Coordenadas 7176

Uploaded 9 de Novembro de 2018

Recorded Novembro 2018

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1.119 m
251 m
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37
74
148,94 km

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próximo a Alfaiates, Guarda (Portugal)

| PORTUGAL PROFUNDO - www.portugalprofundo.com |
| ETAPA 10 | "Alfaiates, Sabugal - Idanha-A-Velha" - 150 Km |
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Beira ALTA - Beira BAIXA
A Paixão por Portugal… O amor pela nossa terra!
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É TEMPO DE RENASCER!
Depois de um 2017 marcado pelos piores motivos, é tempo de fazer do CENTRO motivo de conversa pela reconstrução, por tudo aquilo que o fogo não levou e por tudo aquilo que importa preservar.

Por mais paradoxal que possa parecer, este é o momento certo para percorrer a regiã, não (apenas) por solidariedade, mas pelos seus muitos tesouros.

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Viagens ao CENTRO da nossa terra...

Aldeias do Xisto,de Montanha e Históricas, paisagens de serra, comida de conforto, poisos de charme.
Algumas das mais belas paisagens do país estão AQUI!

Território fértil em paisagens, imagens e sabores, gentes destemidas, corajosas e fraternas, portugueses que vivem com amor, mais forte que qualquer dor. Portugal é assim, uma tela viva onde nos perdemos e encontramos, onde vivemos e amamos.
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Não é preciso percorrer muitos quilómetros para se perceber que há diversidade e riqueza de património no CENTRO do país. Falemos de aldeias - do Xisto, de Montanha, Históricas -, falemos de natureza e falemos de gente resilinte e hospitaleira.

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As ETAPAS das "ROTAS CENTRO" de Portugal
Beira BAIXA e Beira ALTA - Centro de Portugal

ETAPA 7 - Viseu - Guarda (Linhares da Beira)

ETAPA 8 - Linhares da Beira (Guarda) - V.N.Foz Coa

ETAPA 9 - S.Joao Pesqueira - Alfaiates, Sabugal

ETAPA 10 - Alfaiates - Idanha-A-Velha

ETAPA 11 - Idanha-A-Velha - Marvão
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É tempo de regressar ao INTERIOR! Não é preciso percorrer muitos quilómetros para se perceber que há diversidade e riqueza de património no CENTRO do país. Falemos de aldeias - do Xisto, de Montanha, Históricas -, falemos de natureza e falemos de gente resilinte e hospitaleira.
É TEMPO DE RENASCER! Depois de um 2017 marcado pelos piores motivos, é tempo de fazer do CENTRO motivo de conversa pela reconstrução, por tudo aquilo que o fogo não levou e por tudo aquilo que importa preservar. Por mais paradoxal que possa parecer, este é o momento certo para percorrer a regiã, não (apenas) por solidariedade, mas pelos seus muitos tesouros.
Topónimo Alguns afirmam que a localidade deve o seu nome ao facto de aqui terem proliferado uma espécie de aracnídeos. No entanto, esta versão não é sustentada pelos estudiosos. Há quem defenda que o topónimo se deve à existência, outrora, de muitos teares, popular e localmente designados por aranhas. Segundo consta, quando as populações vizinhas ali se deslocavam para mandar fazer tecidos de linho, diziam que iam ao "lugar das aranhas", daí a possível origem do nome. A designação pode também ter resultado da aplicação do vocábulo "aranhas", em arcaico "arãia", e em latim "aranea". Pode ainda provir de um nome arcaico português "areas" (em latim arenas). História A origem do povoado remonta pelo menos à presença dos romanos na Península, dado que é assinalada a passagem de uma estrada romana pela localidade e que se manteve como estrada medieval; outra prova da antiguidade do povoamento de Aranhas, é a proximidade da Estação Arqueológica da Arrochela, sendo igualmente significativos os testemunhos romanos; assim, é de crer que no seu território tivesse existido um remoto povoamento, embora se encontrasse quase extinto no principiar da Nacionalidade. No entanto, o local rapidamente se restaurou e parece ter alcançado importância bastante para a paróquia de Santa Maria das Aranhas estar já instituída no século XIII. É neste século que a freguesia ocupa um lugar de algum destaque, pois para além de estar instituída como paróquia, estava também instituída como um julgado de pequenas dimensões, "o julgado de Aranhas", já citado pelas Inquirições de 1290, como um dos que não continham algum prédio honrado ou que não fosse foreiro à coroa. É desconhecida a origem deste pequeno concelho que cedo desapareceu, suprimido pelo de Penamacor; todavia, são feitas referências a Aranhas num dos livros da chancelaria de D. Afonso III e no livro de forais antigos copiados para "leitura nova" de D. Manuel I, o que leva a crer que, sendo o mesmo documento, se trata de carta de foro daquele rei a Aranhas. No Foral Novo de D. Manuel I dado a Penamacor, em Santarém a 1 Junho de 1510, Aranhas é a única freguesia mencionada, embora sem a independência medieval, pois aparece incluída no termo daquela vila e castelo de Penamacor. No século XVIII, a freguesia de Aranhas era anexada à de Aldeia do Bispo por falta de população; porém, a partir do século XIX, a população cresceu notavelmente, do que resultou a sua separação de Aldeia do Bispo.
Memórias de outros tempos... em Penha Garcia. Penha Garcia, Idanha-a-Nova O que estão a ver é o museu da aldeia que mostra como era ainda nos anos 80 princípios de 90. Têm demonstração com habitantes da aldeia "Penha Garcia" para os turistas em determinadas alturas do ano. Nesta altura está de certeza a funcionar. Quanto às comodidades era o sistema das aldeias na altura e sim havia higiene e conforto. Até porque a aldeia fica a 15/20 minutos dali. É só subir a serra que é formada de xisto por fora com barro e cristal quartzo no seu interior. Que ao longo do caminho pode-se ver a sair da terra. Visitem-na que VALE A PENA. e está as Termas de Monfortinho com o hotel das termas.

2 comentários

  • Foto de ParolaGoncalves

    ParolaGoncalves 11/nov/2018

    Excelente como sempre....Obrigado

  • Foto de Paula Abreu

    Paula Abreu 11/nov/2018

    Há sempre um caminho que podemos trilhar e, sem saber o destino nunca perdemos a esperança de lá...chegar! :)
    Uma vez mais, obrigada pela simpatia do comentário.

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