Horas  20 dias 23 horas 32 minutos

Coordenadas 5014

Uploaded 29 de Janeiro de 2018

Recorded Janeiro 2018

-
-
1.210 m
152 m
0
30
60
120,54 km

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próximo a Geres, Braga (Portugal)

| PORTUGAL PROFUNDO |
| ETAPA 3 | "Vila do Gerês - Pitões das Junias (PNPG)" - 120 Km |
A paixão por PORTUGAL... O amor pela nossa terra!

MINHO e TRÁS-OS-MONTES - NORTE DE PORTUGAL

Concelhos a Percorrer:
( Terras de Bouro, Vieira do Minho e Montalegre )

Aldeias de Portugal | Aldeias "Fantasma" | Aldeias do Xisto

O nosso PORTUGAL PROFUNDO!
Portugal é isto, laje sobre laje, dias sobre dias, estórias com história, corpos com alma, rugas com eternidades para contar. Portugal é isto, e isto é tanto. Estimam-se livros de ouro e desperdiçam-se histórias de diamante. O que somos é muito mais do que aquilo que se pode guardar num banco ou bolsa. O que somos é história fortificada, é DNA enriquecido pela luta de quem viveu, sofreu, sorriu e venceu. O que não deveríamos ser era fracos de memória e deixar de estimar o que somos, e o que somos vale mais que ouro. Se somos assim, sensíveis, é porque rios de lágrimas choveram sobre os mares! Se somos assim, determinados, é porque os mares desconhecidos nos permitiram enxergar a nossa alma destemida! Se somos assim, guerreiros, é porque nem bávaros, gauleses ou vizinhos vez alguma nos conseguiram dobrar pela espinha! Se somos assim, de paladar refinado e pote enriquecido, é porque aprendemos a ser felizes à mesa, a conviver à média luz e ao sabor de um belo cozido à portuguesa! Se somos assim, poupados, é porque conseguimos ultrapassar dezenas de crises, aprendendo a utilizar cem por cento do porco, a cozinhar com castanhas, a fumar o que é preciso estimar ou a saborear uma sardinha partida em três! Se somos assim é porque milhares e milhares de aldeias sobreviveram ao passar dos tempos, sempre edificadas nos seus mais nobres valores e tradições. Se somos assim porque haveremos nós de mudar?
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|| ALDEIAS DO XISTO - ALDEIAS DE PORTUGAL - ALDEIAS "FANTASMA" ||

Portugal é um destino por excelência para a prática de Turismo de Natureza, dispondo de um riquíssimo património natural.
Portugal possui uma enorme variedade de paisagens e elevada diversidade de habitats naturais, com condições que permitem a realização de programas de observação de aves em habitats distintos e com um grande número de espécies, designadamente, em habitats de montanha, estuários, escarpas, montados de sobro, lagoas costeiras, planícies cerealíferas.
Importa salientar que cerca de 21% do território português é formado por Áreas Classificadas com fortes valores naturais e de biodiversidade a nível da fauna, flora e da qualidade paisagística e ambiental, dispondo de uma oferta de atividades de animação turística ajustadas aos diferentes segmentos do Turismo de Natureza.
A proximidade de Portugal aos mercados europeus emissores, o clima ameno durante todo o ano, permitindo que, em todos os períodos, seja possível realizar um conjunto vasto de atividades outdoor, e a segurança do destino, são outros aspetos relevantes para a oferta de Turismo de Natureza.
Os sabores da gastronomia, a oferta de alojamento, o bom acolhimento e a simpatia das pessoas constituem, igualmente, valores que definem a excelência de Portugal como destino de Turismo de Natureza.
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AS ETAPAS deste "PORTUGAL Profundo"

| MINHO - Norte Portugal |
ETAPAS
1ª Etapa - Valença | Caminha (Dem)
2ª Etapa - Caminha | Geres (PNPG)

| MINHO & TRAS-OS-MONTES & ALTO DOURO - Norte Portugal |
ETAPAS
3ª Etapa - Gerês (PNPG) - Pitoes Junias (Montalegre)
4ª Etapa - Pitões Junias - Peso da Régua

| ALTO DOURO E BEIRA ALTA - Norte Portugal |
ETAPAS
5ª Etapa - Peso da Régua - S.Pedro do Sul
6ª Etapa - Viseu - Lamego

| BEIRA ALTA - Norte Portugal |
ETAPAS
7ª Etapa - Lamego - Guarda
8ª Etapa - Guarda - Viseu
9ª Etapa - Viseu - Coimbra

RESTANTES ETAPAS:

10ª Etapa - Coimbra - Castelo Branco
11ª Etapa - Castelo Branco - ELVAS
12ª Etapa - Elvas - Beja
13ª Etapa - BEJA - SAGRES
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QUEM SOMOS
ECO TT- Turismo & Aventura
Visitas Guiadas e Passeios Turísticos
Since 1998

Mais do que uma Marca, somos um MITO!!
PIONEIROS, também no educar ....e saber partilhar "Know How"!

A nossa marca é simples: não temos produto que não combine, no seu melhor, a descoberta ativa da paisagem e do património com os bons prazeres do vinho e da gastronomia regional.

A nossa equipa é especial: tem brio e bom senso. Os nossos colaboradores são especialistas e polivalentes, prudentes e aguerridos. Sabem ser próximos e discretos com as pessoas, dar-lhes a segurança e o espaço de que precisam para poderem divertir-se, evadir-se, descansar.

Os nossos valores são os princípios da nossa ação: respeito incondicional pelo turismo sustentável, máxima qualidade na prestação do serviço.

Acreditamos no Turismo como força viva ao serviço da paz, veículo de amizade e compreensão entre os povos, fator de desenvolvimento sustentável das regiões, contributo para a valorização e preservação do património natural e cultural.

Sabemos que é um privilégio ter como "ofício de lazer" descobrir e partilhar o lado bonito do mundo e poder fazê-lo com um modesto grupo de entusiastas que preza, acima de tudo, a qualidade e o saber conviver no seu estado ZEN mais puro.

A nossa missão é retribuir este privilégio: oferecer aos nossos amigos, em toda a sua plenitude, uma região como o MINHO ou TRAS-OS-MONTES, onde o ar é limpo, a terra e o mar parecem não ter fim e o tempo não tem pressa.

É com esta filosofia e esta paixão que organizamos incentivos outdoor que promovem o team building, programas multi-actividades, programas para famílias, férias a pé e em bicicleta, passeios e expedições. Que escrevemos guias on line para o MINHO, considerados pioneiros na informação turística da região. E que adoramos receber neste nosso "PORTUGAL Profundo".

A idade não se mede em anos… mas em PAIXAO, e ainda assim:
já temos e somos 20 anos de História!
Jan’98 a Dez’17 - Bem Haja a toda a nossa ALMA LUSITANA!

Embora o Minho e o Tras-Os-Montes seja o nosso território preferencial, navegamos por todo o PAÍS!... .

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Missão
É este o nosso PORTUGAL PROFUNDO e genuíno, longe das grandes cidades… e repleto de alma, que queremos dar a conhecer a todos os que embarquem connosco nesta inebriante descoberta.

Nos dias que correm o Interior do país assiste a um processo de desertificação. E é neste olhar atento, sentido… e profundamente Lusitano, que ao longo dos últimos vinte anos se vêm aglutinando esta paixão continuadamente sentida e sincera, criando uma palpitante ideia a que, seguramente, poderíamos denominar de Olhares da Memória.

É, a nosso ver, um projeto que pretende inverter esta tendência e que visa preservar, dando a conhecer, localidades «ricas pelo património que possuem» contribuindo assim para evitar a perda de tradições seculares.

Este embrião ideológico possui, inequivocamente, uma enorme sede de beber na fonte da procura, e sempre com o objetivo de perceber melhor «a riqueza de localidades»,
seja em património natural, oral ou histórico.

É premente que neste projeto Olhares da Memória tenhamos como objetivo criar uma ferramenta tecnológica inovadora que vise o desenvolvimento económico das áreas rurais.

É um importante passo para estimulação e dinamização de uma desenvolvimento sustentável, tendo por base a animação turística.

O principal objetivo é oferecer um serviço inovador, que prime pela diferença… que traga no olhar visões extraordinárias, que ofereça sensações que abracemos de olhos fechados, sabores que degustaremos com deleite.

E tudo isto e ao mesmo tempo, dando a conhecer toda uma região e um território tão rico e tão diversificado, com um povo que acumulou saberes e sabores ao longo de centenas de anos, que soube preservar o melhor da sociedade global em identidade local, num país tão pequeno que se manteve unido, feito por um povo que nunca desistiu de construir...

É nossa missão dar a conhecer séculos de história, paisagens pejadas de verde interrompidas por rios, parques naturais, lugares de fé, vinhos de excelência, gastronomia abastada, artesanato diversificado e hospitalidade reconhecida – assim é Portugal!.





Hora de Início: 12/17/2017 10:53

Hora de Fim: 01/07/2018 10:25

Distância percorrida: 120,4 km (503:32)

Tempo em andamento: 500:27

Velocidade média: 0,24 km/h

Média em movimento: 0,24 km/h

Velocidade Máxima: 60,72km/h

Altitude Mínima: 151 m

Altitude Máxima: 1210 m

Velocidade de Subida: 670,2 m/h

Velocidade de Descida: -897,9 m/h

Ganho de altitude: 3791 m

Perca de altitude: -3034 m

Tempo de Subida: 05:39

Tempo de Descida: 03:22

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Rio Gerês
São Bento PORTA ABERTA O Santuário de São Bento da Porta Aberta é um santuário católico português, localizado na freguesia de Rio Caldo, em Terras de Bouro. Teve a sua origem em 1615, com a construção de uma pequena ermida. O atual santuário é do final do século XIX. Iniciou-se a sua reconstrução em 1880 e concluiu-se em 1895. A designação de São Bento da Porta Aberta deve-se ao facto de a ermida ter sempre as suas portas abertas, servindo de abrigo aos viajantes. Em 2013 para receber a classificação de Basílica foi realizada a requalificação da capela mor ao nível do ambão, melhoramentos na iluminação e delimitação. Recebe anualmente 2,5 milhões de peregrinos sendo o segundo maior santuário português, depois de Fátima, mesmo não apresentando uma situação geográfica favorável, nem ser beneficiado por relevantes vias de comunicação.[1] [2] O santuário foi elevado a basílica menor pelo Papa Francisco a 21 de março de 2015 em comemoração dos seus 400 anos de existência.
MINAS DA BORRALHA - Montalegre. A aldeia das Minas da Borralha faz parte da freguesia de Salto, concelho de Montalegre, e foi durante várias décadas o principal polo empregador e populacional de Montalegre. Durante a primeira guerra mundial foi iniciada a atividade mineira, tendo vindo operários de todo o país para trabalhar nesta mina atraídos pelo precioso minério. Mas foi nos anos 40 a 60 que a aldeia foi muito requisitada e invejada, pela riqueza do volfrâmio abundante nas suas terras. As minas vieram a fechar em 1986, deixando muitos trabalhadores desempregados e com ordenados em atraso...
A barragem da Venda Nova situa-se entre o concelho de Montalegre (distrito de Vila Real) e Vieira do Minho (distrito de Braga). Entrou em funcionamento em 1951 e é alimentada pelo curso de água do rio Rabagão. A Venda Nova é uma barragem em arco-gravidade, com 97 metros de altura. Pertence à bacia hidrográfica principal do Rio Cávado e possui uma bacia hidrográfica própria de 136,58 km². A sua albufeira apresenta uma superfície inundável ao NPA (Nível Pleno de Armazenamento) de 400 hectares. As cotas de água na albufeira são: NPA (Nível Pleno de Armazenamento) de 700,00 metros, NMC (Nível Máximo de Cheia) de 701,00 metros e NmE (Nível Mínimo de Exploração) de 641,00 metros. A capacidade do descarregador é de 1100 m³/s e o escoamento médio anual é de 284 hm3.
Nome: Segment 1

Hora de Início: 12/17/2017 10:53

Hora de Fim: 12/17/2017 17:38

Distância percorrida: 67km (06:45)

Tempo em andamento: 04:02

Velocidade média: 9,9km/h

Média em movimento: 16,55km/h

Velocidade Máxima: 60,72km/h

Altitude Mínima: 151m

Altitude Máxima: 1037m

Velocidade de Subida: 481,1m/h

Velocidade de Descida: -667m/h

Ganho de altitude: 1919m

Perca de altitude: -1603m

Tempo de Subida: 03:59

Tempo de Descida: 02:24

Com um vasto património para apreciar, parta à descoberta de Campos, em Vieira do Minho, uma aldeia cheia de personalidade e dotada de uma rara beleza natural! Abraçada pela Serra da Cabreira, esta aldeia bem preservada possui uma identidade rural muito própria que encanta descobrir pelas ruas e enquadramento verdejante. Um local para percorrer sem pressas, caminhando pelas pequenas e rústicas ruas empedradas, e visitando o património acumulado ao longo do tempo. O cruzeiro, a igreja, os moinhos, a ponte romana, o forno comunitário e os espigueiros são locais a não perder. Contam-se 46 espigueiros onde são guardadas as espigas de milho que, depois de arejadas secas são malhadas para dar aos animais e para fazer pão! As casas da aldeia de Campos, bons exemplares da tradição rural minhota, mostram-se na sua faceta mais prática, com o andar de cima como habitação e o de baixo reservado aos animais e lida agrícola. Eiras, eirados, celeiros e espigueiros são outros elementos que encontra pela terra, reveladores do passado ligado à terra e à agricultura. Mas mais do que pelo património, perca-se pelas lendas e tradições deste núcleo de vida em comunidade. Meta conversa com os habitantes locais e descubra a sua calorosa hospitalidade! Depois, deambule pelos contornos da aldeia e respire todo o ar puro deste ambiente de serra e encontre, escondidas pela densa vegetação, as ruínas das antigas minas de volfrâmio! Não perca, também, a gastronomia local, em que sobressaem a vitela barrosã, o cabrito das terras altas do Minho, o queijo, o mel e o fumeiro.
VISITE E CONHEÇA!! - Um local para percorrer sem pressas Com um vasto património para apreciar, parta à descoberta de Campos, em Vieira do Minho, uma aldeia cheia de personalidade e dotada de uma rara beleza natural! Abraçada pela Serra da Cabreira, esta aldeia bem preservada possui uma identidade rural muito própria que encanta descobrir pelas ruas e enquadramento verdejante. Um local para percorrer sem pressas, caminhando pelas pequenas e rústicas ruas empedradas, e visitando o património acumulado ao longo do tempo. O cruzeiro, a igreja, os moinhos, a ponte romana, o forno comunitário e os espigueiros são locais a não perder. Contam-se 46 espigueiros onde são guardadas as espigas de milho que, depois de arejadas secas são malhadas para dar aos animais e para fazer pão! As casas da aldeia de Campos, bons exemplares da tradição rural minhota, mostram-se na sua faceta mais prática, com o andar de cima como habitação e o de baixo reservado aos animais e lida agrícola. Eiras, eirados, celeiros e espigueiros são outros elementos que encontra pela terra, reveladores do passado ligado à terra e à agricultura. Mas mais do que pelo património, perca-se pelas lendas e tradições deste núcleo de vida em comunidade. Meta conversa com os habitantes locais e descubra a sua calorosa hospitalidade! Depois, deambule pelos contornos da aldeia e respire todo o ar puro deste ambiente de serra e encontre, escondidas pela densa vegetação, as ruínas das antigas minas de volfrâmio! Não perca, também, a gastronomia local, em que sobressaem a vitela barrosã, o cabrito das terras altas do Minho, o queijo, o mel e o fumeiro.
PORTAS DO PORTUGAL RURAL PONTEIRA - Montalegre Aldeia - Aglomerado Rural Uma paisagem encantadora, não estivessemos nós em Trás-os-Montes. Aldeia típica localizada no Parque Nacional da Peneda-Gerês, enquadrada numa moldura de granito, na encosta da serra. A sua riqueza granítica, com tanto de sombrio como de belo, confere a este local uma singularidade e misticismo muito atrativos. Um dos ex-líbris deste local é a chamada Pedra Bolideira, uma rocha que balança ao ligeiro empurrão da mão humana.
Trata-se de um monólito oscilante, que atrai os visitantes, que tentam fazer esta pedra de grandes dimensões mover com apenas um pequeno movimento.
O Mosteiro de Santa Maria das Júnias é um mosteiro em ruínas localizado nos arredores de Pitões das Júnias, na freguesia de mesmo nome, concelho de Montalegre, Distrito de Vila Real, em Portugal. Este mosteiro remonta a um antigo eremitério pré-românico, fundado no século IX, cuja implantação obedeceu a critérios de isolamento. Encontra-se num vale estreito, de difícil acesso e longe dos caminhos e de lugares habitados, inscrito em um grandioso fundo paisagístico. Em contraste com outros cenóbios do Norte de Portugal, que no geral são possuidores de produtivos coutos, esta primeira comunidade de monges das Júnias dependia da pastorícia, facto que acentuou o seu carácter humilde e ascético. O atual mosteiro e seu templo anexo foram erguidos durante a primeira metade do século XII, antes mesmo da fundação da nacionalidade. Era então ocupado monges da Ordem de São Bento. Em meados do século XIII, o mosteiro passou a seguir a regra da Ordem de Cister, ficado agregado à Abadia de Oseira, na Galiza. Ao longo dos séculos, este mosteiro foi enriquecendo com a obtenção de terras na região do Barroso e na Galiza. No início do século XIV, conheceu obras de manutenção e melhoramento em que se destaca a construção do claustro e a ampliação da capela-mor. No início da Idade Moderna foram realizadas obras de elevação de algumas dependências do convento e da capela-mor do templo, entretanto destruídas pelo assoreamento provocado pelo ribeiro que corre junto à cabeceira do mesmo. Na primeira metade do século XVIII, a igreja foi restaurada, a nível do madeiramento e do lajeamento, e redecorada com retábulos em talha dourada. A partir de meados desse século, entretanto, começou a entrar em decadência e acabou por perder monges e rendimentos. Com a extinção das ordens religiosas masculinas (1834) o seu último monge passou a exercer a função de pároco de Pitões. Na segunda metade do século XIX, um devastador incêndio levou à ruína muitas das dependências conventuais. O Mosteiro de Santa Maria das Júnias encontra-se classificado como Monumento Nacional pelo Decreto nº 37.728 de 5 de Janeiro de 1950. Em 1986 a Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais levou a efeito obras de recuperação e melhoramento. Mais recentemente, em 1994 e 1995, o Parque Nacional da Peneda-Gerês promoveu uma intervenção arqueológica no claustro e na cozinha conventuais. A igreja deste convento é palco de uma romaria anual, a 15 de agosto, a que acorrem gentes de Pitões das Júnias e de povoações vizinhas.
A 1200 metros de altitude, com as fragas e picos do Gerês a poente e noroeste, e o planalto da Mourela a nascente e nordeste, Pitões das Júnias é uma das aldeias mais visitadas do concelho de Montalegre. Além da fauna e da flora riquíssima, oferece outros pretextos para um passeio, concentrados no percurso pedestre de quatro quilómetros - percorridos em cerca de 1h30 - entre o cemitério e o centro da aldeia. E perpetua tradições que não se encontram em mais nenhum local
Nome: Segment 1

Hora de Início: 12/17/2017 10:53

Hora de Fim: 01/07/2018 10:25

Distância percorrida: 120,4km (503:32)

Tempo em andamento: 500:27

Velocidade média: 0,24km/h

Média em movimento: 0,24km/h

Velocidade Máxima: 60,72km/h

Altitude Mínima: 151m

Altitude Máxima: 1210m

Velocidade de Subida: 670,2m/h

Velocidade de Descida: -897,9m/h

Ganho de altitude: 3791m

Perca de altitude: -3034m

Tempo de Subida: 05:39

Tempo de Descida: 03:22

BARRAGEM DE PARADELA DO RIO A Barragem de Paradela, localiza-se no concelho de Montalegre distrito de Vila Real tem 110m de altura acima do terreno e está localizada na bacia hidrográfica do rio Cávado, foi concluída no ano de 1956, sendo uma barragem do tipo aterro subtipo enroncamento. Uma barragem de enrocamento é um maciço formado por fragmentos de rocha compactados em camadas cujo peso e imbricação colocaram entre si a estabilidade do corpo submetido ao impulso hidrostático. A sua albufeira tem uma capacidade de 164,5 hm3, com uma área de 380 hectares e um desnível de 72 m.[1] Possui uma capacidade de descarga máxima de 720 m³/s. O comprimento do coroamento é cerca de 540 m, com um volume aterro é de 2.700.000 m³.[1] A central hidroeléctrica é composta por um grupo Francis do tipo eixo vertical, com uma potência total instalada de 54 MW, capazes de produzir em ano médio cerca de 256,7 GWh.[2]
Povoado de Outeiro de Paradela em Montalegre Ponto Turístico > Monumento Sirvozelo 5470 Outeiro, Montalegre Provável povoado datado da Idade do Bronze ou da Idade do Ferro, com visibilidade ampla e defesa fácil. Localiza-se sobranceiramente à albufeira de Paradela e do lado noroeste da aldeia de Sirvozelo. Na vertente Norte e Este identificam-se largas plataformas, onde parecem existir vestígios de estruturas. Foram aqui encontrados fragmentos de cerâmica grosseira, pré-histórica, com decoração incisa.
Eco-Aldeia de Paredes do Rio, Concelho de Montalegre — em Montalegre, Vila Real.
Siga pela ESQUERDA em ASFALTO (Nao siga pela direita: Uma parte do TRILHO ESTÁ INTRANSITAVEL, não permitindo a conduçao segura) SERRA CABREIRA

3 comentários

  • Foto de rjpmendes

    rjpmendes 20/set/2018

    Viva Paula,
    Utilizei parcelas do seu trilho para planar os meus dias e respectivos trilhos pelo Gerês.
    Dos 0 aos 14 Kms em sentido inverso, onde a paisagem sobre a albufeira é linda.
    E 42 aos 75 Kms inserido numa outra volta proveniente de Fafião.

    Obrigado pois foram muito úteis.

  • Foto de Paula Abreu

    Paula Abreu 20/set/2018

    Boa tarde rjpmendes!
    Devo agradecer em primeira mão o seu espontâneo e nobre comentário, enquanto seguidor atento das ROTAS “Portugal PROFUNDO”, seguramente um DESAFIO off Road GRANDE.

    E de facto, das 14 Rotas que ligam Valença a Sagres, esta 3ª Etapa – Vila do Gerês – Pitões das Júnias, é a meu ver o percurso ideal em formato “teste fora de estrada” para concretização ao que muito bem se propôs e em conjunto com a familia e/ou amigos!

    Na certeza de que fizeram uma escolha maturada quanto aos propósitos que evocam, garantidamente é igualmente uma escolha de percurso turístico TOP.
    Sempre ao dispor para o que necessitarem, seja para esta ou qualquer outra iniciativa das “Rotas Portugal Profundo”
    Grata pelo vosso contato!
    SAUDAÇOES TT!
    Paula Abreu

  • Foto de pingo129

    pingo129 27/set/2018

    Gostei tanto da fotos das casas na zona da intercessão pena que nao dei com essas casas ''verdes'' que me fizeram perder o fôlego. Agradecia imenso se me pudesse facultar a localização das mesmas.
    Saudações TT

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