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Distância

80,29 km

Desnível positivo

2.492 m

Dificuldade técnica

Muito difícil

Desnível negativo

1.319 m

Elevação máx

2.026 m

Trailrank

76 4,5

Elevação min

543 m

Tipo de trilha

Mão Única

Tempo em movimento

3 horas 51 minutos

Hora

6 horas 42 minutos

Coordenadas

9064

Enviada em

6 de agosto de 2018

Registrada em

agosto 2018
  • Avaliação

     
  • Informações

     
  • Fácil de fazer

     
  • Paisagem

     
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6 comentários
 
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2.026 m
543 m
80,29 km

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perto de Matadouro, São Paulo (Brazil)

Partindo Guará, subindo pelo Gomeral sentido Campos do Jordão, trilha tranquila, muitas pedras na serrinha do Gomeral, mas tranquila no seco. Logo após, tem uma saída a direita onde chega -se na Fazenda Lavrinhas. Entra-se abrindo porteiras em função das ovelhas, mas segundo um funcionário, não tem problema tal passagem. Aí começa algumas profundas erosões onde precisa ter muito cuidado e NUNCA ir só! Passamos depois pela Fazenda da Onça, onde volta a ter umas estradas rurais em boas condições. Depois começam novamente as erosões e atoleiros mais extensos. A subida ao Pico do Ataque é bem íngreme e não se deve ir caso esteja chovendo, ou tem viatura muito bem preparada e assumir os riscos, face as formações de piso escorregadio e erosões com razoáveis profundidades. Deste ponto até a Rampa de Voo Livre, na verdade foi trilha no passado, atualmente está tomada de vegetação, formação de atoleiros, grandes erosões. A vegetação rasteira fica tão densa que o piso desaparece, a trilha então, nem se fala! Não está mais carroçável. Passamos com certa dificuldade, a única exceção seriam os jipes bem preparados com pneus MUD, por exemplo. Guincho tb é um bom equipamento para este trecho!! O melhor é ser evitado em qualquer circunstância. Passamos (1 Duster e 1 TR4) com muita dificuldade e boas cicatrizes nas pinturas!!
Valeu a experiência, mas certamente não seria opção para retorno!! Ao menos este trecho entre os Picos do Ataque e da Rampa de Voo Livre. O resto vale muito a pena!! Lembrando de iniciar bem cedo para ter luz do sol ainda no final da trilha!!
A bateria do celular acabou pouco antes de chegar na rampa. Mas não compromete nada, uma vez que não ha alternativas!! Para tem o caminho completo, visite a trilha 27274400 ("Guaratinguetá/Gomeral - Faz.Lavrinhas - Faz da Onça - Pico do Ataque - Rampa de Voo Livre - BR 459"), porém sem fotos e sem View Points.
Waypoint

Término do asfalto

Panorama

Pequeno mirante

Antes de iniciar a Serrinha do Gomeral, temos essa vista para a zona rual da cidade de Guaratinguetá.
Refúgio de montanha

De frente para a Pousada Santa Maria da Serra

Interseção

Fazenda Lavrinhas

Ponto de informação

Sítio dos Bretas - Entrada Proibida

Ponte

Pequena amostra da mudança do solo depois da Fazenda Lavrinhas

Ponto de informação

Divisa SP-MG. Entrando no território de Minas Gerais (Delfim Moreira)

Ponte

Próxima a direita, chega-se ao Bairro do Charco

Ponte

Na curva acentuada passada, caso fosse reto, chegaria ao Bairro do Charco

Interseção

Seguindo sentido Fazendo da Onça - à diretia

Ponto de informação

Entrada em Área Militar

Ponto de informação

Reino do Elefante

Lago

Vertedouro em Área Militar - Bom lugar para um piquenique

Ponte

Vertedouro

Refúgio de montanha

Fachada da Sede da Fazenda da Onça - Exército Brasileiro

Ponto de informação

Lado oposto da Sede da Fazenda

Pico

Acesso ao Pico (desconhecido para nós), mas como já eram 14h, sem almoço, passamos despercebida a entrada.

Na foto é clara a tal entrada à direita.
Refúgio de montanha

Pousada São Francisco de Campos do Jordão - Delfim Moreira

Ruínas

Ruínas do Sanatório - 1906 a 1912

Pico

Pico do Ataque

6 comentários

  • Foto de De Sagres

    De Sagres 14 de jan de 2019

    Será que passa caminhonete 4x4? Sem arranhões 😯!!!?

  • Foto de Mauro Corrêa

    Mauro Corrêa 15 de jan de 2019

    Passar, sem dúvida passa! Sem arranhões??? Aí depende de como a vegetação cresceu depois de tanta chuva. Mas o pior pedaço (e curto) é entre o Pico do Ataque e a Rampa de Vôo Livre, que a mata (e bambus) 'fecham a trilha' e depois que entrou nesse trecho, quase não se tem chance de retornar face a largura da trilha. O Resto é tranquilo. A maior parte é estrada rural, mas encontramos algumas 'boas' erosões e lamaçal que qq 4x4 passa. Porém, com essas chuvas, não recomendo ir sozinho! Aliás, trilha onde não tem sinal de celular e trecho desconhecido, não é lugar para se ir só!! ;)

  • Foto de Douglas  Lemes

    Douglas Lemes 9 de set de 2019

    Passei lá esse final de semana da uma acompanhada lá, o caminho tá bem abandonado, só passa cavalo e moto de trilha, apesar das motos ser trail deu muito trabalho pra chegar até a rampa de voo livre, mais vale a aventura! Nunca faça um trilha sozinho e sem conhecimento prévio! Abraço

  • Foto de Mauro Corrêa

    Mauro Corrêa 9 de set de 2019

    Que legal sue comentário Douglas! Desta forma temos histórico de como está a situação por lá. Quando fui já estava bem fechada a mata lateral e tinham pontos que mau se via a trilha no chão, encoberto de vegetação! Pela sua descrição, piorou muito la, provavelmente em função das chuvas na região e de pouquíssimo uso pelos trilheiros. Os próprios funcionários das pousadas, nos disseram da impossibilidade de passarmos na ocasião com nossas vtrs, mas passamos. Agora, pelo jeito piorou muito!! Valeu os coments!!

  • Foto de Douglas  Lemes

    Douglas Lemes 9 de set de 2019

    Abraço

  • Foto de ཨོཾ་མ་ཎི་པདྨེ་ཧཱུྃ

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