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2.012 m
538 m
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84,2 km

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próximo a Matadouro, São Paulo (Brazil)

Partindo Guará, subindo pelo Gomeral sentido Campos do Jordão, trilha tranquila, muitas pedras na serrinha do Gomeral, mas tranquila no seco. Logo após, tem uma saída a direita onde chega -se na Fazenda Lavrinhas. Entra-se abrindo porteiras em função das ovelhas, mas segundo um funcionário, não tem problema tal passagem. Aí começa algumas profundas erosões onde precisa ter muito cuidado e NUNCA ir só! Passamos depois pela Fazenda da Onça, onde volta a ter umas estradas rurais em boas condições. Depois começam novamente as erosões e atoleiros mais extensos. A subida ao Pico do Ataque é bem íngreme e não se deve ir caso esteja chovendo, ou tem viatura muito bem preparada e assumir os riscos, face as formações de piso escorregadio e erosões com razoáveis profundidades. Deste ponto até a Rampa de Vôo Livre, na verdade foi trilha no passado, atualmente está tomada de vegetação, formação de atoleiros, grandes erosões. A vegetação rasteira fica tão densa que o piso desaparece, a trilha então, nem se fala! Não está mais carroçável. Passamos com certa dificuldade, a única exceção seriam os jipes bem preparados com pneus MUD, por exemplo. Guincho tb é um bom equipamento para este trecho!! O melhor é ser evitado em qualquer circunstância. Passamos (1 Duster e 1 TR4) com muita dificuldade e boas cicatrizes nas pinturas!!
Valeu a experiência, mas certamente não seria opção para retorno!! Especificamente este trecho entre os Picos do Ataque e da Rampa de Vôo Livre. O resto vale muito a pena!! Lembrando de iniciar bem cedo para ter luz do sol ainda no final da trilha!!
Para fotos, visite a trilha 27276530 ("Guaratinguetá/Gomeral - Pico do Ataque/Vôo Livre/Piquete"), porém a bateria do celular acabou pouco antes de chegar na rampa. Mas não compromete nada, uma vez que não ha alternativas!!

4 comentários

  • Foto de julio florez 1964

    julio florez 1964 8/ago/2018

    Muito interessante. Estamos preparando uma incursão nessa região. Mas talvez mantendo na principal, devido a veículos menos equipados no grupo.
    Se manter na principal, teríamos problemas?
    Obrigado.

  • Foto de Mauro Corrêa

    Mauro Corrêa 8/ago/2018

    Olá Júlio. Dá pra chegar até o Pico do Ataque sem grandes dificuldades, lógico, um mínimo de 2 ou 3 viaturas com lift e pneus AT, dá pra ir sem problemas, tomando os costumeiros cuidados. A parte difícil mesmo está entre o Pico do Ataque e a Rampa de Voo Livre. A trilha foi tomada pela mata, erosões e tals. Tivemos que cortar árvore atravessada no meio da trilha, por isso precisa ter mais cuidado. O caso é que as vezes não se enxerga nem o piso, quiçá a erosão. Para Jipe com rodas grandes e pneus borrachudos será uma boa diversão, mas atente em fazê-la durante a luz do sol!
    Caso não queira enfrentar tais dificuldades e função do baixo vão livre das viaturas ou em grande comboio, sugiro voltar do Pico do Ataque para o Charco e criar outra atração, como Barreira (que não conheço) ou outro ponto em Delfim Moreira ou em Wenceslau Brás. Aproveitando esse trecho, com perícia, vai qualquer bom 4x4, de preferência com lift e pneus AT. (Para vc tem ideia, meu vão livre é de ~26 cm e meus ATs estão zerados).
    Oriente-se pela outra track que deixei aqui no wiki, que está bem ilustrada com fotos e coments!! (27276530)
    à disposição e "Boa Sorte"!!!

  • Foto de julio florez 1964

    julio florez 1964 8/ago/2018

    Obrigado!!! Mandarei notícias!!!
    Abraço

  • Foto de Mauro Corrêa

    Mauro Corrêa 8/ago/2018

    Legal, Júlio!
    Ache-nos no face "DCB EIXO RJ/SP/MG".
    Aguardo as prometidas notícias!!
    Abçs!!

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