Tempo em movimento  2 horas 16 minutos

Horas  5 horas 19 minutos

Coordenadas 4522

Uploaded 4 de Março de 2019

Recorded Março 2019

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963 m
690 m
0
8,6
17
34,43 km

Visualizado 53 vezes, baixado 2 vezes

próximo a Benfica, Minas Gerais (Brazil)

(Relato datado de março/2019)

O trajeto inicia-se no Restaurante da Cristina (comida mineira deliciosa!), em frente à Igrejinha do distrito de São José da Serra. Uma turma foi de carro e outra de bike. Seguimos todos pela Estrada do Bom Jardim, sentido cidade de Jaboticatubas/MG.

Percorremos cerca de 5km até uma ponte, que corta um rio. Após atravessar a ponte, metros a frente, haverá uma bifurcação com uma placa que indica a direita, para quem está de carro, como o sentido para a Cachoeira do Bené (continua na Estrada do Bom Jardim). Para quem quer fazer o percurso de bike, nesta bifurcação deve-se pegar à esquerda para encurtar o caminho em aproximadamente 8km (anda cerca de 4,5km até a cachoeira).

O relato daqui em diante refere-se ao trajeto de carro.

Seguimos a estrada principal por mais 8km, aproximadamente. No caminho passamos por diversas casas/sítios da Comunidade Bom Jardim, se destacando a Igreja em tons de laranja/amarelo fortes, com aspecto de recém-pintada. Chegamos a outra bifurcação (em forma de triângulo). Neste ponto, a estrada converge com aqueles que vem da cidade de Jaboticatubas. Deixamos, então, de seguir a Estrada Bom Jardim e pegamos a estrada à esquerda, para ir sentido Cachoeira do Bené (tem uma placa de indicação da cachu que fica na via pra quem vem de Jaboticatubas, portanto não visível para quem vem de São José da Serra - paramos o carro e voltei para conferir se estávamos no sentido certo - tudo ok, então seguimos).

Passamos pela Igrejinha da Comunidade do Felipe, pintada tradicionalmente de branco com detalhes azuis. Menos de 1km a frente fica o Restaurante Coqueiros, onde você pode encomendar um almoço.

Do Coqueiros em diante há várias indicações de placas para a Cachoeira do Bené. Segue-se por mais 3km até a porteira de acesso e por mais 1km até o estacionamento e ponto de apoio da cachoeira. Deste ponto, segue por cerca de 200m de rampa e escadaria de pedras até chegar na cachoeira.

A cachoeira possui quedas em forma de escadaria e um poço na parte principal de cerca 3m de profundidade. O nível de água estava satisfatório, com quedas volumosas devido a chuvas ocorridas nos dias anteriores. Necessário ter cuidado com várias pedras no fundo do poço (leia alerta nas observações). Tem várias pequenas quedas e poços onde é possível se banhar, caso não queira entrar no poço principal. Local frequentado também por crianças.

Mais abaixo é possível ver um segundo poço, cuja profundidade é de cerca de 6m. Pelo leito do rio é arriscado chegar lá pela altura de algumas quedas. O dono informou que tem uma trilha lateral, mas que não recomenda a descida porque o poço é perigoso (utilizado inclusive para treinamento de bombeiros militares).

O retorno para São José da Serra se dá pelo mesmo trajeto.

Observações importantes:
A estrada está, de modo geral, em boas condições. É necessário cuidado em alguns trechos, tanto por derrapagem na cascalheira quando na possibilidade de pegar na frente, principalmente se o carro for baixo. Estávamos em um veículo de passeio da JEEP e em alguns trechos a saia da frente arrastou no cascalho. Há trechos de subidas fortes, mas que qualquer 4x4 passa sem problemas.
O trajeto total de carro na ida foi de 17,5km, aproximadamente. De bike, passando pelo atalho, o total da ida foi de 9,5km.
O Sr. Werley é o dono do estabelecimento e também é o responsável pela cobrança na Cachoeira do Bené. Geralmente a entrada é R$ 15,00, mas como fomos em época de feriado, a cobrança era de R$ 20,00 por pessoa.
É importante deixar almoço reservado no Coqueiros na ida, se forem comer pela região. Verificar também o horário máximo que servem. Chegamos lá mais tarde e eles já haviam encerrado a cozinha às 15h.
Alerta importante: o poço principal tem alguns pontos onde é possível dar umas boas braçadas. No entanto, é preciso ter cuidado e fazer reconhecimento de onde tem pedras no fundo. É possível perceber que as pedras são, em sua grande maioria, de sentido inclinado e isso as torna escorregadias e pontiagudas. Presenciamos um senhor que pulou da queda principal para o poço e que, ao mergulhar,

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