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próximo a Loreto, Bragança (Portugal)

Desde Bragança e Rio de Onor, até Cabo de São Vicente, Sagres e Lagos, tendo como base o track do Transportugal. Incluem-se ainda as ligações de Bragança a Rio de Onor (por estrada, via Varge) e de Sagres a Lagos, pelo Ecovia do Litoral, via Salema, Burgau e Luz.
Este traçado realizado em 13 dias, além de não ser fácil, pode encerrar algumas dificuldades extra, tais como: - Travessia da Herdade de Vale Feitoso (Espírito Santo), entre a Malcata e Penha Garcia. Neste caso ou se tem autorização prévia (Tel. Termas de Monfortinho 277430430) ou se dá a volta pela estrada via Salvador ou Aranhas (EN 239). Também a ter em conta as diversas Herdades do Alto Alentejo que podem estar com os portões fechados a cadeado, obrigando muitas vezes a dar uma volta maior do que inicialmente previsto.
Como é que se anda 13 dias de bicicleta assim com tão pouca bagagem?
Pela curiosidade da questão que Mário Trindade me colocou via mail, acabei por me alongar nas palavras. Assim, achei por bem acrescentar tal "conversa" ao post principal e primeiro, desta longa "Viagem de Vida"... - Assim o farei!
Caro amigo Mário
De certa forma posso dizer que é por um acumulado de experiências anteriores, que me foram ensinando alguns truques e adaptações, para carregar cada vez com menos peso.
Há uma imensidão de coisas que transportava nas minhas primeiras viagens em autonomia ciclistica, que jamais levarei.
Sempre andei com os tradicionais alforges traseiros laterais, com mais de 10/12 quilos e hoje em dia transposto 6/7 ou menos, num bagageiro que se prende ao espigão de selim. Além do peso, é toda uma logística que fica facilitada. - A qualquer momento posso tirar o suporte e ficar com uma bicicleta normal.
Bem, em relação à pergunta especifica e no caso desta viagem, há vários factores que contribuíram para que no fim tivesse tão pouca carga. Se notar, na fotografia de Rio de Onor (Post Geral da Transportugal), eu tinha mais 1,5/2 quilos, dos quais me desfiz no segundo dia, em Sendim, via correios, num pacote para a própria casa, que depois levantei na estação de correios da residência. Tratava-se de apetrechos relacionados com o frio, que logo percebi serem dispensáveis. Nomeadamente; - Perneiras, Camisola térmica, entre outras coisas.
Mas a principal razão para o pouco peso e volume prende-se com o tal acumulado de experiências e curiosidades, que por vezes surpreendem até alguns dos meus amigos ciclistas, não nesta, mas noutras voltas (ainda agora aconteceu no recente caminho de Fátima desde Alter do Chão, que relatarei em breve).
De forma resumida posso tentar indicar alguns deles; - Assim, por exemplo, as habituais tralhas de higiene. Com o passar dos anos fui arranjando forma de as ter em miniatura, quanto mais pequenas melhor. Escova de dentes, pasta, pente, gel, champô, tudo, até comprimidos e pomadas (que as levo, várias), são o mais pequeno possível. Outro grande truque, prende-se com a toalha, transporto uma pequena camurça (25X30) com que me seco. E pode ter a certeza que chega. É uma questão de a espremer bem.
No que toca à roupa, uma única muda para o pós pedalar é mais do que suficiente. Claro que, é de uma volta de verão que estamos a falar. Uns calções com bolsos, um pólo e uns Crocks (grande descoberta. Faz de sapato e chinelo de banho), que serão lavados sempre que necessário no fim de uma jornada.
Quanto ao equipamento de ciclismo propriamente dito, comecei por levar quatro mudas completas; - camisola, calções e meias, além de uma camisola de mangas compridas. Mas, na tal descarga de Sendim, também enviei uma delas. Percebi que apenas três mudas eram mais do que suficientes, já que passaria a lavar diariamente durante o banho (eu sei, é um esforço suplementar, e nem sempre nos apetece, mas tem que ser). Mesmo que não sequem durante o resto da tarde e a noite, há sempre um conjunto de emergência.
Existe outra estratégia que facilita o domínio dos volumes; - Prende-se com a arrumação em si, e o uso cuidado e localizado de elásticos para acomodar a carga. Além disso, e se der uma vista de olhos à tal foto de Rio de Onor, para além do bagageiro traseiro, ainda levei (como sempre) uma bolsa frontal, uma dentro do quadro e uma atrás do selim, onde transportei 4 câmaras-de-ar e alguma ferramenta, onde se incluíram uma quantidade de pequenos auxiliares para uma viagem deste tipo... Enfim...

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Ladoeiro

20-AGO-11 10:57:17
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Alfaiates

18-AGO-11 16:57:24
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Aljezur

27-AGO-11 8:52:04
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B V Braganca

15-AGO-11 8:02:28
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Barca Alva

17-AGO-11 13:30:32
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Beja

24-AGO-11 20:06:43
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Cabo de São Vicente

27-AGO-11 15:03:55
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Campo Maior

22-AGO-11 16:58:13
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Castelo Branco

20-AGO-11 16:21:18
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Castelo Vide

21-AGO-11 17:08:42
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Figueira Castelo Rodrigo

17-AGO-11 17:03:28
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Herdade dos Espirito Santo 277430430

CP4B
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Lagoaça

16-AGO-11 19:44:57
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Lagos

27-AGO-11 19:47:10
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Maria Vinagre

26-AGO-11 20:24:47
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Marvão

22-AGO-11 8:19:46
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Monsaraz

23-AGO-11 18:51:20
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Ourique

25-AGO-11 13:13:39
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Penha Garcia

19-AGO-11 18:49:16
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Pias

24-AGO-11 13:31:43
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Rio Onor

15-AGO-11 10:34:35
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S Clara Velha

26-AGO-11 13:58:20
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Sagres

27-AGO-11 15:35:17
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Sendim

16-AGO-11 11:53:46
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Vimioso

15-AGO-11 19:01:59

19 comentários

  • Miguelmatos 18/ago/2012

    Bemmmm grande máquina!!! eheheh deve ter sido mto bom mesmo!! Abraços!

  • pmoda 21/jan/2013

    Boas João,
    Mas as autorizações achas que são pacificas? sabes de alguém que as tenha optido?

    abrc
    Paulo

  • Foto de nés

    nés 22/jan/2013

    Boas Paulo M,

    Sim, sim. Todos os anos a Ciclonatur obtém essa autorização, para atravessar a Herdade do Vale Feitoso, para a travessia de Portugal. Qualquer pessoa também pode atravessar essa propriedade, desde que comunique com antecedência. Daí o número de telefone.
    Boa Sorte!
    Abraço!
    se precisares de alguma ajuda, diz coisas...

  • Tiago Petinga 3/jun/2013

    Olá João, arranco na sexta para Bragança e sábado começo metade do trajecto com um amigo. Vamos só fazer até Castelo Branco, por falta de tempo. Alguma dica em especial? Vamos de alforges, mas o mais leves possível.
    Obrigado!

  • Foto de nés

    nés 3/jun/2013

    Boas Tiago,
    Escolheste o traçado ideal para ficares a conhecer ainda melhor o teu país e para fazeres bom BTT. Só é pena não poderes fazer o trajecto todo. Mais oportunidades surjiram... Se calhar assim até vais gostar mais, já que a componente "massacre" não é tão evidente.
    Em relação às dicas, calculo que tenhas passado os olhos por muita informação, provavelmente até andaste pelo NezClinas... mas para o caso de não o teres feito, aqui vai o link:
    http://nezclinas.blogspot.pt/2011/09/transportugal-travessia-autonomica-de.html

    Traços largos está lá tudo.Posso dizer-te que o trilho que usei, foi com base do trasportugal, onde acabei por fazer uma ou outra alteração. se quiseres ser fiel ao traçado habitual do "ciclonatur" terás que fazer o track do "Anibal". Aconselho os dois!!! LOL
    Até Castelo Branco, em relação ao terreno, a única preocupação séria é pedires autorização para passares a Herdade do vale Feitoso entre a Malcata e Monfortinho ou Penha garcia, dependendo que traçado venhas a fazer. Digo-te que deves pedir tal autorização quanto antes, para não teres surpresas.
    Boa Volta. e por cá estarei para qualquer dúvida.
    Cumprimentos

    P.S. - Se fores de Bragança a Rio de Onor pelo trilho que eu fiz, vais pela estrada e fazes um pequeno desvio com mais 2 ou 3 quilómetros. se quiseres ser mais directo, ou por outro lado, fazer em BTT, terás que procurar outra alternativa.

  • Tiago Petinga 7/jun/2013

    Olá João, obrigado pelas dicas :)
    Já estamos em Bragança depois de uma autêntica epopeia com a viagem de camioneta até aqui.
    Partimos amanhã ;)
    Um forte abraço!

  • Foto de PAPERO & MOLLY

    PAPERO & MOLLY 23/ago/2014

    Olá NES. Em setembro nós queremos fazer uma seção de sua rota Travessia Autonomica de Portugal. Especificamente o trecho de Elvas para Bragança sentir contrário ao seu.

    Eu gostaria de perguntar se é possível rota com cestos e carro e se a dificuldade no duro, muito duro ou extremo.

    Saudações de Espanha e muito obrigado por compartilhar com todas as suas rotas.

  • Foto de nés

    nés 30/ago/2014

    Olá Molly-Papero.
    Sim, de uma forma geral é possível fazer este traçado com alforjas (cestos). Já no traçado da "calçada de Sta Ana" entre Barca de Alva e Freixo de espada à cinta, se vais com carro (3 wheel) e como vão fazer a subir, terá que ser grande parte à mão. nada que não devam estar acostumados.
    Digamos que a dificuldade deste traçado depende de muitos factores, do tempo que têm, quantos quilómetros querem fazer por dia, do clima (com chuva péssimo, com muito calor, insuportável), e da vossa forma desportiva. Para mim digamos que foi duro. Faz-se bem, mas com tranquilidade.
    Boas voltas,
    João galvão

  • Foto de eldiesel

    eldiesel 18/jun/2015

    I have followed this trail  View more

    La informacion a pesar del tiempo transcurrido, sigue siendo fiable, excepto el alojamiento en Maria Vinagre que ya no funciona, los tracks estan muy trabajados y les hemos seguido sin ninguna perdida, la ruta se hizo del 31 de Mayo al 13 de Junio de2015 y el campo y paisajes expectacular, la tengo que repetir, gracias a Nés.

  • Foto de nés

    nés 18/jun/2015

    Olá eldiesel,
    ainda bem que gostaram. Fico contente de saber notícias do trajecto, já que não ando por lá há muito.
    um dia gostava de repetir.
    Parabéns!

  • MiguelCorreia 11/mai/2017

    Há algum tempo andava com vontade de fazer esta experiência e em abril de 2017 acabei por concretizar esta vontade. Para rentabilizar mais o feito não o fiz de forma autonómica. Juntei dois parceiros óptimos para estas aventuras, João Ventura e Nuno Nunes, e convidámos um amigo, que não sabe andar de bicicleta, (precavendo de eventuais tentações de pedalar) assegurou assim a logística de transporte entre etapas e o apoio de abastecimento nas mesma. O Augusto Aveleira revelou-se uma peça fundamental no êxito desta aventura.
    O percurso resultou de uma adaptação feita a partir do presente track do Nés (João Galvão) e o do Aníbal “Trans-Portugal (Completo)” (https://pt.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=79539). Ambos os tracks são praticamente similares, mas nos troços onde o Nés fez por estrada (sobretudo no Alentejo), optámos por escolher a alternativa por terra feita pelo Aníbal, o que se revelou um erro, pois parte desses caminhos encontram-se vedados, em parte resultado do novo regime de propriedade e de novas culturas, adoptadas após o Alqueva. Contudo, também sabíamos que o Aníbal fez este percurso há 10 anos e o Nés há quase 7 anos e que com esta nossa passagem, seria útil para futuras aventuras deixar aqui o nosso depoimento. Assim, socorremo-nos do presente track do Nés para não estarmos a emendar tantos erros cometidos com o percurso do Aníbal, e as referências são feitas segundo a quilometragem do mesmo.
    Os 1100Km foram adaptados para as nossas 9 etapas, e como tal evitámos os desvios propositados feitos pelos autores a Castelo Branco, Beja e Ourique:

    1- R. Onor / Quintanilha, 38km, 650m acum.
    2- Quintanilha - Lagoaça, 110km, 2260m acum.
    3- Lagoaça - Vilar Formoso, 119km, 1900m acum.
    4- V. Formoso - Idanha a Nova, 143Km, 2060m acum.
    5- I Nova - Marvão, 132km, 2090m acum
    6-Marvão - Mourão, 198km, 2290m acum.
    7- Mourão - Castro Verde, 156km, 1290m acum.
    8- C. Verde - Aljezur, 136km, 1850m acum.
    9 – Aljezur – Sagres, 63km, 900m acum.

  • MiguelCorreia 11/mai/2017

    Atravessar todo o planalto transmontano revelou-se tranquilo. Passado o Douro apareceu a primeira hesitação em direcção a Figueira Castelo Rodrigo. Ao Km 180 surge um portão sem cadeado a com aviso de 'perigo' e 'propriedade privada' havia rastos de motocross e de uma btt no interior. Abrimos o portão e avançámos, caso contrário teríamos de passar por uma matilha de cães que nos intimidaram pouca distância atrás, enquanto guardavam um monte isolado. A meio da propriedade uma indicação para a esq. indicava F. C. Rodrigo e para a dir. proibição. Seguimos o track para a direita e fomos até ao Km 185 até ao final da propriedade, com uma cancela facilmente transponível, a mesma sinalética e um cadeado. Uma situação nitidamente a não autorizar a passagem.
    Sensivelmente entre os kms 294 e 310 atravessámos o Vale Feitoso. Foi solicitada autorização com a devida antecedência, a qual foi prontamente prestada. No percurso não houve qualquer portão nem nos cruzámos com ninguém.
    A chegar a Idanha a Velha, após o km 330, num single track correspondente a um percurso de Pequena Rota, esbarrámos com um vedação seguida de um campo agricultado. Procurando contornar a situação, demos com um caminho a poente, cuja ligação à estrada de asfalto junto a Idanha estava impedida por um portão com cadeado. Tivemos de o galgar.
    Entre Idanha a Velha e o Ladoeiro fizemos o percurso do Aníbal, sendo em grande parte sobre asfalto e estradão.
    Após o Ladoeiro, pelo km 370, após um açude à nossa esquerda, surgiram 3 / 4 cancelas daquelas de mão, para o gado. Nesta zona fomos abordados pelo feitor da propriedade e advertiu-nos que o caminho era particular. Diplomaticamente, explicámos ao sr. o que estávamos a fazer, que não tínhamos encontrado nenhuma proibição até àquele ponto e que iríamos aqui indicar que neste troço (Herdade do Escrivão) se tratava de um caminho particular. Após o km 375 passámos então o portão da herdade.
    Ao km 532,5 demos com um portão fechado a cadeado. Temendo a existência de gado bravo, virámos para sul para apanharmos a N371 e em Degolados retomámos o track.
    À saída de campo Maior, ao Km 546, o caminho encontrava-se fechado por uma cerca recente. Apanhámos novamente a N371 até encontrarmos o track mais à frente.

  • MiguelCorreia 11/mai/2017

    A partir de Elsvas surgiram as maiores complicações e aqui sugiro o caminho do Nés, sobretudo asfalto, mesmo assim aponto as seguintes limitações:
    Km578 há portão com cadeado e proibição de passagem. Seguimos por asfalto até à ponte da Ajuda.
    Aqui retomámos o track junto ao Guadiana. No Km 584, novo portão fechado, para contornar, andámos por caminho não ciclável, e saltámos novos portões até chegarmos à N373 até Jorumenha. Como já era tarde e ainda faltavam 75km até Mourão optámos pelo presente track do Nés. Não sabemos portanto se os caminhos por montado feitos pelo Aníbal (entre os Kms 598 e 612 do Nés) são exequíveis. Na descida após Monsaraz não vale a pena sair da M514 em direcção à Horta da Moura. Quando se retoma à M514 tem de se saltar um portão automático.
    No Km 661 após um viaduto que atravessa a Barragem, portão fechado a cadeado. É preferível continuar um pouco pelo asfalto e passados 3,7km virar por estradão à esquerda para retomar o track.
    Junto do Km 720, há um amendoal novo que implicou saltar duas vedações. É preferível ao atravessar a ponte sobre o Guadiana continuar pela N260 por mais 750m até apanharmos um estradão à esq. que nos leva ao track.
    Km 763, é preferível no asfalto virar à direita e apanhar a N122 no cruzamento. Foi aqui que o João rasgou os calções.
    Entre Entradas e castro Verde, fizemos o percurso do Aníbal. Já o conhecia de uma anterior travessia, mas sabia que iria passar por uma dezenas de cancelas em poucos kms. Alternativa, IP2.
    Em jeito de remate, trata-se de uma experiência épica. Para não gastar muito dinheiro, e para envolver algum desafio físico, preferimos fazer longas distâncias diárias. Contudo, etapas como a de Marvão - Mourão, com aproximadamente 200km, levou cerca de 13 horas a ser percorrida, atrasada pelas hesitações com as cercas. Neste modo, sobro pouco tempo para quem queira desfrutar mais da paisagem, de fazer paragens, de dar um mergulho numa ribeira, …

  • MiguelCorreia 11/mai/2017

    O carro de apoio, foi uma boa opção numa aventura destas em BTT. As 2 / 3 paragens por etapa para pequenas refeições volantes (sandes de atum e fruta) deram um conforto ao estomago, fundamental para manter a forma física. À noite a refeição era reforçada ou em restaurante ou com refeições pré-cozinhadas e aquecidas no alojamento. O alojamento foi em pensão, albergues, bombeiros, bungalows, casa de um amigo. Sempre marcado previamente e debaixo de tecto porque na Páscoa o tempo ainda é incerto, apesar de termos sido sempre abençoados pelo S. Pedro em todo o percurso. Mas sabemos que se quiséssemos empreender esta aventura debaixo de chuva, dificilmente seria cumprida para as etapas que nos tínhamos proposto.
    Sendo as cancelas e portões os maiores constrangimentos, também as picadelas de abelhas, as perseguições canídeas, os furos, marcaram presença durante a volta. Contudo, quando nos lançamos para um desafio de atravessar o país pelo interior em BTT, sabemos que vamos encontrar estes pequenos problemas. Mas nada de maior. Tudo correu perfeito. A beleza da paisagem, a dimensão dos vales e montanhas, as longas planícies, as ribeiras, as encostas cobertas de urze e estevas, o isolamento, o silêncio e no final de cada dia, mais uma etapa superada, mas sobretudo a companhia conjunta de nós os 4 fez com que este desafio fosse facilmente transposto e com vontade de nos lançarmos em novos desafios.

  • MiguelCorreia 11/mai/2017

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    v

  • Foto de nés

    nés 12/mai/2017

    UIIIIIiiiiii....Muito Bom!!!!!
    Tenho que ler melhor quando tiver tempo...Mas para já parabéns pela realização desta aventura...
    Até já

  • Foto de eldiesel

    eldiesel 12/mai/2017

    Hola, buen dia:
    Es cierto que todos los recorridos, con el tiempo pueden ser susceptibles de cambios por diversas razones, nosotros seguimos casi en su totalidad la idea de Nés, pero dió la casualidad que nos encontramos con Antonio de Ciclonatur y nos recomendó alguna variante de varias etapas que resultaron ser acertadas, bien por el recorrido en si o por los alojamientos, algunos ya no existen, como el de Maria Vinagre, aunque un poco mas adelante, en Rogil teniamos un elegante hotelito, desviarnos a Monsanto fué otro acierto en lugar de Penha Garcia y Monsaraz es precioso, en fin, que todo cambia y hay que trabajarse cada recorrido. Las etapas tan largas???, bueno cada persona tenemos una idea, cierto, ahí si es importante contar con un vehiculo de apoyo. Un saludo,.

  • Foto de nés

    nés 14/mai/2017

    Grande Relato e perfeita descrição...
    De repente, parece que também eu voltava a saltar as cercas...lol...
    Não é um track fácil e a constante mutação de propriedades e proprietários, muitas vezes dificulta a passagem.
    O espírito entregue nessa aventura agora relatada, deve ser o empregue para uma aventura deste calibre.
    Claro que nem toda a gente pode ter acesso a um carro de apoio, e condições para percorrer tantos quilómetros.
    Como a descrição do Miguel diz, o facto de andar tantas horas em cima da bicicleta faz com que se tenha menos desse tempo, para usufruir das terras onde passamos e / ou pernoitamos...
    É só uma questão de cada um equacionar o que quer fazer, e pode...
    Resumindo, o que interessa é a felicidade e degustação de cada um....
    Boas Voltas..
    Obrigado pela partilha e cuidadoso relato.
    Cumprimentos

  • Odilon Ferreira Junior 20/nov/2017

    Olá Nés. Obrigado por compartilhar a trilha da travessia de Portugal. Estou começando a estudá-la e estou planejando fazê-la em 2018 no primeiro semestre com uns amigos do Brasil. Te mantenho informado. Um abraço.

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