. Mesmo assim, numa noite de lua nova do ano de 1189, tropas de Leão e Castela invadiram a região, preparando-se para assaltar o castelo de Celorico. Linhares acorreu em sua defesa e o exército inimigo, vendo-se cercado na retaguarda, abalou a fugir. Latitude: 40°32'24.47"N Longitude:7°27'48.25"W Nós somos da fronteira as sentinelas E o Guerreiro maior DA Lusitânia Aqui nasceu, em eras bem remotas: Fica nos longe o mar das Caravelas Onde os lenços do Adeus e Da SauDade São asas agitaDas dass gaivotas... Outras asas porém, D'Águias Reais Voando inda mais alto, junto aos Céus Fazem ninho nos píncaros da Serra. E com garras mais finas que punhais O defendem, mostrando ao Mundo Inteiro Como é que se defende a nossa Terra!
LINHARES DA BEIRA, UM "MUSEU AO AR LIVRE" O QUE FAZER E VISITAR EM LINHARES DA BEIRA: Castelo e Muralhas O Castelo é o principal cartão de visita de Linhares da Beira. Ergue-se imponente no seu topo, a mais de 800m de altitude, visível ao longe a quem percorre a estrada em direcção à aldeia. Data do século XIII, tendo sido reformado por D. Dinis em 1291. É possível aceder ao recinto no interior das muralhas do castelo, por um caminho por cima das rochas que lhe dão acesso. A vista sobre as planícies que rodeiam Linhares é de tirar o fôlego. Antiga Casa da Câmara e Pelourinho Hoje em dia, a Antiga Casa da Câmara, um edifício histórico de 2 pisos, é a sede da Junta de Freguesia. Foi no entanto, em tempos, também usado como cadeia. No seu interior ainda se encontram algumas peças decorativas de interesse histórico. Em frente, encontra-se o Pelourinho, datado de 1500, local onde eram aplicados castigos em praça pública a quem tivesse cometido algum crime. Igreja Matriz de Nossa Sr.ª da Assunção O edifício da Igreja Matriz data do século XII, tendo no entanto sido alvo de remodelações por ordem de D. João II no século XVI, altura em que foi também dedicado a Nossa Srª da Assunção. No seu interior encontram-se algumas peças valiosas como por exemplo 3 pinturas do mestre português Grão Vasco (Adoração dos magos, Anunciação e Descimento da Cruz). Casa do Judeu Diz-se que este edifício foi usado em tempos como Judiaria, na altura em que era obrigatória uma separação entre judeus e cristãos. Hoje em dia é conhecido como Casa do Judeu e é um ponto de venda de artesanato. Fonte de Mergulho e Fórum Romano Antes da construção da Casa da Câmara, era aqui que eram tomadas as principais decisões administrativas, legislativas e judiciais em Linhares da Beira. Está localizado no Largo do Pelourinho e em tempos apresentou uma cobertura de madeira que cobria os homens que ali se reuniam. Antiga Hospedaria / Hospital Este edifício serviu primeiramente como Hospedaria, tendo eventualmente sido transformado em Hospital que prestava serviço aos pobres, peregrinos e qualquer pessoa em necessidade. A casa faz ainda parte de uma lenda que diz que a sua antiga proprietária, D. Lôpa, teria um pacto com o Diabo, daí as gárgulas em forma de Cabra e Diabo nas extremidades da casa.
ONDE DORMIR EM LINHARES DA BEIRA: Hotel Inatel Linhares O Hotel Inatel Linhares está localizado logo à entrada da aldeia. Está instalado num antigo solar senhorial, oferecendo no seu interior todas as comodidades modernas necessárias a uma estadia confortável. São 26 quartos no total, disponibilizando também uma piscina, bar e campo de ténis. LINK: https://www.booking.com/hotel/pt/inatel-linhares.html?aid=890434 Agroturismo A Fidalga Este bed & breakfast encontra-se na estrada que dá acesso a Linhares da Beira e oferece 3 quartos, todos com wc privativo e amenities. Assim como uma vista fantástica e um terraço para uns bem merecidos banhos de sol, caso o deseje. Tem uma pontuação de 9.8 no Booking. ONDE COMER EM LINHARES DA BEIRA: Restaurante Cova da Loba O local ideal para provar alguns pratos típicos da zona, confeccionados na perfeição. O espaço é conhecido não só pela qualidade dos seus pratos como também pelo excelente atendimento e pelo seu ambiente que mistura um estilo rústico com um estilo mais sofisticado. Morada: Largo da Igreja, Linhares | Contacto: +351 271 776 119 | Website: www.covadaloba.com
FESTAS E EVENTOS ESPECIAIS EM LINHARES DA BEIRA: Festa em Honra de Santa Eufêmia: Agosto Festival Nacional de Parapente: Agosto ALDEIAS HISTÓRICAS MAIS PRÓXIMAS: Trancoso - 40 kms Belmonte - 46 kms
LENDA SOBRE O CASTELO DE CELORICO DA BEIRA Para os menos atentos aos meandros da História de Portugal, foi no ano de 1245 que o rei Dom Sancho II (segundo) foi deposto, tendo o trono português sido entregue ao seu irmão, o então infante Dom Afonso. Nessa altura Dom Sancho refugiou-se, primeiramente, em Toledo, no reino de Castela. Diz-nos a lenda que FERNÃO RODRIGUES PACHECO, (ª) alcaide do castelo de Celorico (da Beira) e que era um fiel defensor do rei Sancho se recusou a entregar o castelo ao regente, mesmo ciente do cerco que veio a sofrer, no ano seguinte (1246). Quando se começou a sentir fome no interior da praça fortificada, o alcaide, na sua fé inabalável, pedia aos Céus uma solução que não poderia implicar a sua desonra. Nesse preciso momento, apercebeu-se que nos ares uma águia trazia presa nas suas garras, uma truta que havia sido apanhada em pleno rio Mondego. Esvoaçando sobre a fortificação, deixou cair a presa, o que o alcaide logo tomou com um bom augúrio. Assim, ordenou que fosse feito pão com a última farinha existente e que a truta fosse cozida. Após isto, enviou os alimentos ao príncipe regente, com a mensagem de que “se por fome esperavavéis tomar o castelo, que visse que os homens eram bem abastecidos daquela vianda (=peixe, em sentido figurado), pelo que não haveria razão de entregar o castelo, contra a sua honraria”. Impressionado, ou melhor dizendo, admirado o príncipe mandou levantar o cerco, tendo o castelo mantido a sua menagem até ao falecimento de Dom Sancho, ocorrido em 1248. Este feito é recordado no brasão de armas de Celorico da Beira, exaltando, deste modo, a lealdade, o valor e a astúcia da vila. . (ª) FERNÃO RODRIGUES PACHECO, foi um nobre medieval e um rico homem, nascido em 1210 que além de alcaide-mor do Castelo de Celorico foi também senhorio de Ferreira das Aves (Sátão). Foi o primeiro a usar o apelido “Pacheco”. Foi filho de RuyPeres Ferreira e de Tereza Peres Cambra. Casou com Constanza Affonso de Cambra de quem veio a ter o seu único filho, que nasceu em 1250, João Fernandes Pacheco. . Baseado in “Castelo de Celorico da Beira e sua história”, by publicação autárquica.
PONTES Há na região celoricense várias pontes de pedra, mas não datam da mesma altura. Em termos gerais podemos considerar no decurso de dois milénios de construção viária, quatro períodos favoráveis á edificação de pontes no distrito da Guarda. O primeiro período coincide com a abertura das primeiras vias romanas. Mas convém esclarecer que as pontes romanas são extremamente raras. Não se podendoclassificar de romana nenhuma das existentes no concelho de Celorico, não obstante algumas serem de volta inteira e possuírem quebra águas. Pontes classificadas como romanas são medievais. Foi durante a primeira dinastia, a partir dos reinados de D. Afonso III e D. Dinis que se construíram muitas pontes e poldras. A maior parte dessas pontes eram de madeira e assim se mantiveram através de sucessivas reparações até aos séculos XVI e XVII, em que as substituíram por pontes de pedra. Essas obras de cantaria foram feitas nos reinados de D. João III e nos primeiros anos do domínio filipino. A quarta fase iniciou-se com a política de transportes, conhecida por fontismo (Fontes Pereira de Melo, primeiro ministro das Obras Públicas), depois de meados do século XIX. E não se construíram só pontes mas também chafarizes, como se verifica pelas datas gravadas nos seus frontões. Alguns destes chafarizes situam-se na estrada da Beira. O mais próximo de Celorico tem a data de 1880. Duas grandes estradas tinham o seu começo, ou o seu fim, em Celorico da Beira. Eram elas, a estrada real de Coimbra a Celorico e a estrada real da Mealhada a Celorico, ramificando-se para Trancoso, Guarda, Covilhã, Sabugal, etc. Destas grandes vias saiam outras, como a de Seia para o distrito de Viseu, com ligações para Trancoso e para o norte; a da Guarda para Pinhel, etc. Com base em Gama e Castro, que nos dá estes informes, transcreve-se um inventário respeitante à construção de obras de arte no distrito da Guarda, no século XVII. A ponte do rio Cessodo (actual ribeira da Cessada, em Rio Torto Gouveia) foi arrematada em 1613, pelo mestre Francisco António, canteiro de Coja, por 550 000 cruzados. Também se lançou uma finta. (T. T. Doações, liv. 38, fl. 19). A ponte da Ribeira d'Alva foi arrematada em 1614, por mestre João Francisco e um seu companheiro, por 1 550 000 reis. Também foi lançada uma finta (T T Priv. L fl. 182). A ponte da Carvalhosa, sobre o Mondego, foi traçada pelo mestre de pontes David Alvares, morador em Trancoso. Foi construtor Manuel Ferreira. Também a este Mestre David Alvares se deve o traço da ponte de Asurara da Beira. Arrematou, em 1624, por 778 000 reis, a ponte dos Jugais sobre o rio Alva, a pedido das Câmaras de S. Romão e Valesim. Em 1625, arrematou a ponte do rio Maçoeime, junto da antiga vila de Moreira, por 4 500 cruzados. Em 1626 arrematou a ponte de Valbom por 400 000 reis (T T. Fil. III, doação, liv. 24, fl. 194, liv. II, fl. 157 v. e 239 e liv. 26 fl. 287 v.). Este arquitecto, mestre de pontes, David Alvares de Trancoso, assim como o empreiteiro Manuel Ferreira, parecem, pelos nomes, de ascendência judaica e deveriam estar ligados a antiga comunidade dos marranos daquela vila. Aponte de pedra e madeira da Lavandeira, sobre o rio Mondego, junto á vila de Celorico da Beira, foi arrematada por 230 000 reis, em 1652, pelo mestre de obras de pedraria, António Domingues, do lugar de Cortiço. Para execução da obra foi ouvido o arquitecto Mateus do Couto (T. T. Chancel. de D. João IV, .iv, 24, fl. 150 v.). A ponte da Lavandeira recebeu restauro no tempo de D. João V. A ponte nova, também próxima da vila, sofreu, a volta de 1950, restauro e de um dos pegões foi retirada pelo empreiteiro a inscrição quinhentista que colocou para melhor visibilidade, junto da estrada, sobre uma rocha. Refere a construção da ponte no reinado de D. João III e não no de D. Manuel I. A Ponte da Lavandeira construída em 1652 e a Ponte Nova foram arrasadas pelos franceses na altura das invasões. Repararam-nas em 1818. Outra importante ponte deste concelho, também em cantaria, é a Ponte do Ladrão, sobre o rio Mondego, cujo estudo de alargamento deu lugar a um excelente trabalho sobre a estabilidade estrutural dos arcos em cantaria, feito pelo Eng. Paulo Ribeirinho Soares. A Ponte do Minhocal e da Jejua são também medievais, assim como a da Ribeira das Olas, onde havia vários oleiros.
Descrição Situada na freguesia de Fornotelheiro, encontra-se a Necrópole de São Gens, pertença de povos ancestrais, antigo cemitério, constituindo um dos maiores e mais antigo existente nas beiras. Existem ali quatro espécies de túmulos: uns em forma de banheira, outros triangulares, outros antropomórficos e outros cavados em pedras móveis.
Forno TelheiroPágina principalOs melhores artigosEventos atuaisPágina aleatóriaPortaisPortal comunitárioMudanças recentesAjudaPáginas especiaisConstituindo a maior área das freguesias do concelho de Celorico da Beira, com 2.048 ha, Fornotelheiro faz fronteira com as freguesias de Santa Maria, São Pedro, Ratoeira, Baraçal e Minhocal no concelho de Celorico, Aldeia Nova no concelho de Trancoso e Fuinhas no concelho de Fornos de Algodres. Fornotelheiro, tem nos seus limites divisão com três concelhos, constituindo parte das divisões Nordeste do concelho de Celorico da Beira.Distando 7 km da sede do concelho, é formada pelos lugares de Celorico da Beira-Gare, Casas do Rio, Quintas do Salgueiro e Cardal. Constitui, logo a seguir às freguesias da vila de Celorico, a freguesia mais populosa, graças à sua localização na margem direita do rio Mondego, proximidade da Estação de Celorico e acessos condizentes.Antiquíssimo lugar, aqui se encontra a Necrópole de São Gens, pertença de povos ancestrais, antigo cemitério, constituindo um dos maiores e mais antigo, existente nas beiras.Existem ali quatro espécies de túmulos: uns em forma de banheira, outros triangulares, outros antropomórficos e outros cavados em pedras móveis.O castro do Torreão, atesta-nos da sua ocupação antiga e tendo os romanos, explorado o estanho por estas paragens, aproveitando também as águas termais de Santo António.A designação Fornotelheiro, deve-se ao facto de ali ter existido e se ter desenvolvido a indústria da telha, facto que é confirmado pelo lugar da Ribeira das Olas (em latim designa olaria) e nas suas margens os indícios de construções romanas, através de blocos de argila maciça.Antiga vila, conserva ainda vestígios da sua categoria, através da forca e pelourinho.No tempo das invasões francesas, a Igreja e aldeia ocupadas serviram de hospital de campanha e num lugar, Chão dos Ingleses, estão sepultados inúmeros soldados aliados.Fornotelheiro é hoje, uma freguesia onde o surto da emigração acalmou e a sua população se fixa, graças à existência de postos de trabalho e à proximidade à sede de concelho.Assim, é na freguesia de Fornotelheiro que se localiza o Parque Industrial do concelho de Celorico da Beira, e os poucos industriais que nele se encontram, dão emprego a muita gente da freguesia e arredores, sobretudo mão-de-obra feminina.A agricultura na freguesia também emprega algumas famílias, e abrange sobretudo a pecuária, a olivicultura e as árvores de fruto.Freguesia com grande número de jovens, encontra neles actividades como o teatro, o desporto e a preservação do seu rico património, entre outras actividades, todas elas reunidas bem como os jovens, numa associação, OPI-JOVEM.Também o desporto faz parte desta freguesia, participando a Associação Desportiva, Recreativa e Cultural de Fornotelheiro no respectivo campeonato distrital.Associado ao seu rico património histórico-cultural, e à dinâmica da freguesia, o termalismo é um outro recurso que Fornotelheiro pode oferecer ao visitante ou a quem das suas águas necessita para doenças de pele, gastro-intestinais ou hepáticas.Artigo completoO texto desta página está sob a GNU Free Documentation License.
Fiães (Trancoso)Página principalOs melhores artigosEventos atuaisPágina aleatóriaPortaisPortal comunitárioMudanças recentesAjudaPáginas especiaisFiães é uma freguesia portuguesa do concelho de Trancoso, com 10,03 km² de área e 263 habitantes (2001). Densidade: 26,2 hab/km².Artigo completoO texto desta página está sob a GNU Free Documentation License.
Rio de Mel já aparece citado em documentos do século XIII, como na doação feita em 1293 por D. Aldara Pinhel ao Convento de Salzedas. A ilustre senhora doou ao cenóbio muitos bens em Vieiro e outros lugares fora do concelho, recebendo em troca rendimentos em Rio de Mel. Nos inícios do século XV, encontrava-se toda esta região bastante despovoada, devido a guerras, epidemias e fomes, como sucedia em Rio de Mel, a ponto de o heróico marechal Gonçalo Vasques Coutinho pedir em 1412 a D. João I a passagem de uma estrada por ali, de Trancoso para Sernancelhe e de Trancoso para a Guarda. No final do mesmo ano, o monarca deferiu a petição, contribuindo assim para o repovoamento e desenvolvimento comercial de Rio de Mel. Povoado de fundação recente é Vila Novinha, onde se travou um renhido combate entre portugueses e franceses durante as invasões por estes protagonizadas.
Rio de MelPágina principalOs melhores artigosEventos atuaisPágina aleatóriaPortaisPortal comunitárioMudanças recentesAjudaPáginas especiaisRio de Mel é uma freguesia portuguesa do concelho de Trancoso, com 23,31 km² de área e 311 habitantes (2001). Densidade: 13,3 hab/km².Possui uma anexa, aldeia de Vila Novinha.Vila Novinha localiza-se numa encosta soalheira sobre a Ribeira de Rio de Mel e o Rio Távora. Esta aldeia tem origem num grupo de pessoas que ali se estabelecem após a destruição da Vila Romana dos Quartos, destruição causada pelas invasões Francesas.As principais actracções da freguesia são a Igreja Matriz, a Capela de Nossa Senhora dos Bons Sucessos e a beleza Natural da serra que envolve a aldeia.Rio de Mel tem anulamente, na segunda-feira de Páscoa uma festa popular que anima a freguesia, em honra de Nossa Senhora dos Bons SucessosArtigo completoO texto desta página está sob a GNU Free Documentation License.
Descrição A construção do castelo de Ranhados é atribuída a D. Dinis, todavia não há certezas, podendo ser de origem muito posterior, mas a ocupação humana desta região, que é anterior à romanização da península, aponta para a possibilidade de existirem estruturas de defesa que os primeiros reis portugueses podem ter reforçado. Sem grande história conhecida, este castelo foi muito cedo abandonado e já o rei D. Manuel I, em 1512, tentou a repovoação da região com atribuição de foral à vila, mas este destino não se alterou, acabando por o recinto do castelo ser convertido no cemitério da vila. Classificado como Imóvel de Interesse Público, não teve, apesar disso, grandes benefícios, já que as obras nas muralhas tiveram em vista proteger o cemitério e não respeitaram as antigas estruturas.
Cidade situada no Nordeste do Distrito da Guarda, delimitada a Norte pelo concelho de Vila Nova de Foz Côa, a este pelo concelho de Pinhel e Vila Nova de Foz Côa, a Oeste pelo concelho de Penedono e a Sul pelo concelho de Trancoso. A Cidade de Mêda dista da sede de distrito 70 Km e de Viseu 100 Km, aproximadamente. O concelho tem uma área de 292.20 Km2, conta nos seus limites com 16 freguesias e uma população de 7.440 habitantes (censos de 1991). A região medobriense é marcada, nos nossos dias, por baixa densidade populacional. Região essencialmente dependente da agricultura, que continua a fazer-se em moldes tradicionais, condicionados pela natureza do solo e pelo minifúndio disperso. A riqueza do património histórico do concelho, com os centros históricos de Meda, Longroiva, Ranhados e Casteição e a Aldeia Histórica de Marialva, originam, neste momento, que o turismo seja uma actividade económica importante, tanto mais que o concelho da Meda foi, recentemente, incluído no PROCÔA.
Proveniente de um castro pré-histórico, está situado no alto de um monte granítico dominando a cidade. Contudo, sendo o Castelo Medieval, não há quaisquer informação sobre este. No de 1519 Mêda recebeu o foral de D. Manuel. A sua planta apresenta uma forma quadrangular em alvenaria de granito. A Muralha envolve a praça de armas, onde se ergue ao centro a Torre de Menagem também de planta quadrangular encimada por ameias. Na Muralha rasga-se o portão, em arco de volta perfeita. Coordenadas GPS: - DD.DDDDDº: 40.96317º -7.26403º - DDº MM.MMM': N 40º 57.790' W 007º 15.842' - DDº MM' SS": N 40º 57' 47.40" W 007º 15' 50.52"
A Matéria do Tempo: MARIALVA! Marialva fica a poucos minutos da cidade de Mêda. Esta Aldeia Histórica, num cenário que revela uma das relíquias vivas da ancestralidade portuguesa, transporta o visitante às raízes mais profundas da história do país. As ruas, ladeadas por edifícios resistentes ao tempo, conduzem à cidadela cercada pelas muralhas cujas ruínas é fácil perder a noção do tempo. Povoada pelos aravos, povo lusitano, foi posteriormente conquistada pelos romanos, seguidos dos árabes, até à vitória final de D. Fernando, o Magno, em 1063, na sua emblemática conquita das Beiras. A NOSSA HISTÓRIA O SEU TEMPO A Aldeia de Marialva dista 7 Km da sede do concelho da Mêda, na margem esquerda da ribeira de Marialva. É constituída por três núcleos distintos: a Cidadela ou Vila no interior do Castelo, agora despovoada; o Arrabalde que prolonga a Vila para além da zona amuralhada; e a Devesa, situada a sul da cidadela, que se estende pela planície até à ribeira de Marialva, e assenta sobre a antiga cidade romana. De facto, as origens longínquas de Marialva parecem remontar ao tempo da antiga Cidade de Aravor, fundada pelos Túrdulos no séc. VI a.C. Este castro, situado numa eminência rochosa sobranceira aos campos da Devesa, foi o principal núcleo da comunidade dos Aravos, sendo conhecido por Castro dos Aravos. Com a chegada dos Romanos o nome alterou-se para Civitas Aravorum, que foi reconstruida no tempo de Adriano e Trajano, tendo sido um importante ponto de confluência e cruzamento de vias, entre as quais a Via Imperial da Guarda a Numão. Os Godos instalaram-se também no monte, primeira ocupação cristã, mudando-lhe o nome para S. Justo. A esta ocupação seguiram-se os Árabes que terão dado à cidadela o nome de Malva, que reconquistada por D. Fernando Magno de Leão em 1063, lhe chamou Marialva. Despovoada pelas lutas da Reconquista, D. Afonso Henriques mandou-a repovoar e concedeu-lhe o primeiro foral (1179). D. Sancho I reconquistou-a em 1200, altura em que o povoado extravasou a cerca amuralhada, formando-se assim o Arrabalde que apresenta uma malha urbana de traçado predominantemente medieval, onde proliferam igrejas, capelas, casas quinhentistas e senhoriais, a par de um conjunto de habitações rurais com características típicas da casa beirã. D. Dinis, que criou a Feira em 1286, e D. Manuel, que lhe concedeu Foral Novo (1512), procederam a obras no castelo, transformando Marialva numa das mais imponentes e fortes praças de guerra do reino. Dada a localização fronteiriça de Marialva - e estimulada pela Feira (dia 15 de cada mês) que concedia diversos privilégios aos moradores e feirantes - iniciou-se no séc. XIII a fixação de judeus, cujo número aumentou durante o reinado de D. Manuel formando mesmo uma judiaria. D. Afonso V deu o título de Conde de Marialva a D. Vasco Coutinho (1440), que se destacara nas campanhas militares do Norte de África; mais tarde passou a marquesado por mercê de D. Afonso VI (1675), tendo sido primeiro Marquês de Marialva D. António Luís de Menezes, terceiro Conde de Cantanhede, pelo seu papel decisivo na Revolução de 1640. Em 1855 foi suprimido o concelho de Marialva, que passou a englobar o de Vila Nova de Foz Côa. Em 1872, Marialva foi incorporada no concelho de Mêda.
O Castelo de Longroiva, na Beira Interior, localiza-se freguesia e povoação de Longroiva, concelho de Mêda, distrito da Guarda, em Portugal. Erguido ao sul do rio Côa, em posição dominante sobre a vila, constitui-se em importante testemunho da arquitetura templária na região, inscrevendo-se na Região de Turismo Douro Sul. A região de Longroiva é ocupada desde a pré-história, nela se fixaram, romanos, visigodos e os árabes, a quem o rei de Leão, Fernando Magno, reconquistou a região. Integrado no território do Condado Portucalense, é já depois da independência portuguesa, entregue à Ordem do Templo, por D. Afonso Henriques, por volta de 1145. No reinado de D. Dinis, com a extinção da ordem do templo, Longroiva é entregue à Ordem de Cristo, posse que se manteve pelo menos até meados do século XVI. No século XIX, a culminar a degradação que se foi apossando desta fortificação, face ao seu abandono, o castelo passou a servir como fornecimento de pedra para construção e o interior do castelo foi transformado em cemitério. O que resta do castelo, está classificado como Monumento Nacional, os trabalhos de conservação permitiram que ainda subsistam partes das muralhas e a Torre de Menagem que terá sido uma das primeiras a ser edificada em Portugal.

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